                       15Seduo Mortal
 [Sinopse]
Dante tinha cortejado sua vtima em espao virtual por semanas antes de a
encontrar pessoalmente. Alguns goles de vinho e algumas horas mais tarde,
ela estava morta. A arma de assassinato: Um raro, normalmente
undetectable data-estupro droga com o valor de rua de um quarto de um
milho de dlares.
A vspera de tenente Dallas est tocando e jogando de novo as pistas em
sua mente. A luz de vela, a msica, as ptalas de rosas espalhadas atravs
da cama -- uma seduo designada para seu benefcio, no sua. Ele no
com inteno de a matar. Mas agora que ele tem, ele  remanescente com
s duas escolhas: Ele enlata um ou outro buraco em cima em medo e
culpabilidade, ou ele pode comear a caar novamente....

Verdade, eu converso de sonhos,
Que so as crianas de um crebro inativo,
Procriou de nada alm de fantasia v.
-- William Shakespeare

Ainda cada homem mata a coisa que ele ama,
Por cada deixe isto ser ouvido,
Alguns fazem isto com um olhar amargo,
Alguma com uma palavra lisonjeira.
O
 covarde faz isto com um beijo,
O homem valente com uma espada!
-- Oscar Wilde

CAPTULO UM
A morte entrou sonhou. Ela era uma criana que no era uma criana,
enfrentando um fantasma que, no importa com que freqncia seu sangue
tomou banho suas mos, no morreria.
O quarto estava frio como um sepulcro, hazed pela luz vermelha que
piscou, de tempo em tempo, de tempo em tempo, contra o vidro de janela
suja. A luz derramada acima do cho, acima do sangue, acima de seu
corpo. Acima dela como ela se amontoou no canto com a faca, coberta com
escorne para o cabo, ainda em sua mo.
A dor estava em todos lugares, radiando por ela em estupefazer ondas que
no tiveram nenhum incio ou fim, mas circulado, eternamente circulado,
em toda cela. O osso em seu brao ele estalou, a bochecha onde ele tem
backhanded ela muito negligentemente. O centro de sua que rasgou,
novamente, durante o estupro.
Ela era sufocada pela dor, coberto com choque. E lavado com seu sangue.
Ela tinha oito anos.
Ela podia ver sua prpria respirao  medida que ela arquejou. Pequenos
fantasmas que disseram a ela que ela era viva. Ela podia saborear o sangue
dentro de sua boca, um sabor brilhante e terrvel, e cheiro -- s debaixo da
madureza da morte fresca -- o feder de usque.
Ela era viva, e ele no era. Ela era viva, e ele no era. Novamente ela
cantou aquelas palavras em sua cabea, e sua mente tentada fazer sentido
delas.
Ela era viva. Ele no era.
E seus olhos, abram e olhando fixamente, fixa nela.
Sorriu.
Voc no pode livrar-se de mim to fcil, pequena menina.
Sua respirao veio para mais rpida, em engatar boqueadas que quiseram
juntar em um grito. Isso quis desatar a de sua garganta. Mas tudo que veio
para era uma choradeira.
Fez uma baguna de coisas, no ? S no pode fazer o que voc 
informado.
Sua voz era to agradvel, brilhante com aquele grinning humor ela soube
era o mais perigosa de todo. Enquanto ele riu, sangue despejou fora dos
buracos que ela cortou nele.
O que  o assunto, pequena menina? O gato conseguiu sua lngua?
Eu sou vivo e voc no . Eu sou vivo e voc no .
Ache? Ele meneou seus dedos, uma espcie de arreliar onda que fez seu
gemido em terror como gotas vermelhas molhadas sacudidas das pontas.
Eu sinto muito. Eu no quis dizer isto. No machuque-me novamente. Voc
me machuca. Por que voc tem que me machucar?
Porque voc  estpido. Porque voc no escuta! Porque -- e aqui seja o
segredo real -- eu posso. Eu posso fazer o que eu quero com voc e
ningum dou asno do rato de um feder. Voc no  nada, voc no 
ningum, e voc no esquece isto, voc pequena cadela.
Ela comeou a chorar lgrimas agora, magras frias que rasto pela mscara
de sangue acima de seu rosto. V embora. S v embora e me deixe s!
Eu no vou fazer isto. Eu nunca vou fazer isto.
Para seu horror, ele empurrou ele mesmo para seus joelhos. Abaixados l
goste de um pouco de nightmarish sapo, sangrento e grinning. Assistindo
ela.
Eu consegui muito investido em voc. Tempo e dinheiro. Quem putsa
fucking telhado acima de sua cabea? Quem pe comida em sua barriga?
Quem toma voc viajando por toda parte este grande pas nosso? A maioria
de crianas sua idade no viu caga, mas voc tem. Mas voc aprende? No,
voc no faz. Voc puxa seu peso? No, voc no faz. Mas voc  ir. Voc
lembra o que eu disse a voc? Voc  ir comear ganho seu manter.
Ele chegou a seus ps, um grande homem com suas mos lentamente
balling em punhos em seu lado.
Mas agora, Papai tem que castigar voc. Ele tomou passo de um bambolear
em direo a ela. Voc tem sido uma menina ruim. E outro. Uma menina
muito ruim.
Suas prprios gritos a despertaram.
Ela era encharcada em suor, estremecendo com frio. Ela lutou por
respirao, de modo selvagem lutada rasgar longe as cordas de folhas que
embrulharam ao redor ela como ela trilhou pelo pesadelo.
s vezes ele a amarrou em cima. Lembrando disto, ela fez sons pequenos,
animal em sua garganta como ela rasgou nas folhas.
Livrou, ela rolou fora da cama, abaixado ao lado dele na escurido gosta de
uma mulher se preparou para fugir ou lutar.
"Luzes! Em cheias. Deus, oh Deus."
Eles relampejaram em, perseguindo at uma sugesto de sombra fora do
quarto enorme, bonito. Ainda, ela esquadrinhou isto, todo canto,
procurando por fantasmas como a extremidade srdida do sonho picado por
seu intestino.
Ela forou de volta as lgrimas. Eles eram inteis, e eles eram fracos. Da
mesma maneira que era intil, era fraco, deixar se ser assustado por
sonhar. Por fantasmas.
Mas ela continuou a agitar como ela rastejou at se sentar na extremidade
da grande cama.
Uma cama vazia porque Roarke estava na Irlanda e sua experincia de
tentar dormir nele sem ele, sem sonhar, tinha estado fracasso de um
colidir.
Isso fez seu lamentvel? Ela perguntou-se. Estpido? Ou s casado?
Quando o gato gordo, Galahad, batida sua grande cabea contra seu brao,
ela o juntou. Ela se sentou, Vspera de Tenente Dallas, onze anos um
policial, e se confortou com o gato como uma criana poderia um ursinho.
A basca cobriu seu estmago, e ela continuou a balanar, rezar ela no
estaria doente e adicionaria mais uma misria para a noite.
"Exibio de tempo," ela ordenou, e o sintonizador do relgio de lado da
cama piscado em. Um e quinze, ela notou. Perfeito. Ela apenas faria isto
uma hora antes dela se gritar acordado.
Ela economizar o gato, chegou a seus ps. To cuidadosamente quanto uma
mulher velha ela desceu da plataforma, cruzou o quarto, e caminhado no
banheiro.
Ela correu o frio da gua, to fria quanto ela podia permanecer, ento
sluiced ele sobre seu rosto enquanto Galahad feriu que ele mesmo gosta de
uma tira rechonchuda entre suas pernas.
Enquanto ele ronronou no silncio, ela ergueu sua cabea, examinado seu
rosto no espelho. Era quase to incolor quanto a gua que gotejada disto.
Seus olhos eram escuros, olhados contundidos, olhados esvaziado. Seu
cabelo era um bon marrom emaranhado, e seus ossos faciais parecidos
muito afiados, muito perto da superfcie. Sua boca era muito grande, seu
nariz ordinrio.
Que diabo Roarke viu quando ele olhou para ela? Ela perguntou-se.
Ela podia o chamar agora. Era depois de seis de manh na Irlanda, e ele era
um madrugador. Ainda que ele estivesse ainda adormecido, no importaria.
Ela podia levantar o 'vnculo e telefonema, e seu rosto deslizaria na tela.
E ele veria o pesadelo em seus olhos. Que bons que faria qualquer um
deles?
Quando um homem possuiu a maioria do universo conhecido, ele teve que
poder viajar a negcios sem ser perseguido por sua esposa. Neste caso, era
mais que negcios que mantiveram afastado ele. Ele estava freqentando
um comemorativo para um amigo morto, e no precisou mais tenso e se
preocupa heaped nele de seu fim.
Ela soube, entretanto eles nunca realmente discutiriam isto, que ele
diminuiu suas durante a noite viagens para o osso. Os pesadelos raramente
vieram muito violentamente quando ele estava na cama ao lado dela.
Ela nunca teria um como isto, um onde seu pai falou com ela depois que ela
o matou. Disse que coisas para suas que ela pensou -- estava quase certo -
- ele disse para ela quando ele tiver sido vivo.
A vspera imaginou Dr. Mira, PSICLOGO de estrela e profiler do NYPSD,
teria um dia de campo com os significados e simbolismo e Cristo-todo.
Isso no faria qualquer bom qualquer um, ela decidiu. Ento ela s
manteria este pequeno pedra precioso para ela mesma. Ela tomaria banho,
agarre o gato, e v de cima para seu escritrio. Ela e Galahad esticar nela
dorme cadeira e deixa de funcionar para o resto da noite.
O sonho teria enfraquecido longe pela manh.
Voc lembra o que eu disse a voc.
Ela no podia, Vspera pensou como ela andou no chuveiro e ordenou todos
os jatos em cheios s cem e um graus. Ela no podia lembrar.
E ela no quis.
Ela era mais fixa quando ela saiu do chuveiro, e porm pattico era,
prolongadas uma de camisas do Roarke para conforto. Ela iria justo scooped
em cima o gato quando o vnculo de lado da cama buzinado.
Roarke, ela pensou e seu lcool erguido consideravelmente.
Ela esfregou sua bochecha contra cabea do Galahad  medida que ela
respondeu. "Dallas."
Despacho. Dallas, Vspera de Tenente ...
-=O=-***-=O=-
A morte s no entrou sonhou.
Vspera permanecida acima disto agora, no ar matutino cedo balsmico de
uma tera-feira em junho. A calada da Cidade de Nova Iorque eram
cordoned, os sensores e quarteires que quadram em torno do pavimento e
as tinas alegres de petnias acostumados a abeto vermelho em cima a
entrada do edifcio.
Ela teve um carinho particular para petnias, mas ela no pensou que eles
iriam fazer o trabalho este tempo. E no por algum tempo para vir.
A mulher era facedown na calada. Do ngulo do corpo, o salpico e charcos
de sangue, no iria existiriam muito aquele rosto partiu. Vspera olhada na
torre cinza digna com suas sacadas de semicrculo, sua tira de prata das
pessoas desliza. At que eles identificaram o corpo, eles teriam um tempo
duro obrigando  rea de que ela caiu. Ou saltado. Ou sido empurrado.
A vspera de aquela coisa estava certa: Tinha sido uma gota muito longa.
"Consiga ela imprime e corre eles," ela ordenou.
Ela glanced abaixo em seu ajudante como Peabody se agachou, abriu um
kit de campo. Bon de uniforme sentado do Peabody justamente em seu
regente-cabelo diretamente escuro. Ela teve mos fixas, Pensamento de
vspera, e um bom olho. "Por que voc no faz tempo da morte."
"Me?" Peabody perguntou a surpresa.
"Consiga-me um ID, estabelea tempo da morte. Tronco em descrio da
cena e corpo."
Agora, apesar da circunstncia horrvel, era excitao que movido acima de
rosto do Peabody. "Sim, senhor. Senhor, primeiro oficial na cena tem uma
testemunha potencial."
"Uma testemunha de l em cima, ou abaixo aqui?"
"Abaixo aqui."
"Eu tomarei isto." Mas Vspera ficou onde ela estava um momento mais
longo, assistindo Peabody esquadrinha as impresses digitais da mulher
morta. As mos e ps do entretanto Peabody estavam fechados
hermeticamente, ela no fez nenhum contato com o corpo e fez o
esquadrinhar depressa, delicadamente.
Depois de um aceno com a cabea de aprovao, Vspera andou a passos
largos longe para questionar os uniformes flanqueando o permetro.
Poderia ter sido quase trs de manh, mas existiam espectadores, gapers, e
eles tiveram que ser encorajados junto, bloqueados fora. As notcias hawks
j estava em evidncia, gritando perguntas, tentando impedir alguns
minutos de gravao para bomba nas ondas antes da primeira manh
comutar.
Um operador de carro de deslizamento ambicioso saltou na oportunidade e
estava pondo em um pouco de sero vende para a multido. Seu grelhe
pumped fora fume que vomitou os odores de cachorros de soja e
rehydrated onions em morreu ar.
Ele pareceu estar fazendo negcios vivos.
Na fonte magnfica de 2059, morte continuada a desenhar um pblico do
vivo, e aqueles quem souberam como fazer um coro rpido fora do
negcio.
Um txi alado por, no aborreceu para tanto como bate os freios. De em
algum lugar o centro da cidade de mais distante, uma sirena gritada.
A vspera bloqueou isto, girado para o uniforme. "O rumor  que ns temos
olhos."
"Sim, senhor. O oficial Jovem  a pego no carro de esquadra mantendo seu
longe do ghouls."
"Boa." A vspera esquadrinhou os rostos atrs da barreira. Neles ela viu
horror, excitao, curiosity, e uma espcie de alvio.
Eu sou vivo, e voc no .
Escapando disto, ela conseguiu encontrar Jovem e a testemunha.
Dado o bairro -- para apesar da dignidade e as petnias, o edifcio de
apartamentos era direito na fronteira de midtown alvoroo e o centro da
cidade sleaze -- Vspera estava esperando um companheiro licenciado,
talvez um jonesing chemi-cabea ou um negociante a caminho de uma
marca.
Ela certamente no esperou o minsculo, snappily vestiu blonde com o
rosto bonito e familiar.
"Dr. Dimatto."
"Tenente Dallas?" Louise Dimatto angulado sua cabea, e os agrupamentos
de rubi em suas orelhas cintiladas como sangue vtreo. "Voc entra, ou eu
termino?"
A vspera empurrou um dedo polegar, segurou a porta de carro mais largo.
"Aparea fora."
Eles encontraram o inverno prvio, na Clnica de Rua de Canal onde a
Louise lutou contra a mar para curar o sem casa e o desesperado. Ela veio
de dinheiro, e seu bloodline era azul, mas Vspera teve boa razo para
conhecer Louise no discutiu sobre conseguir suas mos sujas.
Ela quase morreria ajudando Vspera luta uma guerra feia durante aquele
inverno amargo.
A vspera leu rapidamente stoplight-vestido vermelho da um examinar
Louise. "Fazendo telefonemas da casa?"
"Uma data. Alguns de ns tentamos manter uma vida social saudvel."
"Como iria?"
"Eu levei para casa um txi, ento voc  o juiz." Ela leu rapidamente de
volta seu pequeno, honeycomb cabelo com seus dedos. "Por que tantos
homens so to chatos?"
"Sabe, isto  uma pergunta que me assombra dia e noite." Quando Louise
riu, Vspera sorrida em resposta. " bom para ver voc, todas as coisas
consideradas."
"Eu pensei que voc poderia visitar a clnica, venha para ver as melhorias
sua doao ajudou implementar."
"Eu penso que  chamado chantagem na maioria dos crculos."
"Doao, chantagem. Deixe no  cabelos divididos. Voc ajudou salvar
algumas vidas, Dallas. Isto  precisa ser quase como satisfazendo para voc
como pegador aqueles que leva eles."
"Perdida umahoje  noite." Ela girou, olhado atrs em direo ao corpo. "O
que voc sabe sobre ela?"
"Nada, realmente. Eu penso que ela vive no edifcio, mas ela no est
olhando sua melhor no momento, ento eu no posso estar certo." Depois
de uma respirao longa, Louise esfregou o de volta de seu pescoo.
"Desculpe, isto est mais em sua linha que meu.  minha experincia
primeira quase tendo um corpo cai em meus braos. Eu vi pessoas
morrerem, e no  sempre gentil. Mas isto era ..."
"Certo. Voc quer se sentar de volta abaixo? Queira algum caf?"
"No. No. Deixe-me s digo isto." Ela se afianou, uma sutil quadrando
dos ombros, endurecendo da espinha. "Eu ditched a data de tdio, agarrou
um txi. Ns fomos para jantar e um bairro residencial de clube. Eu cheguei
aqui mais ou menos um e trinta, eu suponho."
"Voc vive neste edifcio?"
"Est certo. Dcimo andar. Apartamento 1005. Eu paguei o txi, saiu no
meio-fio.  uma bonita noite. Eu estava pensando,  uma noite bonita, e eu
s perdidos ele naquele jerkoff. Ento eu estive l para uns minutos do par,
na calada, perguntando-se se eu devia entrar e chamar isto uma noite, ou
tome um passeio. Eu decidi que eu subiria, conserte um nightcap, e no se
participe em minha sacada. Eu girei, tomou outro passo em direo s
portas. Eu no sei por que eu olhei em cima -- eu no ouvi nada. Mas eu
acabei de olhar em cima, e ela estava caindo, com seu cabelo estende gosta
de asas. No podia ter sido mais de dois ou trs segundos, eu apenas teria
tempo para registrar o que eu estava vendo, e ela bate."
"De Voc no viu onde ela caiu?"
"No. Ela estava descendo, e rpido. Jesus, Dallas." Louise teve que pausar
um momento, esfregue a imagem de seus olhos. "Ela bate to duro, e com
um som realmente srdido eu vou estar ouvindo em meu sono por muito
tempo. No podia ter sido mais de cinco ou seis ps de onde eu estava
permanecendo."
Ela desenhou outra respirao, fez se examinar no corpo. Agora existia
piedade acima do horror. "As pessoas pensam que eles alcanaram o fim de
suas cordas. Isso no existe nada deixou para eles. Mas eles esto errados.
Existe sempre mais corda. Existe sempre algo partiu."
"Voc pensa que ela saltou?"
Louise olhou de volta em Vspera. "Sim, eu assumi que ... eu disse que eu
no ouvi nada. Ela no fez um som. Nenhum grito, nenhum grito. Nada
alm do tremular de seu cabelo no vento. Eu acho que  por isso que eu
olhei em cima." Ela pensou agora. "Eu ouvi algo afinal. Isso tremule, como
asas."
"O que voc fez depois dela bater?"
"Eu verifiquei ela pulsar. Puxo de joelho," Louise disse com um encolher os
ombros. "Eu soube que ela estava morta, mas eu verifiquei de qualquer
maneira. Ento eu tirei meu bolso-vnculo e chamei nove e um-um. Voc
pensa que ela era empurrada?  por isso que voc est aqui."
"Eu no penso nada ainda." Vspera voltada em direo ao edifcio.
Algumas luzes tinham estado em quando ela chegou, e existiam mais agora
de forma que pareceu que um tabuleiro de xadrez vertical em prata e
negro. "O homicdio consegue tagged em leapers como isto.  normal. Faa
voc mesmo um favor. Entre, tome uma plula, zona fora. No converse
com a imprensa se eles lisonjearem seu nome."
"Bom conselho. Voc me deixar saber quando ... quando voc sabe o que
aconteceu para ela?"
"Sim, eu posso fazer isto. Queira um uniforme para comear a estudar
voc?"
"No, obrigado." Ela levou olha se para pela ltima vez o corpo. "To ruim
quanto minha noite era, era melhor que algum."
"Eu ouo voc."
"Melhor para Roarke," Louise adicionou, ento caminhadas em direo s
portas.
Peabody j estava permanecendo, sua palma-vnculo na mo. "Conseguiu
um ID, Dallas. Bryna Bankhead, envelhea vinte e trs, corrida misturada.
nica. Apartamento de residncia 1207 no edifcio atrs de ns. Ela
trabalhou em Saks Quinta Avenida. Lingerie. Eu estabeleci tempo da morte
em oh-uma e quinze."
"Uma e quinze?" Vspera repetida, e pensamento do estgio de leitura em
seu relgio de lado da cama.
"Sim, senhor. Eu corri as medidas duas vezes."
Carranca de vspera abaixo nas medidas, o kit de campo, o charco
sangrento debaixo do corpo. "A testemunha disse que ela caiu mais ou
menos um e trinta. Quando o nove e onze era anotado?"
Intranqilo agora, Peabody verificou seu 'vnculo para o registro. "O
telefonema entrou em oh-um e trinta-seis." Ela levantou fora uma
respirao que tremulou seus estrondos espessos, diretos. "Eu devo ter
atarraxado em cima as medidas," ela comeou. "Eu sinto muito -- "
"No se desculpe at que eu diga a voc que voc atarraxou em cima." A
vspera abaixou, aberto sua prprio kit de campo, tirou suas prprias
medidas. E correu o teste uma terceira vez, pessoalmente.
"Voc estabeleceu tempo da morte com preciso. Para o registro," ela
continuou. "Vtima, identificada como Bankhead, Bryna, porque da morte
indeterminada. Tempo da morte oh-uma e quinze. TOD verificou por
Peabody, Oficial Delia, e investigador primrios Dallas, Vspera de Tenente.
Vamos rolar ela, Peabody."
Peabody tragou as perguntas em sua lngua, e a subida rpida de sua
prprio desfiladeiro. Para o momento ela branqueou sua mente, mas mais
tarde ela pensaria que tinha sido como rodante acima de um total de saco
de natao de varas quebrada em lquido espesso.
"Severamente pressione danificou rosto da vtima."
"Menino," Peabody respirou por seus dentes. "Eu direi."
"Membros e torso tambm sofreram dano severo, prestando isto impossvel
determinar qualquer dano pr-mortem possvel de exame visual. O corpo 
desnudo. Ela est vestindo brincos." A vspera tirou um pequeno magnifier,
perscrutado por ele nos lbulos. "Pedras multicores em colocaes de ouro,
anel de comparao em dedo de direito mediano."
Ela aliviou mais ntimo at que seu lips estava quase na garganta da vtima
-- desfiladeiro do e Peabody tentou um segundo subindo. "Senhor..."
"Perfume. Ela est vestindo perfume. Voc caminha ao redor seu
apartamento  um de manh, Peabody, vestindo imagine brincos e imagine
perfume?"
"Se eu for acordado em meu apartamento  um de manh, eu estou
normalmente em meus chinelos de coelho. A menos que ..."
"Sim." Vspera endireitada. "A menos que voc consiga companhia."
Vspera girada para a cena de crime tech. "Ensaque ela. Eu quero seu
tagged para prioridade com A MIM. Eu quero seu verificada para atividade
sexual recente, e quaisquer danos que so pr-mortem. Vamos ter um
olhar para seu apartamento, Peabody."
"Ela no  um leaper."
"Evidncia est apontando ao contrrio." Ela andou a passos largos no salo
de entrada. Era pequeno e quieto, e mquinas fotogrficas de segurana
varreram a rea.
"Eu quero os discos de segurana," ela disse a Peabody. "Nvel de salo de
entrada, e dcimo segundo andar para comear."
Existia uma pausa longa como eles andaram no elevador e Vspera pediram
o dcimo segundo andar. Ento Peabody trocou seu peso, tentando para
casual. "Ento... Voc vai trazer para dentro EDD?"
A vspera pegou ela entrega seus bolsos, scowled nas portas de metal em
branco, escovado do elevador. Ligao romntica do Peabody com Ian
McNab, Diviso de Detetive de Eletrnica recentemente detonou. Que, se
algum escutasse para mim, Pensamento de vspera amargamente, no
estaria em muitos pedaos feios porque nunca teria existido no primeiro
lugar.
"Chupe isto, Peabody."
" uma pergunta razovel em procedimento, e no tem nada qualquer para
fazer com qualquer outra coisa."
O tom do Peabody era duro suficiente para comunicar insulto, machuque , e
aborrecimento. Ela era, Pensamento de vspera, boa nisto. "Se durante o
curso desta investigao, eu, como investigador primrio, julgue EDD 
precisado para consulta, eu lego to ordem."
"Voc podia tambm solicitar algum diferente dele que no deve ser
chamado," Peabody muttered.
"Feeney corre EDD. Eu no digo a Feeney qual de suas pessoas para
atribuir. E condene isto, Peabody, este caso ou outro, voc vai acabar
trabalhando com McNab, que  por que voc nunca devia deixar ele bater
voc no primeiro lugar."
"Eu posso trabalhar com ele. No me aborrece um pouco." Ento dizendo,
ela pisou fora do elevador sobre o dcimo segundo andar. "Eu sou um
profissional, diferentemente de algum outros que esto sempre rachando
sbio e vindo para trabalhar em arranjos misteriosos e exibir-se."
Na porta de apartamento do Bankhead, Vspera ergueu suas sobrancelhas.
"Voc me chamando no profissional, Oficial?"
"No, senhor! Eu era ..." Seus ombros duros soltos, e humor deslizou de
volta em seus olhos. "Eu nunca chamaria seus arranjos misteriosos, Dallas,
embora eu sou bonito certo que voc est vestindo camisa do sujeito."
"Se voc estiver acabado com seu snit, ns voltaremos em registro. Usando
mestre para ganhar entrada para apartamento da vtima," Vspera
continuou, e codificado pelas fechaduras. Ela abriu a porta, examinou isto.
"A cadeia interior e estala parafuso no era em uso. As luzes de rea viva
esto em escurecem. O que voc cheira, Peabody?"
"Velas de Ah, talvez perfume."
"O que voc v?"
"rea viva, bem decorada e organizada. A ligado da tela de humor. Parea
com um padro de prado de fonte. Existem dois wineglasses e uma garrafa
aberta de vinho tinto na mesa de sof, indicando a vtima teve companhia
em um certo ponto  noite."
"Certa." Entretanto ela esperou que Peabody tomaria isto um pouco
adicional, Vspera movimentada a cabea. "O que voc ouve?"
"Msica. O sistema auditivo est tocando. Violinos e piano. Eu no
reconheo a melodia."
"No a melodia, o tom," Vspera disse. "Romanceie. Tome outro procurar.
Tudo est em lugar. Limpo, limpo, e to notado, organizou. Mas ela deixou
uma garrafa de vinho sentando culos abertos, e usados no participando?
Por que?"
"Ela no teve uma chance de colocar no lugar eles."
"Ou desligue as luzes, o udio, a tela de humor." Ela andou por, glanced no
juntar cozinha. Os contadores eram limpos, e vazios mas para os saca-
rolhas, a cortia de vinho. "Quem abriu o vinho, Peabody?"
"A mais provvel concluso seria sua data. Se ela abrisse isto, ela teria,
dando a indicao do apartamento, coloque no lugar os saca-rolhas,
esvaziou a cortia em seu recycler."
"Mmm. Portas de sacada de rea viva fechada e assegurada de do lado de
dentro. Se isto era trmino prprio ou uma queda acidental, no era deste
ponto. Vamos verificar o quarto."
"Voc no pensa que era trmino prprio ou um acidente."
"Eu no penso nada ainda. O que eu conheo  a vtima era uma mulher
nica que manteve um apartamento muito limpo e aquela evidncia indica
que ela gastou pelo menos uma poro de hoje  noite em casa com a
companhia."
A vspera se transformou no quarto. O udio tocado aqui tambm, notas
sonhadoras, fluidas que pareceu mover na brisa que tremula pelas portas
de sacada aberta. A cama era desfeita, e as disordered folhas eram
espalhadas com ptalas de rosas rosas. Um vestido preto, roupas de baixo
pretas, e sapatos da noite pretos eram piled ao lado da cama.
Velas, guttering fragrantly em sua prpria cera, era fixado em torno do
quarto.
"Leia a cena," Vspera ordenada.
"Aparece como se a vtima tomar parte em ou estava para tomar parte em
relao sexual antes de sua morte. No existe nenhum sinal de lutar aqui
ou na rea viva, que indica o sexo, ou planos para o sexo, eram
consensual."
"Isto no era sexo, Peabody. Isto era seduo. Ns vamos precisar
descobrir que seduzimos que. Registre a cena, ento me consiga aqueles
discos de segurana."
Com um dedo fechado hermeticamente, Vspera aliviou abre a gaveta da
mesa de lado da cama. "Gaveta de Goodie."
"Senhor?"
"Gaveta de sexo, Peabody. Mantimentos de menina nica, que neste caso
inclui preservativos. A vtima gostou de homens. Garrafas do par de leos
de corpo gostoso, um vibrador para quando servicing prprio for necessrio
ou desejado, e algum lubrificante vaginal. Bastante padro, at conservador
e guloseimas diretas. Nenhum brinquedo ou ajuda aqui para indicar vtima
debruada em direo a mesmas-relaes de sexo."
"Ento sua data era um homem."
"Ou uma mulher pulando alargar horizontes do Bankhead. Ns pregaremos
aqueles abaixo com os discos. E talvez ns ficamos sortudos com os MIM
sou relatrio e acho alguns pequenos soldados nela."
Ela andou no juntar banho. Era cintilante limpo, a tira-aparadas toalhas da
mo perfeitamente alinhada. Existiam sabes de fantasia em um prato de
fantasia, natas perfumadas em vidro-e-jarros de prata. "Minha suposio 
sua cama que companheiro no rondou e lavou-se. Consiga os varredores
em cima aqui," ela ordenou. "Vamos ver se nosso Romeo deixou qualquer
coisa para trs."
Ela abriu o espelho no gabinete de medicina, estudou o contedo. Normal
no balco meds, nada pesado. Uma proviso de seis meses de vinte e oito
plulas de dia anticoncepcionais.
A gaveta ao lado da pia era empacotada, e meticulosamente organizado,
com cosmtico enhancers. Tinturas de lbio, chicoteiem lengtheners, rosto
e corpo pinta.
Bryna gastou muito tempo na frente deste espelho, Vspera meditada. Se o
pequeno vestido preto, o vinho, a luz de vela era qualquer coisa para passar
por, ela gastou tempo considervel na frente disto hoje  noite. Preparando
se para um homem.
Movendo para o vnculo do quarto, Vspera tocou de volta o ltimo
telefonema e permanecido, escutando Bryna Bankhead, bonito em seu
pequeno vestido preto, conversa de seus grandes planos pela noite com
uma morena ela chamou CeeCee.
Eu estou um pouco nervoso, mas principalmente eu estou s excitado. Ns
finalmente vamos encontrar. Como eu pareo?
Voc parece fabuloso, Bry. Voc s lembra de vida real datar  diferente de
cyber-datando. Tome isto lento, e mantm isto pblico hoje  noite, certo?
Absolutamente. Mas eu realmente sinto como eu o sabe, CeeCee. Ns
temos tanto em comum, e ns temos e-mail por semanas. Alm disso, era
minha idia para encontrar -- e seu para fazer isto bebidas em um lugar
pblico assim eu sentiria mais  vontade. Ele  to considerado, to
romntico. Deus, eu vou estar atrasado. Eu odeio estar tarde. Precise ir.
No esquea. Eu quero todo o deets.
Eu direi a vocs tudo sobre isto amanh. Deseje-me sorte, CeeCee. Eu
realmente penso que ele podia ser aquele.
"Sim," Vspera murmurou como ela corta o 'vnculo. "Ento faa I."
CAPTULO DOIS
Em seu escritrio em Policial Central, Vspera revisou os discos de
segurana do edifcio de apartamentos no dia do assassinato. As pessoas
vieram, pessoas foram. Residentes, visitas. Ela pegged rebolante gmeo
blondes que passeou atravs do salo de entrada em tandem como
licenciou companheiros. Dobre seu prazer, ela pensou como ela assistiu se
instalar o prximo trabalho em seu bolso-vnculo enquanto o outro notou
diviso abaixo em seu dirio.
Bryna Bankhead apressou em s seis e quarenta-cinco, umas compras
bolsas em reboque e um bonito rubor em suas bochechas.
Feliz, Pensamento de vspera. Excitada. Ela quer ficar de cima, tire seu
novo material e toque com isto. Noivo se, primp, de idia de mudana sobre
seu equipamento alguns tempos. Talvez conserte uma mordida rpida para
comer muito seu estmago no estar muito nervoso.
S uma mulher nica tpica antecipando uma data. Quem no sabe que ela
ser uma estatstica antes de estar terminado.
Ela assistiu Louise entrar logo antes de sete e trinta. Ela moveu depressa,
tambm, entretanto ela sempre fez. No existia nenhuma luz de aventura
ou antecipao em seu rosto, Vspera meditada. Ela pareceu distrada, um
pouco cansada.
Nenhuma bolsas de compras para Dr. Dimatto, Vspera notada. S seu kit
mdico e uma bolsa to grande quanto Idaho.
Uma mulher no-to-tpica nica, Pensamento de vspera, que olha como
se ela j est decidida que ela no vai apreciar a noite  frente dela.
E quem no sabe que ela o concluir com um corpo quebrado em seus ps.
Louise era mais rpida que Bryna. Ela estava andando a passos largos fora
do elevador, alisado em seu vestido de assassino vermelho, s oito e
quarenta. Polido, ela no pareceu com o dedicado, overworked e cruzado
importado de ao.
Ela pareceu afiada, sensual, fmea.
O sujeito entrando quando ela estava obviamente saindo concordou. Ele
tomou um bom longo olhar para seu asno como Louise fechou com fecho
fora. Ela ou no notou ou no deu uma maldio como ela no fez tanto
como olhar atrs nele.
Uma criana de cerca de dezoito vangloriado fora do elevador. Ele era
vestido de couro preto slido, ponta para dedo do p, e carted uma vespa
areo debaixo de seu brao. Ele balanou isto abaixo como ele empurrou
abre as portas, saltada em com uma agilidade e Vspera de flash teve que
admirar, e alado fora na noite.
Ela sipped caf como ela assistiu Bryna sair o edifcio logo antes de nove da
tarde Quase correndo, Pensamento de vspera, arriscando um tornozelo
girado em seus sapatos de data porque ela no quis ficar atrasada. Seu
cabelo era styled em um brilhante updo, como uma torre de bano. Seu
rosto, uma cor de caramelo delicado, era esvaziada com antecipao e
nervos. Ela levou uma bolsa da noite pequena e vestiu o bonito,
relampejando brincos.
"Txi de cheque escolhe ups dentro de um raio de quarteiro do edifcio,
Peabody. Ela est com pressa, ento a menos que ela seja reunio o
sujeito, ela pularia para um txi." Ela carranca como ela fechou com fecho
por tempo, diminuindo a velocidade sempre que algum entrou ou fora do
edifcio.
"Ela era uma mulher bonita," Vspera comentada. "Parecida razoavelmente
esperto, tido sua prprio lugar, trabalho decente. Por que algum assim ir
pesca no cyber-charco para uma data?"
"Fcil para voc dizer," Peabody muttered e ganhou um olhar fixo
estreitado. "Bem, jeez, Dallas, voc  casado. Para o resto de ns, sou uma
selva l fora, cheios de macacos e serpentes e babunos."
"Voc j faz o cyber-coisa?"
Peabody embaralhou seus ps. "Talvez. E eu no quero conversar sobre
isto."
Divertiu, Vspera comeou o esquadrinhar novamente. "Eu era nico um
inferno de muito mais longo que eu fui casado. Eu nunca rebaixei-me a
cyber-mundo."
"Grande negcio quando voc for alto e magro com selva-gato olhos e ter
um sensual pequeno entalhe em seu queixo."
"Voc vindo sobre mim, Peabody?"
"Meu amor para voc ser uma coisa medrosa, Dallas. Mas eu desisti de
datar cops."
"Boa poltica. Ah, aqui eles vm. Congele tela."
O tempo l vinte e trs trinta e oito. Em duas horas mais, Bryna
obviamente conseguiu muito confortvel com seu cyber data. Eles entraram
com seus braos snugged ao redor que um ao outro  cinturas, e rindo.
"Ele parece grande," Peabody decidiu como ela se debruou mais ntimo
para o monitor. "Responda para um solteiro  tipo de orao de coisa. Alta,
escura, e bonito."
Vspera grunhida. Ela julgou o homem para ser mais ou menos seis um,
correndo para mais ou menos um e noventa. Seu cabelo escuro era varrido
de volta em uma juba firmemente enrolada que derramados acima de seus
ombros. Sua pele era poeticamente plido, e partir refletindo cravos de
esmeralda na esquina de sua boca e o ponto alto de sua ma do rosto
certa. Seus olhos eram os mesmos vvidos verdes. Uma linha magra de
barba correu verticalmente de s abaixo de centro de seu lbio de parte
inferior para seu queixo.
Ele vestiu um terno escuro com uma camisa, naquela mesma jia verde,
abra no colarinho. Ele levou uma bolsa de couro preto de uma correia em
seu ombro.
"Bom-olhando par," Peabody adicionou. "Ela parece com que ela  batida de
volta algumas bebidas alcolicas."
"Mais que coquetis," Vspera corrigida, ento ordenou o computador para
ampliar em rosto da Bryna. "Ela pegou uma substncia qumica cintilar em
seu olho. Ele?" Ela ampliou sobre o rosto do homem. "Ele  pedra sbria.
Contacte o morgue. Eu quero que uma prioridade colocar seu tox tela.
Computador?"
Trabalhando .. .
"Sim, sim, vamos tentar um pouco multitarefa." Desde, em longa ltima,
ela teve uma nova unidade, ela teve esperou. "Corra imagem atual de
macho na tela por bancos de identificao. Eu quero um nome."
Abrindo bancos de identificao. Solicite para citywide, estado, nacional,
global?
A vspera bateu levemente o lado da mquina. "Agora,  disso que eu
gosto de ouvir. Comece com a Cidade de Nova Iorque. Continue disco
correr, viso normal.
Trabalhando ...
O computador zumbido quietamente, e o imagem onscreen comeou a
mover novamente. Fora do elevador, o homem ergueu mo da Bryna,
apertado seu lips para a palma.
"Fim corre, comece correr em elevador dois, vinte e trs quarenta."
A imagem relampejada fora de, a prxima relampejada em. A vspera
assistiu o acasalar processo continuar no passeio para o dcimo segundo
andar. O homem mordiscado em seus dedos, debruados em sussurrar algo
em sua orelha. Era Bryna que fez os avanos, puxando ele contra ela,
agressivamente urgente seu corpo, seu lips para seu.
Era sua mo que movidos entre seus corpos, procurando no escuro.
Quando as portas abertas, eles circularam fora, ainda bloqueados juntos.
Uma vez mais Vspera ordenou um disco mudar e estudou o par como eles
caminharam para sua porta de apartamento. Bryna apalpou um pouco como
ela uncoded suas fechaduras. Ela perdeu ela ligeiramente equilibra,
balanado contra ele. Quando ela andou do lado de dentro, ele permaneceu
no limite.
O cavalheiro perfeito, Vspera meditada. Ele teve um sorriso morno em seu
rosto, uma pergunta em seus olhos. So voc indo me perguntar em ?
Ela assistiu brao da Bryna dispara, assistido seu punho da mo na jaqueta
do homem. Ela o puxou do lado de dentro, e a porta fecha atrs deles.
"Ela estava fazendo os movimentos." Carranca de Peabody no corredor
vazio agora na tela.
"Sim, ela estava fazendo os movimentos."
"Eu no quero dizer que ela mereceu morrer. Eu s significo que ele no
estava empurrando. At quando ela ficou agressivo no elevador, ele no
empurrou. Muitos sujeitos -- inferno, mais, sujeitos -- teria tido uma mo
debaixo de sua saia naquele ponto."
"A maioria de sujeitos no borrifam ptalas de rosa acima das folhas." Ela
rpida-remetida, ponto final ordenado quando porta de apartamento aberta
da Bryna.
"Note apartamento da vtima de sadas de tempo no identificado. Oh-um
trinta e seis. Mesmo tempo o nove e onze  anotado. Louise disse que ela
verificou para uma pulsao. D seus alguns segundos para choque, alguns
segundos para correr para o corpo, ento verifique a pulsao, ento
consiga seu bolso-vnculo fora e faz o telefonema. E isto  o tempo todo o
levou para ir embora da sacada, mova pelo apartamento e fora a porta.
Computador, continue correr."
"Ele est agitando," Peabody murmurou.
"Sim, e ele est suando." Mas ele no correu, Vspera notada. Seu direito
de olhos arremessados, esquerda, direito como ele se apressou corredor
abaixo para o elevador. Mas ele no correu.
Ela assistiu ele atropelar, suas costas apertadas para a parede, a bolsa de
couro embreado contra seu trax. Mas ele estava pensando, ela meditou.
Pensando cuidadosamente suficiente para tomar o elevador para o poro
em vez do salo de entrada, sair o edifcio pelo porto de entrega em vez
das portas da frente.
"No existia nenhum sinal de lutar no apartamento. E entre tempo da
morte, e o tempo ela bate, nenhum tempo para ele pr isto atrs para
direitos se existiu uma briga. Mas ela estava morta antes dela examinar
cuidadosamente. Antes dele a lanar," Vspera adicionada. "Ela tem usado
illegals, mas no existia nenhum illegals em seu apartamento. Deixe seja
posto um percevejo na orelha do lab no contedo da garrafa de vinho e
culos. Ento v para casa, pegue algum sono."
"Voc vai chamar Feeney? Voc precisa de EDD caminhar por seu
computador e achar os e-mails ela e o suspeito permutado, localize a
conta."
"Est certo." Rosa de vspera, e entretanto ela soube que era um engano,
ordenada mais uma xcara de caf de seu AutoChef. "Ponha o lixo pessoal
no recycler, e faa o trabalho."
"Eu apreciaria isto se voc daria a McNab que mesma ordem. Senhor."
Vspera voltada. "Ele discutindo voc?"
"Sim. No exatamente." Ela xingou fora uma respirao. "No."
"Qual  isto?"
"Ele s tem certeza que eu saiba sobre todas as mulheres quentes que com
que ele est dormindo, e como ele praticamente est fazendo handsprings
desde que eu o corto solto. E ele at no tem a decncia para fazer isto
para meu rosto. Ele s tem certeza que eu oua sobre isto."
"Soa como ele  partido. Voc o cortou solto, Peabody. E voc 
enforcamento com Charles."
"No  assim com Charles," Peabody insistiu, falando do companheiro
licenciado sensual que se tornou seu amigo. E nunca tinha sido seu amante.
"Eu disse a voc."
"Mas voc no disse a McNab. Seus negcios," Vspera disse depressa
quando Peabody comeou a falar. "E eu no quero qualquer parte disto.
McNab quer atarraxar todo fmeas nos cinco municpios, e ele no interfere
com o trabalho,  nenhum de meus negcios. E nenhum seu. Deixe os
pedidos de prioridade para o morgue e o lab, ento v para casa. Reporte
em s oitocentas horas."
S, Vspera sentado atrs em sua escrivaninha. "Computador, condio em
procura de identificao."
Procure oitenta e oito-ponto-dois por cento completo. Nenhuma partida.
"Expanda procura statewide."
Afirmativo. Trabalhando ...
Vspera sentada atrs com seu caf, e esperado para um nome. Esperada
para justia rpida para Bryna Bankhead.
-=O=-***-=O=-
Apesar da cafena, Vspera administrou um sono mais tranqilo em seu
cho de escritrio que ela teve na cama grande, vazia em casa. Quando ela
despertou, ela alargou o deste modo procura de identidade negativa longe.
Tomando ainda outra xcara de caf com ela no locker quarto, ela lavou-se,
dedo-penteado seu cabelo, e fechou as mangas de camisa do Roarke.
Era logo aps oito quando ela caminhou em escritrio do Capito Feeney
em EDD. Ele estava de p em seu prprio AutoChef com suas costas para
ela. Como Vspera, ele estava em seu shirtsleeves, com seu equipamento
de arma em lugar. Seu metlico, cabelo de gengibre colorido provavelmente
viu um pente que manh, mas olhou no mais limpo do que sua.
Ela entrou, cheirou o ar. "O que isto  cheiro?"
Ele girou ao redor, seu longo, rosto de bass coberto com surpresa. E, ela
pensou, culpabilidade.
"Nada. O que est em cima?"
Ela cheirou novamente. "Rosquinhas. Voc conseguiu rosquinhas aqui."
"Feche, feche." Ele stalked por ela fechar a porta. "Voc quer que a
esquadra inteira despejando aqui?" Sabendo uma porta fechada no seria
suficiente, ele bloqueada isto. "O que voc quer?"
"Eu quero uma rosquinha."
"Olhe, Dallas, a esposa foi em algum pontap de sade. Voc no pode
conseguir uma mordida decente para comer em minha casa estes dias com
todo o tofu este e rehydrated legume isto. Um homem  precisa ter alguma
gordura e acar uma vez em por algum tempo ou seu sistema sofre para
isto."
"Eu sou com voc, ento  a multido. Gimme uma rosquinha."
"Goddamn isto." Ele andou a passos largos acima do AutoChef, estalou isto
abertas. Dentro de era umas metadas rosquinhas de dzia, fragrante no
calor baixo.
"Santo cague. Rosquinhas frescas."
"Quarteiro abaixo de padaria faz alguns reais de dzia toda manh. Voc
sabe o que eles carregam para um destes bastards?"
Rpido como um cordel de chicote, Vspera alcanada em, impedida uma,
mordeu em. "No valor disto," ela disse ao redor um bocado de gordura e
nata.
"S oprima isto. Voc comea a fazer barulhos gostosos, eles batero a
porta." Ele tomou uma rosquinha e com felicidade mastigou a primeira
mordida. "Ningum quer viver para sempre, certo? Eu digo a esposa, eh, eu
sou um policial. Cops enfrenta morte todo dia."
"Condene diretamente. Voc conseguiu gelia, tambm?"
Antes dela poder alcanar em, ele fechou o AutoChef. Smartly. "Ento,
sendo um policial, enfrentando morte, tudo aquilo, quem d asno do cavalo
sobre pumping um pouco gordura nas artrias?"
"Gordura realmente superior, tambm." Ela lambeu acar fora de seus
dedos. Ela podia ter o chantageado em uma segunda rosquinha, mas
figurou que ela s ficaria doente fora disto. "Conseguiu uma calada splat
ontem  noite."
"Leaper?"
"Nope. J morta quando ela saiu. Eu estou esperando pelo MIM e um pouco
de lab relatrios, mas ele parece que homicdio sexual. Ela teve uma data
com um cyber-sujeito, e-mail amantes. Eu consegui um visual dele
entrando e fora de seu lugar, mas a ID procura no bateu uma partida. Eu
preciso de voc para o localizar por seu computador."
"Voc conseguiu a unidade?"
"Sim. Eu estou segurando isto em Evidncia. Vtima Bankhead, Bryna.
Caso-arquivo H-78926B."
"Eu conseguirei algum nisto."
"Aprecie isto." Ela pausou na porta. "Feeney, se voc trouxer para dentro
McNab, talvez voc podia perguntar a ele, eu no sei, suavizar isto ao redor
Peabody."
O brilho a rosquinha trouxe para seu enfraquecido de rosto em embarao
doloroso. "Aw, jeez, Dallas."
"Eu sei, eu sei. Mas se eu tiver que lidar com ela, voc precisa lidar com
ele."
"Ns podamos fechar eles em um quarto junto, deixe eles guisado ele."
"Ns manteremos aquele como uma opo. Deixe-me conhecer assim que
voc acha algo na unidade da vtima."
-=O=-***-=O=-
A procura no estava chegando em qualquer lugar. Sem muita esperana,
Vspera bateu isto at global. Ela escreveu e arquivou seu relatrio
preliminar para seu chefe, ento atirou isto fora pelo interoffice sistema.
Depois de ordenar Peabody continuar indo em frente o lab e morgue, ela
encabeou para o palcio de justia para dar seu testemunho em um caso 
prova.
Dois horas e meia mais tarde, ela stormed fora, condenando todos os
advogados. Ela sacudiu em seu Communicator e tagged Peabody.
"Condio."
"Teste resulta ainda pendente, senhor."
"Fuck isto."
"Dia spero no tribunal, Dallas?"
"Conselho de defesa parece pensar que o NYPSD espirrou o sangue da
vtima por toda parte quarto de hotel do seu cliente inocente, roupas,
pessoa s para dar psychopathic turistas que apunhalam suas esposas uns
tempos de dzia do par durante uma briga matrimonial um nome ruim."
"Bem,  duro na Cmara de Comrcio."
"Ha-ha."
"Ns identificamos a mulher que Bankhead falou com no 'vnculo a noite
que ela morreu. CeeCee Plunkett. Ela trabalhou com a vtima no
departamento de lingerie em Saks."
"Agarre transpo. Encontre-me l."
"Sim, senhor, e eu podemos sugerir seu adorvel sexto-caf de andar para
almoo? Voc precisa de protena."
"Eu tive uma rosquinha." Com um sorriso do mal, Vspera sem dinheiro
transmisso em chocada e boqueada de invejoso do Peabody.
Sendo pego no inferno de almoo-troca trfico fez pequeno para melhorar
seu humor. Os carros batidos e bateram em lugar por tanto tempo que ela
considerou a possibilidade de s deixando seu veculo onde estava e
coiceando isto atravs de cidade.
At que ela estudou as caladas emperradas.
At o cu era empacotado -- zepelins de anncio, airbuses, bondes de
turista vying para o espao de ar. O barulho era ridiculous, mas por um
pouco de razo, o peso empinado de som alisado fora as extremidades
speras. Tanta de forma que quando ela era presa em uma luz na esquina
de Madison e Trinta-nono, ela se debruou fora a janela e falou
agradavelmente para o operador de carro de deslizamento.
"D-me um tubo de Pepsi."
"Pequeno, mdio, ou grande, senhora de feira?"
Suas sobrancelhas erguidas, desaparecida debaixo de sua franja de
estrondos. Um operador que amigvel era ou um droid ou novo. "Faa isto
grande." Ela entrincheirou-se seu bolso para soltou mudana.
Quando ele se debruou at fazer a troca, ela viu que ele era nenhum droid
nem novo. Ela pegged ele em um bem tendido noventa, e seu sorriso
mostrou a uma avaliao de higiene dental longe superior a maior parte de
deslizamento-carters.
"Dia bonito, no ?"
Ela olhou para o trfico, nos laos de veculos que eram tudo menos
blocagem fora o cu neste setor. "Voc precisa estar brincando."
Ele s sorriu novamente. "Todo dia voc  vivo  uma beleza, sinta falta."
Ela pensou sobre Bryna Bankhead. "A suposio voc  certo."
Ela estalou o tubo, chupado em contemplatively como ela inched seu modo
em cima Madison. s Cinqenta-primeiro, ela corta acima de, dobre
estacionado, e comprometido seu A TRABALHO sinal.
E cingindo sua regio lombar, andou a passos largos em Saks e a manopla
de cosmtico shills.
A moda alta droids deslizou pelas portas em um padro projetado para
deslumbrar o olho, e faz isto impossvel atravessar inclume. O apoio eles
em cima estavam consultores humanos que barracas tripuladas,
contadores, ou patrulharam o corredor olhando, em opinio da Vspera,
para foragidos. O ar era sufocado com odor.
Uma droid com um starburst de cabelo de magenta escorregado atravs do
cho para bloquear adiante progresso da Vspera.
"Boa tarde, e bem-vinda a Saks. Hoje nossa fragrncia de estria -- "
"Uma gota me continua, s um, e eu lego carneiro que spritzer abaixo sua
garganta," ela advertiu como o droid movido em para a matana.
"Realmente, senhora, s toma uma gota de Orgasma atrair o amante de
seus sonhos."
A vspera sacudiu sua jaqueta de lado, batidos seus dedos em sua arma.
"S leva uma exploso deste pr voc no reciclar caixa, Vermelha. Agora
atrs fora de."
O droid voltado fora de, com satisfazer velocidade. A vspera ouviu o
telefonema subir para Segurana como ela plowed pela parede dos clientes
e consultores. Ela sacudiu fora seu distintivo como um par de uniformed
droids apressado em direo a ela.
"NYPSD. Negcios oficiais. Mantenha aquela maldio cheirar pushers fora
de mim."
"Sim, Tenente. Ns podemos ser de um pouco de ajuda?"
"Sim." Ela dobrou seu distintivo em seu bolso. "Onde est o departamento
de lingerie?"
Pelo menos, Vspera pensou como ela saiu de no cho adequado, ningum
em cima aqui apressou voc roupa ntima ondulante. Ainda, venda sexo
pareceu ser a ordem do dia como modelo droids vagou o departamento em
artigos de vesturio de fundao ou noite-veste. Balconistas humanos, pelo
menos, vestiram roupas reais.
Ela CeeCee Plunkett manchado imediatamente e esperou at a mulher
completada ensacando em cima uma venda.
"Sra. Plunkett?"
"Sim, eu posso ajudar voc?"
A vspera tirou seu distintivo novamente. "Existe um lugar que ns
podemos reservadamente falar?"
Ela teve bochechas rosadas, e eles foram brancos. Ela teve olhos azuis
bonitos, e eles foram largos. "Oh Deus. Oh Deus,  Bry. Algo  acontecido
para Bryna. Ela no entrou em trabalhar, ela no responde seu 'vnculo. Ela
tem sido machucada."
"Existe em algum lugar que ns podemos conversar?"
"Eu -- sim." Apertando uma mo para seu templo, CeeCee procurou. "O -- a
rea de vestidura, mas eu no deveria deixar minha estao. I..."
"Eh." A vspera impediu um droid em um suti e calcinha preta empinada.
"Tome aqui. Qual modo?" Ela pediu a CeeCee e veio a si para o contador
para tomar seu brao.
"Atrs aqui. Ela est no hospital? Qual hospital? Eu irei a ver."
Dentro de um dos cubos de troco mido, Vspera fechou a porta. Existia um
tamborete acolchoado minsculo no canto, e ela guia CeeCee para isto.
"Sente-se."
" ruim." Ela agarrou brao da Vspera. " muito ruim."
"Sim, eu sinto muito." Nunca existiria um modo fcil. Existia s o modo
rpido -- uma punhalada rpida para o corao em lugar de fatiar polegada
por polegada. "Bryna Bankhead foi morto cedo esta manh."
CeeCee agitou sua cabea, continuada agitando isto lentamente como a
primeira lgrima gotejada abaixo sua bochecha. "Ela teve um acidente?"
"Ns estamos tentando determinar o que acontecemos."
"Eu conversei com ela. Eu conversei com ela ontem, ontem  noite. Ela
estava saindo em uma data. Por favor diga a mim o que aconteceu para
Bry."
A mdia j reportou a morte, e as circunstncias, at agora como eles eram
conhecidos. Se eles no pesquisassem fora o nome at agora, Pensamento
de vspera, no levaria eles muito mais longos.
"Ela ... caiu de sua sacada."
"Caiu?" CeeCee comeou a surgir para seus ps, mas s afundaram de volta
abaixo novamente. "Isso no pode ser. Que s no pode ser. Existe uma
parede de segurana."
"Ns estamos investigando, Sra. Plunkett. Voc ajudaria um grande negcio
se voc responderia algumas perguntas para mim. Em registro?"
"Ela no teria cado." Existia raiva agora, e insulto, picando pelo choque.
"Ela no era estpida ou desajeitada. Ela no teria cado."
A vspera tirou seu registrador. "Eu vou descobrir o que aconteceu. Meu
nome  Dallas. Vspera de tenente Dallas," ela disse para CeeCee, e o
registro. "Eu sou investigador primrio no assunto da morte de Bryna
Bankhead. Eu estou entrevistando voc, CeeCee Plunkett, neste momento,
porque voc era um amigo do falecido. Voc teve uma conversao com ela
via 'ligou ontem  noite, alguns minutos antes de nove horas, logo antes
dela deixou seu apartamento."
"Sim. Sim. Ela me chamou. Ela estava to nervosa, to excitada." Sua voz
foi espessa. "Oh, Bry."
"Por que ela estava nervosa e excitada?"
"Ela teve uma data. Seu primeiro encontro com Dante."
"O que  seu nome cheio?"
"Eu no sei." Ela entrincheirou-se seu bolso de jaqueta para um tecido,
ento rasgou isto para pedaos em lugar de esfregar seu rosto. "Eles
encontraram on-line. Eles no souberam que um ao outro  ltimo nomes,
isto  parte do negcio.  para segurana."

"Quanto tempo ela tinha estado em contato com ele?"
"Talvez trs semanas agora."
"Como eles se encontraram?"
"Um quarto de conversa de poesia. Existia esta discusso de poesia
romntica grande pelos sculos e ... Oh Deus." Ela se debruou adiante,
enterrado seu rosto em suas mos. "Ela era meu melhor amigo. Como este
podia acontecer para ela?"
"Ela confiaria em voc?"
"Ns dissemos a um ao outro tudo. Voc conhece como  com namoradas."
Mais ou menos, Pensamento de vspera. "Isto era para seu conhecimento,
seu primeiro encontro com Dante?"
"Sim.  por isso que ela estava to excitada. Ela comprou um novo vestido,
e sapatos. E estes grandes brincos ..."
"E seria habitual para ela devolver um primeiro encontro para seu
apartamento para sexo?"
"Absolutamente no." CeeCee deu um risada aguado. "Pego do Bry muitos
ups de declive antiquado sobre sexo e relaes e fases. Um sujeito teve que
passar o que ela chamou o Teste de Trinta dias antes dela ir para a cama
com ele. Eu costumava dizer a ela nada fica fresco por um ms, mas ela ..."
CeeCee diminuiu. "O que voc est dizendo?"
"Eu estou s tentando conseguir um retrato. Ela fez illegals?"
Entretanto lgrimas estavam ainda brilhando neles, Olhos do CeeCee foram
duros. "Eu no gosto de suas perguntas, Tenente."
"Eles tm que ser perguntados. Olhe para mim. Olhe para mim," Vspera
repetida. "Eu no quero a machucar, ou voc. Eu tenho que saber quem ela
era, fazer direito por ela."
"No, ela no fez illegals," CeeCee estalou. "Ela tomou bom ao cuidado de
se, dentro de e fora. Isto seja o modo que ela era. Ela era esperto e ela era
divertida e ela era decente. E ela no ficou louca em illegals e caiu de seu
goddamn sacada. Ela no saltou qualquer um, ento at no pense sobre
tentar desaparecer por isto como suicdio. Se ela sasse aquela sacada, 
porque algum a empurrou fora de.  porque ..."
Como suas prprias palavras afundaram em, Raiva do CeeCee chamejou.
"Algum a matou. Algum matou Bry. Isto -- que Dante. Ele, ele seguido
sua casa depois de sua data. E ele entrou em seu apartamento de alguma
maneira, e ele a matou. Ele a matou," ela repetiu e cavou seus dedos em
pulso da Vspera. "Voc o acha."
"Eu o acharei," Vspera prometida. "CeeCee, eu no sei todos os fatos
ainda, mas eu irei. Diga a mim o que voc pode sobre este homem que ela
soube como Dante. Tudo que voc lembra de Bryna disse a voc."
"Eu no posso suportar isso em. Eu sinto muito, eu s no posso." Ela rosa,
caminhado lentamente para o lanador da gua de gelo na mesa de quarto
de vestidura. Quando o lanador agitou e andou na lama, Vspera
examinou cuidadosamente, despejou o vidro.
"Obrigado."
"Tome um minuto. Sente-se, beba sua gua, e tome um minuto."
"Eu sou certo. Eu serei certo." Mas ela teve que segurar o vidro com ambas
as mos para beber. "Ele deveria possuir seus prprios negcios. Ele era
rico. Ela disse que ele no alardeou sobre isto, mas ela podia dizer das
pequenas coisas que ele disse. Os lugares ele tem sido, como Paris e
Moscou, o Olympus Recorre, Bimini, eu no sei."
"Que tipo de negcios?"
"Eles no entraram em particulares sobre isto. S como ele no deveria
saber que ela trabalhou aqui. Mas ele fez."
A vspera  olhar afiado. "Como voc sabe isto?"
"Porque ele enviou suas rosas rosas aqui nas semana passada."
Rosas rosas, Pensamento de vspera. Ptalas de rosas rosas.
"O que mais?"
"Ele falou Italiano, e um, francs e espanhol. Romanceie idiomas," ela
adicionou, smearing lgrimas e rmel com as partes de trs de suas mos.
"Bry era todo pego em cima no romance disto. Ela disse que ele teve a alma
mais romntica. E eu diria, bem grande, mas que tal seu rosto? Ela s riria
e diria aqueles aparecimentos no importaram quando coraes falaram
com um ao outro. Mas no a machucaria qualquer se ele parecesse to bom
quanto ele soou."
Mais fixa, ela girou o vidro em suas mos. "O tenente ... ele A estuprou?"
"Eu no sei." A vspera tirou um retrato que ela imprimiu fora de disco.
"Voc reconhece este homem?"
CeeCee estudou rosto do Dante. "No," ela disse, wearily agora. "Eu nunca
o vi antes. Isto o , no ? Bem. Bem. Eu acho que ele pareceu to bom
quanto ele soou. O filho de uma cadela. O filho maligno de uma cadela." Ela
comeou a cortar em tiras a fotografia, e Vspera no fez nada para a
parar.
"Onde eles estavam encontrando para beber ontem  noite?"
"O goddamn Arco-ris Quarto. Bry escolheu isto porque ela pensou que era
romntico."
Quando Vspera terminou da rea de vestidura, ela achou Peabody olhando
fixamente, um pouco wistfully, em uma exibio de rendilhado bodysuits.
"Aqueles no seriam confortveis para mais de cinco minutos," Vspera
assinalada.
"Se ele trabalhos, voc no teria isto em por cinco minutos. Droid disse que
voc voltava na rea de vestidura com Plunkett."
"Sim. Dude vai pelo nome de Dante, pesada na poesia e rosa rosebuds. Eu
preencherei voc."
"Onde ns estamos indo?"
"O morgue, por via do Quarto de Arco-ris."
"Aqueles sons to ... misteriosos."
Era, se voc comparasse o cromo e templo de mrmore de uma com a
caixa branca suja do outro. Mas a melhor Vspera podia conseguir do marco
vadiar era os nomes e endereos do waitstaff a trabalho a noite antes.
Ela teve sorte mais imediata na casa morta.
"Ah, meu policial favorito vem para me ralhar." Morris, Examinador de
Chefe Mdico, desligado seu escalpelo de laser e irradiado. Ele vestiu seu
cabelo longo, escuras em umas metadas tranas de dzia, coberto agora
com um bon cirrgico claro. Uma ameixa elegante-camisa e cala
comprida coloridas eram protegidas de salpicos infelizes de fluidos de corpo
por um transparente lab casaco.
"Isto no  meu caso que voc est fatiando l em cima, Morris."
"No, mais seja a piedade." Ele glanced abaixo no corpo de um homem
preto jovem. "Este desgraado da mesma categoria parece ter voltado --
tempos numerosos -- um instrumento afiado, longo-com lmina. Voc
pensaria que ele teria parado depois do primeiro, mas no. Ele acabou de
continuar a carneiro ele mesmo atrs na faca at que ele keeled acima de
morto."
"Aluno lento." Ela pursed seu lips como ela estudou o muito impressionante
duro do cadver-em. "Dos olhares daquele boner ele est levando, eu faria
uma suposio educada que ele estalou um pouco de Exotica atou com
Zeus. A caixa combinada pode fazer ferramenta do sujeito fica em uso
muito depois dele ser apartamento caso contrrio."
"Eu tendo a concordar, particularmente desde seu Detetive de associado
Baxter reporta que nosso recentemente falecido estava empregando aquela
ferramenta entusiasticamente em esposa do seu irmo."
"Oh sim? E eu acho que ele acabou de decidir parar fucking e dana em
uma faca como uma mudana de passo."
"De acordo com seu irmo, e a esposa que est ainda entre a viva e
recuperando de uma queda srdida que quebrou sua mandbula."
"Tome todos os tipos. Se Baxter fosse pego o irmo em custdia, e voc
tem causa da morte, por que voc no est trabalhando em meu caso?"
"Venha comigo." Morris entortou um dedo e caminhado por um conjunto de
portas de balano em outro quarto de autpsia. Qual era remanescente de
Bryna Bankhead era o ocupante nico. Ela era deitada em uma placa de ao
inoxidvel com uma folha verde magra a cobrindo para o pescoo.
Isso teria sido toque do Morris, Pensamento de vspera. Ele podia ser muito
respeitoso com os mortos.
"Eu imagino que ela era uma mulher jovem atraente uma vez."
A vspera olhou fixamente abaixo no rosto arruinado. Ela pensou sobre o
espelho de banheiro, a gaveta cruelmente organizado de encarecimentos.
"Sim. Diga a mim como ela morreu, Morris."
"Eu penso que voc sabe. Seu tempo de medida da morte era preciso. Ela
era lutada o medo de cadente, o insulto do pavimento, at o conhecimento
que ela esteve morrendo." Ele tocou pontas do dedo fechados
hermeticamente, muito suavemente, para seu cabelo. "Ela ingeriu, acima
de um perodo de dois e umas metadas a trs horas, mais de duas onas do
sinttico hormonibital-seis, um caro e muito difcil de adquirir controlaram
substncia."
"Prostituta de nome de Rua. Um bloqueador de inibio," Vspera
murmurada. "Comumente usada em data estupra era uma vez."
"No comumente," Morris corrigiu. "Seus derivados so mais comuns, e
muito menos potentes e efetivos. O que ela teve nela era pura. Duas onas,
Dallas, teriam um valor de rua de mais que um quarto milho. Se voc
pudesse achar isto na rua, que voc no pode. Eu no topei com rastros
dele em um corpo para mais de quinze anos."
"Eu ouvi sobre ele quando eu estava na escola. A lenda principalmente
urbana caga."
"E a maior parte era lenda urbana caga."
"A matou? Um OD?"
"No sozinha. A combinao com lcool era perigosa, mas no fatal. Mas
nosso heri foi ao mar. Metade da quantia ele deslizou ela teria sido
suficiente assegurar sua cooperao cheia. O que ela teve em seu iria, mais
provvel, manteve ela debaixo de oito, talvez dez horas. E ela acordaria
com a me de todas as ressacas. Enxaqueca, vomitando, as sacudidas,
blecautes, tempo perdido. Comearia a estudar para setenta e dois horas
para purgar seu sistema."
Fez Vspera doente para achar isto. "Ela era lutada isto, tambm. Como?"
"Ele deu seu demais. Faria seu letrgico. Eu estou assumindo que ele quis
um mais ativo fuck porque ele medicou a ltima taa de vinho com um
pouco coquetel de aneminiphine-colax-B. Coelho selvagem."
"Coberto seu funde, no ?" Ela quietamente disse.
"Bombardeia os sistemas nervosos e respiratrios, e sua j estava
comprometido. A combinao sobrecarregou seu corao. Deu a para
dentro vinte minutos de ingesto. Ela teria estado muito dopada pelas
doses antigas de Prostituta para saber o que estava acontecendo."
"Ela podia ter levado ele de boa vontade naquele ponto?"
Suavemente, Morris ergueu a folha acima de rosto da Bryna. "Depois da
primeira ona de bloqueador de inibio, nada esta menina esteve
disposta."
"Ele a drogou, ele a estuprou, e a combinao a matou," Vspera disse.
"Ento ele a lanou fora a janela gosta de uma usada boneca em uma
tentativa para cobrir o que aconteceu."
"Em minha opinio estimada e renomada mdica, isto  o argumento."
"Agora faa meu dia, Morris, e diga a mim que ele deixou esperma nela.
Diga a mim que voc conseguiu seu DNA."
O rosto do Morris foi brilhante como do menino. "Oh sim, eu consegui isto.
Voc traz o para dentro, Dallas, e eu ajudarei que voc fecha a gaiola."
CAPTULO TRS
"Doente bastardo rasteje devia ter suas bolas scooped fora com uma colher
mofosa."
Vspera povoada atrs em seu carro. "No contenha-se, Peabody. Diga a
mim como voc realmente sente."
"Goddamn isto, Dallas, chegou a mim l, olhando para ela naquela placa,
lembrando o quo bonita ela era, o quo excitado quando ela chamou seu
camarada sobre sair para encontrar este fuckhead. Pensando que ela estava
encontrando algum romntica e, condena isto, bom. Algum bom e o
tempo inteiro ele est planejando ..."
"Fuck ela para a morte? Eu no sei que ele planejou que entrando, mas isto
 como descobriu. Podia ser ns o consegue em Assassinato Um, usando o
illegals como a arma de assassinato. Mais provvel, est indo para Segundo
Grau. E no sopre seu crtex, Peabody, ns o embrulhamos nisto, adicione
no sexual assalta e sua tentativa para dar fim  evidncia, ele no vai ver
luz do dia novamente."
"No  suficiente." Ela trocou em sua cadeira, intimidando eles ambos
porque existiam lgrimas em seus olhos. "s vezes no parece ser
suficiente."
A vspera olhada fixamente pelo pra-brisa para dar a eles ambas as vez
para Peabody se puxar junto. Um pacote de crianas, originada-se de
escola, estava cruzando acima do faixa para pedestres em airboards,
desafogando assolamento no bipeds eles teceram por.
Existia algo dolorosamente inocente, dolorosamente vivo sobre o flash e cor
deles, um metade de um quarteiro longe de uma casa de morto.
" suficiente," Vspera disse, "porque  o que ns podemos fazer. Nosso
trabalho  para suportar Bryna Bankhead e trazer para dentro o homem
que a matou. Depois disto..." Ela lembrou de sua sesso no tribunal, a
toro escorregadia do advogado de defesa na lei. "Depois disto, ns
confiamos o sistema para dar sua justia, e ns colocamos no lugar isto.
Voc no coloca no lugar isto, eles pilha em cima. A pilha morta em cima,"
ela adicionou quando Peabody olhou fixamente para ela, "at que voc no
possa ver passado eles, e voc no pode fazer o trabalho."
"Voc coloca no lugar isto? No ?"
Era uma Vspera de pergunta tentada para no perguntar se -- e perguntou
a se muito freqentemente. "Muito assassinato cops, eles s tm tantos
anos neles. Tantos mortos. Ento comea a comer neles at que eles sejam
consumidos. Eu no posso fazer qualquer outra coisa mas isto, ento ele
no me vai consumir." Ela alarga uma respirao longa. "Mas em um
mundo perfeito, ns teramos a opo de colher mofosa."
"Quando eu comecei a trabalhar com voc, eu pensei que Homicdio era a
coisa mais importante que eu podia fazer. Tem sido sobre um ano agora. Eu
ainda penso que isto."
"Certa." Ela emperrou seu modo em trfico gosta de carneiro de um bater.
"Eu preciso fazer uma parada abaixo na Clnica de Rua de Canal. Vamos ver
se os meninos em EDD fizeram qualquer progresso."
Ela usou o em-vnculo de coliso para contactar escritrio do Feeney, e
sentiu Peabody endurecer quando bonito rosto do McNab apareceu na tela.
"Eh, Tenente." A vspera assistiu seu olhar turno, viu sua extenso de lips
em um sorriso todo pedao to duro quanto ombros do Peabody.
"Peabody."
"Eu preciso de seu capito," Vspera disse a ele.
"Ele acabou de sair."
"Diga a ele para etiqueta eu assim que ele volta."
"Segure isto, segura isto, segura isto." Seu rosto encheu a tela como ele se
debruou em. "No lance at voc ouve a melodia. O capito me pe em
sua procura de conta eletrnica."
A vspera esmurrou seu veculo por uma abertura estreita, pistas trocadas,
e ganharam metade de um quarteiro. "Bonito bsico e-trabalhe para uma
pessoa importante, no ?"
"Sim, bem, foi batido at nvel de pessoa importante quando o tech chocou-
se com alguns ns. Seu cyber-Casanova pe em alguns quarteires e
paredes. Eu pesei eles, sendo uma pessoa importante, e apresentou um
endereo."
"Voc vai parar de alardear longo suficiente para dar isto para mim?"
"Eu iria, Tenente, mas voc estaria desperdiando seu tempo. O endereo
est nas Montanhas de Carpathian."
"Onde o inferno  isto?"
"Cordilheira, Europa Oriental. Eu sei," McNab disse, com um lance
brincalho de seu rabo-de-cavalo loiro longo, "porque eu olhei isto. E antes
de voc perguntar a mim que diabo nosso perp est fazendo em uma
montanha na Europa Oriental, ele no .  um bobo. O endereo  falso
como tits da meu primo Sheila."
"No soa como voc pesou uma parede para mim, McNab."
"Dallas, eu pesei um fucking montanha aqui. Eu consegui um salto do
endereo de fraude, e eu estou seguindo o eco. Devia ter isto pregada em
outra hora."
"Ento no converse comigo at que voc anote o martelo. E McNab?
Qualquer sujeito quem conhece qualquer coisa sobre tits do seu primo  um
perv."
Ela quebrou transmisso em sua pia de riso. "Ele pode ser irritante,"
Vspera disse para Peabody, "mas ele  bom. Ele pregar isto. E se estiver
o levando este longo, isso diz a mim que nosso suspeito  um hacker acima
da mdia. Ele protegeu ele mesmo entrando, que no tribunal ser, para
overuse uma imagem, outra unha em seu caixo."
Ela glanced em perfil do Peabody. "No amue."
"Eu no estou amuando."
Silvando, Vspera sacudiu viseira de passageiro abaixo muito o espelho
solto abaixo. "Olhe para seu rosto. Voc quer que ele saiba voc ser
curvado quando voc para negociar tem com ele? Impea um pouco
orgulho, Peabody."
Estudando se, Peabody viu amua movimento em faz beicinho modo em
palavras da Vspera. Ela sacudiu a viseira de volta em cima. "Eu estava s
pensando, isto  todo."
A vspera fez o balano sobre Canal, lanando por seu bazaarlike setor
onde os oferecimentos eram abundantes e baratos e o Mercado negro
fizeram a maior parte de negcios. Os turistas eram habitualmente
scammed, ento eles arquivaram reclamaes contra lojas que mudaram
jurisdies mais freqentemente e com eficincia maior que um circo de
barraca.
Ento novamente, Vspera figurou se voc fosse estpido suficiente para
acreditar em que voc podia comprar um Rolex para o mesmo preo como
uma pizza grande, voc mereceu o esfolar.
Dentro de alguns quarteires, o carnaval retirou-se para o esvaziar cho
para o sem casa e o disenfranchised. Dormentes de calada erguidos suas
caixas e barracas em lamentveis pequenas comunidades de desespero.
Aquelas com licenas do mendigo, e muitos sem eles, vagada atravs de
cidade para shill suficiente fichas de crdito para comprar uma garrafa de
bebida fermentada de casa para conseguir eles por outra noite.
Aquela que no fizeram isto pela noite seria transportadas para o morgue
pela unidade de NYPSD no-muito-afetuosamente conhecido como a
Calada Scoopers.
No importa quantos era carregado, cremadas em despesa da cidade, mais
veio para substituir eles.
Era um ciclo ningum, particularmente os vereadores, pareceu poder
quebrar. E estava aqui, no meio da sujeira e desespero, que Louise Dimatto
correu a Clnica de Rua de Canal. Ela no quebrou o ciclo qualquer um,
Pensamento de vspera, mas ela fez o giro nele um pouco menos dolorosa
para algum.
Em uma rea onde os sapatos em seus ps eram jogo de feira
consideradas, era uns negcios arriscados para estacionar um carro a
menos que voc ento cercou isto por droids corpo armadura cansativa e
hefting foguete lasers. Os carros de patrulha eram tripulados por
exatamente isto.
As boas notcias eram, estacionando lugares eram abundantes.
A vspera puxada para o meio-fio atrs de que poderia ter sido um sedan
uma vez. Mas desde que tudo que era remanescente de era parte de um
chassi e um pra-brisa quebrado, ela no podia estar certa.
Ela saiu, e no quente, fedendo vapor que esguichada em cima de uma
abertura de metr, comprometidas todas as fechaduras, ativados todos os
alarmes. Ento ela insistiu na calada, esquadrinhou a rua em todas as
direes. Existiam alguns loiterers grosseiro em entradas e uma rua LC
lamentosamente fraca tentando convocar clientes.
"Eu sou Tenente Dallas, NYPSD." Ela no gritou isto, mas levantou ela
verbalizar suficiente para causar rostos para trocar em sua direo. "Este
pedao de caga  meu veculo da cidade oficial. Se disse que pedao de
cagou no est neste lugar exato, nesta condio exata quando eu voltar,
eu trarei uma esquadra de porta-bangers abaixo aqui para roust toda alma
viva em um raio de cinco quarteires, junto com illegals-sniffer cachorros
que acharo e confiscaro todas as guloseimas que voc foi escondido. Eu
garanto ser uma experincia muito desagradvel."
"Policial de cadela!"
Acompanhamento a direo do comentrio, Vspera ergueu ela olhar para
uma terceira-janela de andar em um edifcio do outro lado da rua. "Oficial
Peabody, voc verificar a opinio do asshole?"
"Sim, senhor, Tenente, o asshole  correto. Voc  o policial de cadela
suprema."
"E o que acontecer se algum deitar mos em meu veculo?"
"Voc far sua vida um inferno vivo. Voc far vidas dos seus amigos um
inferno vivo, vidas da sua famlia um inferno vivo. E, senhor, voc far
vidas das pessoas que so estranhos completos para eles um inferno vivo."
"Sim," Vspera disse com um resfriado e sorriso satisfeito. "Sim, eu irei."
Ela se virou e caminhou para a porta da clnica.
"E voc apreciar isto."
"Certo, Peabody, aponte feito." Ela abriu a porta, andado do lado de dentro.
Para um momento ela pensou que ela caminhou na porta errada. De suas
visitas durante o ltimo inverno, ela lembrou do sala de espera emperrado,
as paredes sujas, a moblia esfarrapada, inadequada. Aqui ao invs era um
largo espacial partitioned por uma parede baixa onde as plantas verdes
brilhantes prosperadas em panelas de barro simples. As cadeiras e sofs
eram em um ou outro lado, e entretanto quase toda cadeira foi tomada,
existia uma sensao de ordem.
As paredes eram um plido, bonitos verdes decorados com retratos
emoldurados obviamente desenhados por crianas.
Existia o cortar, ofegante, o suave choramingando do mal e o ferido. Mas
no existia, como existiu o inverno prvio, uma sensao subjacente de
raiva e hopelessness.
At como ela esquadrinhou o quarto uma mulher em um jumpsuit a mesma
cor que as paredes vieram bem sucedida para uma entrada. "Sra. Lasio, o
doutor ver voc agora."
No turno em pacientes, Vspera cruzada acima da janela da recepo. Por
ele ela podia ver atualizou equipamento e a mesma sensao de ordenou
eficincia que penetrou as reas de espera.
Existia um homem jovem na estao com um rosto to alegre e inocente
quanto uma margarida. Ele no podia ter sido mais de vinte, Vspera
pensou como ele irradiou nela.
"Boa tarde. Como ns podemos ajudar voc hoje?"
"Eu preciso ver Doutor Dimatto."
"Sim, Madame. Eu tenho medo que Doutor Dimatto est completamente
registrado para o resto desta tarde. Se isto  uma emergncia mdica -- "
" negcios pessoais." A vspera deitou seu distintivo no contador.
"Negcios oficiais. Se ela for presa, tenha ela contactar-me quando ela
estiver livre. Tenente Dallas, Policial Central."
"Oh, Tenente Dallas. O doutor Dimatto disse que voc poderia vir por. Ela
com  um paciente, mas se voc no se importar de esperar s alguns
minutos? Voc pode esperar em seu escritrio, e eu direi a ela que voc
est aqui."
"Multa."
Ele a zumbiu pela porta. Ela viu o que ela assumiu estava examinando
quartos em um ou outro lado de um corredor, e o corredor aberto em um
largo passa-por onde o lab equipamento insistiu em contadores. De em
algum lugar perto, ela ouviu uma criana rindo.

"Voc sujeitos expandido."
"Sim. Dr. Dimatto podia comprar o edifcio que juntou a clnica original." Os
sorrisos ainda radiantes ele levou eles atravs do passar-por, em outro
corredor. "Ela expandido e atualizou a clnica e seus servios e adicionou
pediatria. Ns temos seis doutores agora, dois de tempo integral e quatro
em rotao, e um completamente equipados lab."
Ele abriu uma porta. "O doutor Dimatto  o anjo de Rua de Canal. Por favor,
ajude voc mesmo ao AutoChef. Ela ser com voc assim que ela pode."
O escritrio da Louise no mudou muito, Vspera notada. Era ainda
pequeno, ainda espasmdico, ainda lotado. E lembrou Vspera muito de sua
prprio espao em Central.
"Jeez, ela realmente feito algo aqui," Peabody comentou. "Teve que correr
seu um par milho."
"Eu acho." E desde Vspera s doou -- certo, Louise Subornada com -- uma
metade um milho da clnica, ela figurou o anjo de Rua de Canal fez algum
muito intenso, levantamento de fundos muito bem sucedido em uma
quantia muito pequeno de tempo.
"Este lugar  melhor equipado, e eu aposto melhor correr, que meu centro
mdico local." Peabody pursed seu lips. "Eu poderia trocar."
"Sim, bem." Para mente uma instalao de sade da Vspera era o mesmo
que outro. Eles eram todos anula de inferno. "Voc conseguiu um e-
memorando em voc? Ns s deixaremos o doutor uma mensagem. Eu
quero voltar para Central."
"Talvez. Em algum lugar." E como Peabody cavou em seus bolsos, Louise
apressou em.
"Conseguido cinco. Precise de caf." Ela fez um beeline para o AutoChef.
"Preencha-me enquanto eu reabasteo."
"Voc soube Bryna Bankhead?"
"No."
"Retrato Peabody." A vspera tomou a ID fotografia que Peabody tirou de
sua bolsa de arquivo, segurou isto. "Reconhea ela?"
Louise bebeu caf com uma mo, arrastado seu outro por seu cabelo como
ela carranca na imagem. Um estetoscpio e um vermelho lollipop espiado
fora de seu lab casaco bolso. "Sim. Eu montei no elevador com ela de vez
em quando, vista ela nos mercados locais onde eu fao compras. Eu
suponho que eu poderia ter falado com ela, o modo que voc faz com
vizinhos que voc no tem tempo para conhecer. Ela era assassinada?"
"Sim." A vspera resistiu uma cpia da imagem do suspeito. "Reconhea
ele?"
"No." Louise anotar seu caf, tomou a fotografia para um olhar mais
ntimo. "No, eu nunca o vi antes. Ele a matou? Por que?"
A vspera deu as fotografias de volta para Peabody. "Voc j trata qualquer
um para sexo-induzimento drogas? Prostituta, Coelho?"
"Sim. Em minha rotao de ER ns teramos algum descendo fora de
Coelho alguns tempos um ms. Principalmente clones de Coelho, ou caixa
combinada de Exotica/Zeus, porque o to caro do real. Eu nunca lidei com
Prostituta, no saiba qualquer um que tem. Voc estuda isto, e seus
derivados em illegals treinando, mas est na lista inativa."
"No mais."
" disso que ele fez para ela? Dopada ela com Prostituta? Prostituta e
Coelho. Jesus Cristo." Ela esfregou ela d seu rosto. "Misturado com lcool,
eu tomo isto. Por que ele no fez exploso justa seus crebros fora com um
laser?"
"Talvez voc podia cutucar ao redor, pergunte a um pouco de seus amigos
de doutor se eles vissem qualquer re-aparecimento de Prostituta."
"Eu posso fazer isto. Sabe, um homem teve que apresentar o nome de rua
para que defeca. Voc sabe como comeou?"
"No, como?"
"Como um tratamento experimental para fobias e condies como
desordem de ansiedade social. Estava um pouco muito bom nisto."
"Querendo dizer?"
"Tambm teve um afetar nos hormnios. Era descoberto que trabalhou
mais eficazmente como uma ajuda em desordens sexuais. Em diludas e
cuidadosamente monitorou doses, podia e realava desejo e funo sexual.
De l, entrou em usou como um ajudante para treinamento licenciou
companheiros. Entretanto no viciadores, era logo achado para ser
perigosamente instvel. Que, naturalmente, significou isto ficou desejvel
na rua, particularmente entre seu mais bem-heeled academia meninos e
jnior execs que deslizariam uma dose em bebida da sua menina de sonho
para a soltar em cima." Ela lavou a ira nascente de volta abaixo sua
garganta com caf.
"Isto  como conseguiu seu nome," ela continuou, "como misturado com
lcool tende a soltar o sistema em cima suficiente muito o ingestor seria
ameno a estar fucked desnudo no rinque de patinao em Rockefeller
Centra. O ingestor no necessariamente teria a coordenao de motor sado
ativamente para participar, e iria improvvel lembra de fazer isso, mas ela
seria condenaria ameno para sugesto."
"Adicione Coelho?"
"Oh, ela participaria com o Corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos
inteiros, at que ela desmaiou por frio, at que sua taxa de corao saiu os
quadros e seu crebro-acenam padro aplainado."
"Um doutor saberia isto," Vspera iniciada. "Um qumico, farmacutico,
enfermeira, med tech, qualquer um com um conhecimento de trabalho de
produtos farmacuticos saberia a combinao era fatal?"
"Sim, algum devia. A menos que ele ou ela  um moron, ou no acabou de
no dar um cagar desde que era divertido enquanto durou."
"Certo, pergunte ao redor. Se qualquer coisa atingir voc, entre toque."
"Voc pode banco nisto."
"Voc fez um trabalho bom ao redor aqui," Vspera adicionada.
"Ns gostamos de achar." Louise terminou fora do caf, duas-apontada a
xcara no reciclar caixa. "Sua trs milhes foi um modo longo."
"Trs milhes?"
"Eu estava pronto para mergulhar no metade milho ns concordamos em.
No esperou a gratificao."
"Quando..." A vspera correu sua lngua ao redor seus dentes. "Quando eu
dei a voc a gratificao?"
Louise abriu sua boca, fechou isto novamente. Sorriu. "Agora por que eu
penso que voc no tem uma pista?"
"Refresque-me, Louise. Quando eu dei a voc trs milhes de dlares?"
"Nunca. Mas seu rep fez, final de fevereiro."
"E meu rep seria?"
"Algum terno liso chamado Melao, de Montblanc, Cissler e Melao. Emitiu
em duas parcelas -- -o metade mil como concordou, e outro dois ponto
cinco se eu contrado para doar meus servios para Dachas, um
recentemente estabelecido centro de abuso para mulheres e crianas no
Lado do Leste Mais baixo. Dachas," ela disse, ainda sorridente, ", eu sou
informado, Gaelic para espera."
"Isto  isso?"
"Sim. Voc tem um inferno de um homem l, Dallas. Voc j fica cansado
dele, eu o levarei fora de suas mos."
"Eu manterei aquela em mente."
-=O=-***-=O=-
"Voc deu seu o dinheiro para tudo aquilo?" Peabody exigiu como ela
apressou fora depois de Vspera.
"No, eu no dei seu o dinheiro porque no  meu dinheiro, ?  Dinheiro
do Roarke. Eu sou um policial, goddamn isto. Um policial no tem total de
estaes espaciais de dinheiro para fazer gestos principais."
"Sim, mas quieto. Isso urinar voc fora de?"
Vspera parada na calada, tomou uma respirao longa. "Eu no sei se me
urinar fora de." Mas ela chutou o bsico de uma iluminao de rua por via
das dvidas que ela era. "Ele podia dizer a mim sobre este material, no ?
Ele podia me manter no lao assim eu no entraria neste tipo de situao e
terminaria para sentimento como um idiota."
Peabody olhou de volta na clnica, seu corao suave indo para goo fase.
"Eu penso que era um gesto bonito."
"No contradiga-me, Peabody. Voc esquece que eu sou o policial de cadela
suprema?"
"No, senhor. E como seu veculo est no mesmo lugar e a mesma condio
que voc deixou isto, o bairro no esqueceu que qualquer um."
"Muito ruim." Um pouco saudosa, ela procurou. "Eu teria apreciado busting
um pouco de asno."
-=O=-***-=O=-
Atrs em Central, Vspera impediu um bar de doce em vez de almoo,
chocou, telefonados dados nas substncias qumicas pertinentes para o
homicdio de Bankhead, chocou um pouco mais, ento chamado para
hostilizar McNab.
"Eu quero um endereo."
"Voc conformar-se vinte e trs deles?"
"Que diabo que queira dizer?"
"Olhe, eu vou impedir um quarto de conferncia, seu escritrio  uma caixa.
Seu nvel," ele disse, trabalhando um teclado para seu deixado
manualmente  medida que ele falou. "Ah... Quarto 426. Eu estou usando
seu nome para trapacear isto."
"McNab -- "
"Mais fcil, mais rpido explicar isto cara a cara. D-me cinco."
Ele quebrou transmisso em seu grunhido, que deu sua nenhuma escolha
mas terminar seu grunhido em Peabody. "Quarto de conferncia 426.
Agora," ela ordenou.
Ela stormed fora de seu escritrio, pelo bullpen do detetive onde as luzes de
matana em seus olhos desencorajados alguns dela associa de falar com
ela. Quando ela empurrou no quarto de conferncia que ela ficou exaltada
uma cabea boa de vapor e s exigiu um objetivo  mo para vomitar isto.
Para seu infortnio, Feeney passeou em primeiro.
"Que diabo o tipo de diviso voc est correndo l em cima?" Ela exigiu.
"McNab est dando a mim ordenar agora? Suspendendo em mim? Quartos
de registro em meu nome sozinho iniciativa, e ... e recusando dar a mim
dados quando ordenado."
"Espere agora, Dallas. Eu sou um espectador inocente."
"Muito ruins, 'porque eles so as pessoas que normalmente acabar
sangrento."
Com um pouco encolha os ombros, Feeney rattled a bolsa de louca pesando
abaixo seu bolso. "Tudo que eu conheo  a criana tagged me, pediu a eu
para balanar por aqui assim ele podia nos preencher ambos de uma vez."
"Eu sou primrio neste caso. EDD era solicitado para ajudar e consultar. Eu
ainda no formei uma fora de tarefa neste assunto, nem tem eu sido
autorizado pelo chefe para fazer isso. At que eu diga que McNab diferente
 um zango e nada mais."
Feeney parou rattling a bolsa, angulada sua cabea. "Isso vai para mim,
tambm? Tenente?"
"Seu grau no significa dick quando eu for primrio. Se voc no pode
ensinar seus subordinados adequados comendo ordem e procedimento,
ento talvez seu grau no significa dick em sua prpria diviso."
Ele entrou at as pontas de seus sapatos batidos suas botas, debruadas
em at a ponta de seu nariz bateu sua. "Voc no diz a mim como correr
minha diviso. Eu treinei seu asno e eu posso ainda chutar isto, ento voc
no comea a pensar que voc pode rasgar uma tira fora de meu."
"Atrs fora de."
"Fuck isto. Fuck isto, Dallas. Voc conseguiu um problema com meu estilo
de comando, voc cospe isto. Captulo e verso."
Algo em sua cabea quis explodir. Por que ela no sentiu isto? Algo em seu
corao estava gritando. Mas ela no ouviu isto. Ento ele era ela que
voltou fora de, um passo cauteloso. "Ele a drogou com Prostituta e Coelho.
Ele coberto a cama com ptalas de rosa e fucked ela neles at que ela
morreu. Ento ele a lanou fora a janela assim ela deita quebrado e
desnudo na calada."
"Oh Jesus." A piedade afiou sua voz.
"Eu acho que isto tem sido preso em minha garganta desde que Morris
disse a mim. Eu sinto muito eu slapped em voc."
"Esquea isto. s vezes voc pega um que bate voc mais duro que outros.
Voc tem bofeto em algum."
"Eu tenho seu rosto, eu tenho seu DNA, eu tenho suas transmisses. Eu
conheo a mesa no clube onde ele alimentou sua a primeira da Prostituta
em bebidas que ela pagou por com sua prprio carto de dbito. Mas eu
no o tenho."
"Voc ir." Ele girou como Peabody andou a passos largos em frente de um
entrar de McNab. Eles dois esvaziaram rostos. "Detetive, voc solicitou
permisso da primria para se reunir neste quarto?"
McNab piscou. "Eu precisei para -- "
"Responda a pergunta."
"No exatamente. Capito." Ele no precisou ver sorriso de Peabody saber
que ela fez. "Eu me desculpo por ultrapassar, Tenente Dallas. Eu acredito
que as informaes que eu tenho que, ah, d,  importante a investigao e
 melhor servido pessoalmente que interoffice transmisses."
O rubor enfadonho queimando totalmente sua garganta era suficiente a
satisfazer. "Ento d isto, McNab."
"Sim, senhor." Era difcil de parecer duro e frio enquanto cereja cansativa
cala comprida vermelha e um suter de pele apertada a cor de narcisos.
Mas ele quase administrou isto. "Em localizar a conta do suspeito do local
de fonte fraudulenta, eu podia averiguar o nome costumava registrar a
conta. Ele sentidos para ser uns negcios chamaram Senhora de La Belle."
"Sentidos para ser," Vspera disse.
"Sim, senhor. No existe nenhuma firma ou organizao por aquele nome
fazendo negcios no estado de Nova Iorque. O endereo dado para a
companhia , estao De fato, Principal Central."
"E eu sou para estar excitado sobre este porque ... ?"
"Bem, eu continuei separando camadas e golpe em fontes para as
transmisses reais. Os locais eles eram enviados fora de. At agora. Eu bati
vinte e trs lugares. Todos pblicos cyber-cafs e clubes, em Manhattan,
Rainhas, e Brooklyn. At agora," ele repetiu. "Ele move ao redor, envia e
recebe de portos em jurisdies pblicas. O nico e-mail enviou ou recebeu
daquele endereo de tela era para l e para c Bryna Bankhead."
"Ele criado ele para ela," Vspera murmurada.
"A conta de guarda-chuva podia ter outros nomes de tela," McNab
continuou. "Eu no posso atravessar os quarteires. Ainda. Quem criada a
conta sabe que seu cyber-cagar. Eu quero dizer, ele  bom, e ele 
cuidadoso."
"Seu melhor amigo no o reconheceu. At agora nenhuma da porta-para-
portas no edifcio aumentou quaisquer vizinhos que o reconheceram."
Vspera compassada. "Se Bankhead no o conheceu, se ele no fosse visto
em ou ao redor ela construindo antes da noite do assassinato, ento ns
temos que assumir ele almejado ela do quarto de conversa."
"Ele soube onde ela trabalhou," Peabody pe em.
"Mas ela no o fez, e nem fez seu amigo que trabalha o mesmo
departamento. Ento ele  talvez um cliente casual. Se ele fosse um regular
ou um empregado que gastou qualquer hora em seu departamento, eles
teriam notado. Voc ainda nota sujeitos que rondam onde eles vendem
roupa ntima das mulheres. Mas ns correremos seu retrato por sua diviso
de recursos humana.
"Ento ele usa jurisdies pblicas. Ele ou gostar socializar ou ele  em
viso clara. Talvez ambos. Ns circulamos seu retrato no cyber-localiza."
"Tenente?" McNab sacudiu seus dedos. "Voc sabe quantas cyber-
jurisdies existem em Nova Iorque?"
"No, e eu no quero conhecer. Mas voc pode comear a enumerar eles
como voc visita eles." Ela olhou para Feeney. "Voc em se Whitney
autoriza?"
"Eu diria que ns j estamos em."
"Gere uma lista," ela disse a McNab. "Ns separaremos isto, trabalhe em
pares no momento." Ela deu um suspiro suave. "McNab e Feeney so os
peritos nesta rea. Eu s vou perguntar isto uma vez, neste quarto.
Qualquer um aqui tem um problema que trabalha com qualquer outro neste
time?"
McNab olhou fixamente para o teto como se fascinado pelo tom branco
enfadonho da pintura. Peabody simplesmente carranca em seus sapatos.
"Eu tomo aquele como um no. Peabody, voc  com McNab; Feeney, voc
 comigo. Comece no Lado do Oeste; Ns tomaremos o Leste. Ns faremos
tantas jurisdies como possveis at..." Ela verificou sua unidade de pulso,
calculou. "Vinte e um cem. Ns nos encontraremos em meu escritrio de
casa amanh, oh oitocentas para uma instruo especfica cheia. Feeney,
vamos lanar este para Whitney."
Feeney passeou fora depois dela, assobiando. "Voc podia ter nos separado
outro modo."
"Sim." Ela glanced atrs corredor abaixo e esperou que ela no estava
cometendo um engano. "Mas eu estou pensando deste modo talvez o dois
deles legam duque que fora e ns enlatamos todos voltarem para normais."
Ele considerou aquele como eles pularam em um deslizamento. "Eu
consegui vinte em Peabody."
"Cague." Ela emperrou ela entrega seus bolsos. "Certos, mas se eu
precisasse anunciar em asno sseo do McNab, eu quero chances. Trs a
cinco."
"Feito."
Atrs no quarto de conferncia, Peabody e McNab se sentaram da mesma
maneira que eles eram.
"Eu no tenho nenhum problema que trabalho com voc,"' McNab disse.
"Por que devia voc? Eu no tenho se trabalhando com voc qualquer um."
"Bom."
"Bom."
Eles olharam fixamente, teto e sapatos, para outros vinte segundos. McNab
quebrou primeiro. "Voc  a pessoa que tem estado me evitando de
qualquer maneira."
"Eu no tenho. Por que devia eu? Ns estamos to terminados."
"Quem disse qualquer coisa diferente?" E ele o queimou que ela podia dizer
isto, s que friamente, quando ele pensou sobre ela o tempo todo.
"E voc no pensaria que eu tenho evitado voc se voc no tivesse tentado
conseguir minha ateno."
"Cague. Para que? Eu estou um menino ocupado, Ela-Corpo. Muito ocupado
para se preocupar sobre algum duro-necked uniforme que a gasta fora de-
tempo que toca com LCs."
"Voc deixa Charles fora deste." Ela saltou para seus ps, ira que ferve em
seu sangue. E uma nova pequena lgrima em seu corao.
"Me, eu no tenho que caar em cima pros. Eu consegui todos os amadores
que eu posso lidar." Ele excluiu suas pernas, trabalhou um zombar. "Mas
isto est nem aqui nem l, certo? Ns conseguimos o trabalho, e isto  isto.
Se voc pode lidar com isto."
"Eu posso lidar com qualquer coisa que voc pode. Mais."
"Multa. Eu porei a lista junta, e ns iniciaremos."
CAPTULO QUATRO
"Voc no tem seu rosto."
Vspera scowled em Dickie Berenski, o principal lab tech. Ele poderia ter
tido um smarmy sorriso, uma atitude que o ganhou o apelido no-to-
afetuoso de Dickhead e um defeito de personalidade que o iludiu em pensar
sobre ele mesmo como homem das senhoras, mas ele era um gnio em seu
pequeno mundo de fibras, fluidos, e folculos.
"Voc me gritou do campo para dizer a mim que eu no tenho seu rosto?"
"Figurou que voc quereria conhecer." Dickie empurrou ele mesmo longe da
estao, enviada sua tecedura de cadeira em direo a outro monitor. Seus
dedos araneiformes danado acima de um teclado. "Veja isto l?"
A vspera estudou a cor-lavada imagem em monitor. " um cabelo."
"D  senhora um prmio. Mas que kinda cabelo, voc poderia perguntar, e
eu estou aqui dizer voc. Este no terminou de cabea do seu perp, no
terminou de cabea da sua vtima, ou qualquer outra rea de seus corpos.
Terminou de uma peruca. Peruca de cabelo caro, humano."
"Voc pode perseguir isto?"
"Trabalhando nisto." Ele fugiu sua cadeira ainda outro para postar. "Saiba o
que isto  There were colored shapes and circles and formulas on the
monitor. Eve blew out a breath. She hated the guessing games, but knew
her job when it came to Dickie. "No, Dickie, why don't you tell me what it
is?"
Existiam formas e crculos e frmulas coloridas no monitor. A vspera
estourou uma respirao. Ela odiou o achar jogos, mas souberam seu
trabalho quando veio para Dickie. "No, Dickie, por que voc no diz a mim
o que ?"
" maquilagem, Dallas. Nmero de nata bsica 905/4. Os rastros de
acharam nos linhos da cama. E no combina o que estava na menina
morta. Conseguiu mais." Ele trocou a imagem. "Ns chegamos aqui rastros
de massa de vidraceiro de rosto. As pessoas de material costumam dar a
eles mais queixo ou ma do rosto, qualquer, se eles no quiserem ir para
rosto permanente esculpindo e cagar."
"E ela no esteve usando qualquer massa de vidraceiro de rosto."
"Outro prmio da pequena senhora! O sujeito estava vestindo uma peruca,
enfrente massa de vidraceiro, maquilagem. Voc no tem seu rosto."
"Bem, isto  notcia s maravilhosa, Dickie. Voc conseguiu mais?"
"Conseguidos um par de seus cabelos pbicos. A coisa real -- mdio
marrom. Ser capaz de dar a voc mais nele daquele antes de ns estar
acabados. Conseguidas suas impresses digitais no wineglasses, na garrafa,
no corpo, portas de sacada, e ferrovia. E aqui e l. Voc o acha, ns o
encaixotaremos em cima real bonito."
"Mande a mim o que voc tem. Persiga aquelas marcas. Eu quero aqueles
dados pela manh."
"Eh!" Ele gritou como ela andou a passos largos fora. "Voc podia dizer
obrigado."
"Sim. Obrigado. Goddamn isto."
-=O=-***-=O=-
Ela deixa isto jogo por sua cabea a distncia toda casa, tentando ver o que
tipo de homem viveu dentro de seu assassino. Ela tinha medo que ela viu.
Ele era esperto -- esperto suficiente para mudar seu aparecimento muito as
mquinas fotogrficas de segurana e Bryna Bankhead no o identificaria.
Mas ele no a levou fora, ou voltar para seu apartamento com a idia de
mortal ela. A vspera estava certa disto.
Ele foi a seduzir.
Mas coisas saram da mo, ela meditou, e ele achou ele mesmo com uma
mulher morta em suas ptalas de rosas. Ele reagiu, apavorou ou bravo, e a
lanou. Apavorou tocou com ela. No tinha sido temperamento em seu
rosto quando ele terminou do apartamento.
Ele teve dinheiro, ou acesso a isto. Depois de mais que um ano com Roarke
ela soube os sinais. Ela reconheceu o corte exclusivo do terno do assassino,
at o caro cintila de seus sapatos.
Mas ele deixou Bryna pagar pelos bebidas. Uns dois para um, Pensamento
de vspera. Nenhuma trilha de jornal, e um impulso para seu ego tendo a
mulher paga por ele.
Ele teve slidas tech habilidades e um conhecimento de qumica. Ou
novamente, acesse para aquele conhecimento e habilidade.
Ele era sexualmente tranado. Talvez inadequadas, at impotentes debaixo
de circunstncias normais. Ele seria nico, ela decidiu como ela abordou o
Gates de casa. Improvvel ter tido quaisquer relaes a longo prazo ou
saudveis em suas passadas. Nem teve ele estado procurando por um. Ele
quis controle completo. A decorao romntica tinha sido para seu
benefcio, no sua.
Uma iluso, ela decidiu, sua fantasia. De forma que ele podia pressentir ele
mesmo como amante.
Agora que ele alcanou que controla, ele faria uma de duas coisas. Ele
furaria em cima em medo e culpabilidade acima de que ele fez. Ou ele
comearia a caar novamente.
Predadores, em experincia da Vspera, raramente parado  um.
A casa assomada em viso, com todo seu fantstico e ngulos de elegante
suavizados por crepsculo. As luzes ardidas ricamente contra muitas janelas
para contar. As rvores e arbustos ornamentais ela no podia nomear
estava em selvagem floresce, perfumando o ar muito delicadamente, ento
completamente, voc podia quase esquecer voc estava na cidade.
Ento novamente, s vezes ela pensou sobre este espao estranho e
perfeito atrs de paredes de pedra e ferro Gates como seu prprio pas. Ela
acabou de acontecer viver nisto.
Ela veio para amar a casa. At um ano antes dela no ter acreditado nto
possvel. Ela admirou isto, certamente. Sido ambas intimidada e fascinada
por sua beleza empinada, sua coutada surpreendente de quartos e
tesouros. Mas o amor a pegou, e a segurou. Da mesma maneira que o amor
para o homem que possuiu a pegou. Segurou ela.
Sabendo que ele no era dentro de a tentava revira volta e ir embora
novamente. Ela podia gastar a noite em Central.
Porque a idia deprimida ela, porque ele lembrou a ela do que ela poderia
ter feito antes de sua vida abrir para Roarke, ela puxou para uma parada na
frente da casa.
Ela subiu os passos de pedra velha, abriu a porta da frente principal, e sada
do crepsculo na luz fascinadora do foyer de entrada.
E Summerset, um corvo fraco em seu negro habitual, espera permanecida.
Seu rosto pedregoso combinou sua voz pedregosa.
"Tenente. Voc deixou as premissas no meio da noite e falhou em me
informar de seu horrio ou seu retorno esperado."
"Nossa, Papai, eu sou ?"
Porque o irritaria, majordomo do e Roarke irritante era um de vitalcio 
prazeres garantidos, ela desnudou-se fora de sua jaqueta e lanou isto no
polido newel da escadaria principal.
Porque a irritaria, policial do e Roarke irritante era um de prazeres do
Summerset, ele ergueu a jaqueta de couro cicatrizado com dois dedos
magros. "Informando-me de suas vindas e idas  uma cortesia bsica, que
naturalmente voc  incapaz de compreenso."
"Gelo. Ns entendemos um ao outro. De qualquer maneira, eu estava fora
separar na noite toda. Sabe, enquanto o gato est fora." Ela quis perguntar,
e no podia trazer se para perguntar, se ele soubesse quando Roarke era
esperado de volta.
Ele saberia, ela pensou como ela comeou de cima. Ele soube toda fucking
coisa. Ela podia chamar Roarke se, mas isso faria ela sentir quase to
estpido. Ela no conversou com ele vinte e quatro horas atrs? Ele no
disse que ele esperou embrulhar coisas e casa estar em outro par de dias?
Ela caminhou no quarto, pensou sobre um chuveiro, pensou sobre uma
refeio. E decidiu que ela no era disposta a qualquer um. Melhor subir
para seu escritrio, corra algumas probabilidades, leia por suas notas de
caso. Ela removeu seu equipamento de arma, rolados seus ombros. E
percebeu trabalho no era a resposta qualquer um.
O que ela precisou estava alguns pensando tempo.
Era uma coisa rara para ela subir para o jardim de telhado. Ela no gostou
de alturas. Mas apesar do espreguiar espao da casa, sendo dentro de fez
ela sentir fechada. E talvez o ar passaria sem tocar sua cabea.
Ela abriu a cpula ento luz estrelar borrifada abaixo nas rvores ans, as
luxuriantes floresce que lanceou e derramou fora de panelas. Um manancial
gorgolejado em um charco onde o peixe extico relampejou gosta de jias
molhadas.
Ela tomou seu tempo que caminha para a parede, esculpidas com fadas
aladas, isso circulou esta seo do telhado.
Eles entretiveram em cima aqui alguns tempos, ela lembrou. Para um
homem em posio do Roarke, entreter era um trabalho. Entretanto, por
razes que a escaparam, era algo que ele realmente apreciou.
Ela no podia recordar j surgindo aqui s antes de, ou no que diz respeito
a esse assunto, j apresentando Roarke justo. E ela perguntou-se que o
inferno tendeu as massas de flores e plantas, alimentou o peixe, manteve
os azulejos cintilando, certificou-se as cadeiras e mesas e estaturias eram
limpo.
Era raro para ver qualquer tipo de empregado, humano ou droid, na casa
diferente de Summerset. Entretanto, ela aprendeu aquelas pessoas que
seguraram grande riqueza, grande poder, podia facilmente exrcitos de
comando mudo e quase invisvel para lidar com os detalhes aborrecidos de
vida.
Apesar daquela riqueza e aquele poder, Roarke pessoalmente foi para lidar
com os detalhes finais da morte do amigo.
E ela gastou sua manipulao de dias os detalhes das mortes de estranhos.
Ela deixa ela se importar claro, ento encheu isto com Bryna Bankhead.
Jovem, vido, romntico. Organizou. Ela se cercou com coisas atraentes
exibida em uma maneira atraente. Seu armrio tinha estado cheio de
roupas elegantes, com tudo pendurado nitidamente.
Ambos o vestido e os sapatos ela passou lentamente sua data fatal tinha
sido nova, com o eficazmente de dbitos listados em seu livro de tronco. Ela
conseguiu uma manicura e teve um facial tambm, colocou bonitos brincos
compraram a tarde de sua data.
Uma muito mulher, Vspera meditada. Um que leia e apreciou poesia.
Que significou o assassino caou o jovem, o romntico, o particularmente
fmea.
Ela teve duas garrafas de vinho em sua cozinha, uma branca, uma
vermelha. E nem abordando a etiqueta ou alcance de preo da garrafa na
mesa. Ele trouxe isto com ele, em sua bolsa de couro preto, junto com o
illegals, as ptalas de rosas, as velas?
Ela manteve preservativos em seu goodie gaveta, mas o assassino no
usou um. Bryna tinha sido muito alta em illegals para insistir em tais
defesas, que significaram o assassino no tinha estado preocupado sobre
proteo, ou deixando evidncia de DNA.
Porque, teve que ela viveu, ela no poderia o identificar por descrio. Mais,
Pensamento de vspera, ela no teria estado certa o que aconteceu. Eles
tiveram bebidas em pblico, onde, de acordo com a Vspera de servidor
entrevistou aquela noite, ela tinha sido muito confortvel com sua data.
Mo-propriedade, beijos, riso quieto, longo, soulful olha. O servidor, de
acordo com sua declarao, assumiu que eles eram amantes.
As mquinas fotogrficas de segurana s no seguiriam aquele tema mas
adiciona a isto. Ela s no o deixaria em seu apartamento, ela o puxou do
lado de dentro.
Isso tinha sido inteligente dele, Pensamento de vspera agora. Esperando,
deixando ela fazer o movimento. Para o registro.
Se ela vivesse, ele cairia fora limpo.
Ela perguntou-se agora se ele fizesse isto antes.
No, no. Ela comeou a compassar ao longo da parede. Se ele tivesse por
que ele cometeria o engano de a exceder? Pareceu como uma primeira vez.
Mas ela correu uma probabilidade nisto.
Se existiam outro que era outro canal para explorar, outra rota para
acompanhamento ele. A o parar.
Retirando-se seu livro de memorando, ela ligou palavras chave.
Quartos de Chat
Poesia
Raro, caro illegals
Peruca, encarecimentos cosmticos
Rosas rosas
Pinot Noir '49
Sexual anticonvencional
Habilidades de Tech
Conhecimento de qumica
Depois de esquadrinhar suas prprias palavras, ela dobrou o livro de volta
em seu bolso. Talvez ela teria aquele chuveiro, aquela comida, e trabalhe
afinal.
E girando, ela viu Roarke.
No importou que eles tm sido juntos mais que um ano. Aconteceu para
sua que ela iria, muito provvel, tenha este pulo de corao, este
deslumbrando pressa, toda vez ela o viu para o resto de sua vida.
Eventualmente, poderia parar de a envergonhar.
Ele pareceu com algo adaptada de fantasia. A longa, rangy corpo vestido
em preto, teria olhado da mesma maneira que natural em capa de um
ondular ou manchou armadura.
Seu rosto, emoldurado por aquele silky varre de cabelo preto, teria vestido
de ou poeta ou guerreiro com seus ossos e boca cinzelados sensuais cheios.
Seus olhos, aqueles selvagens e maravilhosos azuis, ainda tiveram o poder
para debilitar seus joelhos.
No, ela percebeu, nunca pararia de a envergonhar.
Nunca pararia emocionante ela.
"Voc volta cedo."
"Um pouco. Oi, Tenente."
No som de sua voz, aqueles sutis e ricos pulam da Irlanda, tudo dentro de
seu cado. Ento ele sorriu, apenas do faintest curva de seu lips, e ela
tomou um passo em direo a ele. Pela segunda ela estava correndo.
Ele a pegou a meio caminho, erguidos seus imediatamente seus ps at
como sua boca achou sua.
Existia calor, um flash rpido, e calor em baixo disto, um espalhar, povoou
calor que passado para o marrow.
Casa, ele pensou como o gosto de seu coberto acima do pesar e fadiga dos
ltimos dias. Casa afinal.
"Voc falhou em me informar de seu horrio," ela disse em um
razoavelmente preciso imita de Summerset. "Agora eu acho que eu tenha
que cancelar a data quente que eu alinhar-me com o colo-danando
gmeos."
"Ah, Lars e Sven. Eu ouvi que eles sejam muito inventivos." Ele descansou
sua bochecha contra sua como ele a deixa em seus ps novamente. "O que
voc est amarrando aqui?"
"Eu exatamente no sei. No podia povoar, ar procurado." Ela aliviou de
volta para estudar seu rosto. "Voc certo?"
"Sim."
Mas ela angulada sua cabea, tomou seu rosto em suas mos. "Voc 
certo?" Ela repetiu.
"Era difcil. Mais que eu esperei que ele ser. Eu pensei que eu coloquei no
lugar isto."
"Ele era seu amigo. Qualquer outro, ele era seu amigo."
"Um que morri assim eu no fiz. Eu solucionei isto." Ele deitou sua
sobrancelha em sua. "Ou pensou que eu tive. Este desperta Brian
procurado, o ajuntamento de tantos de meus passados, ento vendo onde o
Mick tinha sido posto no cho... era difcil."
"Eu devia ter ido com voc."
Ele sorriu um pouco. "Alguns dos compadecidos poderiam ter estados um
pouco intranqilos com um policial no meio. At meu policial. Ainda, eu
tenho uma mensagem de Brian para voc. Como ele permaneceu atrs de
seu bar no Porco de Centavo que ele perguntou que eu digo a voc quando
voc veio para seus sentidos e derramou voc mesmo de gente como mim,
ele estar esperando por voc."
" sempre bom para ter auxlio. Voc janta?"
"No ainda, no."
"Por que ns no tentamos um pouco reverso de papel? Eu farei que voc
come, se mova furtivamente um soother em sua comida, ento dobra voc
na cama."
"Voc tem sombras debaixo de seus olhos, ento parece mim voc  a em
falta de comida e cama. Summerset disse que voc estava fora na noite
toda."
"Summerset  um grande, linguarudo gordo. Eu peguei um caso ontem 
noite."
Ele emplumado seus dedos longo por seu cabelo, deixando todas aquelas
sombras de marrons e blonde derramamento por. "Queira dizer a mim
sobre isto?"
Ela podia ter dito no, e ele teria lisonjeado isto fora sua. "Mais tarde." Ela
aliviou de volta em seus braos, esperou.
"Eu faltei voc, Vspera. A propriedade faltada voc gosta disto. Faltou o
cheiro de voc, o gosto."
"Voc podia compor para isto." Ela girou sua cabea de forma que seu lips
lido rapidamente acima de sua mandbula.
"Eu pretendo."
"Intenes so fceis." Agora ela usou seus dentes. "Eu prefiro ao. Aqui
mesmo, agora mesmo."
Ele deixa suas costas ele em direo a um longo, acolchoado chaise. "Que
tal Lars e Sven?"
"Eu cuidarei deles mais tarde."
Ele grinned, girado seu ao redor assim ela bate o chaise primeiro. "Eu penso
que voc vai ser muito muito cansado para uma dana de colo."
"Eu no sei. Eu estou me parecendo bonito enrgico." Ela trocou o embalar
entre suas coxas. E suas sobrancelhas aladas em cima. "Eh, voc,
tambm."
"Eu pareo ter pego meu segundo vento," Ele abriu o primeiro boto em sua
camisa, pausou. "Isto no  minha camisa?"
Ela estremeceu antes dela poder se parar. "Ento?"
"Ento." Tocou, divertiu, ele despachou o resto dos botes. "Eu tenho medo
que eu terei que ter isto de volta."
"Sim, como voc j no tem mais ou menos quinhentos ..." Ela diminuiu
quando seus dedos localizados acima de seus peitos. "Certos, se voc
quiser ser aquele modo sobre isto."
"Eu fao." Ele tocou em seu lips para sua.
Ele afundou nela, colocar em camadas por camada. O gosto de sua boca,
sua pele, e a textura de ambos, despertou, acalmou, seduziu. A forma sua -
- as pernas longas, o torso estreito, os peitos pequenos, firmes -- era um
encanto interminvel.
Ela arrastou nas camisas, o que ele vestiu, a que ela obteve emprestado, e
carne encontrou carne. Ela arqueou; Ele escavou.
O ar da noite esfriou ao redor eles, mas sangue aquecido. Ela suspirou
como suas bocas encontradas novamente, como lips separado, como
lnguas alisaram em um beijo molhado longo que deslizado de gentil at
urgente.
E seu suspiro era um gemido como sua boca comeou a mover restlessly
abaixo seu corpo.
Mais. Todo. Tudo, ele pensou. Ento parado de pensar.
Sua garganta, seus ombros, as linhas e curvas delas. Ele alimentou neles,
ento hungrily em seus peitos at que pareceu que ele alimentou em seu
corao tambm.
Estremecendo, ela curvou para ele, oferecendo mais enquanto suas mos
listradas acima dele tomar.
Ele fez ela querer mais que ela soube que existia ter. Era sempre o mesmo.
E quando sua boca, suas mos stroked abaixo ela, ela agarrou o lado do
chaise e montou a tempestade feroz de prazer.
Ela viu as estrelas wheeling na despesa de cu, sentido outros explodem
dentro de seu corpo. Ela foi mancou, ela foi lquida, e movido contra ele
agora em um ritmo lento, sinuoso.
Urgncia suavizada em direo a ternura. Uma carcia, um sussurro, um
turno gentil, corpo para corpo.
Seus dedos stroked por seu cabelo. Seu lips achou a curva de sua garganta,
aninhando contra a pulsao aquela batida para ela. Quando ele deslizou
dentro dela, ela abriu seus olhos para achar ele assistindo ela.
Ningum, ela pensou como a respirao tremida por seu lips, ningum j
olhou para ela  medida que ele fez. De um modo que disse a ela que ela
era o centro.
Ela rosa para ele, caiu longe, rosa novamente em uma dana que era
ambas paciente e pura. O ritmo ficou lento, silky e lento que seu lips
encontrou novamente.
Ela ouviu, sentiu ele dizer seu nome. "Vspera."
Ela embrulhou seus braos ao redor ele, segurou ele fechar, como eles
deslizaram para casa junto.
-=O=-***-=O=-
Ele revelou batas de em algum lugar. A vspera s vezes perguntou-se se
ele tivesse um pouco de fbrica de silkworms enterrado na casa como ele
nunca pareceu ficar sem batas de seda. Estes eram pretos e s pesados
suficiente para manter um corpo confortvel em uma noite de fonte morna
enquanto jantando ao ar livre.
Ela decidiu era duro de bater comendo bife raro, de vacas reais, bebendo
um cheio-vinho tinto encorpado em um candlelit mesa no jardim de
telhado. E tudo isso depois de sexo estupendo.
" um negcio satisfatrio," ela disse entre mordidas.
"O que  "There's always Summerset."
"Tendo voc de volta. Nenhuma diverso tendo um jantar de fantasia
sozinha."
"Existe sempre Summerset."
"Agora voc vai deteriorar meu apetite."
Ele assistiu seu arado pelo bife. "Eu no penso. Voc no comeu hoje?"
"Eu tive uma rosquinha, e no comece. Que Pinot Noir quarenta e nove 
corrido?"
"Que etiqueta?" Ele replicou da mesma maneira que casualmente que ela
perguntou.
"Ahh, cague." Ela fechou seus olhos at que ela teve a imagem do reprimir
sua cabea. "Maison de Lac."
"Escolha excelente. Mais ou menos quinhentas uma garrafa. Eu teria que
verificar estar certo, mas isto  fechar."
"Um seu?"
"Sim. Por que?"
" uma das armas de assassinato. Voc possui o edifcio de apartamentos
em Dcima Rua?"
"Qual o edifcio de apartamentos em Dcima Rua?"
Ela silvou, rifled por seus arquivos mentais, e deram a ele o endereo.
"Eu no acredito em que eu faa." Ele sorriu facilmente. "Agora como eu
faltei aquele?"
"Muito engraado. Bem,  bom para saber que eu posso pegar um
assassinato em algum lugar na cidade que voc no possui."
"Como uma cinco e cem-garrafa de dlar de muito  vinho bom usou como
uma arma de assassinato? Veneno?"
"De um modo." Ela debateu mais ou menos cinco segundos, ento disseram
a ele.
"Ele a corteja por e-mail," Roarke disse. "Romanceie ela com poesia, ento
desliza dois do mais desprezvel illegals sempre inventado em seu bebida."
"Bebidas," Vspera corrigida. "Ele estava a manipulando pela noite."
"E fixe a fase -- romanceie, seduo -- e a use. Use ela," ele suavemente
disse. "O tempo todo dizendo a ele mesmo, eu pensaria, que ela estava
apreciando isto. Que ele no era estupro, mas novamente, seduo,
romanceie. No violento, ertico, e mutuamente satisfazendo."
A vspera anotar seu garfo. "Por que voc diz isto?"
"Voc disse que ele era disfarado. Uma vez que ele estava em seu
apartamento, e ela j estava debaixo da influncia, ele podia ter feito o que
ele quis com ela. Se ele quisesse a machucar, se violncia era parte de sua
ligar-, ele podia ter feito muito. Mas ele adicionou luz de vela, msica,
flores. E deu sua uma droga projetada para fazer seu agressivo e
necessitado sexualmente. A iluso que ela no estava s disposta, mas
apaixonada. Ele precisou que para seu ego, ser capaz de fisicamente
apresentar? Ou ambos?"
"Isto  bom. Isto  bom," ela disse novamente com um aceno com a
cabea. "Eu no tenho pensado suficiente gosto de um sujeito. O disfarce 
parte da seduo, tambm. As roupas caras, o cabelo e maquilagem. Ele
quis parecer com ..."
Ela parou, olhado fixamente para o espcime excepcional em frente a ela.
"Oh cague, ele quis parecer com voc."
"Com licena?"
"No voc voc -- ele foi para realmente longo, cabelo ondulado e olhos
verdes. Mas voc como um tipo. A fantasia perfeita."
"Bem, voc me envergonhar."
"Chance de FAT. O que eu estou dizer  o olhar estava parte de sua
fantasia, tambm. Ele quer ser o grande amante, a imagem irresistvel.
Como ele olha e o que ele , ou finge ser. Rico, viajou, bem lido, sofisticado
ainda desesperadamente romntico no caroo. Existe um certo tipo de
mulher que  objetivo principal para aquele tipo."
"Mas no voc, Tenente," ele disse com um sorriso.
"Eu acabei de casar voc para o sexo." Ela levantou seu garfo novamente.
"E os servios regulares de carne vermelha. Que me traz para um pouco
sidebar aqui. Louise Dimatto vive no mesmo edifcio de apartamentos."
"No ?"
"E ela era insistir na calada quando Bankhead bater o pavimento."
Ele topped fora de seus culos. "Eu sinto muito ouvir isto."
"Eu balancei pela clnica hoje para trazer seu em dia. Lote de mudanas ao
redor l."
"Hmm."
"Sim, hmmm. Por que voc no disse a mim que voc deu a clnica trs
milhes de dlares?"
Ele ergueu seu vidro, sipped. "Eu fao bastante vrias doaes caridosas
que eu no digo a voc." Ele ofereceu um sorriso. "Voc gostaria de ser
copiado nos dados nos futuros?"
"No fique esperto comigo, s. Eu gostaria de saber por que voc foi ao
redor mim e deu suas cinco vezes a quantia concordada. Eu gostaria de
saber por que voc no disse a mim sobre este abrigo que voc a pediu
para dar tempo."
"Eu gostei do trabalho que ela estava fazendo."
"Roarke." Ela deitou ela dar seu. Firmemente. "Voc comeou este abrigo
para mim. Voc pensou que eu estaria chateado, ou urinado fora de ou e se
voc disse a mim sobre isto?"
"Eu implementei planos para o abrigo vrios meses atrs. Para voc," ele
disse e girou seu dar sua de forma que seus dedos ligados. "Por eu mesmo.
Ns em nenhuma parte para ir tido, no , Vspera? E se eu tivesse, eu no
teria ido. Muito duro, muito bravo. At sangrando das orelhas da ltima
batida, eu no teria ido. Mas outros vontade."
Ele ergueu seu juntou-se mos, estudando o modo que eles ajustam. O
modo que eles seguraram. "Ainda, eu estou prximo a certo que eu no
teria pensado fazer esta coisa se no tivesse sido para voc."
"Mas voc no disse a mim."
"O completamente terminado de abrigo," ele comeou. "Est aberto, e eles
assistiram o que eles esto chamando convidados. Mas existem ainda
detalha ser completado, alguns programas que so ainda estar
completamente implementado. Devia ser -- " Ele cessou bruscamente.
"No, eu no disse a voc. Eu no sei se eu com inteno de ou no porque
eu no podia estar certo se iria por favor voc ou aflige voc."
"O nome me agrada."
"Bom."
"E quais me aflige, entretanto isto  um wimpy palavra,  que voc no
disse a mim sobre algo que voc est fazendo isto me faz realmente
orgulhoso de voc. Eu no teria ido para um daqueles lugares qualquer
um," ela continuou quando ele s olhou para ela. "Porque ele me teve to
assustados deles, porque ele fez eles soarem como grande, covas escuras e
eu era como com medo da escurido como eu era dele. Ento eu no teria
ido. Mas outros vontade."
Ele ergueu sua mo para seu lips. "Sim."
"Agora olhe para voc, Menino ruim do Dublin. Pilar da comunidade,
filantropo, uma conscincia social principal da cidade."
"Voc no comea."
"Sujeito duro com um corao grande, gosmento."
"No faa-me machucar voc, Vspera."
"Oua isto?" Ela armou sua cabea. "Isto  o som de meus joelhos
batendo." Ela se sentou de volta, satisfeita a tristeza ela viu prolongado em
seu rosto quando ele iria primeiro volta para casa para era ido. Ela estava
realmente comeando a pregar esta coisa de esposa.
"Certo, agora que eu deixei voc fuck mim e me alimentei, assim
satisfazendo todos os apetites imediatos, eu tenho trabalhar."
"Eu imploro seu perdo, mas eu pareo recordar algum dobra promissor
mim na cama.''
"Isso ter que esperar, s. Eu quero correr algumas probabilidades, e vejam
se eu posso conseguir uma linha no guarda-chuva considerar este sujeito
usa. Negcio francs. Senhora de La Belle."
"Keats."
"O que  isto?"
"No o que, seu plebeu, que. John Keats. Poeta clssico, dcimo nono
sculo. O poema  'Senhora de La Belle Sans Merci.' A mulher bonita sem
clemncia."
"Como vem para que voc sabe tudo isso material?"
"Surpreendente, no ?" Ele riu como ele a puxou para seus ps. "Eu
conseguirei voc o poema, ento ns podemos chegar a trabalhar."
"Eu no preciso -- "
Ele a fecha em cima com um beijo rpido, duro. "Que tal este? Vamos fingir
voc discutiu sobre no precisar ou civil ausente ajuda ou interferncia,
ento eu assinalei todas as vantagens muito s e razoveis de mesmas. Ns
disputamos sobre ele por vinte minutos, ento admitindo que eu posso
achar dados mais depressa que voc, e duas cabeas so melhores que
uma, e assim por diante e assim por diante, ns precisamos trabalhar. Isso
salvar algum tempo."
Ela silvou fora uma respirao. "Certa, mas se eu pegar voc parecendo
satisfeito consigo mesmo, eu estou chutando seu asno."
"Bem, isso fica sem dizer."
CAPTULO CINCO
Eles no tiveram seu rosto. Sempre que medo tentado rastejar debaixo de
sua pele como formigas quentes, ele repetiu aquele nico e a maioria de
fato essencial.
Eles no tiveram seu rosto, ento eles no podiam o achar.
Ele podia caminhar para as ruas, monte em um txi, coma em um
restaurante, cruze os clubes. Ningum o questionaria ou dedos de ponto ou
correria para achar um policial.
Ele matou, e ele era seguro.
Em sua sensao mais bsica, sua vida no mudou. E ainda, ele tinha
medo.
Tinha sido um acidente, claro. Nada alm de um erro de clculo desgraado
causado por um perfeitamente excesso compreensvel de entusiasmo.
Realmente, se olhou se para o retrato global, tinha sido tanta a culpa da
mulher como seu.
Mais, realmente.
Quando ele disse tanto, novamente, enquanto roendo viciously em seu
unha do polegar, seu companheiro suspirou.
"Kevin, se voc deve compassar e repetir voc mesmo fazer isto em outro
lugar.  muito aborrecedor."
Kevin Morano, um alto, homem de ornamento jovem de vinte e dois,
deitou-se no cho ele mesmo, drummed seus dedos bem cuidada no brao
de couro manteigoso de um wingback cadeira. Seu rosto era desforrado,
seus olhos uns quietos, comuns azuis, seu cabelo um mdio marrom de
comprimento mdio.
Seus olhares estavam agradveis se ordinria, arruinada s por sua
propenso para amuar na sugesto mais leve de crtica.
Ele fez muito agora como ele assistiu seu amigo, seu mais velho e a maioria
de companheiro constante. Daquele quarto, pelo menos, ele sentiu que ele
mereceu alguma condolncia e suporte.
"Eu penso que eu tenho um pouco de causa para estar preocupado." Existia
petulncia em sua voz, um lamento para condolncia. "Isso tudo foi para
inferno, Lucias."
"Tolice." A palavra era mais comando que comentrio. Lucias Dunwood
estava acostumado a Kevin dominante. Era, em sua opinio, o nico modo
que eles conseguiram qualquer coisa feitos.
Ele continuou a trabalhar em seus clculos e medidas no laboratrio
expansivo ele projetou e equipou adaptar ambas suas necessidades e seu
querer. Como sempre, ele trabalhou com confiana.
Como uma criana ele foi considerado um prodgio, um bonito menino com
cachos vermelhos e olhos cintilantes com um talento atordoante para math
e cincia.
Ele foi amimalhado, deteriorou, educou, e louvado.
O monstro dentro da criana tinha sido muito astuto, e muito paciente.
Como Kevin, ele foi levantado em riqueza e em privilgio. Eles cresceram
quase gostam de irmos. Em uma sensao muito real, como eles tm sido
criados em quase o mesmo modo, para quase o mesmo propsito, eles
consideraram eles mesmos at mais que irmos.

Desde o incio, at como crianas, eles reconheceram um ao outro.
Reconheceu o que esconderam em baixo daqueles corpos pequenos,
suaves.
Eles freqentaram as mesmas escolas. Competiu academicamente,
socialmente, ao longo de suas vidas. Eles alimentaram um ao outro, e
achados em um ao outro o nico que entendeu que eles estavam alm das
regras comuns e ordinrias que governaram sociedade.
A me do Kevin teve birthed ele, ento virou ele para pagar ofertas de
forma que ela podia procurar suas prprias ambies. A me do Lucias
manteve ele fechar, e achado nele seu s ambiciona.
E ambos tinham sido sufocados com excessos, favorecido em todo capricho,
dirigido superar, e ensinou no para esperar nada menos que tudo.
Agora eles eram homens, Lucias gostava de dizer, e podia fazer como eles
agradaram.
Nem trabalhou para viver, nem precisou para. Eles acharam a idia de
contribuir para uma sociedade eles disdained cmico. Na casa de cidade
eles compraram junto, eles tm criado seu prprio mundo, suas prprias
regras.
A regra primria nunca era, nunca para ser chateada.
Lucias girou para um monitor, esquadrinhando os vrios componentes e
equaes que apressada acima da tela. Sim, ele pensou, sim. Isso era
correto. Isso era perfeito. E satisfeito, ele passeou acima do bar, um cintilar
antigo do 1940s, e misturado um bebida.
"Usque e refrigerante," ele disse. "Isso instalar voc direito."
Kevin s acenou uma mo, suspirou fortemente.
"No seja tedioso, Kev."
"Oh me perdoe. Eu sou s um pouco fora de tipos porque eu matei
algum."
Rindo, Lucias levou o highball culos atravs do quarto. "No importa. Se
ele fez, eu estaria muito bravo com voc. Afinal, eu era muito claro na
dosagem, e a escolha. Voc era no se misturar as duas solues, Kevin."
"Eu sei isto." Irritvel, Kevin tomou o vidro, carranca nisto. "Eu fui levado
para longe com a coisa inteira. Eu nunca tive uma mulher muito
completamente debaixo de meu feitio. Eu no soube que podia ser aquele
modo."
"Que o ponto era do jogo, no era?" Sorridente, Lucias ergueu seu vidro em
brinde, bebeu. "As mulheres nunca tm sido o que ns quisemos que eles
fossem para ns. Cristo, olhe para nossas mes. Meu  invertebrado e seu 
descorado."
"Pelo menos seu mostra a um interesse em voc."
"Voc no sabe o quo sortudo voc ." Lucias gesticulou com seu vidro. "A
cadela rondaria meu pescoo gostar de um pendente se eu no mantivesse
afastado ela. O papai de maravilha pequena velha querida gasta a maioria
de seu intervalo de cidade."
Lucias esticou suas pernas. "Em todo caso, atrs para o ponto. Mulheres. Se
eles estivessem interessados em qualquer um de ns, eles eram dinheiro de
intelectuais normalmente enfadonhos ou desmiolado-grubbers. Ns
merecemos melhor, Kevin. Ns merecemos exatamente as mulheres que
ns queremos, tantos como ns queremos, e em justamente o modo que
ns queremos eles."
"Ns fazemos. Claro que ns fazemos. Mas Deus, Lucias, quando eu percebi
que ela estava morta -- "
"Sim, sim." Lucias se sentou na cadeira de comparao, se debruou
adiante avidamente. "Diga a mim novamente."
"Ela era to sensual. Bonita, extica, confiante. O tipo de mulher eu sempre
quis. E ela no podia a manter tire as mos me. Eu podia ter a tido no txi,
no elevador. Eu marquei um inferno de muitos pontos at antes de ns
estar em seu apartamento."
"Ns registraremos eles em cima brevemente." Lucias deu uma onda
impaciente. "Continue."
"Eu tive que continuar diminuindo a a velocidade abaixo. Eu no quis que
ele fosse acima de muito depressa. Eu quis o romance disto, para ns dois.
Os passos lentos de seduo. E claro ..," As primeiras sugestes de diverso
cruzaram seu rosto. "Para continuar a prateleira em cima tantos pontos
como possvel durante o perodo de tempo distribudo."
"Naturalmente," Lucias concordou, e brindado.
"Estava trabalhando. Ela deixa-me fazer qualquer eu procurado. Ela
apreciou isto."
"Sim. Sim. Ento?"
"Eu disse que ela esperasse assim eu podia fixar a cena no quarto. Da
mesma maneira que eu planejei. Era perfeito. Era todos perfeito. A
iluminao, a msica, o odor do ar."
"E ela rendeu para voc."
"Sim." Kevin suspirou, deixando isto vir para inundao de volta. "Eu a levei
no quarto. Eu a despi, ento lentamente, enquanto ela tremeu para mim.
Ela choramingou para mim. Entretanto, ela ficou letrgica."
Lucias rattled o gelo em seu vidro. "Voc deu seu demais."
"Eu sei isto, mas eu quis mais, condena isto." Sua boca diminuda, sua voz
era afiada com temperamento. "No era suficiente para ela mentir l goste
de um droid. Eu quis seu quente, fora de controle. Eu mereci aquele afinal
eu fiz."
"Claro que voc fez. Ento voc deu seu o Coelho."
"Eu devia ter diludo isto. Eu sei. Mas eu fui cuidadoso, s algumas gotas
em sua lngua. Lucias ..." Ele molha seu lips. "Ela foi selvagem. Quente e
gritando. A mendicncia mim para a levar. Ela me implorou, Lucias. Ns em
dupla gostamos de animais. Romanceie para seduo para a primitivo. Eu
nunca senti assim. Quando eu vim para era como nascendo."
Ele estremeceu, sipped. "Quando era acima de eu deito l, gasto, movendo
com ela debaixo de mim. Eu a beijei, acariciado ela assim ela saberia que
ela me agradou. Ento eu olhei abaixo nela. Ela olhou fixamente em mim.
S olhado fixamente e olhou fixamente. Eu no entendi a princpio,
entretanto ... eu soube que ela estava morta."
"Voc nasceu," Lucias disse, "e ela morreu. As ltimas em experincias." Ele
sipped e considerado. "Pense sobre isto, Kevin. Ela morreu quase o mesmo
modo como ns ramos concebidos. De uma juno frentica induzida por
substncias qumicas. Uma uma experincia com resultados superiores. Se
ns dissermos assim ns mesmos."
"E ns fazemos," Kevin concordou com um risada.
"O outro um jogo. Um jogo bem tocado, para a primeira rodada. Agora 
minha virada."
"Sobre o que voc est conversando?" Kevin saltou para seus ps como
Lucias subiu. "Voc no pode ser srio. Voc no pode ir por com isto."
"Claro que eu posso. Por que voc devia ter toda a diverso?"
"Lucias, pelo amor de Deus -- "
"Era estpido de voc a lanar fora a janela. Se voc s a deixaria l, saiu,
teria levado mais tempo para eles a achar. Deduo em pontos para
estratgia pobre. Eu no cometerei aquele engano."
"O que voc quer dizer?" Kevin agarrou seu brao. "O que voc vai fazer?"
"Kev, ns estamos neste juntos. Planejamento e execuo. Quando ns
comeamos que ns consideramos isto um pouco de recreao, uma
espcie de interldio onde ns expandiramos nossas experincias sexuais.
E em um dlar um ponto, uma espcie de competio casual para nos
manter entretido."
"Ningum deveria ser machucado."
"E voc no ," Lucias assinalou. "Quem outro importa?  nosso jogo."
"Sim." Era unarguable lgica, e o acalmou novamente. "Isto  verdade."
"E agora, pense sobre isto." Lucias girado longe, expulsou seus braos. "De
um modo ele  o crculo mais fascinante. Nascimento para a morte. Voc
no v a ironia, a beleza disto? As muito drogas que foram usadas para
ajudar ns entrar em existncia so aqueles que voc costumava concluir
existncia de outra pessoa."
"Sim ..." Kevin podia sentir ele mesmo sendo puxado na excitao disto.
"Sim, mas -- "
"As estacas so mais altas, e tanto mais interessante." Lucias voltou e deu
brao do Kevin um varonil e congratulatrio apertou. "Kevin, voc  um
assassino."
Ele empalideceu, mas o cintilar de respeito em olhos do Lucias fez ele
querer se enfeitar. "Era um acidente."
"Voc  um assassino. Como eu posso ser menos?"
"Voc quer dizer para..." A excitao comeou a bola em sua barriga.
"Deliberadamente?"
"Olhe para mim. Diga a mim, e voc sabe que voc no possa mentir, no
mim, se sua morte em suas mos no era parte da excitao. No erade
fato, a maior parte disto?"
"I..." Kevin agarrou seu bebida, usque tragado. "Sim. Deus, sim."
"Voc me negaria a mesma experincia?" Ele drapejou ombros do brao ao
redor Kevin, levou ele ao elevador. "Afinal, Kev, eles so s mulheres."
-=O=-***-=O=-
Seu nome era Grace. Tal doura, nome antiquado. Ela trabalhou como uma
pgina na biblioteca da Cidade de Nova Iorque, entregando discos e livros
preciosos para protetores que povoaram no ler quartos para estudar ou
pesquisa ou simplesmente passar pelo tempo com literatura.
Ela amou poesia.
Ela tinha vinte e trs anos, uma bonita, delicado blonde com uma natureza
tmida e um corao generoso. E ela j era apaixonada pelo homem que
chamou ele mesmo Dorian e a galanteou no mundo seguro de cyber-
espao.
Ela disse ningum sobre ele. Fez isto mais especial, mais romntico que
ningum conheceu. Para seu primeiro encontro, ela comprou um novo
vestido com um longo, fluindo saia em pastis de mistura que fizeram ela
pensar sobre arcos-ris.
Quando ela deixou seu pequeno apartamento para montar o bairro
residencial de metr, ela se sentiu muito ousada, muito adulto. Imagine ter
bebidas no Starview Vadia com o homem que ela era seguro que ela
casaria.
Ela estava certo que ele seria bonito. Ele acabou de ter que ser. Ela
conheceu que ele era rico e articulava e um grande viajante, um homem
que amou livros e poesia que ela fez.
Eles eram companheiros de alma.
Ela era muito feliz para estar nervosa, muito certo do resultado da noite
para ter uma dvida nica.
Ela estaria morta antes de meia-noite.
-=O=-***-=O=-
Seu nome tinha sido Grace, e ela tinha sido seu primeiro. No s sua
primeira matana, mas sua primeira mulher. At Kevin no soube que ele
nunca podia completar o ato sexual. At hoje  noite.
Ele tinha sido um deus naquela cama estreito no pattico pequeno
apartamento. Um deus que fez a mulher em baixo de que ele clamar e
lamentar e implorar por mais. Ela murmurou seu amor para ele, concordou
todo para exigir. E seu vtreo, drogou olhos agarraram adoringly para seu
rosto no importa o que ele fez para ela.
Ele fica to surpreendido que ela tem sido um virgem que ele veio muito
depressa a primeira vez. Mas ela disse que tinha sido maravilhoso, ela disse
que ela tem esperado por ele toda sua vida. Ela se salvou para ele.
E seu muito desgosto com seu o despertado.
Quando ele tirou o ltimo frasco de sua bolsa, ele mostrou a isto para ela
de forma que o vidro e lquido refletido na luz de vela. Quando ele disse que
ela abrisse sua boca, ela muito, gostou de um pouco pssaro que espera
por uma lombriga.
Batendo ele mesmo nela, ele sentiu seu galope de corao. Ele sentiu isto
exploso. E ele conheceu que Kevin tinha sido certo. Era como nascendo.
Ele a estudou depois que ela foi consumida, quando seu corpo cresceu mais
frio no tangled folhas e ptalas de rosa. E soube uma coisa mais. Isto tinha
sido seu direito. Ela era toda menina que j ignorou suas necessidades, ou
se viraram quando ele era incapaz de apresentar. Todo mundo que j o
recusaria, negou ele, smirked nele.
Ela era, em essncia, nada.
Ele vestiu, escovadas nas mangas de sua jaqueta de terno, atirados seus
punhos de manga. Deixando as velas queimando, ele passeou fora. Ele no
podia esperar chegar em casa e dizer a Kevin.
-=O=-***-=O=-
A vspera pareceu fabulosa. O sexo e dorme, ela decidiu. Era duro de bater
a caixa combinada. Ento quando voc comeou o dia com um rpido nada,
uma xcara de monstro de caf real forte suficiente para quebrar tijolos,
voc estava na cidade gorda.
O modo que ela estava sentindo, ela figurou os sujeitos ruins tido melhores
tomarem um dia.
"Voc parece descansado, Tenente." Roarke apoiou-se no jamb da entrada
entre seus escritrios de casas.
"Pronto para balanar," ela disse, assistindo ele acima da beira de sua
xcara de caf. "Eu acho que voc tem muito pegador at fazer."
"Eu fiz um comeo satisfatrio nisto."
Ela bufou. "Sim, no ruim, mas eu estava pensando sobre o trabalho."
"Ah. Eu fiz um comeo naquele tambm." Ele cruzou acima de, enjaulada
ela entre seu corpo e a escrivaninha. Inclinada acima de, ele stroked o gato
que drapejou ele mesmo acima do 'vnculo gosta de um trapo.
"Voc est me aglomerando, camarada, e eu estou no relgio aqui."
"No por cinco minutos ainda."
Ela angulada sua cabea para olhar para sua unidade de pulso. "Voc 
certo. Cinco minutos." Ela deslizou seus braos ao redor sua cintura. "Ns
devamos ser capazes ..."da mesma maneira que ela pegou seu lbio de
parte inferior entre seus dentes, ela ouviu o abordar passos, o inconfundvel
clomp de policial cala. "Peabody est cedo."
"Vamos fingir ns no a ouvimos." Roarke mordiscou em sua boca. "Que
ns no podemos a ver." Localizou isto com sua lngua. "Que ns at no
sabemos seu nome."
"Isto  um plano de bem exceto -- " Quando ele puser esforo sincero no
beijo, ela era bonito certo que ela podia sentir seu corao derretendo.
"Abaixo menino," ela murmurou da mesma maneira que Peabody andou a
passos largos no quarto.
"Oh. Um. Ahem."
Roarke girou, Galahad Levantado para arranhar suas orelhas. "Oi,
Peabody."
"Oi. Bem-vinda casa. Talvez eu s entrarei a cozinha l e tem algum caf ...
e material."
Mas quando ela comeou por, Roarke alcanou, erguido seu queixo com um
dedo, e estudou seu rosto. Era plido, os olhos pesados e perseguidos por
sombras. "Voc parece cansado."
"Ache que eu no dormi muito bem." Ela muttered, "Necessidade que caf."
Ento ela se apressou longe.
"Vspera."
"No faa." Ela levantou um dedo em tom quieto do Roarke. "Eu no quero
conversar sobre que agora. Eu j no quero conversar sobre isto, mas eu
no especialmente quero conversar sobre isto agora. E se algum escutasse
para mim quando eu disse ela e McNab conseguindo tangled iria atarraxar
coisas em cima, ns no teramos que conversar sobre isto, no ?"
"Correto eu se eu estiver errado, mas eu penso que voc est conversando
sobre isto."
"Oh, feche. Tudo que eu sei  que ela vai chupar isto em e faz o trabalho, e
ento  ele." Ela deu a escrivaninha um mal-humorado pequeno pontap
antes de caminhar ao redor atrs disto. "Agora v embora."
"Voc est preocupado sobre ela."
"Condene isto, voc pensa que eu no posso ver ela  machucada? Que ele
no me chega a?"
"Eu sei que voc possa, e eu sei que fazer."
Ela abriu sua boca, ento ouvidos mais passos no corredor. "Deixe isto ir,"
ela muttered. "Peabody." Ela ergueu ela verbalizar. "Feeney est aqui. Luz
de caf e doce."
"Como voc saberia que era eu?" Feeney exigiu como ele veio do lado de
dentro.
"Voc embaralha."
"Inferno eu fao."
"Inferno voc no faz. Voc embaralha, Peabody clomps, McNab cabriola."
"Se eu vestisse alguns dos sapatos que ele faz, eu cabriolaria, tambm. Eh,
Roarke, no soube que voc voltava."
"Somente. Eu estarei trabalhando em casa para outra hora ou ento," ele
disse Vspera. "Ento eu estarei no midtown escritrios. O livro fica aqui,"
ele adicionou. "Voc  bem-vindo a competir com ele disco se voc precisar
disto."
"Que livro?" Feeney perguntou.
"Poesia. Parea nosso sujeito tomou seu nome de guarda-chuva de um
poema que um pouco de sujeito chamado Keats escreveu um par cem anos
atrs."
"Aposte isto at no rima. Voc toma Springsteen, McCartney, Lennon.
Aqueles meninos souberam como rimar. Clssico cague."
"No s no faa isto rima, mas  misterioso e deprimindo e principalmente
estpido."
"Com aquela anlise sagaz, eu deixarei voc para trabalhar." Levando o
gato, Roarke comeou em direo a seu escritrio. "Eu acredito em que eu
oua arrogncia do McNab."
Ele poderia ter estado vestindo doce-ma vermelho airboots, mas ele no
olhou qualquer mais esperto que Peabody. Fazendo seu melhor para ignorar
isto, Vspera sentada na extremidade de sua escrivaninha e atualizou eles.
"Isso explica por que ns no tivemos qualquer sorte no cyber-articulaes
qualquer um," McNab pe em. "No fez sentido que ningum viu este
dude."
"Ns podemos fazer um pouco de morphing probabilidades," Feeney
meditou. "A maioria de estruturas de rosto possvel, coloraes, msicos de
jazz. Mas basicamente ns estaremos trabalhando sem uns visuais ID."
"Eu corri algumas probabilidades eu mesmo.  mais provvel que ns
estamos procurando por um macho nico entre vinte e cinco e quarenta.
Parntese de renda superior, educao avanada, com um pouco de tipo de
deficincia orgnica ou perverso sexuais.  mais provvel que ele vive na
cidade. Feeney, onde ele conseguiria o alto-avaliado illegals?"
"Negociantes com Coelho suprem para uma clientela pequena, exclusiva.
No so que muitos deles. S uma na cidade eu sei de, mas eu posso
conferir com que Illegals veja se existe mais. Ningum negocia com
Prostituta que eu sei de. S no  custo efetivo."
"Mas uma vez foi usado em terapia de sexo, e para LC treinar?"
"Sim, mas a etiqueta de preo era muito alta, e a substncia muito
impossvel de predizer."
"Certo." Mas deu suas mais linhas para puxar. "Ns legamos de volta fora
do cyber-articulaes no momento. McNab, comece no morphings. Feeney,
veja o que voc pode descobrir de Illegals. Uma vez que eu martelo
Dickhead em identificar marcas da massa de vidraceiro e enhancers, a
peruca, ns teremos aquela trilha para seguir. Eu consegui uma etiqueta no
vinho. Minha fonte diz a mim existiam trs mil e cinqenta garrafas daquela
etiqueta e vindima vendeu neste municpio. Peabody e eu pararemos isto, e
ns veremos se ns podemos pregar abaixo as rosas rosas. O sujeito gasta
dinheiro -- vinho, flores, encarecimentos, illegals -- ento ele  deixado
uma trilha. Ns vamos achar isto. Peabody, voc  comigo."
-=O=-***-=O=-
Quando eles estavam no carro, Vspera tomou uma respirao longa. "Se
voc estiver tendo dificuldade dormindo, tome uma plula."
"Isto  algum conselho que vem de voc."
"Ento considere isto uma ordem."
"Sim, senhor."
"Isto est realmente me urinando fora de." A vspera esmurrou isto, rugido
em cima o passeio.
Queixo sobressado do Peabody fora at agora, Vspera ficava surpreendida
que no lanceou pelo pra-brisa. "Eu me desculpo se minhas dificuldades
pessoais so um aborrecimento para voc, Tenente."
"Se voc no pode fazer sarcasmo melhor que isto, desiste." Ela balanou
pelo Gates, ento slammed nos freios. "Voc quer tempo fora de?"
"No, senhor."
"No faa senhor me, Peabody, naquele tom ou eu chutarei seu asno aqui
mesmo e agora."
"Eu no sei o que estou errado comigo." Sua voz foi aguada. "Eu at no
gosto de McNab. Ele est incomodando e ele  um puxo e ele  estpido.
Ento e se o sexo era grande? E talvez ns tivemos alguns ri. Grande
negcio. No  como ns ramos srios ou qualquer coisa. No  como d a
ele o direito de dar a mim ultimatos ou faz comentrios insultantes e
desenha asshole concluses."
"Voc dormiu com Charles j?"
"O que?" Peabody realmente blushed. "No."
"Talvez voc devia. Talvez, eu no posso acreditar em que eu estou tendo
esta conversao, talvez se voc aliviasse alguma tenso naquela rea que
voc conseguiria seu direito de cabea povoada. Ou algo."
"Ns somos ... Charles e eu somos amigos."
"Sim. Voc  amigos com um muito alto-avaliado profissional sexual. Parea
mim ele estaria disposto a ajudar voc."
"No  o mesmo que me emprestar vinte at payday." Ento ela suspirou.
"Mas talvez eu devia pensar sobre isto."
"Pense rpido. Ns vamos o ver."
Peabody veio diretamente para cima fora da cadeira. "O que? Agora?"
"Oficialmente," Vspera disse e comeou o carro novamente. "Ele um perito
est em sexo, certo? Vamos ver o que o perito sabe sobre sexual illegals."
-=O=-***-=O=-
O perito sexual teve a manh. Ele respondeu a porta vestindo seda azuis
pajama partes inferior.
Como doce de homem foi, ele era uma farra calrica. A vspera pensou que
era fcil ver por que ele teve tantos clientes que pagam por um mordiscar.
"Tenente, Delia. Que viso atraente para acordar para."
"Desculpe para roust voc," Vspera disse a ele. "Conseguiu um minuto?"
"Para voc, Acar de Tenente, eu tenho horas." Ele andou de volta para
admitir eles. "Por que ns no temos caf da manh? Eu tenho crepes
providos no AutoChef."
"Cheque de chuva," Vspera disse na frente de Peabody poder at
movimentar a cabea. "Voc s ou voc tem um cliente dormindo voc fora
de?"
"Todo s." A sonolncia comeou a claro. "Isto  oficial?"
"Ns estamos em um caso, e eu penso que voc pode ser til em certos
aspectos disto."
"Era qualquer um que eu soube?"
"Bankhead, Bryna. Endereo do centro da cidade."
"A mulher que saltou fora de sua janela? Aquilo no  suicdio?"
"Homicdio," Vspera corrigida. "A mdia ter que esta manh."
"Por que voc no se senta? Eu farei caf."
"Peabody, por que voc no faz isto?" A vspera escolheu uma cadeira na
rea viva bem designado. Sexo, quando era feito direito, pago bem. "As
perguntas eu pergunto a voc, qualquer poro desta investigao eu posso
discutir com voc,  confidencial."
"Compreendido." Ele se sentou em frente a ela. "Eu tomo isto que eu no
sou um suspeito este tempo."
"Eu estou considerando voc um consultor de civil de perito." Ela tirou seu
registrador. "Oficialmente."
"Ento eu assumo sexo criou sua cabea feia."
"Consulte com Monroe, Charles, companheiro licenciado," Vspera
anunciada. "Iniciado por Dallas, Vspera de Tenente, e em sua autoridade
como primrio de casefile H-78926B. Tambm freqentando, Peabody,
Oficial Delia. Sr. Monroe, voc est disposto a consultar neste assunto?"
Ele conseguiu manter seu rosto quase sbrio. "Qualquer que eu posso fazer
para ajudar como um cidado preocupado."
"O que voc sabe sobre a substncia ilegal conhecida na rua como
Prostituta?"
Imediatamente sua expresso mudou. "Algum usou Prostituta naquela
mulher pobre?"
"A pergunta, Charles?"
"Cristo." Ele chegou a seus ps, estava compassando como Peabody voltou
com uma bandeja de caf. "Obrigado, mel." Ele tomou uma xcara, bebeu
devagar. "J era ilegal quando eu comecei a treinar," ele continuou. "Mas eu
ouvi bastante sobre isto. Eu tomei um seminrio em meus incio de dias.
Deviants sexual: Dos e Don 'ts. Aquele tipo de coisa? Illegals de qualquer
tipo era um grande no faz. Voc pode conseguir sua licena puxada. Claro,
isso no significa aquelas certas ... ajudas no so empregadas por um
pouco de LCs ou clientes. Mas no este aqui."
"Por que?"
"Primeiro, desde que ele estava uma vez acostumado a fazer estagirios
mais maleveis, ns diremos, tem um muito ruim rep em meus negcios. O
gambito de escravo de sexo  bom como um papel-tocando jogo, mas no
em realidade. Ns somos companheiros de profissional sexual, Dallas. Ns
no somos prostitutas ou bonecos."
"Voc nunca conhecido tem qualquer um que usou isto?"
"Algum do mais velho pros. Voc ouve histrias, e a maior parte deles
envolvem abuso de um tipo ou outro. Experimentao. Dose o estagirio de
LC com isto, ento estrondo longe. Como ns ramos goddamn cobaias,"
ele disse em desgosto.
"Ainda,  uma substncia de elitista. Alguns conhecedores voc sabe de?"
"No, mas eu posso verificar ao redor."
"Cuidadosamente," Vspera advertida. "Que tal Coelho?"
Ele ergueu um ombro, bastante elegantemente. "S amadores e pervertidos
usam Coelho, neles mesmos ou um companheiro. Em meu circula 
considerado ambos cafona e insultante."
"Perigoso?"
"Se voc for estpido ou descuidado, certamente. Voc no se mistura isto
com lcool ou qualquer outro estimulante. E voc no quer overdose. ODs
so extremamente raros porque o cagar custa mais que ouro lquido."
"Voc conhece negociantes que lidam com isto? Os clientes que usam isto?"
Ele olhou fixamente, ento parecido aflito. "Jesus, Dallas."
"Eu no usarei seu nome."
Ele agitou sua cabea, ento caminhada para a janela, ergueu a sombra de
isolamento. Luz lavada em.
"Charles,  realmente importante." Peabody aumentou para ele, tocado seu
brao. "Ns no perguntaramos se no fosse."
"Eu no fao illegals, Delia. Voc sabe isto."
"Eu sei."
"No  at mim julgar clientes que fazem. Eu sou centro moral de
ningum."
Vspera debruada acima de, desligou o registrador. "Fora do registro,
Charles. E minha palavra nenhuma carga ser trazida contra seu cliente
para illegals usa."
"Eu no estou dando a voc seu nome." Ele voltou. "Eu no estou violando
aquela confiana. Mas eu conversarei com seu eu mesmo. Eu conseguirei o
nome de seu negociante. E que eu darei a voc."
"Eu aprecio isto." Seu Communicator buzinou. "Eu vou tomar esta na
cozinha."
"Charles." Peabody esfregou seu brao quando Vspera deixou o quarto.
"Obrigado. Eu sei que ns ponhamos voc em uma posio sensvel."
"Posies sensveis so minha especialidade." Ele grinned. "Voc parece
cansado, Delia."
"Sim. Eu tenho ouvido isto."
"Por que eu no conserto voc jantar uma noite esta semana? Uma noite
boa, quieta. Eu verificarei meu livro."
"Isso seria grande."
Quando ele se debruou at escovar seu lips acima de sua, ela fechou seus
olhos, esperada pela excitao. E quis gritar quando no veio. Era, ela
pensou, como beijando seu irmo. Se alguns de seus irmos aconteceram
ser magnficos como pecado.
"O que estar aborrecendo voc, amado?"
"Grupo de material." Ela murmurou. "Grupo de material estpido. Eu sou
resolver isto."
"Se voc quiser conversar sobre isto, voc sabe que eu esteja aqui."
"Sim. Eu sei."
A vspera terminou da cozinha e encabeado diretamente para a porta.
"Deixe seja movimento, Peabody. Consiga-me um nome, Charles, logo
como voc pode."
"Dallas?" Com um olhar rpido, apologtico em Charles, Peabody correu
para pegar em cima. "O que  isto?"
"Ns temos um outro."
CAPTULO SEIS
Ele a deixou na cama, suas pernas obscenely estende, seus olhos
boquiabertos. Algumas das ptalas rosas presa para sua pele. Candlewax
derramou e endureceu em charcos frios acima dos possuidores sobre a
mesa, a pequena cmoda, o cho, e o tapete barato, colorido.
Era um apartamento de eficincia minscula que a mulher jovem chamado
Grace Lutz tentou fazer alegre e confortvel com frilled cortinas e
impresses baratas em armaes baratas.
Agora ele fedeu da morte, sexo passado, e velas cheirosas.
Existia uma garrafa de vinho, este tempo um cabernet. E este tempo quase
vazio. A msica veio de uma unidade auditiva barato ao lado do sof
conversvel que serviu como uma cama.
No existia nenhuma tela de humor, nenhuma tela de vdeo, e s um
vnculo nico. Mas existiam livros, cuidadosamente tendidos e fixaram
orgulhosamente na estante pintada junto uma parede. Existiam fotografias
de Grace com um homem e Vspera de mulher tomou ser seus pais. Existia
um abastecimento de vaso de vidro pequeno com boninas de fonte que
estavam derramando suas ptalas no topo de cmoda.
A cozinha era no mais do que um canto com um twoburner fogo, uma pia
parcimoniosa, e um mini-refrigerador. Dentro do refrigerador era um caixa
de papelo de substituto de ovo, um quarto de leite, e um jarro pequeno de
morango emperra.
No existia nenhuma garrafa de vinho mas o que a matou.
A graa no gastou dinheiro em coisas, Vspera meditada. Nem em moda
se o contedo de seu armrio era qualquer indicao. Mas, entretanto ela
trabalhou em uma biblioteca, ela gastou isto em livros.
E em que olhou estar um novo vestido, agora negligentemente heaped no
cho.
"Ele soube o que ele estava fazendo este tempo. No existe nenhum pnico
aqui. O que existe,  deliberao."
"Fisicamente eles so tipos muito diferentes," Peabody assinalou. "Este po
branco da menina, tipo de minsculo. As unhas so pequenas e limpas e
speras. Nada lisa ou chamativa sobre ela."
"Sim, economicamente eles so de parnteses diferentes. Socialmente,
tambm. Este aqui era uma permanncia-em-casa." Ela olhou para o
sangue secado nas folhas, as sujeiras dele nas coxas internas da vtima. "O
MIM vou confirmar que ela era um virgem." Ela curvou abaixo. "Ela pegou
contundindo, coxas, quadris, peitos. Ele era spero com este aqui. Verifique
a segurana, Peabody, veja o que ns precisamos trabalhar."
"Sim, senhor."
Por que ele machucou voc? A vspera perguntou-se como ela estudou o
corpo. Por que ele quis ?
Abaixada l ao lado dos mortos, ela se viu amontoado no canto. Quebrado,
contundiu, sangrento.
Porque eu posso.
Ela empurrou a imagem longe como ela chegou a seus ps. A dor podia ser
sexual, podia ser uma espcie de seduo. Mas no era romntico. Ainda
ele ainda fixaria a fase com ptalas de rosa e luz de vela, com vinho e
msica.
Por que esta fase pareceu ser um escrnio de romancear em lugar de um
cliched tentativa nisto? O vinho demais tinha sido bebido, e algum de
derramou na mesa e tapete. As velas tiveram permisso para espalhar em
goteiras e charcos sujos. A manga de seu novo vestido tinha sido rasgada.
Existia uma violncia aqui, um subjacente meanness que tinha sido ausente
do primeiro assassinato. Ele estava perdendo controle? Ele achou a
matana mais excitante que o sexo?
Peabody voltou em. "Segurana na entrada dianteira somente. Eu tenho o
disco de ontem  noite. Nenhum excntrico em corredores ou elevadores."
"Certo. Deixe seja conversa para o vizinho."
-=O=-***-=O=-
Notificando prximo de famlia nunca ficou mais fcil. Nunca ficou rotineiro.
A vspera permanecida com Peabody na praa pequena inclina do lado de
fora da praa pequena dplex. Existiam gernios vermelhos e brancos
organizada em uma linha de coro alegre em um ou outro lado da entrada e
um balangand de cortinas brancas emoldurando a janela dianteira.
Atrs deles, o bairro estava quieto como uma igreja com seu verdes-leafed
rvores e pequenos jardins e ruas estreitos, limpo.
Ela no entendeu os subrbios com sua ordem regimental e boxy jardas e
cercas inteis. Nem fez ela entender por que tantos consideraram uma casa
no 'burbs como uma espcie de mecca eles em algum dia alcanariam.
Em sua mente, todo mundo em algum dia alcanaria um caixo, tambm.
Ela tocou o sino e ouviu os trs carrilhes que ecoados do lado de dentro.
Quando a porta abriu e ela disse o que precisou ser dita, nada j seria o
mesmo nesta casa novamente.
A mulher que respondeu era bonita e blonde. Era a mulher da fotografia de
cmoda. Deve ser a me. A vspera viu a semelhana imediatamente.
"Sra. Lutz?"
"Sim." Entretanto ela sorriu, era uma ao de reflexo rpido, e seus olhos
estavam ambos perplexos e distrados. "Eu posso ajudar voc?"
"Eu sou Tenente Dallas." A vspera ofereceu a seu distintivo. "NYPSD. Isto
 meu ajudante, Oficial Peabody. Ns podemos entrar?"
"Sobre o que isto ?" A mulher ergueu uma mo para escovar em seu
cabelo, e o primeiros sinal de nervos mostrou no tremor de lnguido.
" sobre sua filha, Sra. Lutz.  sobre Grace. Ns podemos entrar?"
"Grace? Ela em alguma da dificuldade, no ?" O sorriso tentado espalhar,
mas s caiu longe de seu rosto. "Meu Gracie nunca est em dificuldade."
Ento ele teve que ser feito na entrada, com o guarda de flores brilhantes
do soldado. "Sra. Lutz, eu sinto muito dizer a voc que Grace est morto."
Seus olhos foram em branco. "Ela no ." Existia uma rachadura de
irritao em sua voz. "Claro que ela no . Que coisa terrvel para dizer. Eu
quero que voc v embora agora mesmo. Eu quero que voc v embora
daqui."
A vspera braceou uma mo na porta antes de aproximar-se de seu rosto.
"Sra. Lutz, Grace foi morto ontem  noite. Eu sou o investigador primrio, e
eu muito sinto muito para sua perda. Voc precisa vamos em agora."
"Meu Grace? Meu beb?"
A vspera no disse nada agora, mas deslizou um brao em torno da
cintura da mulher. A porta aberta na rea viva com um sof azul
rechonchudo e duas cadeiras robustas. A vspera a levou ao sof, sentada
ao lado dela.
"Existe algum que ns podemos pedir voc, Sra. Lutz? Seu marido?"
"George. George est na escola. Ele ensina no segundo grau. Graa." Ela
procurou cegamente como se sua filha poderia caminhar no quarto.
"Peabody, faa o telefonema."
"Voc cometeu um engano, no ?" Sra. Lutz agarrou mo da Vspera com
dedos congelados. "Isto  todo. Voc acabou de cometer um engano.
Trabalhos de graa na cidade, na biblioteca em Quinta Avenida. Eu s a
chamarei e todos ns nos sentiremos muito melhores."
"Sra. Lutz. No existe nenhum engano."
"L tem que ser. George e eu entramos na cidade s domingo e a levamos
para jantar. Ela era boa." A raiva e choque eram quebrarem abaixo to
lgrimas inundadas por eles. "Ela era boa."
"Eu sei. Eu sinto muito."
"O que aconteceu para meu beb? Existia um acidente?"
"No existia um acidente. A graa era assassinada."
"S no  possvel." Sua cabea agitou, como se suavemente arrastadas
lado a lado com cordas invisveis. "S no  possvel."
A vspera deixa ela lamentar. Ela soube que primeiro pozinho de pesar
aplainou tudo outro.
"Ele est a caminho," Peabody murmurou.
"Bom. Consiga ela alguma gua ou algo."
Ela se sentou ao lado do soluar mulher, esquadrinhando a rea viva.
Existiam livros aqui, exibidos como entesoura em prateleiras. Existia uma
ordem quieta para tudo, e a fora de slida de classe-mdia viva. Um
holograma emoldurado de Grace insistiu em uma mesa.
"O que aconteceu para meu beb?"
Vspera trocada, rosto quebrado do Sra. Lutz examinado. "Ontem  noite
Grace encontrou um homem que ela tem correspondido com por e-mail e
em quartos de conversa. Ns acreditamos em que este homem medicou seu
bebida ou bebidas durante a noite com uma substncia sabido ser usada em
estupros de data."
"Oh Deus." Sra. Lutz embrulhou seus braos ao redor sua barriga e
comeou a balanar. "Oh meu Deus."
"Evidncia indica que ele retornou para ela para seu apartamento,
continuado a dar seu illegals at que ela excedeu."
"Ela nunca tomaria illegals."
"Ns no acreditamos em que ela estava ciente, Sra. Lutz."
"Ele deu a eles para ela porque ele quis ..." Ela apertou seu lips junto em
uma linha branca apertada. Ento respirada fora, um som roto longo. "Ele a
estuprou."
"Ns suspeitamos isto  verdade. I..." A que distncia voc foi? A vspera
perguntou-se. Quanto voc podia ajudar? "Sra. Lutz, se ele for qualquer
conforto para voc, Grace no teria medo. Ela no teria estado em dor."
"Por que algum a machucaria? Que tipo de pessoa que para uma menina
de inocente jovem?"
"Eu no posso dizer a voc, mas eu posso dizer a voc que eu o acharei. Eu
preciso de voc para me ajudar."
Sra. Lutz deitou ela voltar. "O que eu posso fazer se ela for?"
"Ela teve alguns namorados?"
"Robbie. Robbie Dwyer. Eles dataram no segundo grau, e um pouco nos
primeiros semestres de academia. Ele  um menino agradvel. Sua me e
eu pertencemos ao mesmo clube de livro." Sua voz oscilou. "Eu suponho
que ns esperamos mais resultaramos disto, mas era mais amizade que
romanceamos. A graa quis mover para a cidade, e Robbie conseguiu um
ensino de trabalho aqui. Eles separadamente moveram."
"Quanto tempo atrs eles moveram?"
"Se voc estiver pensando que Robbie faria isto, qualquer coisa como isto,
voc est errado. Eu o conheci desde que ele era um beb. De qualquer
maneira, ele est vendo uma menina muito agradvel agora."
"Ela j conversou sobre qualquer um que ela estava interessada em, ou
quem estava interessada nela? Na cidade?"
"No, para falar a verdade no. Ela trabalhou muito duro, e ela estava
estudando tambm. Ela  tmida. Tmido do meu Gracie.  duro para ela
encontrar novas pessoas.  por isso que eu encorajei que ela movesse para
.." Ela quebrou novamente. "George quis que ela ficasse aqui, ensinar e
ficar no ninho. Eu a empurrei fora, s pequeno cutuco, porque eu quis que
ela voasse. Agora eu a perdi. Voc me levar para ela? Quando George
chega aqui, voc nos levar para nosso beb?"
"Sim. Eu tomarei voc para ela."
-=O=-***-=O=-
O chefe Whitney estava no 'vnculo quando ele motioned Vspera em seu
escritrio. Ele no gesticulou para uma cadeira, nem fez ela fazer qualquer
movimento para se sentar. Seu rosto largo era dobrado com as linhas, um
mapa que mostrou s rotas de tenso, batalhas, e autoridade. Seu terno
era uma cor de caf rico, quase o mesmo tom que sua pele. Nele ele olhou
ambos corpulento e duro. Uma combinao, Vspera sempre pensou, isso
fez ele aparecer como natural atrs de uma escrivaninha como ele fez no
campo.
Uma tigela aflautada se sentou  direita canto de sua escrivaninha. Era
cheio com cerulean gua com pedras lisas, coloridas vislumbrando no
bsico. Enquanto ela perplexa acima disto, ela pegou o flash rpido de
escarlata.
"Minha esposa," Whitney disse quando ele concluiu o telefonema. "Ela acha
isto sade em cima o escritrio. Suposto me relaxar. Que diabo eu deveria
fazer com um peixe de maldio?"
"Eu no podia dizer, senhor."
Para um momento eles dois estudaram a raia vermelha que circulou a
tigela. Conhecendo a esposa do chefe gostava de moda e decorao,
Vspera procurada por um comentrio corts.
" rpido."
"Coisa louca gira ao redor assim a maior parte do dia. Eu fico cansado s
olhando para isto."
"Naquela taxa provavelmente vestir propriamente fora e morrer dentro
de umas semanas do par."
"Sua boca para orelha do Deus. Onde  seu ajudante, Tenente?"
"Eu tenho ela correndo cruza nas duas vtimas. Ns no achamos nenhuma
evidncia para sustentar uma relao entre eles. Eles dois gostados de
livros, poesia em particular. Ambos tempo gasto em cyber-quartos. Neste
momento ns no podemos colocar eles na mesma conversa ou clube ao
mesmo tempo."
Ele se sentou de volta. "O que voc tem?"
"O atravs-do-vizinho de corredor de do Lutz, Angela Nicko, achou o corpo
esta manh. Eles tiveram uma data de caf matutino regular, e quando Lutz
no mostrou, no respondeu sua porta, Sra. Nicko estava preocupado
suficiente para abrir a porta com sua chave sobressalente. Nicko est um
bibliotecrio aposentado, bem em seu noventa."
E chorou, Vspera pensou wearily, lgrimas mudas choradas enquanto ela
deu sua declarao.
"Neste momento ela parece ser o nico residente do edifcio de
apartamentos a vtima teve contato regular. Lutz  descrito como uma
mulher quieta, cortesa jovem que raramente variou sua rotina. Ela foi
trabalhar, ela voltou para casa. Duas vezes por semana ela parou no
mercado de bairro para material. Diferente de Nicko, ela no teve no
fechou amigos, nenhum amante. Ela estava fazendo uma de meio peroda,
em-curso de casa para conseguir seu grau em cincia de biblioteca."
"Os excntricos de segurana?"
"Uma, em entrada. Como evidncia de rastro na primeira cena confirmada,
o suspeito veste um disfarce, ns estamos assumindo que ele estava
fazendo muito novamente. Eu estou esperando por lab relatrios. Seu
aparecimento era notadamente diferente no segundo assassinato. Pequeno,
direto blonde cabelo, lanterna-mandbula, sobrancelha larga, olhos marrons
escuros, aparncia de ouro plida."
Vspera olhada fixamente para o peixe. Estava fazendo seu atordoado, mas
ela no podia olhar. "Existia uma atitude diferente, tambm. Uma
deliberao, e um prazer na violncia que no era aparente na primeira
matana. Ns estamos trabalhando localizar a primeira peruca, os
encarecimentos. Ns tambm estamos procurando o cyber-ngulo, e
continue a procurar por outra conexo entre as vtimas. Eu solicitei um
consultar com Dr. Mira, e est copiando seus todos os arquivos e relatrios
para datar."
"A mdia ainda no cheirou fora a conexo, mas ns no manteremos isto
aquele modo para longo."
"Neste caso, senhor, a mdia poderia ser uma vantagem. Se mulheres so
feitas cientes dos perigos potenciais, o charco do suspeito fica raso. Eu
gostaria de vazar alguns dos dados para Nadine Furst em Canal Setenta e
cinco."
Ele pursed seu lips. "Tenha certeza que o vazamento no se torna uma
inundao antes de ns estar prontos para isto."
"Sim, senhor. Eu tenho um pouco mais de fontes no illegals ngulo, e eu
pedi a Feeney para usar seus contatos dentro do departamento naquela
rea. Nenhuma droga  comum. Quando eu achar o provedor, eu posso
precisar de espao negociar."
"Ns resolveremos aquele quando voc achar o provedor. Mas eu posso
dizer a voc no existir muito quarto. Politicamente, estes illegals so um
boto quente. Ns vamos suave em um provedor, ns teremos feminista 
organizaes, equilbrio social, e grupos de ces de guarda morais tomando
nmeros para nos chutar nos dentes."
"E se lidando com o provedor salva vive?"
"Para muitas estas pessoas, isso no importar. Eles negociar com
princpios, no indivduos. Trabalhe os ngulos, Tenente, faa a lista de
conferio e consiga isto bastardo antes de ns ter mais morto. E um
pesadelo de relaes pblicas."
A vspera no deu asno fraco do rato sobre relaes pblicas. Desde isto
no era um segredo bem tratado, no ficava nenhuma surpresa que Nadine
expressou um pouco de suspeita em ser oferecido dentro de dados.
"Que tipo de feliz bullshit  isto, Dallas?"
A vspera esperou, deliberadamente, at que ela estava em casa em lugar
de em Central para contactar Nadine. Pareceu sua que fez a troca amigvel
em lugar de oficial.
"Eu estou fazendo voc um favor."
Nadine, j polido para um em-segmento de ar, erguida umaperfeitamente
sobrancelha curvada, deixe seu coral-alisada curva de boca. "Voc, Lips de
Tenente Bloqueado, esto indo, de seu prprio livre arbtrio e fora de uma
sensao de camaradagem, d-me dados em uma investigao contnua."
"Est certo."
"S um minuto." Rosto desaparecido do Nadine da 'tela de vnculo por dez
segundos. "Acabou de querer conferir com o meteorologista. Aparece,
apesar de indicaes ao contrrio, inferno no congelou acima de."
"Perdoe-me enquanto eu caio em um ajuste ingovernvel de risadinhas.
Voc quer os dados ou no?"
"Sim, eu quero isto."
"Uma fonte de polcia importante confirma que as investigaes da Bryna
Bankhead e os casos de Grace Lutz so ligados."
"Espere." Tudo sobre Nadine afiou como ela saltou em modo de reprter
cheio. "Existe sido nenhuma confirmao para este ponto sobre se a morte
de Bankhead era acidental, trmino prprio, ou homicdio."
" homicdio. Confirmado."
"Minhas informaes so que o Lutz assassina era homicdio sexual." A voz
do Nadine era viva agora. Todos os negcios. "Isto  o caso no homicdio de
Bankhead? As vtimas conheceram um ao outro, e ns lidando com se
somos suspeito?"
"No entreviste-me, Nadine. Isto no  um um-em-um. Ambas as vtimas
eram mulheres jovens, nicas que, na noite de suas mortes, se encontrou
com um individual eles corresponderam com via e-mail e quartos de
conversa on-line."
"Que tipo de quartos de conversa? Onde eles se encontraram?"
"Feche, Nadine. A evidncia indica que ambas as vtimas recebiam uma
substncia ilegal, possivelmente sem seu conhecimento, durante a noite."
"Uma droga de estupro de data?"
"Voc  rpido. Sua fonte nem nega nem confirma aquelas informaes.
Tome o freebie, Nadine, e corra com isto. Isto  tudo que voc consegue no
momento."
"Eu posso sair daqui em noventa minutos. Eu encontrarei voc onde quer
que voc quer."
"No hoje  noite. Eu informarei onde ou quando."
"Espere!" Se ele tivesse sido possvel, Nadine teria estourado pela 'tela de
vnculo. "D-me algo no suspeito. Voc tem uma descrio, um nome?"
"Todas as avenidas da investigao esto estando vigorosamente
procuradas. Blah, blah, blah." Vspera sem dinheiro transmisso em
maldio do Nadine.
Satisfeita, ela caminhou na cozinha, caf ordenado. Ento acabou de
aguardar a janela, olhando na escurido de ajuntamento.
Ele estava l fora agora. Em algum lugar. Ele j teve outra data? No , at
agora, fazendo ele mesmo em alguma fantasia da mulher esperanada?
Amanh, no dia seguinte, existiria outros amigos, mais famlia ela teria que
quebrar?
O Lutzes nunca completamente recuperaria. Eles continuariam com suas
vidas, e depois de umas enquanto eles no pensariam sobre ele todo
minuto de todo dia. Eles ririam novamente, trabalhe, faa compras, aspire e
fora. Mas sempre existiria um buraco. S um pouco ocas dentro de suas
vidas.
Eles tm sido uma famlia. Uma unidade. Ela sentiu aquela unificao na
casa. No conforto e desordem disto. Nas flores fora da porta, e a fcil dem
ao sof.
Agora em lugar de pais, eles eram sobreviventes. Aqueles que sobreviveu a
vivido para sempre com aquele eco do que era ido soando dentro de suas
cabeas.
Eles mantiveram seu quarto, Vspera pensou agora enquanto seu caf
sentado no AutoChef indo frio. Quando ela foi por isto, procurando por algo,
qualquer coisa adicionar a soma de Grace Lutz, ela viu as fases de uma
vida, de criana at menina jovem para mulher jovem.
Bonecas cuidadosamente organizado em uma estante. Decorao agora em
lugar de brinquedos, mas quietos entesourados. Livros, fotografias,
hologramas. Caixas de quinquilharias nas formas de coraes ou flores. A
cama teve um plio a cor de sunbeams, e as paredes tinham sido branco de
virgem.
A vspera no podia imaginar crescer l, em tudo to doce, rebulio como
moa. Cortinas arrepiadas nas janelas, o minicompurador barato na
escrivaninha que tinha sido decorado com boninas para combinar a sombra
na luminria de lado da cama.
A menina que  dormida naquela cama, leia por aquele lamplight teve
muito prazer em, assegure, e amado.
A vspera nunca teve uma boneca, nem cortinas nas janelas. No existe
nenhum precioso pequeno pedao de girlhood para guardar em caixas em
forma de corao. Os quartos de infncia ela lembrou de era caixas
espasmdicas, annimos em hotis baratos onde as paredes eram magras e
freqentemente, muito freqentemente, coisas skittered em cantos escuros.
O ar cheirou passado, e no existia nenhum lugar para esconder, nenhum
lugar para correr se ele voltasse e no era bebido suficiente para esquecer
voc estava l.
A menina que dormiu naquelas camas, tremeu naquelas sombras tinham
sido apavoradas, desesperadas, e perderam.
Ela sacudiu como uma mo tocou em seu ombro, e instintivamente agarrou
sua arma como ela girada ao redor.
"Fixo, Tenente." Roarke correu seu passar para baixo seu brao, descansou
isto ligeiramente em sua mo de arma como ele estudou seu rosto. "Onde
estava voc?"
"Tentando fazer um crculo." Ela aliviou longe dele, abriu o AutoChef para
seu caf. "Eu no soube que voc estava em casa."
"Eu no tenho sido para longo." Ele deitou suas mos em seus ombros
agora, esfregada na tenso. "Voc teve um flash de memria?"
Ela agitou sua cabea, sipped o caf frio, continuado a desviar a vista da
janela na escurido. Mas ela soube se ela no se libertasse disto, podia
chaga. "Quando voc se foi," ela comeou, "eu tive um sonho. Um ruim. Ele
no estava morto. Ele era coberto com sangue, mas ele no estava morto.
Ele conversou comigo. Ele disse que eu nunca o mataria, nunca caia fora."
Ela viu reflexo do Roarke no vidro, viu sua prprio fundindo com isto. "Ele
teve que me castigar. Ele levantou. O sangue estava despejando fora dele,
mas ele levantou-se. E ele veio me por."
"Ele est morto, Vspera." Roarke tirou a xcara de sua mo, economiza
isto, ento girada ela para o enfrentar. "Ele no pode machucar voc.
Exceto em sonhos."
"Ele disse lembrar o que ele disse a mim, mas eu no posso. Eu no sei o
que ele quis dizer. Mas eu perguntei a ele por que ele me machuca. Ele
disse porque eu no era nada e ningum, mas acima de tudo ele me
machuca porque ele podia. Eu no posso parecer levar aquele poder ele.
At agora eu no posso."
"Voc o diminui toda vez que voc suporta uma vtima. Talvez o adicional
longe voc consegue dele em realidade, a mais dura  para puxar de volta
em sonhos. Eu no sei." Ele leu rapidamente seus dedos por seu cabelo.
"Voc conversar com Mira?"
"Eu no sei. No," ela corrigiu. "Ela no pode dizer a mim qualquer coisa
que eu no sei."
Esto pronto para conhecer, Roarke pensou, e deixa ser.
"De qualquer maneira, eu a preciso para um consultar nos assassinatos."
"Outro?"
"Sim. Ento eu preciso pr mais horas em."
"Era o mesmo homem?"
Ela no respondeu, mas vagado atrs em seu escritrio. Ela no quis o caf
afinal. Ao invs ela manteve mudana, deixa isso tudo jogo por sua cabea
como ela deu a ele os detalhes bsico do segundo assassinato.
"Se existe uma fonte local para o illegals usado, eu podia localizar ele para
voc."
Ela olhou para ele, elegante em seu terno de negcios escuros. No pagou
esquecer existia um homem perigoso dentro disto, um que uma vez traficou
com outros homens perigosos.
As indstrias de Roarke poderiam ter sido o conglomerado mais poderoso
no mundo, mas ele nasceu sido, como seu dono, nas ruelas escuras e ruas
horrendos de cortio do Dublin.
"Eu no quero que voc faa isto," ela disse a ele. "No ainda. Se Charles e
Feeney ambos defecam fora, eu posso etiqueta voc. Mas eu iria como logo
voc no fez uma conexo com aquela rea particular."
"Minha conexo no seria nenhum diferente que seu, s mais rpido."
"Sim,  diferente. Eu sou o com um distintivo. Voc sabe muitas mulheres."
"Tenente. Aquela poro de minha passada est um livro fechado."
"Sim, certo. O que eu estou dizer , em minha experincia, a maioria de
sujeitos geralmente vo para um tipo. Talvez eles gostam de mulheres
inteligentes, ou mulheres servis, ou jocks, qualquer."
Ele foi a morar com. "Que tipo voc supe que eu vou?"
"Voc justo scooped eles em cima como eles caram em seus ps, ento
voc foi para a variedade lota."
"Eu definitivamente no recordo voc caindo em meus ps."
"E no segure sua respirao naquele. Voc no conta tanto porque voc
nunca teria que ir pesca no cyber-charco para uma data ou sexo ou
qualquer coisa."
"Voc no est fazendo aquele som corts."
"Mas o que eu estou dizer , pessoas geralmente tm expectativas, ou tipos
de fantasia. Date nmero um. Compreenso, sofisticada, urbana fmea com
uma romntica curvada. Cmoda lisa, afiado looker. Apartamento mordaz,
sexualmente ativo quando ela puder pegar isto. De partida, amigvel. Ela
gosta de moda, poesia, e msica. Gaste seu dinheiro em roupas, bons
restaurantes, sales. Maio ou no pode estar procurando por Sr. Direito,
mas realmente apreciaria um Sr. Agora mesmo."
"E," Roarke pe em, " aventureiro suficiente para audio um candidato
acima de bebidas."
"Exatamente. Date nmero dois, fundo suburbano de classe-mdia slido.
Tmido, quieto, intelectual. Os montes que dinheiro ela tem que comprar
livros, pague o alugado em um apartamento de eficincia. Raramente come
fora, e gaste quinze ou vinte minutos toda manh com uma vizinha velha
suficiente para ser sua av. Ela no tem nenhum outro fecha amigos na
cidade. Ela  muito jovem e ainda um virgem. Ela est procurando por um
companheiro de alma. O um homem ela  economizado se."
"E  ingnua suficiente para acreditar em que ela  o achada sem j tendo o
encontrado."
"Se  introverted, o outro extroverted. Fisicamente eles no so nada
semelhantes. No primeiro caso, o assassinato parecido ter sido no
planejado, e o assassino apavorou. No existia nenhum sinal de violncia no
corpo que era infligido pr-mortem. A atividade sexual era somente
vaginal."
Ela levantou um disco de seu arquivo, deslizou isto em seu computador. "No
segundo caso, o assassinato parecido ter sido premeditado, e o assassino
era deliberado na execuo. Existiam sinais de violncia, contuses,
mordidas pequenas. A vtima era repetidamente e aproximadamente
estuprado, e sodomized. Podia ser teorizado que ele ficou ... encorajado,
despertou, intrigado pelo primeiro assassinato e decidiu ter a experincia
novamente, purposefully, mais agressivamente este tempo como o ato
excitado ele."

Com um aceno com a cabea, Roarke subjugou permanecer com ela. "Podia
ser."
"Imagem em tela de parede," Vspera ordenada. "Eu fiz uma tela de diviso
com o excntrico de segurana alimenta da entrada de cada vtima est
construindo. Isto  Bankhead  direita. Ns conhecemos o assassino est
vestindo uma peruca, enfrente massa de vidraceiro, e maquilagem. Com
este olhar ele vai pelo nome Dante. Na esquerda  Lutz, e l ele vai por
Dorian. Os trabalhos de rosto so bons. Tipo de corpo, altura, mais ou
menos a mesma. Cada pode ser alterado facilmente suficiente --
elevadores, enchimento nos ombros."
Ela j estudaria as imagens, repetidas vezes. Ela soube o que ela estava
vendo agora.
"Note como Dante segura sua mo, beija seus dedos, segura a porta abrir
para ela. A data de sonho perfeito. Pega do Dorian seu brao ao redor sua
cintura. Ela est olhando nele, admiradora como eles abordam a porta. Ele
no est olhando para ela, nenhum olho contacta. No importa para ele
quem ela . Ela j est morta."
Ela trocou imagens. "Aqui, Dante est terminando. Voc pode ver o pnico,
o suor. Cristo, ele est pensando, como fez este acontecer? Como eu sairei
disto? Mas voc v aqui, a sada de lugar do Grace. O modo que ele passeia
fora, quase um vangloriar, o modo que ele olha de volta e sorrisos. Ele est
pensando: Isso era divertido. Quando eu posso fazer isto novamente?"
"A primeira teoria seguraria," Roarke comentou. "Ele est construindo
confiana e necessidade e prazer. Um segundo seria que ele tem
personalidades diferentes para olhares diferentes, para mulheres diferentes.
Mas voc tem uma terceira teoria." Roarke olhou da tela, olhada para
Vspera. "Voc pensa que voc  depois de dois homens."
"Talvez  muito simples. Talvez  o que ele quer que eu pense." Ela se
sentou, olhou fixamente para a tela de diviso novamente. "Eu no posso
conseguir dentro dele. Eu corri uma probabilidade em dois assassinos.
Entrou s mais de quarenta e trs por cento."
"Computadores no tm instintos." Ele veio depois de se sentar na
extremidade da escrivaninha. "O que voc v?"
"Idioma de corpo diferente, estilos diferentes, tipos diferentes. Mas ele
podia ser papel-tocando. Talvez ele  um ator. Bebidas em um local caro,
romntico, ento o retorno ao apartamento da vtima. Ele no suja seu
prprio ninho. Velas, vinho, msica, rosas. Ento ele usa o mesmo
executando. Eu no tenho os resultados de volta em DNA, mas os
varredores no acharam quaisquer impresses digitais mas a da vtima e
seu vizinho est em apartamento do Grace Lutz. No na garrafa de vinho ou
os culos, e no em seu corpo. Ele lacrou este tempo. Por que  isto,
quando ele soube que ns teramos impresses do primeiro assassinato?"
"Se existem dois -- em realidade ou por personalidade divide -- eles sabem
um ao outro intimamente. Irmos de um tipo," Roarke disse quando
Vspera examinada. "Companheiros. E isto  um jogo."
"E eles manteriam pontuao. Uma cada. Eles tm precisam de um
desempatador. Eu vou instalar aqui para monitorar alguns dos quartos de
conversa onde um dos nomes de tela estalada antes."
"Faa isto de meu escritrio. Mais rpido do meu equipamento, e existe
mais disto. Mais," ele adicionou, sabendo que ela estava tentando pensar
sobre uma razo para recusar, "eu posso dar a voc a lista das compras de
vinho."
"Voc pode referncia que com compras de Castillo di Vechio Cabernet,
quarenta e trs?"
"Eu posso," ele concordou, puxando ela para seus ps. "Se algum me
mantiver companhia e ter uma taa de vinho comigo."
"Um vidro," ela disse e moveu acima de em seu escritrio com ele. "Eu
posso estar neste durante algum tempo."
"S ligue os locais que voc quer monitorar nesta unidade."
Ela rodeou o longo preto consolar, suportou um momento na frente de uma
de suas vrias unidades macias e lustroso. "Eu tenho que conseguir eles do
arquivo."
"Computador. Acesse Unidade Seis, Vspera." Ele leu o vinho reprime a
prateleira atrs de seu bar de escritrio. "S entre no arquivo nomear que
voc quer," ele disse Vspera, "e cpia de pedido."
"Existe algum ponto em dizer que eu mantenho dados de NYPSD oficiais em
minha unidade de casa, e voc no tem nenhuma autorizao para acessar
aqueles dados?"
"Nenhum qualquer. Algo luz, eu penso. Ah, este." Ele tirou uma garrafa,
girou, rido em seu scowling rosto. "Por que ns no temos uma mordida
para comer enquanto ns estamos nisto?"
"Lembre a mim para trapo em seu mais tarde."
Ele abriu a garrafa. "Eu farei uma nota disto."
CAPTULO SETE
Ela sipped vinho, mordiscado em caviar, e tentou para no pensar como
ridiculous era. Se ningum de vento pego Central disto, ela nunca viveria
isto.
Roarke fez o mesmo, e se preparou para apreciar isto. "A chave na tela
nomeia que voc quer relgio."
"DanteNYC," ela disse. "DorianNYC. Feeney est correndo nomes que
termina com NYC, mas -- "
"Sim, ns podemos correr outra procura. Voc acabar com milhes, eu
imagino, mas ns poderamos ficar sortudos."
"Que tal o nome de conta? Ele pode cruzar com outros nomes de tela, ou
fosso o velho quando ele fez."
"Aqui, cutuque acima de." Ele fugiu sua cadeira algumas polegadas 
esquerda, ento sentada ao lado dela. "Computador, corra procura contnua
por toda atividade debaixo de considere Senhora de nome La Belle."
Procura de incio...
"Feeney disse que voc teve que ir pelos quarteires de isolamento e
considerar protocolo em ordem para..." Ela diminuiu, erguido seu vidro
quando Roarke meramente quirked suas sobrancelhas em sua direo. "No
importa."
"Computador, notifique se e quando atividade debaixo de conta dita
acontece, e localize fonte de atividade."
Procure no processo. A notificao receber. Trabalhando ...
"No pode ser to simples."
"No normalmente, no." Ele se debruou acima de e a beijou. "Voc no 
sortudo para me ter? Uma pergunta retrica, bem," ele disse e encheu
caviar em sua boca. "S deixe-me pr aquele consumidor listar na tela."
Ele fez muito manualmente, com algumas torneiras espertas em um
teclado. A vspera assistiu eles rolo de papel, estourou uma respirao.
"Podia ser pior," ela decidiu. "Podia ter sido vinho barato, ento ns
teramos, oh, cem vezes tantos nomes."
"Mais que isto, eu imagino. Ns podemos quebrar estas em vendas e ordens
de restaurante individual. Agora ns veremos o que ns podemos achar no
Cabernet."
"Isto  sua etiqueta, tambm?"
"No, do competidor. Mas existem modos. Este tomar alguns minutos."
Porque ela achou isto ligeiramente cafona para um membro do NYPSD se
sentar e assistir um civil severamente curva a lei, ela rosa e vagou mais
ntimo para a tela de parede. "Computador, consumidores de exibio
nicas em tela quatro."
Isso cortou isto abaixo um pouco mais, ela notou. Ela no podia e no
descontava o restaurante, a fmea, e as contas de articulao, mas ela
comearia com as duzentas registraram vendas para homens nicos.
"Computador. Exibio, tela cinco, compras mltiplas de produto por
homens nicos. Melhores," ela murmurou como o nmero afundou por
outro oitenta e seis.
"Voc conseguiu aqueles dados j?"
"Pacincia, Tenente." Ele glanced em cima, ento s olhado para seu de um
modo que fez sua picada de pele e seus msculos de coxa vo solto.
"O que?"
"Voc  tal estudo, de p l -- todo policial. Fresca-de olhos e horrenda com
sua arma amarrada com correia em. Faz minha gua de boca." Com um
metade risada ele voltou para trabalhar. "Confunda-me. Aqui voc ,
denuncie tela trs."
"Voc diz aquele tipo de coisa para me conseguir provocado?"
"No, mas ele  um benefcio lateral agradvel. Voc tambm  bastante
um estudo quando voc for provocado. Meu vermelho teve vitria apertada
sobre o vermelho da competio por algumas cem vendas na rea acima
dos ltimos doze meses."
"Grande surpresa," ela disse sourly, e girou ao redor para repetir o mesmo
desarranjo. "Computador, cruz e partida, todas compras de consumidor de
ambas as marcas em perodo de tempo dados. Menos que trinta." Ela
pursed seu lips. "Eu figurei mais."
"Etiquete lealdade."
"Ns comearemos com estes. O padro corre, elimine machos mais de
cinqenta para comear. Nosso sujeito, ou sujeitos, so mais jovens. Ento
eu tenho que re-fatorar. Podia ser papai que compra o vinho, ou tio, ou
grandes irmo. Ou," ela adicionou, glancing atrs na tela com contas de
articulao. "Mame e papai. Mas eu no acho." Ela comeou a compassar.
"Eu preciso de perfil da Mira, mas eu s no acho. Parea mim no sou
romntico, no  sexual se seu pai ou pais compram o vinho. Ento voc 
uma criana novamente e voc , por Cristo, um homem e voc podem
provar isto.
"Voc pode arrancar uma mulher diretamente do pacote," ela continuou.
"Escolha do lixo, e sua escolha. As mulheres so impiedosas, do poema.
Eles esmagaro voc se voc der a eles a chance. Ento voc no ir. Voc
est em carga este tempo."
Ela olhou fixamente para os nomes, mudados-se deles, ento atrs
novamente. "Mulheres. Cadelas, prostitutas, deusas. Voc deseja eles,
sexualmente, mas mais que isto, voc quer poder. Poder absoluto sobre
eles. Ento voc planeja, caa, seleta. Voc a viu, mas ela no viu voc.
Voc tem que a ver, tenha que fazer absolutamente certo ela  atraente
suficiente, que ela no tem criada a fantasia de que ela mesma o mesmo
modo que voc tem criado voc mesmo. Ela tem que ser real. Ela tem que
ser merecedora. Voc no desperdiaria seu tempo em diante ningum ou
qualquer coisa isto  menos que voc merece."
Fascinou, Roarke se sentou de volta. "O que ele faz?"
"Ele seleciona. Ele organiza. Ele seduz com palavras, com imagens. Ento
ele prepara. O vinho. Um aquele ternos seu gosto, seu humor. Ningum
mais . Velas, cheirosos para por favor seus sentidos. O illegals, de forma
que ele tem controlar. Ele no ser recusado. Mais, ele ser desejado.
Desesperadamente desejou."
" sobre sexo?"
Ela agitou sua cabea, ainda estudando nomes. "Desejo. Isto  diferente.
Para ser desejado por sua escolha. Isto  to vital quanto seu controle
acima dela. Ela deve o querer. Ele vai para dificuldade demais para fazer ele
mesmo um objeto de desejo por ele ser s sobre controle e poder. Ele tem
uma necessidade para ser o enfoque, o centro porque  seu momento. Seu
jogo. Sua vitria."
"Seu prazer," Roarke adicionou.
"Sim, seu prazer. Mas ele precisa dela para pensar que  sua tambm. Ele
permanece no espelho e faz ele mesmo em que ele gostaria de ser, e o que
ele acredita que uma mulher quer. Arrojado, sensual, stunningly bonito,
mas elegante. O tipo de homem que cita poesia e galanteia com rosas. O
tipo que faz aquela mulher acredita em que ela seja a nica mulher. Talvez
ele acredita nisto. Ou fez, com o primeiro. Talvez ele iludiu ele mesmo em
acreditar em que isto era romanceava. Mas debaixo de  clculo. Ele  um
predador."
"Homens so."
Ela glanced atrs. "Est certo. Os humanos so, mas sexualmente homens
so mais bsicos. O sexo  mais facilmente visualizado como uma funo
onde as mulheres, em geral, prefiram uma pressa sentimental junto com
isto. Estas mulheres fizeram, e ele estava ciente disto. Ele tomou o tempo
para saber eles primeiros, descobrir suas debilidades e suas fantasias assim
ele podia tocar em ambos. Ento ele controlou eles. Como um droid, s eles
eram carne e sangue. Eles eram reais, ento a excitao era real. Quando
estava terminado, eles eram deteriorados. Ele fez eles prostitutas
novamente, ento eles pararam de serem merecedores. Ele precisar achar
o prximo."
"Voc estava errado quando voc disse que voc no podia conseguir
dentro dele. Eu pergunto-me como voc pode ser tanto o que voc est e
ainda olha muito claramente, ento coldly, pelos olhos dos loucos e os
malignos."
"Porque eu no perderei. Eu no posso perder ou eles todo ganha. Direito
atrs para meu pai."
"Eu sei isto." Ele rosa, caminhada para ela. Embrulhados seus braos
apertados ao redor ela. "Eu nunca tenho estado certo se voc fez."
Notificao de atividade, considere Senhora de La Belle...
A vspera empurrou seu corpo livre, girou. "Nome de tela de usurio e local
de atividade."
O usurio nomeia OberonNYC, local Cyber Recupera, Quinta Avenida s
Cinqenta-oitava ...
Ela estava correndo para a porta quando Roarke abriu isto. "Eu dirigirei,"
ele disse a ela.
Ela no aborreceu discutir. Quaisquer um de seus veculos seriam mais
rpidos que sua. Ela agarrou seu Communicator nos passos abaixo de
corrida.
"Despacho, isto  Dallas, Vspera de Tenente."
Detalhando ordens, ela impediu sua jaqueta e encabeada fora a porta da
frente.
Levou eles seis minutos e vinte e oito segundos da notificao at balano
do Roarke para o meio-fio na frente de Cyber Recupera. Ela timed isto. E
ela estava chamando ateno do carro antes dos freios parados de
guinchar.
Em uma corrida, ela manchada a branca e preto e os uniformes ela
ordenou.
"Ningum parte," ela estalou, sacudindo fora seu distintivo, ento corredia
ele proteo fora no cs de sua cala comprida.
O barulho blasted seu o momento ela caminhou pelas portas. Cyber-punk
rolou gosta de uma onda relativa a mar, inundando as vozes de protetores
e batendo violentamente contra tmpanos.
Era um mundo que ela iria ainda para explorar, e era cotovelo emperrado
para virilha com uma multido variegada que se sentou em contadores,
mesas, cubos ou airskated entre as estaes. Mas at na confuso
estupenda, ela viu a ordem.
As monstruosidades com seu cabelo e anis de lngua pintados eram
espalhados atravs de uma seo de cor-codificado espao de mesa. O
geeks, rostos de srio e camisas malfeitos, eram amontoados em cubos.
Giggly teenage meninas patinado em rebanhos e fingiram para no notar os
pacotes de teenage que meninos eles buscaram atrair.
Existiam alunos, a maior parte de que eram juntados na rea de caf
tentando parecer sofisticado e mundo cansado. Embolsados com eles eram
um smatter dos revolucionrios de padro urbano, uniformed em negro
macio e lustroso, que alunos adorados.
Disperso ao longo de era os turistas, os viajantes, a clientela casual que
buscou a atmosfera, a experincia, ou era simplesmente scoping fora o
lugar como um possvel fresco hangout.
Onde seu homem ajustaria?
Acompanhamento o quarto, ela andou a passos largos para o Centro de
Dados de quiosque de vidro marcado. Trs zanges em uniformes
vermelhos sentado em cadeiras giratrias no centro da torre e trabalharam
consola. Eles continuaram o que pareceram ser uma conversao corrente
por fones.
Vspera zoned em um, batido no vidro. O menino, com um conhecimento
superficial de alcoviteiros frescos em seu queixo, olhado em cima. Ele
agitou sua cabea, tentada parecer duro e autorizado, e gesticulado para os
fones no lado da Vspera do vidro.
Ela empurrou eles.
"No toque a torre," ele ordenou em uma voz que estava s esperando
rachar. "Fique atrs da linha verde a toda hora. Existem unidades abertas
no caf. Se voc preferir, existe atualmente um cubo disponvel. Se voc
desejar reservar uma unidade -- "
"Mate a msica."
"O que?" Seus olhos arremessados como pssaros nervosos. "Fique atrs da
linha verde ou eu chamarei segurana."
"Mate a msica," Vspera repetida, ento slapped seu distintivo no vidro.
"Agora."
"Mas -- mas eu no posso. Eu no tenho permisso para. Whatzamatter?
Charlie?" Ele chicoteou ao redor em sua cadeira. E todo inferno libertou-se.
O rugido que desata a da multido excedeu at o computador-gerada
ferocidade da msica. Pessoas saltadas fora de tamboretes, fora de cubos,
gritando, gritando, amaldioando. Uma onda delas carregou o quiosque de
dados como camponeses storming o palcio do rei. Cheio de medo e fria e
luxria de sangue.
At como ela agarrou sua arma, ela tomou um cotovelo cabeudo no queixo
que rapped ela voltar contra o quiosque e explodiu um manancial de
branco, chiando estrelas na frente de seus olhos.
E que seriamente a urinou fora de.
Ela kneed uma monstruosidade cabeludo verde na virilha, pisado duro no
dorso do p de uns gemidos geek, ento despedidas trs exploses no teto.
Serviu para parar a maior parte do impulso, entretanto vrios corpos cados
ou estava simplesmente Lanado na direo geral do quiosque.
"NYPSD!" Ela gritou isto, levantando distintivo e arma. "Mate aquela fucking
msica. Agora! Todo mundo atrs fora de, volte para suas cadeiras ou
estaes imediatamente ou voc ser carregado com rioting, assalte, e
criando um perigo pblico."
No todo conseguiu por, e um pouco de suas ordens eram perdidas no
enxame de vozes e ameaas. Mas as mais cvicas importadas, ou
covardemente, slunk atrs.
Um do teenage meninas deitam espreguiado em ps da Vspera, airskates
tangled. Ela estava sangrando do nariz e choro em aos arrancos
hiccoughs.
"Voc  certo." A vspera a cutucou to suavemente quanto ela podia com
seu p. "Se sente em cima agora."
Os gritos de vrias sees estavam ganhando fora novamente. O encargo
aduaneiro e covardia cvicos no esperariam para longa contra paixo de
turba.
"Nada ser resolvido at que eu tenha ordem, at que eu tenha quieto."
"Isto  uma zona livre de vrus garantida," algum gritou. "Eu quero saber o
que aconteceu, eu quero saber que sou responsvel."
Ento, aparentemente, fez vrias outras pessoas.
Roarke partiu sua passagem a multido. Goste, Vspera pensou como ela
assistiu ele, uma lmina macia e lustroso fatiando por uma confuso de
pedra.
"Um vrus era upload no sistema," ele suavemente disse. "Corrompeu as
unidades. Todos eles, e de todos os aparecimentos, simultaneamente. Voc
tem um par cem pessoas muito bravas em suas mos."
"Sim, eu consegui aquela parte. Saia daqui. Pea auxlio."
"Eu no estou deixando voc aqui, e no desperdice sua respirao. Deixe-
me conversa para eles enquanto voc chama nas tropas."
Antes dela poder discutir, ele comeou a falar. Ele no levantou sua voz.
Era uma boa tcnica, Vspera pensou como ela escapou seu Communicator.
Muitas pessoas paradas de gritarem tentar ouvir o que ele estava dizendo.
Ela podia o ouvir multa, mas ela no entendeu metade do cyber-falar que
ele era rattling.
"Tenente Dallas. Eu tenho uma situao em Cyber Recupera, Quinta
Avenida, e exija ajuda imediata."
Como ela detalhou as circunstncias, ela assistiu outra poro da turba
quieta, deslize de volta para mesas. Por sua cabea conta que eles desciam
para mais ou menos cinqenta casos duros, spearheaded pelos
revolucionrios que eram blathering sobre conspiraes e cyber-guerras e
terroristas de comunicao.
Estava na hora de, ela decidiu, mudar ttica novamente. Ela zeroed em um
homem. Camisa preta, cala jeans preta, botas pretas, com um choque de
dourado, deliberadamente disordered cabelo.
Vspera aumentada em seu rosto. "Talvez voc no ouviu-me dizer a voc
para voltar para sua mesa ou estao."
"Isto  um lugar pblico.  meu direito civil de permanecer e falar."
"E  dentro de minha autoridade para negar voc aquele direito quando
voc usar ele para incitar uma revolta. Quando voc ou algum
reivindicando aquele direito ser responsvel por completamente dano ou
dano de propriedade." Ela gesticulou para a menina jovem que se sentou
em cima, ainda chor quietamente como um amigo esfregado no sangue
em seu rosto. "Eles parecem com terroristas para voc? Ou ele?" Ela
empurrou um dedo polegar de volta para onde o menino ela falou com ter
seu rosto branco apavorado apertado contra o vidro de quiosque.
"Penhores so usados e descartados."
"Sim, e crianas so machucadas porque as pessoas como voc quer
masturbar seu ego em pblico."
"O NYPSD  nada alm de uma ferramenta suja usada pelas mos dos
burocratas direitistas e demigods para esmagar o legar e liberdade do
homem comum."
"Vamos, fique em objetivo.  terroristas de comunicao e cyber-guerra ou
 burocrtico demigods? Voc no pode cobrir todo o fundar uma vez. Diga
a voc o que. Voc vai se sentar e eu terei algum vir depois de escutar
todas suas teorias fascinantes. Mas agora mesmo existem algumas pessoas
aqui que exigem ajuda mdica. Voc est embaraando isto, e minha
investigao do que aconteceu aqui hoje  noite."
Ele smirked nela. Sempre um engano. "Por que voc no termina de violar
meu direitos civil e me prender?"
"Certa." Ela j planejaria seu movimento, e o teve cuffed antes dele poder
pensar resistir. "Prximo?" Ela perguntou, muito agradavelmente at como
auxlio afluiu a porta. Ele estava gritando novamente como ela o passou
para um uniforme.
"No ruim," Roarke comentou. "Para a ferramenta suja de direitista
demigods."
"Obrigado. Eu preciso de tempo para re-estabelecer um pouco de ordem."
Ela esquadrinhou os rostos. "Ele no est aqui mais."
"No," Roarke concordou. "Ele no est aqui. Eu diria que ele estava fora
antes de seus uniformes chegados. Por que eu no converso com os dados
crunchers? Veja o que eu posso descobrir para voc?"
"Aprecie isto."
Ela entrevistou e lanou o ferido primeiro, ento pulou o abaixo de-vinte e
mais de-cinqenta multido. Fora-de-towners veio prximo, ento as
mulheres restantes. At como ela tomou dados, impresses formadas,
nomes listados, ela estava certa seu pssaro voou.
Remanescer com pessoal, ela deixa eles no caf e juntou-se Roarke em um
cubo privado. O monitor da unidade era, como toda outra que ela viu,
nadando com cores caticas e smbolos estranhos. Ao lado dele era um alto
assalta de alguns imaginam mistura de caf.
"Isto  a fonte?" Ela perguntou a ele.
", sim. Eu precisarei para -- "
"No toque em nada!" Ela agarrou seu pulso. "No faa -- toque -- qualquer
coisa," ela repetiu, ento sinalizou um uniforme. "Eu preciso de um kit de
CS."
"Ns s temos minis nas patrulhas."
"Isso far. Ento, Oficial Rinksy," ela adicionou esquadrinhando seu
nameplate, "voc pode informar o sujeito em carga ao redor aqui que esta
articulao  fechada por ordem do NYPSD at notificao adicional."
"Isso no ser divertido?" Com alegria assombrosa, Rinksy foi embora
conseguir o kit.
"Eu no era," Roarke disse quando ela voltou para ele, "indo tocar qualquer
coisa. Isto  dificilmente meu primeiro dia no trabalho, Tenente."
"No consiga pissy. E  meu trabalho, no seu. Como voc sabe que isto  a
fonte?"
Ele circulou seus dedos, examinada sua manicura. "Eu sinto muito." Ele
sorriu absently. "Voc disse algo? Eu estou s ofertando tempo, esperando
levar para casa minha esposa adorvel quando ela terminar de trabalha."
"Jeez. Certo, certo, desculpe eu saltei em voc. Eu estou um pouco tempo.
Voc diria a mim, desde que voc  to valente e forte e esperto, como
voc sabe que isto  a fonte?"
"Isso teria soado melhor se voc no tivesse seu lbio enrolado, mas ele
far. Eu sei que isto  a fonte porque por acompanhamento pelo sistema
central, eu localizei o vrus para seu ponto de partida. Esta unidade foi o
primeiro infetado, e o vrus era programado auto-clonar e, eu suspeito,
escorregue em central, espalhe para todas interfaced unidades, ento
estourem em uma exploso quase simultnea.  muito inteligente."
"Grande."
Rinksy aumentou ao lado dela novamente. "Seu kit, Tenente."
"Obrigado." Ela tomou o kit, abriu isto. Ela cobriu suas mos com Selo-Ele
primeiro, ento passou pela lata para Roarke. "No toque em nada ainda."
Ela tirou uma batuta, brilhada sua viga de lpis magros e lavou esfria luz
azul acima do caf assalta. "Tenha bom impresso digital. Sim, dedo de
ndice parcial. Voc conseguiu sua unidade da palma em voc?"
"Sempre."
"Voc pode acessar o casefile? Eu preciso comparar estes latents."
Enquanto ele fez como ela perguntou, Vspera brilhou a luz acima da
superfcie de mesa. Muitas impresses, ela meditou, a maior parte deles
smeared.
"Tenente?" Roarke resistiu uma impresso pequena do casefile impresses.
Ela grunhiu, ento segurou a impressa cpia contra o oculto no assaltar.
"Isto  nosso menino. Espere." Usando a batuta que ela levantou o assaltar,
equilibrou ele com um dedo fechado hermeticamente no bsico, ento
despejou a mistura de caf em uma bolsa de evidncia. "Por que pessoas
atarraxam em cima perfeitamente bom caf com tudo aquela espuma e
sabores?" Ela lacrou a bolsa, ento tipped a xcara em uma segunda,
fechado hermeticamente isto. "Pergunta."
"Pergunte isto."
"Como ele soube que ns estvamos vindo? Ele teve que conhecer.  por
isso que ele upload o vrus. Ns estvamos aqui minutos depois de
notificao, mas ele tagged ns, esvaziamos o grmen e danado. Como?"
"Eu tenho uma teoria, mas eu preferiria explorar isto um pouco primeiro."
Ela trocou seu peso. "Explorando como?"
"Eu preciso abrir esta unidade."
Ela debateu. O procedimento rgido significou que ela podia, e provvel
devia, roust ou Feeney ou McNab e arrastam eles acima de verificar a
unidade em local. Ou ela podia chamar em outro EDD tech.
Mas Roarke estava aqui.
Se ele tiver sido um policial, ele teria comandado EDD por este tempo.
"Considere voc mesmo campo sorteou como um consultor de perito, civil."
"Eu sempre gostei do anel disto." Ele deslizou um caso pequeno fora de seu
dentro de bolso, ento meneados seus dedos fechados hermeticamente. "Eu
estou tocando coisas agora."
Ele usou uma broca de micro e teve a cobertura removida em segundos.
Ento ele alarga um pouco hmmm e comeou a sondar. "Existem trs nveis
de sistema neste clube," ele disse conversationally. "Isto  o nvel e custos
mais altos de um at dez dlares por minuto que depende do nmero de
funes utilizadas."
Seu estmago afundou. " este seu clube?"
", sim." Ele continuou a trabalhar, enganchando seu PPC para a unidade
com um cabo de cabelo magro. "Mas isto est nem aqui nem l. A menos
que voc considere que voc no ter nenhum bitching e gemendo do dono
por volta de hoje  noite pequena aventura -- ou o encerrar desta unidade
como evidncia." Ele glanced em cima uma vez, s um varrer de seu rosto
com aqueles divertiu olhos azuis. "Menos papelada para voc."
"Voc sabe como aqueles direitista burocrtico demigods so. Eles
alimentam em papelada."
"Voc tem um ajuntamento de contuso em sua mandbula."
"Sim." Ela esfregou seu dedo polegar acima da dor. "Cague."
"Machuque?"
"Eu mordi minha lngua. Isso machuca mais. Voc?"
"Nada importante. Este sistema  corrompido, e muito completamente.
Menino inteligentes," ele refletiu. "Menino inteligente, inteligente. Voc
precisar correr um diagnstico cheio, mas ele parece que voc tem um
nvel superior tech em suas mos, e uma que acredita em ser preparada.
No  um assunto simples para se equipar uma unidade pblica para
notificar um usurio de uma procura em sua conta. Ele teve um scanner
porttil, altamente sensvel, eu diria, interfaced isto. Muito cauteloso, muito
esperto."
"Voc pode chegar ao redor isto?"
"Eventualmente. As unidades neste clube so projetadas bastante bem para
fechar e fechadura em qualquer tentativa em contaminao. Existe um
detector interno e filtrando sistema como auxlio. Apesar disto, ele
conseguiu upload um vrus que enxugou esta unidade, e todo outro aqui. E
ele fez isto em minutos, depois de descobrir uma notificao de proteo."
Ela se debruou de volta. "Voc soa impressionado."
"Oh, eu sou. Consideravelmente impressionou. Seu homem tem um
brilhante talento. Uma pena, realmente, que ele  to corrupto e
desprezvel quanto esta unidade."
"Sim. Quebre meu corao." Ela levantou-se. "Eu vou pular o pessoal, tenha
a unidade encerrada e enviei para EDD. Uma vez que ns somos limpos, eu
quero que segurana de um olhar para. Vamos ver o que ele pareceu com
hoje  noite."
-=O=-***-=O=-
Ele pareceu, Vspera decidida, satisfeita consigo mesmo. Ela pegou isto no
modo seus olhos movidos acima da multido -- despedindo, smirking at
enquanto ele manteve um sorriso agradvel, inofensivo em seu rosto.
Ele caminhou pela multido, manteve que ele mesmo removeu deles.
Nenhum contato, nenhuma saudao casual. E moveu diretamente para o
cubo que pe suas costas para a parede, e manteve sua viso do quarto
desobstrudo.
"Ele tem estado aqui antes de," Vspera notada.
Nenhum do pessoal podia confirmar isto. Ento novamente, o gerente tinha
estado to agitado -- no pela interveno de polcia, nem mesmo pela
prxima-revolta, mas, ela lembrou, pela realizao que Roarke estava no
clube -- que ele teve um tempo duro estalando fora seu prprio nome.
A unidade e cubo tinham sido reservados debaixo do nome R. W. Emerson.
Um pseudnimo, ela no teve nenhuma dvida, e o nome, ela aprendeu
depois de uma corrida rpida, de um poeta morto longo.
Seu cabelo era uma juba lisa, morna marrom hoje  noite, e ele vestiu
praa-emoldurados culos de tinted mbar. Ela sups seu traje era casual
da moda com o escuras pegged calas, as botas de tornozelo, o longo,
quadril-assobiando camisa no mesmo matiz de mbar como suas lentes.
Existia uma pulseira de punho de manga de ouro em seu pulso certo e uma
curva de piscar cravos ao longo da concha de sua orelha.
Ele ordenou o caf primeiro, dado um telefonema em seu vnculo de bolso.
Ento ele bebeu um pouco enquanto ele continuou a assistir o quarto.
"Ele est tendo certeza que o estvel do ambiente," Vspera disse. "E ele
est caando. Acompanhamento as mulheres, considerando eles. Voc
mensagem pode para alguma outra unidade no clube, certo? Isto no  um
dos negcios por que pessoas vo em vez de s ficar para casa e scoping o
'lquido em paz?"
"Outro modo de socializar," Roarke confirmado. "Excitingly annimo, at
voyeuristic. Voc mensagem uma unidade atravs do quarto, pode assistir
sua reao, decida se voc quiser tomar isto para o prximo passo e faz
contato pessoal. As unidades so equipadas com uma proteo de
isolamento normal para aqueles que no querem ser transtornados. Ou
golpe em."
Ela assistiu ela suspeitar tronco, e escolha manual em vez de verbalizar
modo.
"L." Roarke tocou em seu brao, ento ordenou a tela para ampliar em,
aumentar um setor. "O scanner."
Ela viu o que pareceu com um pequeno, esbelto, caso de carto de negcios
de prata. Ele desenhou um cabo magro, revocvel fora do canto, tampou
isto no porto lateral da unidade.
"Oh, ele  muito, muito bom. Eu nunca vi um to compacto," Roarke disse a
ela. "As chances so que ele fez isto ele mesmo. Eu pergunto-me -- "
"Pense sobre sua pesquisa-e-potencial de desenvolvimento mais tarde," ela
ordenou. "Bang. Ele  nos feito."
Seu corpo foi rgido, seu rosto relaxa. Ele no pareceu to satisfeito consigo
mesmo e superior naquele momento. Ele pareceu chocado, e ele pareceu
assustado. Os olhos atrs das lentes elegantes eram nervosos como eles
arremessaram em torno do quarto.
Ele puxou o scanner, ento enrolado acima do teclado com a devoo de
srio e intensidade do clssico compu-geek.
"Codificao no vrus," Roarke quietamente disse. "Ele est suando, mas ele
sabe o que ele est fazendo. Upload isto."
Ele estava agitando. Ele esfregou a de volta de sua mo repetidamente
acima de seu lips. Mas ele se sentou onde ele estava, seu olhe colado para
o monitor. Ento ele estava em cima, deixando seu caf apenas tocado, e
apressando para a porta indiferentemente suficiente para chocar-se com
mesas, d com pessoas.
Ele estava quase correndo quando ele fez a porta. A vspera viu ele
balanar seu corpo  direita antes dele desaparecer e a porta fechada atrs
dele.
"Fora. Fora e entrou o que, abaixo de dois minutos. Arremessou um bom
minuto antes dos uniformes responderem e chegaram na cena."
"Noventa e oito segundos pelo relgio," Roarke concordou. "Ele  rpido.
Ele  muito rpido."
"Sim, ele  rpido, mas ele  agitou. Ele estava indo para o bairro
residencial. E ele estava correndo assustado -- para casa."
CAPTULO OITO
O levou quase uma hora para parar de agitar. Uma hora, dois usques, e o
Lucias mais tranqilo adicionou ao segundo bebida.
"No devia ter acontecido. No devia ter sido possvel."
"Puxe voc mesmo junto, Kevin." Lucias tirou um cigarro que ele atou com
s uma brisa de Zoner. Ele iluminou isto, cruzados seus tornozelos. "E
pense. Como ele aconteceu?"
"Eles conseguiram cavar debaixo do nome de conta. O nome de conta
protegida."
Irritably, Lucias prendeu fumaa. "Voc disse a mim que levaria eles
semanas."
"Eu menosprezei eles, obviamente." Aborrecimento vislumbrado acima de
nervos. "No pode ser localizado de volta para ns em todo caso. Mas at a
conta tendo nome, como podia eles me localizar para aquele local, e ento
depressa? A polcia no tem as instalaes, a fora de trabalho, o
equipamento para surveil todo cyber-clube na cidade, e toda unidade neles.
Ento existem os assuntos dos quarteires de isolamento, o padro um e
aqueles que eu implementei."
Lucias retraiu fumou, ento expeliu isto em um fluxo preguioso. "O que as
chances eles acabaram de pego sortudo?"
"Nada," Kevin disse entre seus dentes. "Eles usaram ambos equipamento
superior e um superior tech." Ele agitou sua cabea. "Por que em nome do
Deus iria qualquer um com aquelas habilidades conformar-se salrio do
policial? No setor privado, ele ou ela podia nomear qualquer preo."
"Leva todos os tipos, no faa isto? Bem, isto est excitando."
"Excitante? Eu poderia ter sido pego. Prendeu. Carregado com assassinato."
O Zoner, como sempre, estava fazendo o trabalho. "Mas voc no era."
Dispostos a aplacar, Lucias se debruou acima de, joelho do Kevin batido
levemente. "Porm espertos e qualificados eles so, ns somos mais isso.
Voc antecipou este tipo de possibilidade, e se preparou para isto. Voc
infetou um clube inteiro. Muito doce. Voc ser colocado em manchete na
mdia novamente." Ele suspirou. "Mais pontos para voc."
"Eles me tero em excntrico de segurana." Kevin inalou devagar, exalou
devagar. De muitas formas, Lucias era sua droga de escolha, e sua
aprovao alisada acima dos piores dos nervos. "Eu poderia no ter alterado
meu olhar se eu no tivesse usado um clube muito perto de."
"Destino." Lucias comeou a rir, e desenhou sorriso de um responder de seu
amigo. " destino realmente justo, no ? E todo a nosso lado. Realmente,
Kev, s melhora e melhor. Voc cuidar da conta? Gere outro?"
"Sim. Sim, isto no  nenhum problema." Kevin encolheu os ombros aquele.
No existia nada que ele no podia fazer com eletrnica. "Eles fizeram um
grande muitos pblico de detalhes, Lucias. Os quartos de conversa, a
instalao. Ns podemos querer parar por um tempo."
"S quando est ficando interessante? Eu no acho. O mais alto o risco, a
maior a excitao. Agora, pelo menos, ns conhecemos que ns temos
pitted ns mesmos contra um adversrio ou adversrios que so
merecedores de nossos esforos. Adiciona tal sabor. Saboroso."
"Eu podia manter a conta aberta," Kevin meditou. "Envie fora alguns
chamarizes."
"Ah!" Lucias slapped uma mo no brao de sua cadeira. "Agora voc est no
jogo. S pense sobre isto. Pense sobre quando voc tiver seu encontro
amanh  noite. Por que, voc e a senhora adorvel podem discutir este
horror recente acima de bebidas. Ela calafrios, delicadamente, acima do
destino de suas irms condenadas. Nunca sabendo que ela seja
predestinado para juntar-se eles. Deus,  delicioso."
"Sim." O usque e a droga cruzada dentro dele, tornou o ar que ele respirou
em lquido suave. "Adiciona a excitao."
"Uma coisa com certeza, ns no estamos chateados."
Divertiu agora, Kevin alcanou acima de tomar um golpe do cigarro atado.
"E improvvel para ser por algum tempo. Eu sei s o que eu vestirei
amanh. S como eu parecerei. Ela  to sensual. Moniqua. At seu nome
emite cheiro forte de sexo." Ele hesitou, odiando desapontar. "Eu no sei se
eu posso ir por para o fim disto, Lucias. Eu no sei se eu posso a matar."
"Voc pode. Voc ir. No se ficar para trs um nvel de realizao." Ele
sorriu quando ele falou. "Pense sobre isto, Kevin. Sabe, o tempo inteiro
voc est tocando em seu corpo desnudo, enquanto voc enterra voc
mesmo nela, que voc estar o ltimo para fazer isso. Que seu dick
pumping dentro dela  a ltima coisa que ela j conhecer."
Kevin foi duro pensando sobre isto. "Eu suponho existe algo para ser dito
para o fato que ela morrer feliz."
O riso do Lucias saltou frio em torno do quarto.
-=O=-***-=O=-
Desde que ela estava sempre tentando perder peso, Peabody saiu de do
metr seis quarteires abaixo da parada que de casa da Vspera mais
prxima. Ela estava se parecendo bonita peppy sobre encontrar no local de
escritrio de casa novamente, onde o AutoChef era um tesouro encontrado
de maravilhas.
Outra razo, ela admitiu, para a caminhada. Tipo de penitncia antes do
pecado. Era uma soluo que apeladas para sensibilidades do seu Livre-
Ager. Claro que nos inquilinos de Livre-Agism no existia nenhum pecado e
penitncia, mas desequilbrio e equilbrio.
Mas isso era semntica realmente justa.
Ela cresceu em uma famlia grande, de difcil controle que acreditou em
auto-expresso, teve uma reverncia para a Terra e as artes e uma
responsabilidade para ser verdade para a si mesmo.
Ela soube, pareceu que ela quase sempre conheceria, isso ser verdade para
que ela mesma ela precisou ser um policial urbano que tentou manter ...
bem, equilbrio, ela suposta.
Ela era tipo de perdida sua famlia agora mesmo entretanto. O estourar de
amor e surpresa. E inferno, a simplicidade de isso tudo. Talvez ela precisou
tomar alguns dias e ir se sentar na cozinha da sua me, coma biscoitos de
acar, e embeber algum afeto descomplicado.
Porque ela no soube o que em nome do Deus estava errado com ela. Por
que ela se sentiu to triste e instabilizou e insatisfeita. Ela teve aquela coisa
que ela quis a maioria de em vida. Ela era um policial, uma maldio boa
policial, debaixo do comando direto de uma mulher ela considerou a ltima
em exemplos.
Ela aprendeu tanto no ltimo ano. No quase tcnica, no quase
procedimento, mas sobre que fez a diferena entre aquele bom policial e
um brilhante.
Sobre que separaram as pessoas que quiseram tapar um caso das pessoas
que tomaram isto um nvel mais fundo, e se importou com a vtima. Que
lembrou deles.
Ela soube que ela estava melhorando no trabalho todo dia, e ela podia ter
orgulho nisto. Ela amou viver em Nova Iorque, vendo seu rosto muda e
troca como voc moveu de quarteiro para bloquear.
A cidade estava to cheia, ela pensou. Das pessoas, de energia, de ao.
Enquanto ela podia voltar e se sentar naquela homey cozinha, ela nunca
seria contedo vivendo l novamente. Ela precisou de Nova Iorque.
Ela tinha muito prazer em seu pequeno apartamento, onde o espao era
todo sua prprio. Ela teve camaradas fixos, bons amigos, uns merecedores
e satisfazendo carreira.
Ela estava datando, bem, tipo de datar, um do mais incrivelmente bonito,
homens considerados, sofisticada ela j conheceria. Ele a levou para
galerias, para a pera, para restaurantes surpreendentes. Por Charles, ela
foi exposta s outro para no lado da cidade, mas de vida.
E ela prov a cama de noite, olhando fixamente para o teto e perguntando-
se por que ela se sentiu to s.
Ela precisou retirar-se disto. A depresso no correu em sua famlia, e ela
no iria ser a primeira a espiral abaixo nisto.
Talvez ela precisou de um passatempo. Como pintura de vidro ou
jardinagem de recipiente. Fotografia holgrafa. Macrame.
Fuck isto.
Era s que pensou em sua cabea quando McNab estalou fora do
deslizamento de metr e tudo menos colidiu com ela.
"Eh." Ele aceitou em devoluo um passo aos arrancos at  medida que ela
fez. Pego seus entrega seus bolsos.
"Eh." Sua contagem de tempo podia ter sido pior? Ela perguntou-se. Ela no
podia ter caminhado um pouco mais rpido, um pouco mais lentos? Sados
de casa cinco minutos mais cedo, dois minutos mais tarde?
Eles carranca em um ao outro para um momento, ento tido que mover ou
ser ceifado abaixo pelos comutadores inundando fora do deslizamento e
sobre a calada.
"Ento." Ele puxou suas mos fora de seus bolsos para ajustar o ajuste dos
guarda-sis minsculos, redondas com aqua lentes azuis. "Dallas pediu o
negcio de escritrio de casa."
"Eu consegui a atualizao."
"Soe como ela conseguiu um pouco de ao ontem  noite," ele continuou,
lutando manter isso tudo aprazvel e fcil. "Muito ruim que rasteje no
soltou em Cyber Recupera a outra noite quando ns estvamos l. Ns
poderamos ter o feito."
"Improvvel."
"Tente um pouco otimismo, Ela-Corpo."
"Tente um pouco realidade, puxo-rosto."
"Acorde no lado errado da cama do menino liso?"
Ela ouviu suas prprios dentes moerem. "No existe nenhum lado errado da
cama do Charles," ela docemente disse. " um grande, suave, redondo
playpen."
"Oh sim?" Metades dos circuitos em seus crebros fritos na imagem de
Peabody foliando desnudo em alguma cama de pelcia, sensual. Com outra
pessoa.
"Isto  apenas do tipo de rplica rpida que eu vim para esperar de voc.
Voc deve estar afiando sua genialidade em todo aqueles bimbos voc est
saltando nestes dias."
"O ltimo bimbo teve um doutorado de MIT, o corpo de uma deusa, e o
rosto de um anjo. Ns no gastamos muita tempo em diante genialidade-
afiando."
"Porco."
"Cadela." Ele agarrou seu brao como ela balanou em direo a porto do
Roarke. "Eu estou sendo estado cheio do modo que voc bofeto em mim
toda vez eu chego a pouca distncia, Peabody. Voc  a pessoa que coloca
os freios."
"No logo o bastante." Ela arrastou, mas seu aperto ficou firma. Ela sempre
menosprezou aqueles braos fracos seu. Estava mortificando perceber a
fora em que eles tiveram seu estmago fazendo cartwheels. "E como
sempre voc est errado e voc  estpido. Voc  a pessoa que terminou
coisas porque voc no podia ter tudo seu modo."
"Certo. Com licena para objecting para o fato que voc desenrolar de
minha cama e pozinho na da prostituta."
Ela rammed um punho em seu trax. "No chame ele isto. Voc no sabe
nada sobre isto, e se voc tivesse uma dcima de classe do Charles, seu
charme, sua considerao, voc rastejaria at inferior ao homem. Mas
desde que voc eu no devia obrigado por pr as derrapagens em que era
um ridiculous, envergonhando, e engano indignante em minha parte j
deixando voc deitar uma mo em mim. Ento obrigado!"
"Voc  bem-vindo."
Eles eram arquejo, selvagem-de olhos e nariz para nariz. Ento eles
estavam gemendo e boca para boca. Eles separadamente empurraram,
ainda selvagens-de olhos.
"Isso no significou nada," ela administrou entre boqueadas.
"Certo. No quis dizer nada. Ento vamos fazer isto novamente."
Ele a arrancou de volta, afundou seus dentes sofregadamente em seu lbio
de parte inferior. Era, ela pensou, atordoando, como sendo disparada de um
canho. Suas orelhas estavam tocando, sua respirao e equilibrar ido. E
tudo que ela quis era para correr suas mos por toda parte seu corpo longo,
ssea.
Ela conformou-se seu alvo, cavando seus dedos em como se ela podia
torcer fora de um bom pequeno pedao para manter em seu bolso.
Ele a girado ao redor, lutando conseguir suas mos debaixo da jaqueta
dura, engomado de seu uniforme. Debaixo disto, ele soube que seu corpo
era uma maravilha de curvas e suaves, rendendo carne. Desesperada para
isto, ele a empurrou de volta, pelos sensores de porto e rapped seu
smartly contra os bares de ferro.
"Ow."
"Desculpe. Deixe-me -- Deus." Ele enterrou sua boca contra seu pescoo e
perguntou-se se ele pudesse acabava a de sorver em cima gostava de
sorvete.
"Eu imploro seu perdo." A voz veio de em nenhuma parte, de em todos
lugares, e teve eles ambos arregalar em um ao outro.
"Voc disse algo?" Ela perguntou.
"No? No ?"
"Oficial. Detetive."
Ainda em meio-procura no escuro, eles dois deslizaram seus olhos  direita
e olhados fixamente para o painel de segurana na pilar de pedra.
Summerset, seu rosto inexpressivo, olhada fixamente atrs fora da tela de
viso.
"Eu acredito que o tenente est esperando que voc," ele disse, friamente
corts. "Se voc tomar um passo de volta do porto, voc  menos provvel
para falhar eles quando eles forem abertos."
Peabody sentiu sua prpria chama de rosto gosta de um tomate abrasado.
"Oh homem. Oh cague." Ela empurrou McNab, andado claro, ento comeou
a arrastar seu uniforme atrs em lugar. "Isso era s estpido."
"Sentidas boas entretanto." De alguma maneira suas rtulas ficaram
destacado de forma que os primeiros passos ele tomou pelo porto aberto
era coxo e deslocado. "Que diabo, Peabody."
"S porque ns temos esta ... reao qumica, no significa que ns temos
que agir nisto. Ele coisas de parafusos justa em cima."
Ele danou na frente dela, caminhando para trs. Seu rabo-de-cavalo longo,
macio e lustroso ido para cima e para baixo do lado lateral. Sua jaqueta
magra ondulados para seus joelhos e era a cor de campo poppies. Apesar
de todas suas boas intenes, seu lips twitched em um sorriso.
"Voc  muito condena goofy."
"Por que ns no conseguimos uma pizza hoje  noite? Veja onde vai."
"Ns sabemos onde foi," ela lembrou a ele. "Ns no temos tempo para
fazer isto agora, McNab. Ns no temos tempo para pensar sobre isto."
"Eu penso sobre voc o tempo todo."
Isso a parou, mortos em seus caminhos. Era duro para caminhar quando
seu corao saltou para seus sapatos. "Voc  messing mim."
"Isto  o plano. Uma pizza, Ela-Corpo? Eu sei como voc  para pizza."
"Eu sou de regime."
"Para que?"
O fato que ele podia perguntar, sinceramente, sempre encantou e a
confundiu. "Porque meu asno est abordando a mesma massa que Pluto."
Ele circulou ao redor ela como eles caminharam em cima a curva longa do
passeio. "Vamos. Voc tem um grande asno. Est l. Um sujeito no tem
que gastar metade seu tempo procurando por isto."
Ele deu isto um afetuoso apertar, ganhou um estreitado, advertindo olhar, e
grinned. Ele soube quando ele estava avanando. "Ns s comeremos e
conversaremos. Nenhum sexo."
"Talvez. Eu pensarei sobre isto."
Ele lembrou o que Roarke o aconselhou sobre romance. Em uma coliso
rpida, ele podou em torno do gramado, estalou uma flor de uma pra
ornamental. Ele alcanou Peabody nos passos, e deslizaram a flor pela casa
de boto superior de sua jaqueta.
"Jeez," ela muttered, mas ela andou a passos largos na casa sem tirar a
flor.
Ela foi muito cuidadosa para evitar olho direto contactar com Summerset. E
muito ciente do calor que rasteja em cima seu pescoo como ele convidou
eles para ir diretamente at escritrio da Vspera.
-=O=-***-=O=-
Vspera permanecida no centro do quarto, balanando ligeiramente em
seus saltos de sapatos como ela assistiu a segurana gravar novamente. O
homem era satisfeito consigo mesmo, ela pensou. E indiferente. Ele
apreciou lanar que divertiu olhar acima da multido no cyber-caf,
pensando todo mundo existia menos que ele. Sabendo que ele teve um
segredo.
Mas ele tambm vestiu desenhar ateno. A admirao e inveja. Ento
aqueles que viu ele entendeu que ele era mais.
Ele pensou adiante. Era to convencido nada e ningum podia o tocar. Mas
quando coisas deram erradas, existia medo e pnico.
Ela assistiu o orvalho de suor em seu rosto como ele olhou fixamente para o
monitor em seu cubo. E ela podia o ver, facilmente o veja, levantando o
corpo inanimado de Bryna Bankhead fora da sacada. Livre-se do problema,
ela meditou. A inconvenincia, a ameaa. Ento v embora.
Ela no podia ver ele completar a muito prxima noite com outra mulher.
Com intento deliberado e sangue frios.
Ela girou como Peabody e McNab entraram. "Corra esta frente de imagem
do sujeito, atrs, e lateralmente," ela ordenou. "Se concentre na estrutura
facial, os olhos -- forme, no colora -- e tipo de corpo. Esquea o cabelo,
chances so no  seu."
"Voc tem uma contuso em sua mandbula, senhor."
"Sim, e voc tem uma flor em sua casa de boto. Ento ns dois parecemos
estpidos. Dickhead foi bem sucedido nas perucas e encarecimentos. Eu
tenho as marcas. Voc persegue abaixo sadas neles, Peabody, consiga-me
um consumidor listar. A referncia ele com o que eu embarquei no vinho.
Roarke est me conseguindo uma lista das lojas superiores para homens na
cidade."
"Roarke tem isto para voc." Ele andou no escritrio, resistiu um disco.
"Bom dia, classe."
"Obrigado." Ela desapareceu por isto para Peabody. "Nosso sujeito gosta do
bom material. O desenhista cala, sob medida guarda-roupa. O que voc
chama isto?"
"Bespoke," Roarke forneceu. "Enquanto ele pode comprar diretamente de
Londres ou Milan, o primeiro terno era corte definitivamente britnico," ele
adicionou. "O segundo certamente Italiano, ele seria provvel patrocinar
algumas do altas-fim lojas aqui em Nova Iorque."
"Tomando nosso conselheiro de moda em sua palavra," Vspera secamente
disse, "ns examinamos isto, veja se qualquer coisa estalar. A menos que
ele seja pego sua prpria estufa, ele est comprando aquelas rosas rosas de
em algum lugar. Alta da probabilidade est em seu prprio bairro, e eu
estou apostando aquele bairro  ou Lado do Leste do Oeste Superior Lateral
ou Superior, ento ns olhamos l primeiro."
Ela glanced acima de, momentaneamente surpreendido quando Roarke deu
seu um assaltar de caf fresco, quente. "Eu tenho um consultar com Mira
aqui em uma hora. Feeney est em Central, dirigindo o exame da unidade
ns encerramos de Cyber Recupera. Eu quero respostas, eu quero uma
trilha, e eu quero isto hoje. Porque ele vai mover novamente hoje  noite.
Ele tem que."
Ela voltou para a tela onde o rosto zombado do assassino fora na multido.
"Ele j conseguiu seu prximo objetivo."
Ela subjugou para uma tbua onde ela alfinetou fotografias de ambas as
vtimas, as imagens de computador do assassino como ele olhou na frente
de e depois de cada assassinato.
"Ela ser jovem," Vspera disse. "Cedo- para anos vinte meios. Ela viver
s. Ela ser atraente e inteligente com um afeto para poesia. Ela ser
romntica, e no atualmente em qualquer relao sria. Ela vive na cidade.
Trabalhos na cidade. Ele j a visto, estudada ela na rua ou em seu trabalho.
Ela pode ter falado com ele e no conhecido ele era o homem que tem
estado a seduzindo. Ela est provavelmente pensando por volta de hoje 
noite, sobre esta data ela tem com um homem que  exatamente o que ela
 esperada. Em algumas horas, ela pensa, eu o encontrarei. E talvez, s
talvez..."
Ela foi embora a diretoria. "Vamos manter seu vivo. Eu no quero ver outro
rosto nesta tbua."
"Um momento de seu tempo, Tenente?" Roarke gesticulou para seu
escritrio, saiu ele mesmo antes dela poder o adiar.
"Olhe, eu estou no relgio aqui."
"Ento por que desperdice tempo." Ele fecha a porta atrs dela. "Eu posso
conseguir voc que aqueles consumidor lista, tenha eles cruz-provida
referncia e completada em uma frao do tempo que levaria Peabody."
"Voc no tem trabalhar?"
"Considervel, sim. Ainda me levaria menos tempo." Ele leu rapidamente
uma ponta do dedo acima da contuso em sua mandbula, ento
ligeiramente ao longo do entalhe raso em seu queixo. "Eu acho que eu
prefiro ter minha mente completamente ocupada agora mesmo. E," ele
adicionou. "Eu prefiro no ver outro rosto em sua tbua de assassinato
qualquer um. Eu pretendo fazer isto de qualquer maneira, mas eu pensei
que voc poderia se parecer menos aborrecido se eu fizesse a pretenso de
perguntar."
Ela scowled nele, dobrados seus braos. "Pretenso?"
"Sim, bem." Ele beijou a contuso. "E deste modo, como voc sabe o que
eu sou at, livra voc para ter Peabody junto com voc no campo, onde
quer que isso poderia ser." Seu painel de comunicao interna buzinada.
"Sim?"
"Um Dr. Dimatto  aqui ver Tenente Dallas."
"Mande a ela," Vspera ordenada. "Faa o que voc vai fazer," ela disse a
Roarke. "Mas por agora mesmo eu estou indo com a pretenso que eu no
sei sobre isto."
"Qualquer trabalhos para voc. Eu s vou tomar um minuto para instalar
algumas coisas. Ento eu gostaria de dizer oi para Louise."
"Adapte voc mesmo." Ela abriu a porta, glanced atrs. "Voc geralmente
faz."
" disso que me faz tal contented homem."
Ela deu um rude bufar e cruzado em seu escritrio para saudar Louise.
Ela entrou rpido, mas Vspera raramente viu ela mover outro modo. Ela
levou olha se para o caf na mo da Vspera e sorriu. "Sim, eu adoraria
algum, obrigado."
"Peabody, caf para Dr. Dimatto. Qualquer outra coisa que ns podemos
conseguir voc?"
Louise olhou fixamente para o dinamarqus que McNab atualmente estava
tentando tragar inteiro. "Isto  um dinamarqus de ma?"
Com sua boca cheia, ele fez um pouco de som, uma mistura de afirmao,
prazer, e culpabilidade.
"Ame um, tambm, obrigado novamente."
A vspera varreu um olhar acima de terno vermelho mordaz da Louise.
"Voc no parece vestido para ver pacientes, Doc."
"Eu tenho uma reunio. Fundraiser." Diamonds centelhadas em suas
orelhas quando ela balanou sua cabea. "Voc tende a apertar fora mais
dinheiro quando voc parecer com que voc no precisa disto. V figura.
Em todo caso ... obrigado, Peabody. Se importe se eu me sentar?" Ela fez,
cruzando suas pernas, equilibrando o prato com o habilmente de
dinamarqus em seu joelho como ela tomou seu primeiro gole de caf.
Ela levantou um suspiro longo antes dela sipped novamente. "Onde voc
consegue este material? Tem que ser ilegal."
"Roarke."
"Naturalmente." Ela cessou bruscamente um canto limpo do dinamarqus.
"Voc tem uma razo para visitar, Louise, diferente de um pouco fratura de
caf? Ns estamos um pouco ocupados aqui."
"Eu estou certo que voc ." Ela movimentou a cabea em direo 
diretoria. "Eu perguntei sobre Bryna Bankhead em meu edifcio. Ela
conheceu todo mundo em seu cho, e vrios outros. Ela estava muito bem
gostada. Ela viveu l trs anos. Ela datou bastante regularmente, mas
ningum srio."
"Eu sei tudo aquilo. Pensando sobre desistir de medicina para polcia
trabalhar?"
"Ela viveu l por trs anos," Louise repetiu, e o humor morreu dela
verbaliza. "Eu vivi l para dois. Ela atacou a calada em meus ps. Eu nunca
teria uma conversao com ela."
"Sentindo culpado acima disso no mudar o que aconteceu para ela."
"No." Louise cessou bruscamente outra mordida. "Mas ele fez-me pensar.
E ele me fez trabalho mais propenso mais duro de conseguir quaisquer
informaes para voc que poderia ajudar sua investigao. Existia um
projeto de pesquisa em J. Forrester. Isto  um soldado, clnica bastante
exclusiva que especializa em deficincias orgnicas sexuais, relaes,
assuntos de fertilidade. Quase vinte e cinco anos atrs, J. Forrester formou
uma sociedade com Produtos farmacuticos de Allegany para pesquisa,
estudo, e desenvolva vrios produtos qumicos que podiam aliviar
deficincia orgnica e realar apresentao, sexualmente falando. Muitos
qumicos superiores e R e D pessoas eram envolvidos ou associados com o
projeto."
"Testando com elementos acharam nas substncias controladas conhecidas
como Prostituta e Coelho Selvagens."
"Aqueles, outros, combinaes. Eles fizeram, de fato, desenvolva a droga
registrou a marca como Matigol, que ajudou estender habilidade de
apresentao sexual em homens bem passados a marca de sculo, e a
droga de fertilidade Compax, que permite mulheres seguramente para
conceber e dar a luz a seu cinqenta deviam eles desejar isto."
Ela mordiscou no dinamarqus. "Ambas estas drogas tm uma taxa de
sucesso muito alto, mas so extremamente caros e ento largamente
inacessveis para seu consumidor mdio. Mas para aqueles que dispe isto,
eles so um milagre."
"Voc tem os nomes dos jogadores?"
"Eu no estou acabado." Ela girou sua cabea, disparou um sorriso
ensolarado como Roarke entrou. "Bom dia."
"Louise." Ele foi para ela, erguida sua mo para seu lips. "Voc parece
adorvel, como sempre."
"Sim, sim, blah blah. O que?" Vspera exigida. "O que mais?"
"Sua esposa  rude e impaciente."
" por isso que eu a amo. A propsito, Tenente, Charles Monroe est a
caminho de cima."
"O que  isto? Uma conveno?" Mas como ela falou que ela apontou um
duro, advertindo olhar para McNab. Seus olhos reluzidos atrs nela, e ele
conseguiu segurar o procurar por uns bons cinco segundos antes dele soltar
seu olhar, sulkily. "Voc, consiga-me alguns dados em Produtos
farmacuticos de J. Forrester e Allegany."
Ela clenched sua mandbula, que enviou pulsando como ela pegou o
interesse chamejar acima de rosto do Roarke. "Condene isto."
"Eu comprei fora Allegany, oito, no, eu acredito em que era dez meses
atrs. O que sou a conexo?"
"Eu justamente no sei, porque o doc aqui est sendo modesto."
"Eu nunca sou modesto," Louise corrigiu, ento seus olhos borrados quase
como eles tiveram quando ela tomou seu primeiro gole de caf. "Oh, bem,"
ela disse como Charles entrou. "Meu, meu."
"Eu acho que voc queira caf, tambm," Vspera disse.
Ele movimentou a cabea. "Eu no diria no."
"Eu pegarei isto." Agitou, esvaziando, floundering, Peabody escapou na
cozinha.
"Roarke. McNab." Com a segunda saudao, Sorriso praticado escurecido do
Charles ligeiramente. Ento ele poliu direito em cima novamente quando ele
apontou isto em Louise. "Eu no acredito em que ns nos encontramos."
"Louise. Louise Dimatto." Ela ofereceu uma mo.
"No diga a mim que voc  um policial."
"Doutor. Voc?"
Se ele ouvisse muttered opinio do McNab, Charles ignorou isto.
"Companheiro profissional."
"Que interessante."
"Ns podemos salvar a hora social para mais tarde? Ns teremos uma festa
de maldio. Todo mundo  convidado," Vspera estalada. "Eu chegarei a
voc," ela disse para Charles. "Termine isto, Louise."
"Onde estava eu? Oh sim. Apesar do sucesso em desenvolvimento, o
projeto e a sociedade eram dissolvidos alguns vinte anos atrs. Falta de
capitais, falta de interesse, e vrios efeitos colaterais desgraados de outras
drogas experimentais durante aquele perodo. Era decidido aquela pesquisa
adicional usando formas daquelas substncias qumicas particulares eram
ambos os custo-proibitivo e potencialmente financeiramente arriscado
devido a ameaas de ao legal. A deciso estava largamente influenciada
por Dr. Theodore McNamara, que, em essncia, encabeou o projeto e 
creditada para a descoberta de ambos os Compax e Matigol. Existiam
rumores insubstanciados de abusar e surripiar durante o projeto. Conversa
de experimentao no s no lab, mas fora disto. A fofoca  que alguns dos
ternos arquivaram eram internos, pessoal que reivindicou ter recebido
drogas sem seu conhecimento ou consentimento e estava sexualmente
molestada, talvez engravidou, enquanto debaixo da influncia. Se ele for
verdade," Louise concluiu, "ningum no saber est delatando."
"Bom trabalho. Eu seguirei isto. Se voc conseguisse uma reunio -- "
"Eu tenho um pouco de tempo. Eu s terminarei meu caf, se ele for todo o
mesmo para voc. De fato, eu s ajudarei eu mesmo a outra metade
xcara."
Ela breezed na cozinha.
"Certo, Charles. Voc est em cima."
Ele movimentou a cabea em Vspera, grinned intimamente em Peabody
quando ela o trouxe seu caf. "Meu cliente acredita em que eu quis esta
informaes para outro cliente. Eu gostaria de manter isto aquele modo."
"Eu protejo minhas fontes, Charles."
"E eu acredito em proteger meus clientes," ele retornou. "Eu preciso de sua
palavra que nenhuma ao ser tomada contra ela se o que eu digo que
voc acabe a expondo."
"Ela no me interessa. E se tudo que ela estiver fazer est se fazendo
crnea, eu terei certeza que ela no interesse Illegals. Feira suficiente?"
"Sexo no  fcil para todo mundo, Dallas."
"Se as pessoas no quiseram sair de," McNab disparou, "voc seria sem
trabalho."
Charles smirked em McNab. "Verdadeiro suficiente. Se as pessoas no
quiseram roubar, fraude, mutilao, e matana, ento iria voc ser,
Detetive. Todos ns no somos natureza humana sortuda nos mantm em
negcios?"
A vspera andada entre a cadeira onde o Charles se sentou e a escrivaninha
onde o McNab trabalhou, eficazmente blocagem sua viso de um ao outro.
"D-me o negociante, Charles. Ningum quer busto seu cliente."
"Carlo. Eles no usam ltimos nomes. Ela o encontrou em um quarto de
conversa, uma em experimentao sexual."
Vspera aliviada sobre o canto da escrivaninha. "Isto  isso?"
"Sobre um ano atrs. Ela disse que ele  mudado sua vida."
"Como as compras trabalham?"
"Inicialmente, ela o e-mail, coloque uma ordem. Ela pagaria com uma
transferncia eletrnica de capitais em sua conta, ento levante a entrega
em uma gota de correio em Principal Central."
"Nenhum contato pessoal?"
"Nenhum. Agora ela est em que ela chama um servio de subscrio e
recebe uma proviso mensal regular. O pagamento, com o desconto de
subscrio, est automaticamente transferido de sua conta at seu. Cinco
mil um ms para uma ona de quarto."
"Eu preciso conversar com ela."
"Dallas -- "
"E aqui seja por que. Eu preciso de seus dados de conta, e qualquer outra
coisa que ela pode dizer a mim. Ela faz negcios regulares com ele, ento
ela teria um sentir. Mais que isto, ela precisa ser guarda colocado. Ela podia
ser um objetivo."
"Ela no ." Ele rosa como Vspera ocorreu para a escrivaninha. "Aquelas
so suas vtimas?" Ele gesticulou para a diretoria. "O que so eles, vinte,
vinte e cinco? Esta mulher  mais de cinqenta. Ela  atraente, ela cuida se
de, mas ela no tem que floresce. Os relatrios de mdia disseram que eles
eram nicos, viveu s. Ela  casada. Sua associao comigo  uma
vantagen. Como um dia no salo. Ela vive com seu marido e seu teenage
filho. E sendo questionado por voc neste envergonhar e a humilhar, e
sua famlia."
"Pode tambm danificar seu ego sexual," Louise pe em. Ela permaneceu
atravs do quarto, sipping sua segunda xcara de caf. "O uso da droga e
um companheiro profissional mais provvel mostrou a um pouco de
deficincia orgnica nesta rea. Expondo sua necessidade para eles para
uma autoridade que podia negar e a castigar para o primeiro, e sorriso nela
para a segunda, no  aconselhvel de um ponto de vista mdico ou
psicolgico."
"Protegendo ela daquela exposio corre o risco de slapping outra mulher
morta naquela tbua."
"Deixe-me conversa para ela novamente," Charles perguntou. "Eu
conseguirei as informaes que voc precisa. Melhor, eu abrirei uma conta
com ele, em minha prpria despesa. Ele  s precisa fazer um fundo normal
para verificar minha licena. Um LC  um cliente razovel para sexual
illegals."
"Consiga-me os dados s trs horas," Vspera decidida. "No faa qualquer
outra coisa. Eu no quero que ele tenha seu nome."
"Voc no tem que se preocupar sobre mim, Acar de Tenente."
"Apenas dos dados, Charles. Agora v embora."
"Eu preciso me dar bem eu mesmo. Obrigado pelo caf." Louise anotar a
xcara, glanced em Charles. "Queira compartilhar um txi?"
"Perfeito." Ele arrastou uma ponta do dedo acima da flor em casa de boto
do Peabody como ele girou para a porta. "Eu at mais, Delia."
"Mantenha isto fechou com fecho, McNab," Vspera advertida. "Peabody,
Roarke est gerando alguns dados. Voc ajudar em seu escritrio." Que
devia, ela esperou, mantenha a paz durante algum tempo. Ela glanced em
sua unidade de pulso, pensamento de Mira. "Eu tenho uma reunio."
CAPTULO NOVE
Ela instalar na biblioteca porque estava quieto e em outra seo da casa.
Principalmente, a menos que ele se relacione para um caso, ela gostou de
permanecer to inconsciente quanto possveis para vibraes sentimentais.
Mas existe tantos deles ganhando ao redor em seu escritrio, ela foi tentada
para pato e cobertura.
Aqui, o ar era liso e plcido. Ela acomodou-se  uma das escrivaninhas,
introduza os dados frescos no arquivo.
"Computador, fatorando novos dados, probabilidade de corrida esquadrinha
em assunto Carlo como pseudnimo para suspeito."
O assunto de probabilidade de trabalho Carlo como pseudnimo para
suspeito ser noventa e seis-ponto-dois por cento
"Sim,  disso que eu penso. Segunda corrida. O assunto de probabilidade
Carlo fabrica illegals que ele subseqentemente vende."
Trabalhando ... dados insuficientes para esquadrinhar. Entrada de pedido
adicional para completa.
"Isto  onde voc est errado." Ela afastou a escrivaninha para compassar
nas rosas de enfraquecido no tapete antigo. "Ele faz isto, ele engarrafa isto,
ele vende isto, ele usa isto. Controle.  tudo sobre controle. Sessenta mil
por ano de um cliente para que, trs onas de que caga? Cantarole o
'lquido, enganche umas marcas de dzia do par rico, e voc est rolando.
Mas no  sobre o dinheiro."
Ela stalked para uma das filas de janelas altas, curvadas, sacudiu a cortina,
e desviada a vista de acima da propriedade florescente vasta. At para
Roarke, que tem sido desesperadamente pobre, dolorosamente faminto,
no era sobre o dinheiro tanto como era sobre o jogo de compilar isto,
tendo isto, usando ele para fazer mais disto.
E esgrimindo o poder disto.
Mas isto era sobre nenhuma cobia nem necessidade.
"Vinte k uma ona, e voc desliza um quarto daquela na primeira vtima,
depois dela estar s com voc, impotente e desnuda em seu apartamento.
Depois de voc j despejou mais de duas onas de Prostituta nela.
Computador, valor de rua, prostituta Ilegal."
De trabalho ... hormonibital-seis, comumente conhecido como Prostituta,
rua estima sessenta e cinco-mil USD por ona fluida. O uso de rua
conhecida desta substncia  desprezvel. Derivada, Exotica,  comum. A
rua estima Exotica, cinqenta USD por ona fluida. Voc exige listagem de
outros derivados comuns?
"Negativos. Os derivados no so bons o suficiente para este sujeito.
Nenhum clone, nenhum substituto, nenhuma irm fraca. A data o custa
mais ou menos cem e cinqenta mil. Voc podia comprar dez do melhor LCs
em Nova Iorque para aquele e tinha um inferno de uma festa. Mas no 
sobre dinheiro, e no  sobre sexo. Eles so s fatora no jogo."
"Eu pergunto-me por que voc pensa que voc me precisa," Mira disse da
entrada.
Vspera girada. "Refletindo alto."
"Ento eu ouvi."
"Eu aprecio voc terminando aqui," Vspera comeou. "Eu sei que voc
esteja ocupado."
"E ento so voc. Eu sempre amo entrar neste quarto." Mira glanced ao
redor nas paredes de livros que dominou o quarto de dois nveis. "Luxo
civilizado," ela comentou. "Voc machucou seu rosto."
"Oh." A vspera esfregou suas juntas junto sua mandbula. "No  nada."
O rosto da Mira era, Vspera sempre pensada, perfeita. Serena e adorvel,
emoldurada por uma lisa varra de cabelo de zibelina. Ela vestiu um de seu
quieto e ternos de elegante que pareceram com isto tinha sido formado fora
de limas frescas, frescas. O ouro longo encadeia ao redor seu pescoo era
to espesso quanto pinky e realado da Vspera com uma nata nica-prola
colorida.
Ela cheirou de albricoques e sua pele era beb liso como ela escovou seu
lips ligeiramente acima de mandbula da Vspera.
"Hbito," ela disse, e seus olhos azuis sorriram facilmente na linha que
formada entre da Vspera. "Beijando machuque fazer eles melhores. Ns
devemos nos sentar?"
"Sim. Certo." Ela nunca soube bastante como lidar com atitude materna da
Mira em direo a ela. As mes eram um mistrio com muitos dos pedaos
faltando tentar formar um retrato. "Voc querer ch."
"Eu adoraria algum."
Porque ela soube hbitos da Mira, ela programada para uma xcara da
bebida fermentada herbria fragrante Mira favoreceu. E porque ela estava
em sua prprio espao, Vspera programada a segunda xcara para caf.
"Como voc est, Vspera?"
"Eu sou certo."
"Ainda no conseguindo suficiente dormir," Mira comentou quando Vspera
trouxe seu ch.
"Eu consigo por."
"Em cafena e nervos. Como  Roarke?"
"Ele  -- " Ela comeou a desaparecer por isto. Mas isto era Mira. "O que
aconteceu com Mick Connelly est ainda pesando nele algum. Ele est
lidando com isto, mas , eu no sei....  o batido fora de anda a passos
largos algum."
"Pesar nos nivela. Ns continuamos, ns fazemos o que sou necessrio,
mas existe uma sombra no corao. Sabendo que voc esteja l para ele
ilumina a sombra."
"Ele  intrometer-se na investigao, e eu no dei a ele como duro um
tempo sobre ele como eu provavelmente teria caso contrrio."
"Voc  um bom time, em vrias reas." Mira provou o ch, aprovou isto.
"Eu imagino que ele tem algumas preocupaes sobre que voc
permanecendo como primrio neste tipo da investigao."
"Homicdios sexuais. Eu fiz eles antes, eu farei eles novamente. Eu sei como
lidar com isto."
"Eu concordo. E de seus relatrios, do pensar em voz alta eu escutei, voc
j formou seu prprio perfil." Mira deslizou um disco fora de sua bolsa. "E
agora voc tem meu."
A vspera girou o disco em sua mo. "Um perfil?"
Mira se sentou de volta, assistindo Vspera como ela sipped seu ch. "Dois.
Existem dois, se indivduos ou personalidades eu no posso dizer a voc
com certeza absoluta. Enquanto sndrome de personalidade mltipla  rara,
exceto em fico, existe."
"Eu no penso que isto  MPS. Eu estudo nisto ontem  noite," ela explicou
quando Mira pareceu surpreendida. "O mtodo bsico mesmo, a motivao
bsica mesma, a mesma executando. Mas dois estilos diferentes, dois tipos
de objetivo diferente. Ele usou um preservativo ou espermicida, fechados
hermeticamente suas mos com a segunda vtima, mas deixou DNA e
latents com o primeiro. Se ele fosse MPS existiria mais distino. Uma
personalidade para caar, outro matar. Para se caar e matana, o outro
normalmente para funcionar. Isto  dois sujeitos, dois, trabalhando junto e
tomando viradas em morcego."
"Eu sou propenso para concordar, mas eu no posso eliminar MPS." Ela
cruzou suas pernas, adaptando-se confortavelmente para a conversa de
assassinato e loucura. "O primeiro assassinato parece ser acidental, ou
conscientemente no planejado. Existe a possibilidade que a excitao e
medo dos primeiro ativaram o mais deliberam e tom mais violento do
segundo. 'As viradas em morcego '  uma analogia precisa. Ele, ou eles, so
jogadores de jogo. Existe uma necessidade aqui para dominar mulheres,
humilhar eles, mas fazer muito com que  vistos como estilo e charme.
Romance e seduo. O ato sexual  completamente egosta, mas seria
racionalizado como mutuamente satisfazendo como com a droga as vtimas
seriam vidas e agressivas."
"Mais esmurre porque como acontece que ela est olhando para ele como
uma criatura sexual, um desejo. Porque, no caroo disto, ele  o enfoque."
"Justamente," Mira concordou. "No  estupro na sensao tradicional, que
usa fora, violncia, ou intimidao. Ele no procura por medo, mas para
renda. Ele  esperto, paciente. Ele gasta tempo chegando a conhecer eles --
suas fantasias, suas esperanas, suas debilidades. Ento toque neles e
adapte ele mesmo naquelas fantasias. Rosas rosas. No vermelha para
paixo, no branca para pureza. Rosa para romanceie."
"Ns estamos lidando com dois muito especficos, habilidades muito
tcnicas. Tecnologia de computador e qumica. Eu tenho novos dados e corri
uma probabilidade nisto.  muito provvel que um terceiro pseudnimo 
em uso, com a finalidade de vender sexual illegals. Alto-fim illegals. Um
destes sujeitos sabe suas drogas. Como conseguir eles, mais, em minha
opinio, como criar eles. Talvez ele arrisca vende eles porque  como ele
faz seu vivo. Mas eu penso que  mais. Eu penso que ele alimenta em
risco."
"Concordou." Mira propensa sua cabea. "Ele gosta de tomar chances. Uns
calculados."
"A tecnologia de computador  s. Quando impressionado do Roarke, voc
pode ser condenar certo o ganho da habilidade isto. MPS vai dar um sujeito
dois altamente desenvolveu habilidades em reas diferentes?"
"Novamente, no impossvel." Notando a impacincia que cruzou rosto da
Vspera, Mira gesticulou. "Voc quer um sim ou no, e eu no posso obrigar
voc. Eu podia dar a voc estudos de caso, Vspera, mas eles no
levantariam contra seus instintos. Ns diremos dois, como hiptese. Dois
indivduos. Se  fantstico, vidas em sua cabea um grande negcio. Seu
fmea ideal  afiado e sensual e sofisticado. Ele quer escravizar seu tanto
como ele quer dominar e a conquistar. Ele  um homem que pode e fica
pego em cima no momento."
"Ele enviou rosas para Bankhead no trabalho," Vspera assinalada. "A graa
Lutz no recebeu nenhuma rosa."
"O segundo est mais calculando, mais delibere, e potencialmente mais
violento. Ele no ilude ele mesmo para a mesma extenso que a primeira
que isto  romancear. Ele sabe que  estupro. Aceite isto. Ele quer
mocidade e inocncia porque ele quer possuir ento destrua eles."
"O segundo seria o companheiro dominante."
"Sim, quase certamente. Mas eles tm uma relao simbintica. Eles
precisam de um ao outro; No s para os detalhes e as habilidades, mas
para o reforo de ego. Macho para aprovao, como quando bofeto de
jogadores de Bola de Arena um ao outro no asno, ou pegue um ao outro em
headlocks depois de uma pontuao."
"Trabalho de equipe. Eu passo, voc chuta, e ns fazemos a meta."
"Sim. Isto  um grande jogo para eles." Mira economizar seu ch, toyed
absently com a prola no fim de sua cadeia. "E eles precisam da
competio. Eles so defeituosos e brilhantes mentes com jovens, egos dos
meninos deteriorados. Os manipuladores que no aprenderam a ser aquele
modo durante a noite. Eles vm de dinheiro e privilgio, so usados para
exigir ou tomar o que eles querem como eles querem isto, e com
impunidade. Eles merecem isto."
"Eles teriam tocado jogos antes," Vspera pe em. "Nada para este nvel.
Eles ficaram exaltados para este."
"Oh sim. Uma mente ou duas, eles souberam um ao outro um tempo muito
longo e compartilhado um grande negcio. Existe uma falta de maturidade
que me leva a acreditar em que eles podem muito bem estar no mesmo
parntese de idade como suas vtimas. Primeiros anos vinte. Anos vinte
meios em melhores. Eles simplesmente no apreciam as coisas boas. Eles
devem ter eles."
"Aparncias externa," Vspera adicionada. "O snazzy roupas, a condio
das etiquetas de vinho, as jurisdies exclusivas para as datas."
"Mmm. A condio e exclusividade so vitais. E o que sou mais, eu penso, o
que eles esto acostumados. Para negar eles mesmos ou ser negado 
intolervel. Debaixo do brilho de romance  um medo e um dio para
mulheres. Procure por uma me figurar que era ou dominante e abusiva ou
fraca e abusada. Negligente ou demais protetor. Um homem,
particularmente em sua mocidade, mais normalmente forma opinies e
imagens de mulheres baseadas em sua opinio e imagem da mulher que o
levantou."
Ela pensou sobre Roarke e dela mesma. Criana rfo de me. "E se ele
no a sabe?"
"Ento ele forma eles outro modo. Mas um homem que busca explorar e
machucar e abusar mulheres certamente tero alguma figura em sua vida
que estes representam para ele."
"Se eu parar um, eu paro ambos?"
"Se voc parar um, o outro se auto-destruir. Mas ele pode matana muito
bem a caminho abaixo."
Ela fez o que ela fez quando existia dados demais, muitas linhas, muitos
ngulos todos para se misturar e partida e enredo.
Ela voltou para a vtima.
Quando ela usou seu mestre para uncode a polcia lacra e destranca
apartamento do Bryna Bankhead, ela branqueou sua mente de fatos, e
abriram isto para impresses.
O ar era sufocante. No existia nenhum odor de candlewax ou rosas agora,
mas o lnguido, empoeirado odor deixou atrs de pelos varredores.
Nenhuma msica. No suavemente ardendo luz.
Ela ordenou as luzes em cheias, verificadas que a tela de isolamento estava
em lugar, ento vagou o quarto enquanto uma Airbus rattled atravs do
graying cu alm do vidro.
Cores fortes, arte contempornea, e ainda fmea de essencialmente. O
ninho atraente de uma mulher nica de estilo muito definido e saboreia que
apreciou sua vida e seu trabalho.
Uma mulher jovem suficiente que ela teve ainda para formar quaisquer
relaes srias ou permanentes sexuais. E confiantes suficiente para
experimentar. Aventureiro suficiente para formar um anexo fantstico com
um homem sem cara acima do 'lquido.
Ela viveu s, ambos os tidily e elegantemente, mas era amigvel com seus
vizinhos.
Biblioteca de msica muito adepta, Vspera meditou como ela sacudiu pelos
discos arquivados ordenadamente na unidade de entretenimento. Ela topou
com Mavis: Viva e Chutando, e apesar da tarefa horrenda sentiu a extenso
de sorriso acima de seu rosto.
Seu amigo, Mavis Freestone, quase sempre feito seu sorriso.
Mas ele tinha sido clssico aquela noite, Vspera lembrada. Sua escolha ou
sua? Seu, ela decidiu. Isso tudo tinha sido sua escolha.
Suas impresses digitais na garrafa de vinho. Ele trouxe isto com ele, abriu
isto, despejou. Suas impresses digitais junto com sua em um wineglass, s
seu no segundo.
Dada ela o vinho. Cavalheiro perfeito.
Ela caminhou no quarto. Os varredores ensacaram as ptalas de rosas. A
cama tinha sido desnudada-se at colcho para nu. Ignorando isto, Vspera
abriu as portas de sacada, saiu.
O vento ergueu os fins agitados de seu cabelo, fluiu isto atrs longe de seu
rosto. Estava comeando a chover, gotas suaves, magras que caram
soundlessly.
Seu estmago lanou mas ela se fez passo para a ferrovia, fez se olhar
abaixo. Uma gota longa, ela pensou. Longo ltimo passo.
O que fez ele pensar sobre a sacada? No existia nenhuma indicao que
ele esteve no apartamento antes.
Ela jogou de novo o disco de segurana em sua cabea e assistiu Bryna e
seu assassino abordarem a porta da frente do edifcio da rua. No, ele no
olhou no edifcio, New Yorkers nunca fez de qualquer maneira. Eles tm
estado completamente absorvidos em um ao outro.
Por que ele pensou sobre a sacada?
Por que ele no acabou de no correr em pnico como ele teve no
cybercafe? Porque parte de seu crebro ficou esfria suficiente para clicar em
modo de sobrevivncia ambas as vezes. Ele pensou que as substncias
qumicas no mostrariam em um tox tela? Ele pensou que isto muito 
frente?
Ou apenas do primeiro passo desesperado? Ele vive no momento, Mira
disse. E o momento tinha chocado.
Ela est morta, e eu estou em tal dificuldade. O que devia eu fazer ?
Trmino prprio ploy. Lance seu longe. Longe da vista, fora de mente. Mas
por que no limpe evidncia e deixe isto como uma overdose prpria de
potencial e compra mais tempo para escapar?
Para porque confuso, ela decidiu, como ele teve no caf. Ele podia ter
upload um vrus na unidade nica, mas programado ele para espalhar. E
era com conhecimento suficiente sobre aqueles que freqentaram tais
lugares para estar certos um resultado de revolta.
Uma mulher splats na calada, testemunhas esto chocadas, atordoadas,
com medo. Eles poderiam correr para o corpo ou longe disto, mas eles no
apressam no edifcio procurando por um assassino -- e o assassino ganha
tempo para apressar de longe.
Mas como ele pensou sobre a sacada?
Como a chuva espessou e comeou a se estatelar, como seu estmago
batido na altura, ela esquadrinhou a rua, os edifcios vizinhos.
"Filho de uma cadela," ela amaldioou suavemente como ela l o sinal:
CAF E Um BYTE.
Era dificilmente mais que um buraco na parede. Dez mesas ajustadas com
baixas-fim unidades. Servio de contador para seis. Mas o caf cheirou
fresco e os chos eram limpos.
O contador era tripulado por um droid do fresco-enfrentado, geek
variedade. Seu cabelo era styled para cair em uma ponta marrom apontada
atravs de sua fronte.
Duas das mesas eram ocupadas pelo mesmo tipo em humano forma, e a
garonete era jovem e muito esperta no ser outra automatizao.
"Oi! Bem-vindo a Caf e um Byte. Voc gostaria de uma mesa?"
Ela teve poofy blonde cabelo e lips a cor de bubblegum. Seus peitos eram
como dois meles maduros que espiaram rosily fora do justilho de seu topo
branco aquecido.
A vspera imaginou o geeks teve sonhos molhados noturnos com seu nome
neles.
"Eu preciso perguntar a voc algumas perguntas. Voc dois."
A garonete, Bitsy de acordo com sua etiqueta de nome, respondeu, "Tudo
est no menu, inclusive especiais, mas ou Tad ou eu seremos realmente
felizes para explicar qualquer coisa."
Bitsy e Tad. A vspera agitou sua cabea. Jesus, quem pensamento deste
caga?
"Sente-se, Bitsy."
"Eu sinto muito, mas eu no deveria sentar. Voc gostaria de ouvir por
volta de hoje bebida de caf?"
"No." A vspera retirou-se seu distintivo. "Isto  uma investigao de
polcia, e eu tenho que perguntar a voc algumas perguntas."
"Ns somos programados para cooperar completamente com a polcia e
segurana, o fogo, a sade, e os departamentos de emergncia mdica."
Isto era de Tad, que whisked sua ponta de cabelo atrs com seus dedos.
"Isto  bom." Ela sentiu movimento e trocou apontar no magro-shouldered
homem que estava tentando deslizar invisivelmente por detrs sua mesa.
"No existe nenhuma dificuldade aqui," ela disse a ele. "Perguntas justa.
Por que voc no se senta de volta abaixo, relaxe? Voc poderia ser capaz
de responder alguns deles."
"Eu no fiz nada."
"Bom. No continue fazendo qualquer coisa," ela aconselhou.
Ela voltou para o droids, mas manteve seu corpo angulado muito as mesas
souberam que ela teve eles em seu mbito. "Voc sabe o que aconteceu do
outro lado da rua? A mulher que morreu?"
"Oh sim." Tad clareou, um aluno com a resposta para o professor. "Ela foi
lanado fora a janela."
"L voc vai." A vspera tomou a fotografia de Bryna Bankhead, deitou isto
no contador. "Ela j entrou aqui?"
"No, Madame."
"No chame-me Madame."
Ele piscou rapidamente nisto, tentando o processo. "Eu deveria chamar
clientes Madame."
"Eu sou um policial, no um cliente." Exceto... Ela cheirou o ar. "Isto  caf
real?" '
"Oh sim ..." Seu rosto sofreu vrias expresses, acabado confundido.
"Tenente," Vspera disse helpfully.
"Oh sim, Tenente. Ns servimos produtos de soja s genuna, com ou sem
aditivos de cafena."
"No importa." Ela levantou a fotografia muito ambos os homens nas mesas
podiam ver isto. "Qualquer um de vocs j veja esta mulher?"
A pessoa que tentou escorregar fora a porta trocada em sua cadeira. "Eu
acho que eu fiz. Eu no fiz nada."
"Ns conseguimos aquela parte. Onde voc a veria?"
"Ao redor. Eu vivo uns quarteires do par abaixo.  por isso que eu venho
aqui.  fechar e no est todos lotado e ruidoso e cheio de monstruosidades
e alisa."
"Alise?"
"Sabe, cruzeiro das pessoas que cyber-casas para levantar datas. Eu fao
trabalho srio aqui."
"Voc j conversa com ela?"
"Nah. As mulheres assim no conversam com sujeitos como eu. Eu acabei
de ver seu s vezes  todo. Em torno do bairro. Ela era realmente bonita,
ento eu olhei para ela. Eu no fiz nada."
"O que  seu nome?"
"Milo. Milo Horndecker."
Condenada, ela pensou, de nascena para geekdom. "Milo, voc continua
dizendo a mim que voc no fez nada, eu vou comear a pensar que voc
fez." Ela retirou-se os trs silncios dos trs rostos o assassino usou. "Voc
sabe alguns destes homens?" Ela deitou eles no contador primeiro para Tad
e Bitsy. E ficou sacudidas de cabea simultneas fora deles.
"Mas eles so realmente bonitos, tambm," Bitsy adicionou.
As respostas negativas dos clientes tiveram Vspera re-avaliando. "Certo.
Voc tem ningum aqui as passadas semanas. Algum que acabou de
comear a entrar recentemente, no tem estado em desde o assassinato?
Ele quereria se sentar prxima  janela dianteira. Ele veio a si nas manhs,
mas no depois de dez. Ou nas noites, mas no antes de seis."
Ela teve que embaralhar pelos arquivos em sua cabea para apresentar
horrio de trabalho regular da Bryna. "Se ele entrasse caso contrrio,
estaria nas teras-feiras. Ele ordenaria imagina caf. Esbelto latte grande
com condimento de castanheiro."
"Ele veio em duas teras-feiras em uma fila." Bitsy saltou nos dedes do p
de seus chinelos rosas. "Ele se sentou na frente e ele sempre teve dois
lattes enquanto ele trabalhou. E ento ele partiu."
"Qual a mesa?"
"Ele sempre usou estao uma. Sempre." Ela pursed seu bubblegum lips.
"Tem uma viso boa da rua."
E Bryna Bankhead est construindo, Pensamento de vspera.
Ela retirou-se seu Communicator e tagged Feeney. "Eu estou em um cyber-
bate em frente a Bankhead est construindo. Eu estou olhando para uma
unidade ele usado. Eu preciso de autorizao de um encerrar e um imagem
tech."
-=O=-***-=O=-
Sentando na estao uma, Vspera bebeu o produto de soja genuna com
aditivos de cafena. Os mendigos no podiam ser choosers.
Ela teve s para angular sua cabea para ver o dcimo segundo andar do
edifcio de apartamentos do outro lado da rua. Janelas de apartamento da
Bryna. Os pequenos terraos.
"Ele gosta de ser completo," ela disse para Feeney. "Ele  um viciado de
dados e necessidades sua entrada conserta. Ela disse a ele em seus e-mails
o que ela normalmente fez em seus dias fora de. Como ela gostou de abrir
as janelas primeira coisa para ver o que tipo de dia era."
Eu amo tomar que primeira respirao de Nova Iorque de manh, ela
escreveu. Eu conheo o que as pessoas dizem sobre ar da cidade, mas eu
penso que est to cheio, to excitantes e romnticos. Todos os odores e
sabores e cores. Eu tenho eles todos, e em meu dia fora de, eu me aqueo
neles.
"Ele provavelmente tomou cuidado seu passo no terrao. Talvez ela teria
uma xcara de caf l fora, aguardando a ferrovia. Sendo uma criatura de
ordem, ela arrumar o apartamento, seja vestida, provavelmente saia fazer
compras por algum tempo. Encontre um amigo. Ele teria tailed ela, s para
ter certeza o que ela disse a ele em e-mail clicado com seus hbitos. Queira
ter certeza que ela viveu s, isso no existia nenhum namorado ou qualquer
para cimbra seu estilo. Mais, ele quis ver como ela se comportou, como ela
olhou quando ela era desavisada dele. Ela teve que ser boa o suficiente
para fuck afinal."
Ela olhou de volta em Feeney, que com seus dedos mgicos e droopy olhos
estavam dando a unidade seu primeiro cheque. "Ele  uma criatura de
hbito, tambm," ela disse. "E os hbitos so uma trilha. Voc pode o achar
neste?"
"Ele usou isto, ns podemos descobrir quando e como. V levar tempo
filtrar por todos os dados e achar seu. Mas o que ele pe em, ns podemos
sair."
Com um aceno com a cabea, ela afastou a mesa e caminhada atrs para
onde a imagem tech trabalhado com o droids. Aquela coisa sobre droids, ela
pensou, no era no importar o quo aborrecedores eles poderiam ser, seus
olhos eram uma mquina fotogrfica confivel.
J ela podia ver o rosto e caractersticas que vm para vida no comp-tela do
tech.
Rosto suave, caractersticas suaves. Um hairline comeando a retroceder de
uma cpula larga de sobrancelha e partir para shag messily acima das
orelhas. O tipo de rosto que passou por uma multido desadvertida, aquele
misturado para o ponto onde estava uma sujeira de lnguido na memria.
Com exceo dos olhos. Eles eram afiados e frios.
Qualquer que ele fez para seu rosto, Vspera soube quando ela examinou
aqueles olhos, ela o saberia.
-=O=-***-=O=-
No existia nenhuma articulao de cyber dentro de viso de Grace Lutz
est construindo. Nenhuma loja de caf ou pequeno diner. Existia um
pequeno, entre deli com um corredor estreito longo, mas corrida da manh
da Vspera de sorte correu l fora.
Ela mandou buscar Peabody, e seu ajudante entrou da mesma maneira que
ela estava comprando um bar de doce.
"Isto  um almoo muito infantil," Peabody disse, almejando isto. "Isto 
veggie guisado fresco?"
"O que voc tem para mim?"
"Uma cova grande, boquiaberta onde meu estmago costumava estar,"
Peabody disse a ela, e ordenou servio de um tirar do guisado. "Eu estou
tentando esta nova dieta onde voc come s o branco de um ovo cozido
para o caf da manh. Ento -- "
"Peabody." Cruelmente, Vspera desembrulhou o doce, tomou uma mordida
lenta, deliberada. "Voc de alguma maneira entendeu me mal para algum
que um interesse em diettico tem importar?"
"Isto  realmente quer dizer. Voc pego um temperamento mdio porque
voc est gastando seu influxo calrico em acar processada e ... isto 
caramelo?"
"Aposte seu asno." A vspera lambeu uma srie brilhante dele fora de seu
dedo de ndice enquanto Peabody invejosamente seguido o movimento.
"Fora de. Eu preciso caminhar."
"Oh bem, se ns vamos exercitar damos a mim um do que ela pegou,"
Peabody exigiu, e cavado para mais dinheiro.
Na rua, ela scooped em cima forksful de guisado lentamente para fazer isto
ltimo e combinou ela andar a passos largos para da Vspera.
"Se voc pode conseguir tragar, Peabody, eu gostaria de seu relatrio."
" satisfatrio. Eu penso que eles usaram endro. Ns listamos dezesseis
possibles," ela disse depressa. "Roarke, bem, eu no tenho que dizer a
voc, mas ele  um mag tech. To rpido e liso. E quando ele procuras
manuais ... Tm que voc j notou suas mos?" Ela comeu mais guisado
em olhar fixo de ao da Vspera. "Sim, suposio voc tem. De qualquer
maneira, ns tivemos dezesseis nomes que concordadas com as compras, e
ns fatoramos eles at dez, apagando dois sujeitos que se casaram nas
ltimas duas semanas. Maio e junho, ainda grandes meses para os
casamentos. Outro quem foi atropelado por um maxibus uns dias do par
atrs. Fizeram voc ler sobre isto? Este sujeito, ele est caminhando junto
fazendo sua linhagem verifica em seu PPC, e anda imediatamente o meio-
fio na frente do nibus. Blap."
"Peabody."
"Certos, bem. Ns reduzimos isto para dez a maioria de-likelies, indo com
as sadas McNab apresentou na cidade para os encarecimentos. As perucas
esto tomando mais longas porque ele chegou para objetivo o fabricante, e
ele diz que existe mais ou menos duzentos que usa aquele alto-grau
material humano -- ento bata a marca, ento o nome de produto. O estilo
usado no primeiro assassinato  uma alternativa de cabelo popular bonito, e
vai por vrios nomes, dependendo da marca e material usado."
Ela sacudiu seu vazio tirar- caixa de papelo em um recycler, e comeou a
descascar a envoltura fora de seu bar de doce com a preciso lenta e
concentrao intensa de uma mulher desnudando-se seu amante.
"Ele quer ter pizza hoje  noite."
"O que? Roarke quer pizza?"
"No, McNab. McNab quer ter pizza comigo hoje  noite. Ele diz que ele
quer conversar e material, mas esta manh ns quebramos um par de
cdigos morais pblicos fora de seu Gates."
"Cague. Cague." A vspera apertou seus dedos debaixo de seu olho onde
um msculo comeou a tique de modo selvagem. "L ele vai novamente.
Por que voc diz a mim este material? Me faz espasmo."
"Se ns tivermos pizza, ns vamos fazer sexo. O que isso quer dizer?"
" mais que um espasmo. Eu penso que  uma embolia. Uma daquelas
bombas de crebro, e voc tem seu espasmo de dedo no boto."
"Eu no quero conseguir messed em cima novamente. Mas eu sinto messed
em cima de qualquer maneira."
A vspera suspirou. "O que eu sei sobre este tipo de material, Peabody? 
me levado mais que um ano para achar meu ritmo com Roarke, e eu ainda
o atarraxo em cima metade do tempo. Cops so ruins aposta."
Ela girou, emperrando ela entrega seus bolsos. A rua estava suja, o trfico
alto, e a fumaa que arrotou do carro de deslizamento que eles passaram
federam de frito rehydrated onions. Ela podia ver um illegals negociar com
a fabricao um metade quarteiro abaixo e do outro lado da rua.
"Tentando ter uma vida fora do trabalho  trabalhar. Dois de voc tentando
ter uma vida fora disto, eu no sei. Condene isto." Seu corao poderia ter
estado indo suave para seu ajudante, mas seus olhos estavam ainda duros
e claros. "Isto est indo ruim. Pea a batida cops, ento me cubra em
cima."
Ela retirou-se seu distintivo, retirada-se sua arma, e j era zagging do outro
lado da rua quando um dos homens na calada oposta desenharam uma
lmina.
Existia um bater, uma evasiva, ento o segundo homem relampejado fora
uma faca de sua prpria.
Eles picaram, circulando um ao outro. Espectadores dispersos.
"Polcia! Solte suas armas."
Eles a ignoraram, e ela podia ver se era jonesing, a outro alta. Isso os fez
perigoso.
"Perca os adesivos, ou eu solto voc dois."
Como um, eles ligaram ela. O homem desesperado para sua dificuldade
lunged de modo selvagem. Ela ouviu um dos pedestres gritando. Como a
faca curvada em cima, ela tirou seu homem com um aturdir atravs dos
joelhos.
Ele caiu em direo a ela. Ela pivoted, bloqueou, ento trouxe o salto de
sapato de sua bota abaixo dura em sua mo de faca.
Enquanto ele lamentou, baqueou, ela viu o segundo homem moveu rpido.
Ele teve o lado de sua lmina hospedada na garganta do gritar pedestre. E
ele teve Zeus em seus olhos, aquele elixir que fez deuses de homens.
"Solte isto. Deixe ela ir e soltar isto."
"Fuck voc. Fuck ela. Isto  meu goddamn canto!"
"Voc a corta, voc morrer neste goddamn canto." O homem no cho
estava lamentando agora. Ela podia cheirar o urinar que vazam sobre a
calada onde sua bexiga deixou vai.
"Voc derruba seu pedao ou eu a corto de orelha at orelha." Ele se
debruou em, correndo sua lngua acima da bochecha da mulher
apavorada. "E beba o sangue."
"Certo. Parea com que voc me tem." Ela abaixou sua arma, assistindo
seus olhos seguem isto. Ento assistindo eles se agitam como Peabody
entrou por detrs e deitou seu stunner contra a parte de trs de seu
pescoo.
A vspera pulou adiante, agarrando sua mo de faca, torcendo isto. O civil
deslizou para o cho gosta de um saco vazio. "Aturda ele novamente!" A
vspera gritou como a droga-induzida fora teve a faca que emperra em
direo a sua garganta. Ela sentiu a picada, aquela picadura quente de
metal contra carne.
E eles dois cheirosos seu sangue.
Seu corpo empurrado, ento erguido quando Vspera plowed seu joelho em
sua virilha. Ela trocou seu peso, fatiado seu salto de sapato em seu dorso
do p, ento enrolado para usar o impulso para o sacudir acima dela atrs.
Ele aterrissou gosta de uma rvore, a toda, e com uma rachadura slida de
crnio em concreto.
Vspera scooped em cima a faca, e ofegante, ficada curvada acima de.
"Dallas? Voc certo? Ele cortou voc?"
"Sim, condene isto. Consiga aquele." Ela apontou no primeiro homem,
ainda choro, tentando rastejar longe.
Ela levantou o segundo homem, batidas palmas em restries. O refm
estava no cho tambm, e ainda gritando.
A vspera enxugou o sangue fora de sua garganta com a parte de trs de
sua mo e glanced acima de. "Algum a fecha em cima."
CAPTULO DEZ
Ela teve um corte longo, rasa de s debaixo de sua orelha certa para s
acima da jugular. Uma pouco mais de presso, a MT Peabody chamou atrs
de suas costas alegremente notaram, uma pouco mais de profundidade, e
ela teria pumped que se seca rpido, rpida, e em uma pressa.
Como era, no era to ruim. Entretanto ela teve sangue em sua camisa.
"Eles tm material que tirar o direito de sangue," Peabody seguro ela
como eles dirigiram bairro residencial. "Minha me sempre usou sal e gua
fria entretanto. Faa o trabalho. Principalmente."
"Ento atira isto na pilha de trapo." Entretanto ela imaginou Summerset
arrancaria isto fora novamente, trabalhe um pouco de tipo de vodu
domstico, e ele acabar de volta em seu armrio. Bom to novo.
"Veja se voc pode pr um gancho em McNamara. Eu gostaria de o
trabalhar em meu dia, veja o que ele tem que dizer sobre a sociedade,
escndalo, e drogas de sexo."
Enquanto Peabody fez o telefonema, Vspera verificada em para
mensagens, murmurando quando no existia nada novo de Feeney ou
McNab.
"Dr. McNamara  fora de planeta, senhor. No  esperado de volta para uns
dias do par. Eu deixei um pedido que ele contacta voc com seu admin, e
em seu correio de voz."
"Certos, ns o embaralharemos abaixo na pilha no momento. D-me a
corrida neste primeiro sujeito. Lawrence Q. Hardley."
"Trinta e dois. Macho nico, branco. A famlia bate isto grande na recente
vigsima na exploso de Vale de Silicone. Nenhum casamento ou
coabitao em registro. Nenhum registro criminoso ou militar."
"E nenhuma impresso em arquivo."
"Nenhum. Residente de NYC desde quarenta e nove. Ajude em correr
negcios de famlia, NY ramifica, e segura ttulo de exec vp em carga de
marketing. Renda reportada -- salrio, investimentos, dividendos, cota de
despesa, aproximadamente cinco milhes dois anualmente."
Peabody estudou a imagem ao lado dos dados. "Olhares satisfatrios,
tambm. Talvez ele apaixonar-se por mim e me implorar para casar-se
com ele, assim me fornecendo com o estilo de viver para que eu estaria
disposto a ficar acostumado."
No descobriu aquele modo. Hardley no mostrou a nenhum interesse
particular em Peabody, mas ele fez em direo a sua bonita admin. As
coisas pareceram esperanadas quando ele ficou agitado e aborrecido no
interrogatrio, recusou responder sem seu advogado apresenta.
Levou vinte minutos para organizar para o consultar, e outro vinte para
vadear por perguntas normais com a adio do advogado por holo-projeo.
Uma hora perdida, Vspera pensou como ela deslizou de volta em seu
carro, conferindo Hardley fora da lista.
"Por que ele no acabou de no dizer a ns que ele era alegre?" Peabody
perguntou-se. "E um libi teve para ambas as noites em questo?"
"Algumas pessoas esto ainda desconfortveis com sexualidade alternativa,
at quando for seus. Corra nmero dois."
-=O=-***-=O=-
Eles eliminaram trs fora da dez na frente de Vspera cortar Peabody soltar
pelo dia. Porque ela soube seu trabalho -- ela no teve que gostar disto --
ela balanou para o meio-fio na frente de Peabody est construindo e fez a
pergunta.
"Ento, voc est tendo pizza ou o que?"
"Eu no sei." A rosa de ombros do Peabody e caiu. "Eu provavelmente no
penso. S conseguir todo misterioso e atarraxado-em cima novamente. Ele
 realmente um asshole." Mas ela disse isto wistfully. "Ele realmente foi
exagerado e looney sobre Charles."
Vspera trocada em sua cadeira, desejando que ela pudesse originar a gota
magra de condolncia para McNab. "Eu acho que isto podia ser spero em
um sujeito para figurar ele estava competindo com algum gosta de
Charles."
"Ns nunca dissemos que ns ramos exclusivos. E ele no pode ir ao redor
tentando dirigir minha vida. Ele no pode s comear a dizer a mim que eu
posso ver, que eu posso ser amigos." Aquecendo, Peabody girou o claro
em Vspera. "E se eu fizesse sexo com Charles, que eu no era, no seria
alguns de seus negcios de maldio."
Gritos, Pensamento de vspera. Esquea seu trabalho para um pequeno
minuto e tome um direito de exploso na fronte. "Certa. Absolutamente
direito. Uma vez que um asshole, sempre um asshole. Bom lembrar disto."
"Ento o atarraxe." Peabody xingou fora uma respirao e pareceu ntegro.
"Ele at no aborreceu para etiqueta mim durante o dia para ver se eu
estivesse em cima para isto de qualquer maneira. Ento o atarraxe."
"Lateralmente. Ns entrevistaremos os ltimos nomes na lista amanh."
"O que?" Peabody se devolveu. "Certo. Sim, senhor. Amanh."
Pensando que ela fez um trabalho razoavelmente decente disto, Vspera
empurrou o carro em crosstown trfico. Com sorte, ela podia estar em casa
em trinta minutos.
Enquanto ela lutou seu modo atravs de e bairro residencial, Roarke sipped
uma cerveja, e fez seu trabalho.
"Eu penso que a pizza  um bem aborda," McNab disse. "Ela pegou uma
debilidade para isto. E ele mantm isto como casual. Amigvel."
"Eu levantaria uma garrafa de vermelha. Nada fantasia."
"Isto  bom." Rosto clareado do McNab. "Mas nenhuma flor ou qualquer
coisa."
"No este tempo. Se voc quiser pr coisas de volta como eles eram, voc
precisa a levar fora de guarda. Mantenha ela achando."
"Sim." Roarke, em estimao do McNab, era o guru de romancear. Qualquer
um que podia fazer Dallas suave era um gnio verdadeiro em negcios do
corao.
"Mas isto lida com Charles," ele comeou.
"Esquea isto."
"Esquea isto? Mas -- " McNab gaguejou em choque.
"Economiza isto, Ian. Pelo menos no momento. Ela gosta o de, e qualquer
sua relao poderia ser,  importante ela. Toda vez voc toma um picar
nele, voc empurra seu longe."
Eles estavam sentando, compartilhando cerveja, em um pouco de tipo de
rea de guarida McNab at no conhecido existiu. Existia uma mesa de
charco, um bar antiquado, telas de viso em paredes adversrias, e sofs
de couro fundo e preside a cor de vinho tinto bom.
A arte nas paredes restantes era nus. Mas eles eram nus de primeira --
corpos longas, aerodinmicas que pareceram de alguma maneira
estrangeiras e refinadas.
Era, McNab pensou, um quarto de sujeito real. Longe dos postos de
trabalho, longe dos 'vnculos, onde as nicas mulheres eram arte estilizadas
que no dirigiu voc louco. Aqui existiam acres de madeira, o cheiro de
couro e tabaco.
Atrs para classificar, McNab pensou.
Charles teve classe.
Se isso era o que Peabody era depois, ele era afundado antes dele flutuar.
"Ns tivemos alguns bons tempos, sabe? Tempos no s bons desnudos, eu
quero dizer. Eu era tipo de entrar naquele material que voc sugeriu antes.
Sabe, levando ela fora lugares, apresentando flores e cagar alguns tempos.
Mas quando ns busted em cima... Era ruim." Ele tragou cerveja.
"Realmente ruim. Eu figurei o inferno com ela. Mas ns trabalhamos junto
muito assim voc precisa ter um pouco de nvel, certo? Talvez eu devia
partir de deixar isto assim, antes dele conseguir messed em cima
novamente."
"Isto  uma opo." Roarke tirou um cigarro, iluminou isto, estourou
pensativamente fuma. "De que eu vi, voc  um bom detetive, Ian. E um
homem interessante dos gostos interessantes. Se voc no tivesse um bom
crebro nenhum Feeney nem Vspera estaria trabalhando com voc.
Porm, apesar de ser um bom detetive com um bom crebro, e um homem
interessante dos gostos interessantes, voc est partindo um fator vital fora
desta equao atual."
"O que?"
Roarke se debruou adiante, joelho do McNab suavemente batido
levemente. "Voc  apaixonado por ela."
Sua mandbula solta. A cerveja no pilsner deslizou perigosamente em
direo  extremidade como ele tipped. Roarke righted isto.
"No seja -=O=-***-=O=-
"Eu tenho medo isso."
McNab olhou fixamente para Roarke com a expresso de um homem que s
seria informado que ele teve uma doena fatal. "Bem, inferno."
-=O=-***-=O=-
Cinqenta minutos, duas paradas, e um passeio de metr longo mais tarde,
McNab bateu em porta do Peabody. Vestida de sua cala de moletom mais
rota, uma Camiseta de NYPSD, e um novo rosto de alga lota garantida para
dar a pele um brilho claro, jovem, ela abriu ver ele segurando uma caixa de
pizza e uma garrafa de Chianti barato.
"Pensou que voc poderia estar com fome."
Ela olhou para ele -- o bonito rosto, as roupas tolas -- e pegou a brisa da
sirena de molho picante. "Eu acho que eu seja."
-=O=-***-=O=-
Pareceu ser a noite para datar. No Bar elegante e fragrante Real do Palcio
de Roarke, onde um trio em vestido de gala tocou Bach, Charles ergueu
flauta de um vislumbrar de champanha.
"Para o momento," ele disse.
Louise tiniu seu vidro musicalmente para seu. "E para o prximo."
"Dr. Dimatto." Ele leu rapidamente um dedo ligeiramente acima de sua mo
 medida que ele bebeu. "No  uma coincidncia feliz que ns dois tivemos
a noite fora de?"
"No ? E uns interessantes que ns encontraramos esta manh em de
Dallas. Voc disse que voc soube seu mais que um ano."
"Sim. Ns escovamos junto em outros de seus casos."
"Isso deve ser por que ela deixa voc cair fora com chamar seu Acar de
Tenente."
Ele riu, topped um pequeno blini com caviar, e ofereceu isto. "Ela me
intrigou direito desde o comeo, eu admito. Eu sou atrado para mulheres
determinadas, inteligentes, e dedicadas. O que voc  atrado para,
Louise?"
"Homens quem sabem quem eles so e no fingem caso contrrio. Eu cresci
com pretenso, com papel-tocando. E eu escapei disto assim que eu podia
administrar. Eu preso com medicina, porque  minha paixo, mas eu pratico
isto meu modo. Meu modo no fez por favor minha famlia."
"Diga a mim mais sobre sua clnica."
Ela agitou sua cabea. "No ainda. Voc  muito bom em tirar informaes
pessoais sem dar a qualquer em retorno. Eu direi a voc que eu me tornei
um doutor porque eu tenho uma necessidade, e um talento, curar. Por que
voc se tornou um LC?"
"Eu tenho uma necessidade, e um talento, para dar prazer. No s
sexualmente," ele adicionou. "Isto  freqentemente o mais simples e a
maioria de parte elementar do trabalho. Tempo de gastos com algum,
descobrindo o que  que eles precisam ou querem, ainda que eles no
conhecem eles mesmos. Ento fornecendo isto. Se voc fizer, a satisfao 
mais que fsicas para ambas as festas."
"E s vezes  quase diverso."
Ela o fez risada. Ela tem o feito risada, ele percebeu, desde que ele primeiro
a encontrou. "s vezes. Se voc fosse um cliente -- "
"Mas eu no sou." Ela no disse isto com uma picadura, mas com um
sorriso lento, muito morno.
"Se voc fosse, eu poderia ter bebidas sugerido s como isto. Dando a ns
tempo para relaxar, paquerar, chegar a saber um ao outro."
O servidor topped fora de seus culos, mas nenhum deles notado. "E
ento?" Louise iniciou.
"Ento, ns poderamos danar um pouco, ento voc cresceria costumava
ao modo que eu segurei voc. E eu para o modo que voc quer ser seguro."
"Eu adoraria danar com voc." Ela anotar seu vidro.
Ele rosa, tomou sua mo. A caminho do cho de dana eles passaram por
uma barraca obscura onde um par ignorou sua prpria garrafa de
champanha e apaixonadamente beijou.
Ele girou, deslizou seus braos ao redor Louise. Ajuste seu corpo para sua
com a habilidade fcil de um homem quem conheceu, perfeitamente, como
uma mulher ajusta contra um homem. Existia uma delicadeza sobre sua
que o mexeu. Uma direitura que despertou e apelou.
No txi que manh, ela o deu um carto e sugeriu que ele a chame algum
dia -- quando ele no estava trabalhando.
Muito direto, ele pensou novamente como ele retraiu o odor de seu cabelo.
Muito claro. Ela era atrada, interessado. Mas no como um cliente.
Ele foi atrado, interessado, e sugeriu que eles tenham bebidas que mesma
noite.
"Louise?"
"Mmm."
"Eu no estava livre hoje  noite. Eu quebrei um compromisso para estar
aqui."
Ela tipped atrs sua cabea. "Ento fez I." Ela deitou sua cabea em seu
ombro novamente. "Eu gosto do modo que voc me segura."
"Eu senti algo assim que eu vi voc esta manh."
"Eu sei." Ela relaxou, movida na msica. No momento. "Eu no tenho
tempo para uma relao. Eles so to sujos e tomam tanto esforo. Eu sou
egosta, Charles, sobre meu trabalho e freqentemente, muito
freqentemente, se ressinta de qualquer coisa que entra o modo disto."
Seus dedos arrastados em seu cabelo. "Mas eu senti algo, tambm. Eu
penso que eu podia fazer tempo para descobrir o que  sobre."
"Eu no tive muita sorte com relaes. Meu trabalho normalmente entra o
modo." Ele tornou seu rosto em seu cabelo, respirado no odor. "Eu gostaria
de levar tempo descobrir."
"Diga a mim." Ela escovou sua bochecha contra seu. Liso, ela pensou, com
s suficiente frico para fazer seu calafrio de pele. "Se eu fosse um cliente,
o que ns faramos depois de ns danar?"
"Dependendo de que seu procurado, ns poderamos ir de cima, para o
apartamento eu teria reservado. Eu despiria voc." Ele leu rapidamente sua
palma acima da pele morna, nua dela atrs. "Lentamente. Eu diria a voc o
quo bonito voc  como eu tomei voc para a cama. Como da sua pele
como seda. Eu mostraria a voc quanto eu quero voc como eu fiz amor
para voc."
"Talvez da prxima vez." Ela desenhou longe, s um pouco, ento ela podia
olhar para ele. "E ele soa quase perfeito. Mas se o da prxima vez venha,
Charles, ns tomaremos um ao outro para a cama. E eu farei amor com
voc."
Seus dedos apertados em suas. "No importa para voc, o que eu She
needed a minute to settle down.
"Por que devia isto?" Ela teve que subir em seus dedes do p para tocar
em sua boca para seu, e deixou isto em meramente um sussurro. "Mais que
devia importar para voc o que eu fao. Com licena um minuto? Eu quero
refrescar em cima."
Ela caminhou para as mulheres  vadiar e quando ela estava certo que ela
estava longe da vista, apertou uma mo para seu estmago nervoso. Ela
nunca teria uma reao como isto para um homem.
Para querer um homem, claro. Para apreciar sua companhia, sentir desejo e
interesse e humor, afeto. Mas nunca tudo de uma vez, nunca tanto de todo
em tal conhecido pequeno.
Ela precisou de um minuto acomodar-se.
Ela andou dentro do opulento vadia, moveu diretamente para uma das
profundamente cadeiras almofadadas na frente de seu espelho triplo
individual.
Ela tirou seu compacto, ento simplesmente se sentou, olhando fixamente
para sua prpria reflexo. Ela disse no mais do que a verdade. Ela no
teve tempo para uma relao. Particularmente uma que estava destinado a
ser intenso e complexo e complicado. Ela teve tanto que ela quis realizar.
Era uma coisa para socializar de vez em quando. Uma data, uma festa.
Particularmente se ela pudesse usar o tempo para armazenar interesse na
clnica, ou o abrigo de abuso, ou a expanso do livres med-furgo unidades
ela estava trabalhando em.
Mas uma relao com Charles seria indulgncia pura.
Ela no teve nenhuma idia quanta ela quereria favorecer.
Ela abriu e fechou seus compactos alguns tempos, ento comearam a
polvilhar seu nariz enquanto lecturing se para ser um adulto. Como ela
exagerada com seu cabelo, uma morena longa, esbelto em um clingy
vestido preto terminou do protelar rea.
Ela estava zumbindo, uma melodia rpida, nervosa que vestidos de seus
movimentos rpidos, nervosos quando ela se estatelou em uma cadeira e
tirou seu batom.
"Ooh," ela disse e impediu uma das garrafas de vidro de corte de odor.
"Faa-me." Ela spritzed ele em lavishly, ento para Louise fica diverso
surpreendida, dobrou o reprimir sua bolsa da noite. "Isto  apenas da
idia."
Ela scooped atrs sua juba longa de cachos, Louise Enviada um glittery
sorriso. "Felicite mim." Moniqua subiu, lida rapidamente ela d seus peitos,
abaixo seus quadris. "Eu estou para conseguir realmente sortudo."
"Parabns," Louise disse a ela, e riu um pouco como Moniqua escorregou
fora do quarto.
Ela escorregou direito at a barraca onde o homem ela soube como Byron
j estava permanecendo, resistindo uma mo. "Pronto?"
Ela tomou sua mo, debruada em, e esfregou seu corpo provocatively
acima de seu. "Queira ouvir o que eu estou pronto ?"
Entretanto ela sussurrou como eles caminharam, eles rodearam fecham
suficiente para onde o Charles se sentou que ele pegou uma sugesto muito
imaginativa.  toa, ele glanced atrs deles e perguntaram-se por causa da
separao sutil do homem, se ele fosse um LC no trabalho.
Ento ele examinou, serra Louise caminhando de volta. E no podia pensar
sobre qualquer coisa mas seu.
-=O=-***-=O=-
Moniqua Cline trabalhou duro como umas paralegais em uma das firmas de
nvel meio da cidade. Ela teve aspiraes e ambies, a maior parte de que
eram orientadas em direo a carreira. Mas ela teve mais ntimo tambm,
que fantasias envolvidas sobre o companheiro perfeito que compartilhariam
seu amor de neo-arte clssica, tropical consigam-aways, e poesia.
Um homem, em seus sonhos, com uma extremidade sofisticada, um corpo
afinado, uma mente romntica, e algum betume urbano bom.
Pareceu que ela o achou em Byron.
Ele era to bonito, com seu cabelo de bronze de varrido de ombro, seu
bronzeado dourado. Sua pulsao nervosa saltou gosta de dados em uma
xcara quando ela viu ele esperando na barraca eles concordaram em.
Ele j teria champanha despejado e pronto.
Quando ele falou seu nome, o calor, o faintest de acentos britnicos em sua
voz fez ela querer derreter.
O primeiro vidro de champanha foi para sua cabea. Ela tem sido to
quente, to sarnenta. Quando ela deslizaria atravs da barraca, ela no
podia se parar de conseguir suas mos nele. Sua boca nele, ela se sentiu
bebida e feliz.
Agora eles estavam s em seu apartamento, e tudo pareceu suave e fluido.
Como se ela estivesse examinando um vu magro de morno, ondulando
gua.
Existia msica tocando, varrendo arcos de arco-ris de msica. E mais
champanha para danar em sua cabea e adocica sua lngua.
Sua boca era silky como leu rapidamente acima de sua. Suas mos to
qualificadas que em todos lugares ele tocou em seu pulsado e dodo.
Unbearably. Ele disse coisas adorveis para ela, entretanto era duro de
entender eles pela vertigem, a estimulao que florescida dentro dela gosta
de rosas.
Ento ele desenhou longe e fez seu gemido em protesto.
"Eu quero preparar." Ele tomou suas mos, beijos localizados acima das
partes de trs. "Conjunto a fase. Voc quer romance, Moniqua. Eu vou dar
isto para voc. Espere aqui por mim."
Sua cabea girada como ela assistiu ele chegar a seus ps, levante sua
bolsa. Ela no podia pensar bastante.
"Eu quero -- eu preciso para ..." Ela conseguiu shakily para seus ps,
gesticulado em direo ao banheiro. "Refresque em cima. Para voc."
"Claro. No seja longo. Eu quero ser com voc. Eu quero tomar voc coloca
que voc nunca tem sido."
"Eu no irei." Ela puxou contra ele, erguendo uma boca vida para seu. "
to perfeito, Byron."
"Sim." Ele a levou a porta de banheiro, cutucada ela suavemente do lado de
dentro. " perfeito."
Ele iluminou as velas. Ele diminuiu a cama, ptalas de rosas borrifadas nas
folhas, plumped os travesseiros.
Ele escolheu bem, ele decidiu, como ele estudou o quarto. Ele aprovou a
arte, as cores, o bom tecido da expanso. Ela era uma mulher do gosto. Ele
tocou o volume esbelto, velha de poesia em sua mesa de lado da cama. E
intelecto.
Ele poderia ter a amado. Se o amor existiu.
Ele fixa duas flautas frescas de champanha na mesa. Adicionadas trs gotas
da droga para uma. Ele diluiria isto este tempo, estenda a experincia.
Lucias disse a ele que ela podia viver por duas horas, talvez um pouco
mais, com a combinao de drogas nesta proporo em sua circulao
sangnea.
Ele podia fazer um grande lidar com ela em duas horas.
Ele girou quando ela veio para a porta do quarto. Ele resistiu uma mo.
"Bonita, Moniqua. Meu amor. Vamos descobrir um ao outro."
-=O=-***-=O=-
Era melhor este tempo. Muito melhor. Lucias era certo. Ele era sempre
direito. A excitao de saber que esta experincia seria seu ltimo, que ele
seria a ltima coisa que ela viu, sentiu, cheirou, at saboreada era quase
unbearably ertico.
Oh, ela respondeu para ele, incansavelmente. Seu corao stormed contra
seu. E ainda ela pleiteou com ele para mais.
Ela deu a ele duas horas. Duas horas magnficas.
Quando ele sentiu ela morrendo, ele assistiu ela quase ternamente. "Diga
meu nome," ele sussurrou.
"Byron."
"No. Kevin. Eu quero ouvir voc dizer isto. Kevin. Eu quero ouvir voc
gritar isto."
Ele rammed ele mesmo nela, mergulhando em direo ao fim. E quando ela
gritou seu nome, ele soube o prazer mais perfeito de sua vida.
Por causa disto, ele desenhou a folha suavemente acima de seu corpo,
deitado seu lips em sua sobrancelha em um beijo suave antes dele sair de
seu apartamento.
Ele no podia esperar chegar em casa e dizer a Lucias tudo.
-=O=-***-=O=-
Era uma hora mais tarde quando ela moveu. Seus dedos desprezados acima
da folha, os olhos atrs de suas tampas fechado twitched. Existia um
entorpecimento em seu trax, e debaixo dele uma espcie de apavorar, dor
indizvel. Sua cabea queimou gosta do sol.
Lgrimas vazadas, gotejada abaixo sua bochecha como ela lutou erguer seu
brao. Pareceu morto, e o esforo teve sons pequenos, estrangulados
tremendo em seu lips.
Seus dedos escovaram um vidro na mesa, bateu isto para o cho onde
quebrou. E o som de era escuro, como vidro quebrar debaixo de um
travesseiro.
Seus dedos rastejados acima da mesa, bateram o 'vnculo. O suor a
embainhou como ela forou aqueles dedos, forados seus confusos se
importa de contar. Encaixe por encaixe at que ela alcanou a chave
superior em memria.
Ela empurrou isto, ento sua mo caiu mancou e seu corpo deita
encharcado em esgotamento.
"O que  sua emergncia, Senhorita Cline?"
"Ajude-me." Seu lips tropeado acima das palavras como se eles fossem
algum idioma estrangeiro extico. "Por favor. Ajude-me," ela conseguiu
sussurrar antes dela retirar-se em inconscincia.
-=O=-***-=O=-
A vspera despertou quando o mundo comeou a balanar. Ela abriu olhos
arenosos e olhados fixamente em do Roarke.
"Por que voc est me levando?"
"Porque, Tenente, voc precisa dormir. No em sua escrivaninha," ele
adicionou como ele andou no elevador em seu escritrio de casa. "Em uma
cama."
"Eu estava s descansando meus olhos."
"Descanse eles na cama."
Ela devia, em princpio, insiste que ele deixe suas costas para seus ps. Mas
era um tanto quanto boa para conseguir carted ao redor, especialmente
quando ela s teve que girar sua cabea para cheirar seu pescoo. "Que
horas so?"
"Logo aps um." Ele a levou no quarto, subiu os passos pequenos para a
plataforma, ento se sentou, embalando ela, no lado da cama.
"Voc sabe o que eu estava pensando?"
Ela se aconchegou em. "Eu tenho uma idia satisfatria."
Ele riu, correu um dar seu cabelo. "Eu posso pr minha mente para aquele
tambm. Mas eu estava pensando quando eu caminhei em seu escritrio e
vi voc com sua cabea em sua escrivaninha e seu rosto empalidece o
modo que consegue quando voc for finalmente muito exausto para tomar
outro passo, aquele em um assunto de semanas ns seremos casado coms
um ano cheio. E eu estou ainda fascinado por voc."
"Ns estamos fazendo certos, huh?"
"Sim, ns estamos fazendo multa justa." Ele arrastou na cadeia que ela
vestiu ao redor seu pescoo, deslizou o pendente de diamante que ele uma
vez daria a ela fora de debaixo de sua camisa onde ela mais
freqentemente vestiu isto. "Voc estava bravo comigo quando eu dei a
voc este. Ainda voc veste isto mais freqentemente que qualquer coisa
eu j dei a voc mas seu anel de casamento."
"Voc disse a mim que voc me amou quando voc deu isto para mim. Me
urinou fora de. E ele assustado me. Eu acho talvez que eu visto isto porque
no me urina fora de mais. Mas ele ainda me assusta s vezes."
Entretanto sua bochecha descansada no topo de sua cabea, ele localizou
um dedo infalivelmente ao longo da marca a faca partiu em sua garganta.
"O amor  uns negcios assustadores."
Ela se transformou o em. "Por que ns no apavoramos um ao outro?"
Seu lips era uma respirao de sua quando o 'vnculo buzinado.
"Ah, condena isto, condena isto." Ela rastejou acima da cama para
responder isto.
-=O=-***-=O=-
A vspera desata a do elevador em ICU, andou a passos largos abaixo o
corredor quieto mortal. Ela odiou hospitais mais que morgues. Ela slapped
seu distintivo no contador na estao das enfermeiras. "Eu preciso ver
quem est em carga. Eu preciso ver Moniqua Cline."
"Dr. Michaels est em com ela agora. Se voc s esperaria -- "
"L?" A vspera picou um dedo em direo a um conjunto de portas de
vidro espesso. Ela era por eles antes da enfermeira poder fazer mais que
alarga um som sereno de protesto.
Ela soube quem ela estava procurando por. Ela conseguiu uma descrio
slida do med-tech que ajudou transportar a vtima no ER.
Ela passou por um quarto de vidro cercado, esquadrinhou a cama do lado
de dentro. A mulher que est em olhou cem e cinqenta e era amarrado
tantos para mquinas que ela no mais pareceu humana.
D-me uma exploso cheia, direito no corao, Pensamento de vspera, e
fim meu tempo limpo.
No prximo quarto o homem era muito mais jovem, e cocooned em uma
barraca transparente magra.
Ela achou Moniqua uma porta, com o doutor esquadrinhando o estgio de
leitura em um monitor enquanto seu branco de cano paciente como
morte e ainda que pedra.
Ele glanced acima de com aborrecimento, e uma carranca arruinou o rosto
partir por uma barba e bigode elegante a cor de pprica.
"Voc no tem permisso para aqui."
"Tenente Dallas, NYPSD." Ela ofereceu a seu distintivo. "Ela  minha."
"Pelo contrrio, Tenente. Ela  minha."
"Ela vai fazer isto?"
"Eu no posso dizer. Ns estamos fazendo tudo que pode ser feito."
"Olhe, eu no quero a linha da companhia. Duas outras mulheres no
fizeram isto para o hospital. Eles foram diretamente para o morgue. MT
disse a mim que ela teve um incidente cardaco, um bp que bate o poro, e
complicaes do OD. Eu preciso saber se ela vai terminar dele suficiente
para dizer a mim que a ponho aqui."
"E eu no posso dizer a voc. Seu corao era danificado. Ns somos
incapazes de determinar ainda se existia crebro danificar tambm. Seu
vitals so baixos e fracos. Ela est em um coma. Seu sistema tem estado
to comprometido pelo drogar  um milagre secundrio que ela estava
ciente suficiente para chamar nove e onze."
"Mas ela fez, e eu digo que faz seu duro." Ela olhou abaixo em Moniqua,
legada ela para conscincia. "As drogas eram administradas sem seu
conhecimento. Voc est ciente disto?"
"Isso no foi confirmado, mas eu ouvi os relatrios de mdia nos dois
assassinatos."
"Ele a mergulhou com o dois illegals, ento ele a estuprou. Eu preciso de
algum aqui com um kit de estupro."
"Eu terei um dos assistentes do mdico cuidam disto."
"Eu preciso de uma polcia rep, tambm, colecionar qualquer evidncia que
ela  a entrada."
"Eu sei a broca," Michaels disse com um estalo de impacincia em sua voz.
"Consiga seu rep, consiga sua evidncia. Isto no  minha preocupao.
Mantendo seu vivo ."
"E meu est alfinetando o filho de uma cadela que a pe aqui. Isso no faz
seu menos para mim. Voc a examinou? Pessoalmente?"
Ele abriu sua boca novamente, ento qualquer que ele l em rosto da
Vspera teve ele movimentando a cabea. "Eu tenho."
"Algum trauma? Contuses, mordidas, cortes?"
"No, nenhum. Nem qualquer sinal de atividade sexual forada."
"Ela era sodomized?"
"No." Ele deitou uma mo, quase protectively acima de da Moniqua. "O
que ns estamos lidando, Tenente?"
"Don Juan, com uma atitude. Quem saber que ele no terminou o trabalho
uma vez que isto bate a mdia. Eu estou pondo um guarda nela, vinte e
quatro-sete e eu no quero quaisquer visitas. Nenhum. Ningum entra
neste quarto exceto pessoal autorizado e cops."
"Sua famlia -- "
"Voc passa sem tocar eles por mim primeiros. Mim pessoalmente," ela
adicionou. "Eu preciso saber se e quando existir qualquer mudana em sua
condio. Eu preciso saber o momento que ela acorda. E eu no preciso de
qualquer bullshit sobre que ela no podendo responder perguntas. Ele quis
dizer ela para morrer, e ela no fez. Dois outros tenham. Ele est tendo
diverso demais para parar agora."
"Voc quis saber suas chances? Menos que cinqenta por cento."
"Bem, eu estou apostando nela." Vspera debruada acima da cama, falou
quietamente, falou firmemente. "Moniqua? Voc ouve isto? Eu estou
apostando em voc. Se voc desistir, ele ganha. Ento voc no vai
desistir. Vamos chutar isto bastardas nas bolas."
Ela andou de volta, movimentado a cabea em Michaels. "Voc contacta-me
quando ela acordar."
CAPTULO ONZE
Quando ela saiu Central que era quase quatro da manh, e esgotamento
eram embrulhados ao redor ela gosta de um cobertor mido que sufocou os
sentidos. Em lugar de confiana seus reflexos, ela programada para auto. E
esperou que os brincalhes abaixo em Manuteno no tocou quaisquer
brincadeiras com o mecanismo.
Ainda, ela estava muito cansada para se importar se ela acabasse em
Hoboken. Existiam com rumo a ser camas em Hoboken.
O reciclar caminhes j estavam fora, mancando junto com seu montono
whoosh-estrondo-baque, e seus times movendo como sombreia esvaziar
contedo de receptculos de calada e caixas e preparar a cidade para
outro lixo de dia.
Uma tripulao de utilidade em seus ternos de refletor brancos
fantasmagricos estavam despedaando uma metade seo de quarteiro
junto Dcimo. O srdido, dente-perfurando zumbido de seu hydro-ia
competiu com a enxaqueca que corta em seu templo deixado.

Um par dos sujeitos deram seus os uma vez-acima de por detrs seus
culos de proteo de segurana como ela idled no farol. Um cliente liso
agarrou-se a sua forquilha, grinning com que ela imaginou passado por
charme em seu mundo limitado enquanto ele empurrou seus quadris.
A pantomima teve vrios de seus camaradas rindo uproariously.
Ela soube que ela era passada seu limite pessoal quando ela no podia
convocar a irritao para sair do carro e busto suas bolas enquanto ela citou
eles para molestamento sexual.
Ao invs, ela deixa sua cabea deitar contra a cadeira, fechados seus olhos
como os sensores levantaram a mudana de luz e o carro cruzado por.
Mentalmente, ela se levou por apartamento da Moniqua novamente.
Champanha este tempo. A vspera reconheceu a etiqueta como um de do
Roarke e soube que o borbulhante podia ir para acima de uma principal
uma garrafa. Um inferno de uma quantia inicial, em sua opinio, para
alguns estala e assobia.
Ele tomou culos no quarto este tempo, mas o resto da instalao era
idntico para o outros.
Criaturas de hbito, ela pensou, movendo um pouco. Tomando viradas.
Mantendo pontuao? A maioria de jogos eram competies, eles no
eram? A meta no tinha sido alcanada com Moniqua. Eles tentariam
terminar isto? Ou s se sente de volta e espere ela o trabalho para eles e
codificou fora?
Ela trocou na cadeira, buscando conforto.
Telefonema Michaels de manh, verifique condio. Guardas breves em
mudana de turno. Ela ps o Trueheart seguro no primeiro turno. Ele seria
slido. Dados do processo em Allegany e J. Forrester. Complete com Dr.
Theodore McNamara. O cavalo Feeney r cortando por quarteires no
nmero de conta Charles forneceu. Continue a importunar r procura de
dados na unidade encerrada de cyber-articulao.
At agora, ela no chegou nenhum lugar nas rosas. Tome outro empurro
nas flores.
Tome dose de goddamn Acordado, e trague um bloqueador de dor estpida
antes de sua cabea explodir.
Ela odiou drogas. Eles fizeram ela parecer estpida ou fraca ou cobrada
demais.
As drogas estariam gotejando em sistema da Moniqua agora. Corredia
dentro dela, trabalhando amparar seu corao, canais de crebro claro, e
Deus conheceu. Se a mar girou o jeito certo, ela acordaria. E lembre.
Ela seria assustada, confusa, desorientou. Ela se importa de pareceria
destacada de seu corpo, pelo menos a princpio. Existiria lugares em
branco, e as perguntas que tiveram que ser perguntadas soltaria em alguns
deles.
A mente, ela soube, protegeu propriamente de horror quando podia.
Para despertar no hospital, com as mquinas, a dor, os rostos estranhos. O
que o importar de podia fazer mas esconda?
O que  seu nome ?
Eles perguntaram a ela isto. Foi a primeira coisa que eles perguntaram a
ela. Doutores e cops, de p acima do gurney enquanto ela olhou fixamente
neles.
O que  seu nome, pequena menina?
A frase enviou sua corrida de corao, feita ela tenta enrolar-se nela
mesma. Pequena menina. Coisas terrveis acontecidas para pequenas
meninas.
Eles pensaram a princpio que ela era mudo, ou fisicamente ou
psicologicamente. Mas ela podia falar. Ela no acabou de no saber as
respostas.
O policial no olhou quis dizer. Ele veio depois dos doutores e os outros em
flapping casacos ou plido brancos aventais verdes.
Ela aprendeu mais tarde que tinha sido a polcia que a trouxe fora da ruela
onde ela escondeu. Ela no lembrou disto, mas ela era informada.
Sua primeira memria era da luz acima de sua cabea, queimando em seus
olhos. E a presso enfadonha, destacado de seu brao quebrado sendo
fixado.
Ela era imunda com suor, sujeira, e secou sangue.
Eles falaram suavemente para ela, aqueles estranhos, como eles cutucaram
e picaram. Mas goste do policial, os sorrisos no alcanaram seus olhos.
Aqueles eram horrendos ou indiferentes, cheios com piedade ou perguntas.
Quando eles afundaram, at onde ela foi rasgada, ela lutou gosta de um
animal. Dentes, unhas, com os gritos uivadores de um animal ferido.
Isto  quando a enfermeira chorou. Uma lgrima corredia abaixo sua
bochecha como ela ajudou a segurar abaixo at a mais tranqila na seringa
de presso podia ser administrada.
O que  seu nome? O policial perguntou a ela quando ela moveu de volta.
Onde voc vive? Quem machuca voc?
Ela no soube. Ela no quis conhecer. Ela fechou seus olhos e tentou ir
embora novamente.
s vezes as drogas deixam ela deslizar debaixo de. Mas se eles tomassem
seu muito fundo o ar estavam frios, frios, frio e smeared sujo vermelho. Ela
tinha medo, mais com medo abaixo l que dos estranhos com suas
perguntas quietas.
s vezes, quando ela estava naquele lugar frio, algum era com ela. Adoce
respirao e dedos que skittered acima de sua pele gosta das baratas que
skittered atravs do cho quando as luzes apareceram.
Quando aqueles dedos estavam nela, at a droga no podia parar ela grita.
Eles pensaram que ela no podia ouvir eles, no podia entender quando
eles falaram em seus murmrios silenciados.
Batido, estuprou. Abuso a longo prazo sexual e fsico. Sofrendo de
desnutrio, desidratao, trauma severo fsico e sentimental.
Ela  sortuda para ter sobrevivido.
Bastardo que fez isto dever ser cortado em pequenos pedaos.
Mais uma vtima. Cheio do mundo deles.
Nenhum registros de identidade. Ns estamos chamando sua Vspera.
Vspera Dallas.
Ela despertou com um sacudir quando o carro parou, olhada fixamente
inexpressivamente na pedra escura da casa, o brilho de luzes contra o
vidro.
Suas mos estavam agitando.
Fadiga, ela disse a se. Fadiga justa. Se ela se relacionasse para Moniqua
Cline, era s natural. Mais uma ferramenta, ela pensou como ela subiu fora
do carro, na investigao.
Ela soube quem ela era agora. Ela se tornou Vspera Dallas, e era mais que
um nome o sistema a etiquetou com. Quem ela tem sido antes, o que veio
antes, no podia ser mudada.
Se to quebrado, assustou criana ainda viveu dentro dela, isso era certa.
Eles dois sobreviveriam.
Ela se arrastou de cima, desnudando-se fora de sua jaqueta, lanando seu
equipamento de arma. Tropeando e descascando suas roupas como ela
dirigiu-se  cama. Ela caiu em, enrolando debaixo de folhas mornas, lisas e
dispostas as vozes aquelas quieto ecoado em sua cabea para quieta.
Na escurido, Brao do Roarke veio a a si, desenhou suas costas contra ele.
Ela estremeceu uma vez. Ela soube quem ela era.
Ela sentiu seu corao, a batida fixa disto, contra ela atrs. Seu brao, o
peso confortante disto, acima de sua cintura.
As lgrimas que sua garganta chocada e a intimidou. Onde eles tinham
estado ?A onda sbita de fria a advertida as sacudidas seguiriam.
Ela girou para ele, nele. "Eu preciso de voc," ela disse como sua boca o
achou. "Precise de voc."
Desesperada para calor, para ele, ela fisted ela entrega seu cabelo.
Ela o soube na escurido -- gosto, odor, textura. Aqui, com ele, no existia
nenhuma pergunta. S respostas. Todas as respostas. Ela sentiu seu
corao que tinha sido muito afianava contra seu pulo de costas contra seu
peito.
Ele estava l para ela como ningum mais j tinha sido.
"Diga meu nome."
"Vspera." Seu lips correu morno acima da contuso em seu rosto, levou a
dor. "Minha Vspera."
To forte, ele pensou. To cansado. Qualquer imagens que estavam
tocando em seu crebro ela buscou lutar, ele lutaria com ela. No era
ternura que ela buscou, mas um um tanto quanto conforto inumano. Ele
deslizou um passar para baixo seu corpo, usada sua boca e dedos para a
trazer que primeiro afiado lana.
Ela tremeu, mas no mais de frio. As dores que saquearam seu corpo no
era mais de fadiga. Ela arqueou contra ele quando ele achou seu peito.
Rpidas pequenas mordidas que atiraram flashs de prazer nela. Uma lngua
ocupada que laved calor acima de calor.
Ela rolou com ele, sua respirao rota como eles tangled nas folhas. Seu
corpo era uma ira de queria e crescia liso debaixo das mos que
encontraram eles.
Ele amou o comprimento longo, magro sua, almejou isto com uma fome
que nunca era bastante . Sua pele, sempre uma surpresa de delicadeza, era
mida e quente de forma que deslizou gosta de seda molhada acima de sua
como eles moveram junto. Sua boca voltou para sua, queimando como uma
febre, e encharcou eles ambas em loucura.
"Dentro de mim." Ela rolou, rastejando, arranhando acima dele.
Escarranchando ele. "Dentro de mim." E o levou duro, rpido, fundo.
Seus quadris pistoned, uma velocidade que borrado seu crebro. Ele podia
ver a forma dela acima dele, o cintilar de seus olhos contra a escurido
como ela dirigiu eles ambos, brutalmente.
Danificado, ele balanou no prazer, deixe ela tomar e tomar at que sua
cabea retirada-se, at que ele sentiu o orgasmo esmurrar por ela gosta de
um punho por vidro.
At que ela quebrou.
Ento ele empinou-se, arrastado seu ainda estremecendo corpo contra ele.
E deixe v.
-=O=-***-=O=-
Ela caiu em dormiu como era uma cova e ficava l, espreguiado facedown,
por trs horas.
Ela se sentiu consideravelmente melhor quando ela despertou. Ela disse a
se a enxaqueca era ido, e era muito profundamente enterrado debaixo de
negao, era quase a mesma coisa.
E umas sonecas durante o dia, ela estava certa, faria mais para ela que um
pouco de substncia qumica.
Ela at no fez isto fora da cama na frente de Roarke estar sentando ao
lado dela, completamente vestiu. Ele teve sua linhagem matutina reporta
em tela, muted, uma panela de caf quieto seductively que emite fumaa
na mesa no sentar rea.
E ele segurou uma plula em uma mo, um espelho suspeito de lquida na
mesa de lado da cama.
"Abra," ele ordenou.
"Uh-uh."
"Eu odeio dar a voc mais contuses, mas se eu devo, eu devo."
Eles dois souberam que ele apreciaria usar fora bruta. "Eu no preciso de
qualquer coisa. Voc  nada alm de um chemi-cabea pusher."
"Bem, voc diz as coisas mais doces." Em um movimento muito
rapidamente para evadir, ele teve seu belisco de lbulo da orelha entre
seu dedo polegar e dedo indicador. Um estalido de seu pulso e o choque da
toro tiveram sua boca soltando aberto.
Ele estalou a plula. "Implante um."
Ela balanou nele, mas desde que ela estava sufocando sua pontaria era
fora de. A prxima coisa ela soube que ele estava arrancando ela voltar por
seu cabelo e despejando o lquido abaixo sua garganta.
Ela tragou duas vezes em autodefesa antes dela conseguir empurrar nele.
"Eu matarei voc."
"Todo." Com eficincia horrenda, ele a alfinetou e forou o resto do reforo
nela. "Implante dois."
"Voc est um homem morto, Roarke." Ela bateu o de volta de que ela dar
seu queixo onde algum do reforo gotejou. "Voc no sabe isto, mas voc
j parou de respirar. O morto de caminhada."
"Eu no teria que nos pr ambos por que se voc tomaria razovel ao
cuidado de voc mesmo."
"E quando voc finalmente perceber voc estar morto, e gota para o cho --
"
"Sentindo melhor?"
" -- E voc est deitando l, eu vou andar acima de seu corpo frio,
inanimado, abra as portas daquela loja de departamentos que voc chama
um armrio, e eu tocha isto."
"Realmente, bem. Nenhuma necessidade para ficar srdida. Sim, melhor,"
ele decidiu com um aceno com a cabea.
"Eu odeio voc."
"Eu sei." Ele se debruou em dar seu um beijo leve. "Eu odeio voc,
tambm. Eu sou dispostos a ovos Benedict. Por que voc no tem seu
chuveiro, ento voc pode me atualizar acima do caf da manh?"
"Eu no estou conversando com voc."
Seu sorriso relampejou como ele rosa. "Tal cliched e arma." Ele girou,
comeou degraus abaixo. E no era o menos surpreendido quando ela caiu
sobre suas costas.
"Isto  mais como isto," ele administrou como ela apertou sua traquia com
seu brao entortado.
"S seja cuidadoso que voc chama uma fmea, s."
Ela entregou, andou a passos largos desnudo no banho. Assistindo o
estremeo indignado de seu asno, Roarke riu. "Eu no sei o que eu estava
pensando."
-=O=-***-=O=-
Ela s comeu porque no havia razo para desperdiar a comida. Ela s o
atualizou porque ajudou seu tipo por dados quando ela relayed eventos fora
altos.
Ele escutou,  toa stroking o gato.
"Entre o pessoal do hospital e MT," ele comentou, "a mdia ser alimentada
at agora. Isso podia trabalhar em seu favor."
"Eu estou figurando. Estes dois, eles no so o tipo para entrar no vento. O
ego demais na linha para eles parar frio. Eu tenho muitos dados neles.
Talvez demais, talvez isto seja parte do problema. Dados demais, no
suficiente enfoque. Voc conseguiu todas estas linhas para arrastar, eles
podem conseguir tangled em voc."
Ela levantou amarrar com correia em seu equipamento de ombro. "Eu
preciso dar forma aerodinmica a isto."
"Por que voc no deixa-me tomar Allegany?  meu, afinal. As pessoas
seriam mais provvel me dizer coisas que eles no diriam um distintivo. E o
que eles no dizem a mim," ele adicionou, "eu posso descobrir em outros
modos. Os modos que provavelmente seriam legais, mais ou menos, desde
que eu agora possuo a companhia."
"Sua definio de mais ou menos tem um mbito mais largo que meu." Mas
salvaria seu tempo, e o tempo eram essenciais. "Tente ficar perto da linha
nisto."
"Cuja linha que seria? Seu ou meu?"
"Har. Eu tenho uma instruo especfica com o time em Central. Passe por
mim qualquer coisa que voc levanta."
"Naturalmente." Trazendo o gato com ele, ele rosa e cruzada para ela.
Beijada ela. "Cuide de voc mesmo, Tenente."
"Por que devia eu?" Ela dirigiu-se  porta. "Voc consegue tal carga fora de
fazer isto para mim."
Roarke glanced abaixo no gato como ele escutou botas da sua esposa
clicam corredor abaixo. "Isto  um ponto."
-=O=-***-=O=-
No quarto de conferncia ela registrou em Central, Vspera tocou o disco de
segurana de Moniqua est construindo.
"Ns vemos aqui que ela est mais na linha com Bryna Bankhead. Tipo
fsico semelhante, aparncia mais sofisticada e estilo de vida. Ele usa ainda
outro olha ele mesmo aqui, que diz a mim que ele no gosta de repetir seu
carter. Mantenha isto fresco para ele. Mesmo padro, mas ele pode
caminhar pela apresentao de um novo ngulo. Feeney?"
Ele levantou o ritmo. "De acordo com o overscan de sua unidade de casa,
ele usou o nome Byron em correspondncia com ela. A probabilidade indica
isto  do sujeito de poeta. Senhor Byron. As mensagens de e-mail voltam
duas semanas."
"Novamente, siga padro. Ele toma seu tempo. Com este padro ele teria a
estudado em vida real. Achando um lugar prximo seu apartamento ou seu
local de trabalho. Ns verificamos ambos."
Ela glanced acima de como a porta aberta. Trueheart, jovem e
ridiculamente fresco em seu uniforme, esvaziado como encabea girado em
sua direo. "Desculpe. Com licena, senhor. Eu estou atrasado."
"No, voc est em horrio. Relatrio?"
"Senhor, condio do assunto Cline permanece inalterado. Ningum sem
autorizao entrou em seu quarto do hospital. Eu permaneci em posto,
dentro do quarto, ao longo do turno."
"Existiam alguns telefonemas de investigao relativo a ela?"
"Vrios, Tenente, comeando em aproximadamente oh seiscentos quando o
primeiro golpe de relatrio de mdia. Cinco investigaes de reprteres
solicitando informaes mdicas."
"Isso concorda como eu tive dobrei aquele em meu vnculo de escritrio.
Assine fora, Trueheart. V ter algum sono. Eu quero que voc retome seu
posto no hospital s dezoito cem. Eu passarei sem tocar sua folha de
encargo aduaneiro com seu sargento."
"Sim, senhor. Tenente? Eu aprecio voc me solicitando."
A vspera agitou sua cabea quando ele fechou a porta atrs dele.
"Agradecendo-me para o pegar com o encargo aduaneiro mais chato em ou
fora de planeta. Certo, Roarke est cavando em Allegany. Eu quero todos os
dados pertinentes em J. Forrester, e este Theodore McNamara que
atualmente est evitando minhas mensagens. E ns trabalhamos longe no
negociante on-line. Ns nos concentramos nas substncias qumicas. Como,
por que, e onde eles conseguem sua proviso."
"Minha fonte em Illegals s apresentou um forte possvel," Feeney disse.
"Se conhecido negociante local que especializado no superior-fim sexo
comrcio e fez um lucro. O nome  Otis Gunn, e ele estava na natao mais
ou menos dez anos atrs. Tiveram uma linha satisfatria indo at que ele
ficou convencido e comeou a cozinhar e servir seu prprio Coelho em
festas."
"O que ele  at agora?"
"Ano nove de vinte." Feeney puxou uma bolsa de nozes fora de um de seus
bolsos de deformao. "Rikers."
"Sim? Eu no visitei o domiclio velho em um instante. Wonder se eles me
faltassem?" Ela cessou bruscamente como seu Communicator sinalizou,
compassado longe para responder. "Eu acabei de passar sem tocar Louise,"
ela disse como ela guardou o Communicator novamente. "Ela reivindica ter
algumas informaes sobre ontem  noite  batida."
Ela olhou para a tbua de caso, no novo retrato ela alfinetou para isto. Ela
manteve rosto da Moniqua separa dos mortos. Ela quis que ele ficasse l.
Quando ela voltou que ela viu algo passar entre McNab e Peabody. Algo
com s um pouco calor, ento ela olhou rpida.
"Peabody, por que eu no tenho algum caf de maldio?"
"Eu no sei, senhor, mas eu retificarei isto imediatamente."
Peabody apareceu, realmente estava zumbindo debaixo de sua respirao
como ela programada o AutoChef. E existia um olhar brilhante em seus
olhos quando ela levou o caf para Vspera.
"Coma alguma boa pizza ultimamente?" Vspera muttered, e a luz em olhos
girados do Peabody imediatamente para envergonhar culpabilidade.
"Talvez. S uma fatia ... ou dois."
Vspera debruada em. "Comeu o todo condenar torta, no ?"
"Era realmente bom pizza. Eu classifico de, sabe, faltou o gosto disto."
"No mais zumbindo a trabalho."
Peabody quadrou seus ombros. "No, senhor. Todos zumbindo
imediatamente cessaro."
"E nenhum olho de sparkly defeca qualquer um," Vspera adicionou e
arrancou abre a porta para procurar por Louise.
"Voc pode parecer bonito sparkly-de olhos depois de realmente boa pizza,
tambm," Peabody muttered, ento decidiu para no apertar sua sorte
quando Vspera snarled.
"Dallas." Louise dupla-timed ele corredor abaixo. Ela no estava vestindo
um poder adapta esta manh, mas a cala jeans vestida e camisa
espaosas ela normalmente donned para a clnica. "Eu estou to contente
que voc est aqui. Eu no quis entrar em tudo isso acima de um 'vnculo."
"Sente-se." Porque Louise era plido apesar de sua pressa por Central 
labirinto, Vspera tomou seu brao e a puxou para uma cadeira. "Tome
uma respirao, ento diga a mim o que voc tem."
"Ontem  noite. Eu tive uma data ontem  noite. Bebidas no Bar Real."
"Lugar do Roarke? No Hotel de Palcio?"
"Sim. Eu vi eles. Dallas, eu vi eles sentando em uma barraca prxima nossa
mesa. Eu falei com ela nas senhoras ' vadiei."
"Diminua a velocidade. Peabody, alguns regam aqui."
"Eu no estava prestando ateno," Louise continuou. "Se eu tivesse sido
que eu teria visto que ... eu posso ver seu rosto agora mesmo como ela se
sentou na frente do espelho. No era champanha justo. Eu sou um doutor,
goddamn isto, eu devia ter visto ela era drogada. Eu posso ver isto agora."
"Ns vemos todos os tipos de coisas depois. Aqui." Ela empurrou a gua nas
mos da Louise. "Bebida, ento chupa isto, Louise. Chupe isto em e diga a
mim tudo que voc lembra."
"Desculpe." Ela sipped uma vez. "Quando eu vi a mdia reportar esta
manh, eu a reconheci. Percebeu." Ela bebeu novamente. "Eu chamei e
verifiquei em sua condio a caminho acima de. Existe sido nenhuma
melhoria. Nenhum. Sua diminuio de chances toda hora."
"Ontem  noite. Se concentre em ontem  noite. Voc est tendo bebidas
no bar."
"Sim." Ela retraiu uma respirao. Afianou. "Champanha, caviar. Era
adorvel. Ns estvamos conversando. Eu no estava pagando a muita
ateno para qualquer coisa mas ele. Mas eu notei, tipo de absently, o par
na barraca. Eles tiveram champanha e caviar, tambm. Eu penso, eu estou
quase certo, eles j estavam acomodados quando ns chegamos l. Eles
estavam sentando muito fecham junto. Muito ntimo. Eles eram um par
muito atraente."
"Certo, e agora?"
"Ns danamos. Eu esqueci sobre eles. Mas eu entrei no vadiar, sentado
refrescar em cima, e conseguir meu equilbrio. Era um primeiro encontro
muito intenso para mim. Enquanto eu estava l, ela terminou do protelar.
Ela estava livrando-se de todos os tipos de fascas sexuais. Disse que eu a
felicitasse, que ela iria conseguir muito sortuda. Eu era divertido, e metade
desejando que eu pudesse ser to confiante. Eles estavam partindo quando
eu terminei. Eles estavam partindo, e eu nunca dei isto um pensamento."
Ela suspirou. "Sua cor era muito alta, seus olhos eram vtreos. Eu posso ver
isto agora."
"O que voc lembra sobre ele?"
"Polidos, atraentes. Eles olharam direito junto, e ele pareceu natural
naquele tipo de colocao. Eu desejo que eu notasse mais. Talvez Charles
fez."
A vspera sentiu o sacudir em sua barriga, viu isto no puxo rpido de
ombros do seu ajudante. "Charles?"
"Sim. Charles Monroe. Eu tentei o alcanar esta manh, mas ele tem seu
'vnculo em modo de mensagem somente."
"Certo." Oh menino. "Eu posso precisar conversar com voc novamente."
"Voc pode me alcanar na clnica o dia todo." Ela chegou a seus ps. "Eu
desejo que eu fosse mais ajuda."
"Tudo ajudas."
-=O=-***-=O=-
A vspera no disse nada sobre ele  medida que ela dirigiu. Ela com
inteno no para dizer nada sobre ele sempre nesta vida. Mas silncio
absoluto do Peabody a quebrou abaixo.
"Voc certo sobre este?"
"Eu estou pensando sobre isto. No era um trabalho."
"O que?"
"Eles tiveram este vibe indo ontem. Era uma data, no um trabalho. Eu sou
certo com isto," ela decidiu. "Eu quero dizer, ns somos amigos justo. Era
tipo justo de um choque, isto  todo."
Ela glanced acima de, na entrada para Charles est construindo, quando
Vspera puxada para o meio-fio. Aparentemente, seria melhor ela estar
certo com isto.
Ele estava encabeando para o elevador como eles andaram fora de.
"Dallas. Eu estava s entrando ver voc. Eu serra justa -- "
"Eu sei. Vamos ir dentro de primeiro."
"Sabe, mas... Louise. Ela est chateada? Eu preciso a chamar."
As sobrancelhas levantadas da vspera como ele apalpou com o keycode de
sua porta. O unflappable Charles era definitivamente flapped. "Mais tarde.
Ela  certa."
"No pensando diretamente," ele confessou, e correu uma mo absently
acima de ombro do Peabody como eles todo andado do lado de dentro. "Eu
gastei uma hora no tanque de relaxamento esta manh. No ligou a tela at
que alguns minutos atrs. O relatrio me bate no rosto. Ns vimos eles, s
ontem  noite. Ele e a mulher ele tentou matar."
"Diga a mim."
Era quase idntico para declarao da Louise, salve para o interldio no
vadiar. Mas especulao do Charles que o homem era um LC interessado
ela.
"Por que voc pensou que isto?"
"Ele era destacado, s um pouco.  duro de explicar. Ele era muito solcito,
muito liso, mas existia clculo debaixo disto. Ele deixa ela fazer todos os
avanos fsicos e deixar ela pagar o cheque. Eu era preocupado," ele
admitiu, "mas eu notei o modo que ele cuidou dela quando ela entrou no
vadiar. Clculo, novamente. E presuno. S uma impresso rpida em
meu fim. Um pouco de LCs pensa sobre clientes que modo."
"Que tal os clientes?"
"Desculpe?"
"Alguns clientes olham para LCs que modo."
Ele estudou rosto da Vspera, ento movimentou a cabea. "Sim. Voc 
direito sobre isto."
Ela girou para a porta. "Confira com um pouco de seus associados para
mim, no , Charles? Para um cliente que gosta de msica clssica, rosas
rosas, e luz de vela." Ela lanou um olhar acima de seu ombro. "E poesia.
Voc pessoas mantm cliente arquiva em preferncias, certo?"
"Se ns quisermos ficar em negcios, ns fazemos. Eu perguntarei ao
redor. Delia? Eu posso ter um minuto?"
Vspera mantida ida. "Eu conseguirei o elevador."
"Eu sei que ns tenhamos penciled em jantar hoje  noite," ele comeou.
"No se preocupe sobre isto." Ela achou isto fcil beijar sua bochecha. 
disso que amigos eram. "Eu gosto dela."
"Obrigado." Ele deu um apertar da mo do Peabody. "Ento faa I."
CAPTULO DOZE
Normalmente fez empregados nervosos quando Roarke apareceu
inesperadamente  uma de suas companhias. Para seu modo de pensar,
alguns nervos ajudados manter pessoas em seus dedes do p.
Ele pagou bem, e as condies de trabalho que eram achadas em todas as
suas companhias, fbricas, subsidirias, e escritrios ao longo do mundo e
seus satlites eram indiscutivelmente altos.
Ele soube o que era para ser pobre, e ser cercado pelo sujo, a escurido, a
suja. Para algum -- ele mesmo, por exemplo -- aqueles era motivators para
alcanar mais. Por qualquer significa possvel. Mas para mais, um salrio
parcimonioso e uma caixa abafada em que ganhar nutriu hopelessness,
ressentimento. E surripiando.
Ele preferiu uma despesa mais alta, que tendeu a manter aqueles que
pertenceram a ele confortvel, leal, e produtivo.
Ele caminhou pelo nvel principal de Allegany, fazendo notas mentais em
que poderiam precisar ser ajustadas em segurana, em decorao. Ele no
achou nenhum glitches em comunicao como dentro de momentos de seus
solicitando falar com o qumico principal que ele estava sendo escoltado
para o trigsimo andar. O recepcionista agitado que foi  frente oferecido
ele caf duas vezes e se desculpou pela demora em localizar Dr. Escadas
umas total de trs vezes antes deles alcanar o escritrio do homem.
"Eu estou certo que ele est muito ocupado." Roarke glanced em torno do
quarto grande, um pouco desorganizado onde o sol e telas de isolamento
eram ambos firmemente fixos para a janela.
O lugar era como escurecia como uma caverna.
"Oh sim, senhor. Eu estou certo que ele , senhor. Eu posso trazer voc
algum caf enquanto voc espera?"
Trs para trs, ele pensou. "No, obrigado. Se Dr. Escadas est em um dos
laboratrios, talvez -- "
Ele cessou bruscamente quando o homem stalked em, todo flapping lab
casaco e carranca. "Eu estou no meio de um projeto."
"Ento eu imaginei," Roarke ligeiramente disse. "Eu sinto muito interromper
voc."
"O que voc est fazendo aqui?" Ele exigiu do recepcionista horrorizado. "Eu
no disse a voc que eu no quero pessoas alvoroadas ao redor em meu
escritrio?"
"Sim, mas -- "
"Fuja. Fuja." Ele pessoalmente a fugiu, acenando suas mos nela gosta de
umas galinhas de difuso de esposa de fazenda. "O que voc quer?" Ele
disse para Roarke e slammed a porta de escritrio smartly.
" bom para ver voc novamente, tambm, Escadas."
"Eu no tenho tempo para bate-papo e poltica. Ns estamos trabalhando
no novo soro de corao regenerativo."
"Como ele est indo?"
"Tem impulso, que voc est parando me gritando de meu lab."
Ele se sentou, gracelessly, um homem corpulento com os ombros de uma
Bola de Arena fullback. Seu rosto era dominado por um nariz que fatiado
centro abaixo de seu rosto gosta de um machado por granito. Seus olhos
eram pretos e chocando, sua boca aparecer uma carranca permanente. Seu
cabelo, um sujo cinza ele recusou mudar, surgiu fora de seu escalpo como
l de ao.
Ele estava rude, mal-clera, surly, e sarcstico.
Roarke gostou dele muito.
"Voc trabalhou aqui quando Allegany era associado com J. Forrester."
"Hah." As escadas tiraram um tubo que ele no preencheu quinze anos e
mastigados no talo. "Eu trabalhei aqui desde que voc estava ainda
chupando seu dedo polegar e babando em seu queixo."
"Felizmente eu cresci fora de ambos hbitos infelizes. A sociedade teve que
fazer com um projeto particular."
"Deficincia orgnica sexual. As pessoas no se preocuparam sobre sexo
tanto, eles conseguiriam mais feitos."
"Mas o que seria o ponto?" Roarke ergueu um abastecimento de caixa com
que pareceu ser uma dcada no valor de discos de peridico, deixa isto no
cho.
"Casou agora, no ? O sexo sai a janela."
Roarke pensou sobre Vspera que sobe acima dele na escurido. " disso
que aconteceu para isto?"
A diverso no tom teve Escadas que bufam fora que poderiam ter sido um
risada.
"Em todo caso," Roarke continuou, "eu preciso de informaes sobre a
sociedade, o projeto, e os jogadores."
"Eu pareo com um fucking banco de dados para voc?"
Roarke ignorou a pergunta. Mais, ele ignorou a entrega, algo que ele no
teria feito para muitos. "Eu j acessei dados considerveis, mas o toque
pessoal  til. Theodore McNamara."
"Asshole."
"Como eu acredito nisto  seu termo afetuoso por quase todo mundo em
seu conhecido, e fora disto, talvez voc podia ser mais especfico."
"Mais interessado em lucro que os resultados. Em glria que o grande
retrato. Administrate voc para a morte e atrs novamente s para o prazer
de provar que estava empurrando os botes. Quis um nome por ele mesmo.
Ele era cachorro superior ao redor aqui ento, e ele teve certeza que todos
ns conhecemos que isto urinando em todo mundo to freqentemente
quanto possvel. Cortejou a mdia gostar de uma prostituta de publicidade."
"Eu tomo isto que voc no reuniu-se para uma cerveja rpida depois de
um dia duro acima do petri prato."
"No podia permanecer o filho de uma cadela. No pode bater suas
habilidades profissionais. Existe uma brilhante mente naquele soprado em
cima prima Donna."
Ele chupou em seu tubo um pouco, pensando. "Ele mo-selecionada a
maior parte dos times. Trazido seu capacho de uma filha em isto. Que diabo
era seu nome ... Hah, quem d um cagar? Bom crebro, trabalhado como
um cachorro, e no teve nada para dizer para ela mesma."
"Eu posso assumir deste o projeto era beb do principalmente McNamara?"
"Ele fez a maioria de decises, fez as fotocpias azuis para a direo o
trabalho tomou. Era um projeto corporativo, mas McNamara era a pessoa
representativa, spokesperson, filho principal de uma cadela em carga.
Existia muito dinheiro que monta no negcio. Dinheiro corporativo,
investidores privados. O sexo vende. Ns tivemos alguma sorte em umas
reas do par."
"Considervel."
"Garantindo um homem que ele pode ainda conseguir um boner quando ele
for cem e dois e deixando uma mulher mantm seu relgio biolgico
conferindo passada a metade-marca de sculo." As escadas agitaram sua
cabea. "O dinheiro e mdia de que bateram coisas. O material menos
mordaz ns realizamos -- ajudas de infertilidade sem os riscos de mltiplo
births -- no era como newsworthy. O metal estava procurando por mais, e
McNamara coloca a presso para ns dar a eles mais. Ns estvamos
trabalhando com elementos perigosos, instveis. Tentadores. A rosa de
custos, e experincias eram empurradas muito rapidamente para compor a
margem. Qumica ruim. Efeitos colaterais, unsanctioned usa. Recreativo,
tambm. Processos comeado piling em cima, e eles fecham o projeto."
"E McNamara?"
"Conseguido para ficar fora do feder." Boca diminuda das escadas em
desgosto. "Ele soube o que estava continuando. Nada sempre conseguido
por ele."
"Que tal o pessoal? Qualquer um que voc lembra quem um afeto particular
para recreativo tido uso?"
"Eu pareo com uma doninha?" Escadas latidas.
"Realmente... Ah, voc quis dizer metaforicamente, no literalmente."
"D isto outros cinqenta anos, voc no parecer to bonito qualquer um."
"S mais uma coisa para esperar ansiosamente, Escadas." Roarke trocou
equipamentos, sobered, se debruou adiante. "Isto  dificilmente fofoca.
Duas mulheres assassinadas, um em um coma. Se existe uma possibilidade
a fonte pula de volta para aquele projeto -- "
"Que mulheres? Que assassinatos?"
Roarke quase suspirou. Como ele podia ter esquecido quem ele estava
conversando com? "Saia do lab ocasionalmente, Escadas."
"Por que? Existem pessoas l fora. Nada fucks coisas em cima mais rpidas
que as pessoas."
"Existe uma pessoa ou pessoas l fora agora mesmo drogando mulheres
com as muito substncias qumicas voc e este lab experimentado em.
Drogando eles para a morte."
"No sangrento provvel. Voc sabe quanto que levaria para induzir morte?
O custo dos elementos envolvidos?"
"Eu tenho aqueles dados, obrigado. O custo neste caso no parece ser um
assunto."
"Inferno de muito dinheiro, ainda que ele est cozinhando isto ele mesmo."
"O que levaria para cozinhar isto ele mesmo?"
Pensamento de escadas para um momento. "Bom lab, diagnstico e
unidades de equao, qumico de primeira classe. Area-fechadura de selo
para segurar durante a processo de estabilizao. Tem que estar
reservadamente subsidiado, mercado negro. Qualquer aprovado lab ou
centro estava trabalhando neste, eu saberia sobre isto."
"Ponha sua orelha para o cho," Roarke disse a ele, "e veja se voc ouvir
sobre qualquer coisa isto no  aprovado." Seu bolso-vnculo buzinado.
"Com licena."
Ele se empenhou modo de isolamento, sacudido no receptor do telefone.
"Roarke."
-=O=-***-=O=-
A vspera odiou refrescantes seus saltos de sapatos. Ela particularmente
odiou isto em um espao onde ela era considerada tanta esposa do Roarke,
talvez mais, que um distintivo. O Palcio era um daqueles espaos.
Ela odiou isto s ligeiramente menos depois de ser escoltada para escritrio
de hotel do Roarke onde ela podia entrevistar o garom que serviu para
Moniqua e seu atacante.
Ela preferiu sua visita a Rikers onde as instalaes eram sobressalentes, o
pessoal snarly, e os presos malignos. Ainda que sua entrevista com Gunn
tinha sido um beco sem sada, tinha estado em ambiente mais confortvel.
"Eu terei Jamal educou para voc o momento que ele chega." O cruelmente
macio e lustroso vadie anfitri gesticulou quando as portas de elevador
aberto. "Se existe qualquer outra coisa eu, ou qualquer do pessoal de
Palcio, pode fazer para ajudar em sua investigao, voc tem s para
perguntar."
Exigiu ambos um impresso digital e um cdigo para destrancar o
escritrio, e este exigido alistando a ajuda do gerente de escritrio de
executivo.
A segurana nunca esteve suposta em umas Indstrias de Roarke
segurando.
"Enquanto isso" -- a anfitri calorosamente sorriu -- "eu posso oferecer a
voc algum refresco?"
"Uma manga cintilante." Peabody saltou em com o pedido na frente de
Vspera poder vomitar a parede contra tais refinamentos. Ela encontrou
olhar duro da Vspera. "Eu sou um tanto quanto sedento."
"Claro." A anfitri deslizou acima do armrio esculpido que segurou o centro
de refresco e programado o AutoChef. "E para voc, Tenente?"
"Apenas do garom."
"Ele  esperado em muito brevemente." Ela ofereceu a Peabody a manga
em um vidro alto, aflautado. "Se no existe nada mais que eu posso fazer
para voc, eu darei a voc seu isolamento."
Ela saiu, fechando as portas discretamente atrs dela.
"Estes so realmente bons." Peabody saboreou cada andorinha. "Voc devia
ir para um."
"Ns no estamos aqui sorver abaixo imaginar bebidas." A vspera vagou o
quarto. Apesar do equipamento de extremidade cortante, era mais
apartamento de luxo que escritrio. "Eu quero a declarao do garom
antes de eu bater Dr. McNamara. Pare de comer aquele e cheque em
condio do Moniqua Cline."
"Eu posso fazer ambos."
Enquanto ela fez, Vspera contactou Feeney. "D-me algo."
"Voc estado para Rikers j?"
"Venha e ido. Gunn e eu passamos por alguns pleasantries durante que ele
sugeriu que eu apresente vrios sexual age em eu mesmo isto, porm
inventivo, so ou anatomicamente impossvel ou ilegal."
"Gunn Mesmo velho," Feeney disse, com um pouco de afeto.
"Caso contrrio, ele era um solapamento. Ele era urinado fora de suficiente
para descobrir algum estava l fora ganhando dinheiro em sua rea para
mim acreditar em que ele no sabe uma coisa de maldio. Ento d a mim
algo."
"Eu disse a voc que foi foi levar tempo."
"Tempo est passando. Um deles podem ter uma data hoje  noite."
"Dallas, voc sabe quanto defeca  passado por esta unidade?  um aluguel
pblico para causa do Cristo. Eu no posso s alcanar em e arrancar um
usurio nico fora gostar de um frigging coelho fora de um chapu."
"Voc tem unidade do Cline. Voc no pode correr o crosscheck?"
"Eu pareo com isto  meu primeiro dia no trabalho? Ele no tocou com ela
em esta aqui. No que eu posso achar. Voc quer que eu explique que
diabo eu estou fazendo aqui, ou voc quer que eu faa isto?"
"Faa isto." Ela comeou a cortar, pegou se. "Desculpe," ela adicionou,
ento corte.
"Nenhuma mudana," Peabody disse a ela. "Ela est ainda crtica e
letrgica."
A porta aberta. A vspera disse a se que ela no devia ter sido a menos
surpreendida por ver Roarke entrar.
"O que voc est fazendo aqui?"
"Eu acredito em que isto  meu escritrio." Ele glanced ao redor. "Sim, eu
estou certo que . Jamal, isto  Tenente Dallas e Oficial Peabody. Eles vo
perguntar a voc algumas perguntas, e exijam sua cooperao cheia."
"Sim, senhor."
"Relaxe, Jamal," Vspera disse a ele. "Voc no est em qualquer
dificuldade."
"No. Isto  sobre a mulher no coma. Eu vi um boletim, e perguntou-se se
eu devia ir para a delegacia de polcia ou trabalhar." Ele glanced em Roarke.
"O ambiente so um pouco mais confortveis aqui," Roarke disse
facilmente.
"Ento voc diz," Vspera muttered debaixo de sua respirao.
"Sente-se, Jamal," Roarke convidou. "Voc gostaria de qualquer coisa para
beber?"
"No, senhor. Obrigado."
"Voc se importaria," Vspera interrompida, "se eu conduzisse esta
entrevista?"
"No por isso." Roarke subjugou, sentou-se atrs de sua escrivaninha. "E
no, eu no estou partindo. Intitulado do Jamal ter um representante
apresentar."
"Eu gostaria de ajudar." Jamal se sentou, sua seta de costas-diretamente, e
dobrou suas mos nitidamente em seu colo. "Ainda que eu no tivesse sido
instrudo para dar cooperao cheia, eu quereria ajudar.  meu encargo
aduaneiro."
"Bem, isto  uma atitude refrescante, Jamal. Eu vou registrar este.
Peabody?"
"Sim, senhor. Registre em."
"Entreviste com Jamal Jabar, relativo ao assassinato tentado de Moniqua
Cline. Casefile H-78932C. Dallas, Vspera de Tenente, conduzindo a
entrevista. Peabody tambm presente, Oficial Delia, como ajudante e
Roarke que representante escolhido do assunto Jabar. Jamal, voc 
empregado como waitstaff no Bar Real do Hotel de Palcio de Roarke.
Correto?"
"Sim. Eu tenho servido aqui por trs anos."
"E ontem  noite, naquela capacidade, voc serviu um par na estao cinco
de sua seo."
"Eu servi quatro pares naquela estao durante meu turno."
A vspera tirou os silncios, segurou eles. "Voc reconhece estas pessoas?"
"Eu fao. Eles estavam em minha seo ontem  noite, na estao cinco.
Eles tiveram uma garrafa de Dom Perignon '56, beluga caviar com
acompanhamentos cheios. O cavalheiro chegado em logo antes de nove
horas e era muito especfico em que ele desejou fosse servido, e como."
"Ele chegou primeiro."
"Oh sim, quase trinta minutos antes da senhora. Mas ele instruiu-me para
trazer o champanha imediatamente, e abrir a garrafa. Ele desejou despejou
ele mesmo. O caviar era para ser servido depois que ela chegou."
"Ele teve uma bolsa, couro preto, correia longa, com ele?"
"Ele fez. Ele no desejou verificou isto. Ele manteve isto na barraca ao lado
dele. Ele fez solicita se a seu 'vnculo. Eu assumi estava para a senhora
quando ele estava esperando muito a ansiar. Mas ele no pareceu
impaciente, e quando eu parei por certificar-me ele era confortvel e
inquiria se seu convidado estava atrasado, ele disse a mim que ela no
era."
"Quando ele despejou o champanha?"
"Eu justamente no notei, mas quando era quase nove e trinta, os culos
estavam cheios. Ela chegou logo depois disto. E eu percebi -- pensou que
eu percebi por que ele veio to cedo se realmente ela era oportuna. Eu
assumi que ele tem estado nervoso como isto foi um primeiro encontro."
"Como voc conheceu foi um primeiro encontro?"
"Eu teria achado porque existia uma excitao, e uma formalidade leve
entre eles no princpio. Mas eu estava certo dele como eu ouvi ela dizer o
quo feliz ela estava finalmente o encontrar cara a cara."
"Sobre o que eles conversaram?"
Jamal girou em direo a Roarke. "Ns no deveramos escutar para as
conversaes dos convidados."
"Voc conseguiu orelhas. A audio no  o mesmo que escutar."
"No, no ." Rosto registrado do Jamal sua avaliao para sua distino.
"Quando eu servi o caviar, eles estavam falando de arte e literatura, o
modo como pessoas fazem como eles procuram por um lugar confortvel
para povoar um com o outro. Ele era muito atento, mas cavalheiroso. No
princpio."
"Mas isso mudou."
"Voc podia dizer que eles se tornaram muito ...  vontade um com o outro
muito depressa. Eles tocaram, beijado de um modo que indicaram
intimidade, ou a vontade para isto. Se voc me entender, Tenente."
"Sim, eu sigo voc."
"Quando eu passei sem tocar o caviar, era a senhora que pagou. Este
pareceu desagradvel para mim como ele tinha sido o para ordenar." Ele
olhou um pouco embaraado. "Mas ela deu a mim uma ponta muito
generosa. Eles demoraram acima do vinho. Ela se tornou, pareceu mim,
bastante agressivo.  um ponto..." Ele trocou em sua cadeira, relinked seus
dedos. "Eu vi sua mo debaixo da mesa. E, bem, em sua cala comprida.
Como isto  contra poltica de restaurante, eu debati reportando isto para
meu supervisor. Entretanto ela levantou e entrou nas senhoras ' vadiou.
Quando ela retornou, eles partiram."
"Voc j viu qualquer um deles antes de ontem  noite?"
"Eu no a lembro, mas ns vemos tantas pessoas. O Bar Real  um marco
da cidade, afinal. Mas eu o lembro."
A cabea da vspera surgiu, s uma polegada. "Como?"
"Ele tem estado em minha seo antes, aquela mesma estao. S uma
semana atrs, talvez um pouco mais. Com outro homem. Ele no olhou o
mesmo, mas ele era ele. Ontem  noite, seu cabelo era mais leve e mais
longo. Seu rosto diferente de alguma maneira. Eu no posso realmente
dizer."
"Mas voc o reconheceu?"
"Seu anel. Eu admirei isto antes. Minha esposa  um joalheiro, ento eu
tendo a notar um bom pedao quando eu vir isto.  uma faixa larga com
tiras alternadas de ouro branco e amarelo com uma pedra de praa. Um
rubi com cabea esculpida do drago nisto. Muito distintivo. Seu
companheiro teve um tambm, mas com uma safira. Eu pensei no
momento que eles eram companheiros, e estes seus anis de casamento."
"Este homem ontem  noite esteve usando o anel de rubi."
"Sim. Eu quase observei nisto, mas como ele pareceu to diferente que eu
assumi que ele no desejou fosse reconhecido. E ele indicou, bastante
claramente, ele no desejou falou com seu servidor."
A vspera chegou a seus ps, circulou o quarto. "Diga a mim sobre o tempo
que voc o viu antes. Ele, e o outro homem."
"Eu s lembro de era sobre uma semana atrs. que eu no lembro que
noite. Mas eu penso que estava cedo em meu turno. Prximas sete horas.
Eles tiveram vinho e hors d 'oeuvres." Ele finamente sorriu. "E no fez
ponta bem."
"Como eles pagaram?"
"Dinheiro."
"Sobre o que eles conversaram?"
"Eu no ouvi muito. Eles pareceram estar discutindo, mas bom-naturedly,
acima de qual deles comearia o jogo. Eles estavam em lcool muito alto. E
ele me divertiu quando eu estive tomando uma ordem da estao seis que
os cavalheiros em cinco estavam sacudindo uma moeda."
Bryna Bankhead, Pensamento de vspera, morreu no sacudir de uma
moeda. "Eu preciso de voc para trabalhar com um processamento de
imagens tech, Jamal."
"Eu tenho medo que eu no poderei o descrever muito bem."
"Se vamos preocupar sobre isto. Ns apreciamos sua cooperao. Voc tem
sido uma realmente grande ajuda. Algum contactar voc sobre o
processamento de imagens."
"Certo." Ele glanced em Roarke, conseguiu o aceno com a cabea de
aprovao, e rosa. "Eu espero qualquer que eu disse que voc ajuda que
voc o pra de machucar qualquer outro."
"Jamal." Roarke chegou a seus ps. "Eu falarei com seu supervisor. Voc
ser pago por qualquer tempo que voc precisa decolar ajudar a polcia.
Qualquer perdeu tempo no afetar seus benefcios ou salrio."
"Obrigado, senhor."
"Ns corremos o anel," Vspera estalou o minuto as portas fechadas atrs
de Jamal. "Toda joalheria em Nova Iorque que personaliza trabalha. Ordene
um processamento de imagens tech, prioridade uma."
"Nisto," Peabody respondeu.
"Tenente?" A voz do Roarke a parou antes dela levar dois passos em
direo  porta.
"O que?"
"Onde voc est indo?"
"Central, revisar os discos de segurana. Veja se eu posso localizar os
anis."
"Voc pode fazer isto aqui. E neste equipamento, um grande negcio mais
rpido. Computador, jogue de novo disco de segurana, Bar Real, seis de
junho, vinte e dois quarenta e cinco."
Seleo de exibio de trabalho?
"Espere um minuto? Voc tem segurana visual no vadiar?"
"Eu acredito em ser completo."
Ela amaldioou debaixo de sua respirao. "Voc podia ter mencionado
isto."
"Vendo  tanto mais efetivo. Tela de parede uma."
O vadiar derramado sobre a tela, toda opulncia e cor. O elegante sentado
em mesas ou deslizadas no cho de dana enquanto aqueles que serviram
para eles movidos com eficincia sem costura de mesa at barraca, de
barraca at o que ela assumiu era a cozinha.
As imagens aceleraram como Roarke manualmente ordenou rpido-adiante.
"Ele devia estar vindo junto qualquer ... Ah." Ele parou o progresso,
congelou a tela.
A vspera andou mais ntimo, concentrando em suas mos. "No pode ver o
anel deste ngulo. Toque isto adiante." Ela esperou, assistiu ele falar
brevemente para a anfitri da noite. Assistiu ele sendo levado a sua barraca
reservada. Suas mos estavam debaixo da mesa e fora de viso quando
Jamal aumentou o saudar.
"Vamos, vamos, vamos," Vspera persuadida. "Arranhe seu nariz ou algo."
Jamal retornou para a garrafa de champanha, as flautas. Completou a
instalao. Mas quando ele ofereceu despejar o vinho, ele estava
impacientemente acenado longe.
"Congele imagem," Vspera ordenada, mas Roarke j teve.
"Setor de aumento vinte por trinta, cinqenta por cento."
Quando Roarke repetiu seu pedido, Vspera percebeu a unidade era fixada
para sua voz somente comanda. Qualquer irritao ela poderia ter sentido
era dominado pela satisfao de ver o anel de rubi em detalhe. "Eu quero
uma impresso disto."
"Quantos?"
"D-me uma dzia. E transfira este disco correr para minha unidade de
escritrio e Peabody PPC."
Peabody abriu sua boca, ento sabiamente decidiu para no perguntar
como um civil podia transferir dados para uma unidade oficial sem passar
por cdigos e autorizao eletrnica.
"Vamos ver se ns podemos salvar algum tempo. Peabody, eu quero que
voc faa 'telefonemas de vnculo para os joalheiros. Mostre a eles a
imagem do anel. Veja se ns podemos etiqueta a loja ou arteso que fez
isto. Existe um lugar que ela pode instalar aqui, para talvez uma hora?" A
vspera pediu a Roarke.
"Claro." Ele contactou seu assistente de executivo no interoffice
Communicator. "Ariel, Oficial Peabody exige um privado workspace. Ela
encontrar voc em principal."
Ele glanced em Peabody. "S saia para a recepo principal este cho. Ariel
cuidar disto."
"Grandes." E com vises de outra manga cintilante em sua futura, Peabody
encabeou fora.
"Voc querer ver o resto deste," Roarke disse, e retomou jogo em
velocidade e alcance normal.
Na tela, o assassino enfileirou as flautas lado a lado. Ele despejou um
metade vidro de cada, esquadrinhando o quarto como eles espumaram e
borbulharam. Sua mo erguida, pairados mais de um dos culos.
"Congele. Realce."
Ela caminhou para dentro de polegadas da tela e viu claramente a gota de
clara lquida derramando de sua mo no vidro. "Quando eu conseguir isto
bastardo, o PA vai repetir fucking cartwheels este disco. Retome toque,
mesmo encarecimento, esquarteje velocidade. L, l, olhe para isto. Ele
pegou um frasco palmado em sua mo. Pr-medido ou eu sou alvo do
macaco."
"E eu posso atestar voc no ser. Selo de tempo," Roarke continuou,
"shows ele recebe ele mesmo alguns minutos leeway. No caso dela estar
cedo. Ele  cheio ambos os culos agora, conjunto o eriado atravs da
mesa."
"D-me viso cheia novamente. Olhe para ele. Olhe para seu rosto. Terrvel
maldito contente com ele mesmo. Brinde um pouco privado. Agora ele faz o
telefonema. Seu companheiro. Tudo est em lugar, no pode esperar
chegar em casa e dizer a voc como foi. Ns conseguiremos um leitor de
lbio para estudar isto, veja o quo ntimo eu sou."
"Aqui ela vem," Roarke comentou.
Moniqua andou no vadiar. Hesitou. Ento seu lips curved. "Ele est a, ela
est pensando," Vspera quietamente disse. "E ele  bonito, da mesma
maneira que ela esperou que ele seria. Olhe, cavalheiro perfeito est
levantando. Tome sua mo, um pouco coma nas juntas para aquele toque
romntico.
"Champanha? Que delicioso. Clique culos. Escritura perfeita. Voc
dificilmente notaria aquele predatrio assistir seu rosto como ela bebe se
voc no conhecesse que ele era um monstro. Se voc no soubesse, em
sua mente, ele  matana ela agora mesmo."
"Eu nunca saberei como voc faz isto. Dia aps dia." Roarke falou por
detrs ela agora, deitando suas mos em seus ombros para esfregar nos
laos de tenso.
"Porque eu sei, em minha mente, eu o conseguirei. Eles. Eles dois. Eles
pensam que eles tm cobertos todos os ngulos, mas voc nunca bate eles
todos. Existem sempre entende mal. Pequenos enganos. Ele pensa que ele
 seguro, pensa estar que ele  esperto. Algum olhando para eles veriam
que ela  o fazendo os movimentos aqui. Ela  o corredia mais ntima na
barraca, tocando em seu brao, seu cabelo, debruando em. Quem olharia
para aquela bonita cena e veria estupro?"
"Machuca voc. No diga a mim que no fao," ele disse, e existia uma
extremidade em sua voz. "Voc colocar bandagem isto, mas ele machuca
voc."
"S faz-me trabalhar mais duro de o parar. Oh jeez, existe Charles e
Louise."
" por isso que voc enviou Peabody fora?"
"Eu no preciso de seu distrado, e eu no estou pensando sobre seu
misterioso-asno coisa platnica com Charles e seu mais misterioso-asno
sexual com McNab porque me distrai. O que  isto, seduo normal planeja
Um: Champanha e caviar?"
"Voc preferiu caf e carne vermelha  medida que eu recordo."
"Eu tomarei vaca real acima de um grupo de ovos de peixe algum -- L! Ele
recebe seu um reforo. Mesmo pequeno negcio da palma, novo frasco.
Duas doses nela antes deles chegar a seu lugar. Isto  fora de. Lab achou
rastros de Prostituta no vidro de sala de estar, Coelho no quarto. Mas seu
tox tela no ps tanto Prostituta em seu sistema.  por isso que ela no
est morta."
"Ela est bebendo isto," Roarke assinalou.
"Sim, dando a ele um pouco trabalho da mo debaixo da mesa e swilling
isto atrs. Ele d sua a terceira dose em seu lugar. Como seu sistema
absorve tanto? Porque ele no fez. Ela purgou. Sicked ele em cima. Ela 
esbelta, mas no fraca," Vspera meditada. "No parece com a desordem
de comer tipo. Provavelmente s ficado nauseado. Quando ela estava no
vadiar aqui, ou em casa. Tirado a sorte algum do vinho e ovos de peixe, e
suficiente da droga para afastar seu sistema de completamente
sobrecarregando.
"Engano," ela disse. "Ele no pensou sobre isto. Quando ele a deixou que
ela estava fora fria e ele a levou para morto. Diga a mim que ele no  um
doutor ou qualquer tipo de med-tech.  o outro sujeito que sabe aquele fim.
Esta aqui apenas da monstruosidade de computador. Corra o disco do
segundo assassinato. Eu quero ver se eu posso conseguir uma boa imagem
daquele anel, tambm."
-=O=-***-=O=-
"Kevin, voc realmente est ficando tedioso." Existia um mecnico whoosh
e uma nvoa de ar frio como Lucias no lacrado o cryo-unidade e
selecionou a soluo desejada em seu congelador lotar. "A primeira vez que
voc  quase histrico porque a menina morreu. Agora voc  suas unhas
porque este aqui no fez."
"Eu no quis dizer matar o primeiro."
"E fez o segundo." Com pina, Lucias fixa o pacote em uma fenda em uma
bandeja de vidro tratado. "Eu diria, at onde o jogo vai, amigo velho, voc
est na menos coluna."
"Voc  o fazendo a arte culinria." Suspeita, misturada com raiva e medo,
voz feia do feito Kevin. "O que parar voc de tocar ao redor com seja a
mistura para minha bolsa?"
"Uma lealdade, claro. Enganando diminuiria a satisfao de premiada. Ns
concordamos no sistema de honra, Kev."
"Ela  muito provvel para morrer, ento no marque seu carto de
pontuao bastante ainda."
"Isto  o esprito. E novamente no interesse de jogo limpo, eu sugiro que
ns consideremos sua hospitalizao como cinco pontos, como ns pomos
morte em uma cheia dez. Se seu pequeno playmate morre antes de eu
chegar em casa de minha data hoje  noite, voc realmente estar no
principal novamente. No pode ficar mais justo que isto. E se ela no
fizer..." Ele encolheu os ombros, ento deslizou a bandeja com seus vrios
pacotes em um compartimento magro, tempo e temperatura programada.
"Eu vou em frente. Ns podemos aumentar as estacas com algum registro
duplo."
"Dois em um dia?" O horror, e a excitao, da idia atingiu Kevin
simultaneamente.
"Se voc for homem suficiente."
"Ns no preparamos. O horrio pede trs noites fora depois de hoje  noite
redondas. Nenhum dos objetivos esto na linha at semana que vem."
"Horrios so para amadores e zanges." Lucias preparou eles ambos um
pouco coquetel. Unblended corta com uma coliso de Zoner. "Deixe seja
prateleira eles, Kev. Ns dois teremos pontuaes Americanas
impressionantes antes de ns mover o jogo para a Frana."
"Um piquenique no parque," Kevin considerou. "Um encontro da tarde. Sim,
isso poderia ser divertido. E, seria melhor para comear a se misturar
nossos mtodos. Lance a polcia uma curva sbita para atarraxar em cima
suas probabilidades e perfis."
"Jogos de dia. Eles seus tm possuem especial panache, voc no pensa?"
CAPTULO TREZE
"No estale nos anis," Vspera disse seu time.
Ela teve que puxar grau, ande em dedes do p, e subornem o balconista
de planificao com um quarteiro de chocolate suo, mas ela conseguiu
enganchar um quarto de conferncia.
Roarke servia para o chocolate e iria s sorriso um pouco no ngulo de
suborno.
"Melhores ns temos ser que eles no so heirlooms. Os joalheiros Peabody
bateu concorda que eles no so antiguidades. Se as pedras e colocaes
so genunas, o estimado do valor s duzentos cinqenta k cada."
"Qualquer sujeito veste um quarto mil em seu dedo  um putz" era opinio
do Feeney. "E um showoff."
"Concordou. Putz e showoff porcentagens so altos. Eu quero tomar a
procura neles globais, ento eu estou passando por aquela bola para EDD."
E ela bateria sua prpria fonte pessoal em showoff artigos. Roarke no
poderia vestir bugigangas ele mesmo, mas ele estava certo um perito em
comprar eles e drapejando eles por toda parte ela.
"Processamento de imagens est trabalhando com o garom, mas  lento.
Ele  muito limpador nos anis que os sujeitos vestindo eles. Ns podemos
acessar discos de segurana pela na semana passada ou duas semanas do
Palcio, mas ele levar tempo escolher por eles, e sorte para casa em
nossos homens. Eu estarei fazendo aquela corrida pessoalmente, mas
enquanto isso, se nada saltos pela manh, eu vou solicitar nossa
testemunha concorda em hypnotherapy."
"No existe nenhuma garantia que eles no estavam vestindo
encarecimentos quando eles se encontraram para bebidas," McNab
assinalou e ganhou um aceno com a cabea raro de aprovao de Vspera.
"Est certo, mas ns detalhamos a imagem de qualquer maneira. Ns
mantemos edifcio a caixa at que ns fechemos eles do lado de dentro.
Progrida na unidade de aluguel?" Ela glanced em Feeney. "E no rasteje em
cima meu asno."
"Engraado voc devia perguntar. Ns limpamos totalmente a maior parte
do tagarelar. Voc no acreditaria que o cagar pessoas enviarem por
aluguis. Os locais de Porn ganham dez a um."
" to bom para ter minha viso da cidadania geral reforada."
"Depois de que voc conseguiu seu entretenimento e locais de diverso,
ento seu financials. O e-mail pessoal vem depois. A maioria de nome de
usurio promissor  Wordsworth. Todas as suas transmisses so
encapotadas. Voc consegue por uma camada do capote e a ventosa salta
voc para outro lugar. Ele atirou os bens do cyber-articulao at Madrid.
Comece a escolher l e ele saltos para Colnia de Delta. Ento -- "
"Eu consigo o retrato. O que voc achou?"
Feeney amuou um pouco, mastigadas em nozes. "Eu uncloaked uma
transmisso at agora. Parea com que ele fez trs, talvez mais quatro. O
que eu desnudei-me abaixo fui para um indicador de conta para Stefanie
Finch. Muito material sentimental."
"Atire o material sentimental e seu endereo para minhas unidades. Voc 
um cyber-mago, Feeney."
Isso acalmou seu arrepia. "Sim, eu no sei isto. Eu preciso tomar mdico de
hora do par, consiga um olho rpido consertar. O detetive Cyber-Wiz aqui
continuar isto."
"Eu estou no campo. Peabody, comigo. Descasque," ela ordenou como ela
andou a passos largos fora e em direo a um deslizamento. "Impea-me
um bar de energia ou algo, encontre-me na garagem em dez. Eu preciso
parar por meu escritrio primeiro."
"Existe vendendo direito fora do bullpen."
"As mquinas de venda automticas ao redor aqui me odeiam. Eles roubam
meus crditos e risada em meu rosto."
"Voc teve seu vendendo privilgios suspensos novamente para chutar o
equipamento, no ?"
"Eu no chutei isto, eu esmurrei isto. E s me consiga o bar de maldio."
Sem esperar para uma resposta, Vspera pulou o deslizamento e sacudido
fora seu Communicator verificar em com o processamento de imagens tech.
Peabody meramente suspirou e regressou para a comida mais ntimo
vender. Ela estava lendo as escolhas, debatendo entre energia ou adoante
qumico para ela mesma quando McNab surgiu atrs dela.
Desde sua sesso a noite antes, ela esperou que ele ir para um pouco
belisco ou agarrar. Mas ele imergiu suas mos em dois dos doze bolsos em
sua cala comprida de manteiga amarela e acabou de estar l.
"Voc fazendo certo?" Ele perguntou a ela.
"Sim, s ordenando em cima alguns impulsos." Figurando Dallas podia ter
eles ambos no campo por horas ainda, ela foi para energia e adoante.
"Eu figuro que voc  curvado sobre que aconteceu. Voc no devia ser. As
coisas do gnero no significa nada."
Pensando sobre pizza, e o turno frentico de sexo em seu cho de sala de
estar, a segunda, sesso mais completa em sua cama, ela sentiu seu
estmago apertar. "Certo. Quem disse que significou qualquer coisa?"
"Eu estou s dizendo que voc no devia ser, envergonhado ou chateado."
Ela girou para ele, mantida seu rosto absolutamente pedra quieta. "Eu
pareo envergonhado ou chateado para voc?"
"Olhe, voc no quer conversar sobre isto, multa comigo." Sua sensao
pessoal de afronta saltada em cima, impediu ele pela garganta. Charles
teve tudo menos esfregada sua nova senhora em rosto do Peabody, e ela
ainda no podia o ver para que ele era. "Todo mundo sabe que nunca
estava indo em qualquer lugar. Se voc pensasse caso contrrio, ento
voc merece s o que voc consegue."
"Obrigado pelo boletim. E voc somente pode..." Ela procurou por algo, e
concordou com sugesto de favorecido da Vspera. "Morda-me."
Empurrando ele de lado com seu cotovelo, ela marchou para o deslizamento
mais prximo.
"Multa." Ele chutou a mquina de venda automtica, storming fora de como
emitiu a advertncia normal. Se ela quisesse ficar tranada em cima acima
dela tendo acariciar LC mostrar outra mulher debaixo de seu nariz, por que
o inferno ele devia se importar?
Quando Peabody fez isto para a garagem que ela comeu seu bar de energia
e comeou no doce. E ela estava emitindo fumaa. J no veculo, Vspera
meramente resistiu uma mo. Ento silvado quando Peabody slapped o bar
em sua palma nitidamente suficiente para queimar.
"Eu devia ter chutado seu asno. Acabou de esfregar o cho com seu asno
fraco, sseo."
"Cristo." Em defesa, Vspera disparada dela encaixa. "No comece."
"Eu no estou comeando, eu estou acabado. O porco bastardo quer estar
l e dizer a mim que eu no devia estar envergonhado, no devia estar
chateado porque ontem  noite no significou nada?"
Eu no escutarei, eu no escutarei, eu no escutarei, Vspera repetida
repetidas vezes em sua cabea. "Finch vive de Ribeira Dirigir. S.
Empregado como piloto de lanadeira para Ar Inter-comutador."
"Ele  a pessoa que veio para batendo em minha porta com sua pizza e
sorriso lamentvel malfeito grande."
"Ela tem vinte e quatro anos," Vspera desesperadamente disse. "nico. O
ajuste perfeito para perfil de objetivo de assassino numera um."
"E quem todo mundo ?Quem o inferno todo mundo ?"
"Peabody, se eu s concordar que McNab um porco  bastardo, que voc
devia chutar seu asno, at d a voc minha palavra solene que eu ajudarei
que voc chuta o porco bastardo  asno na primeira oportunidade razovel,
ns podemos fingir que ns somos enfocados nesta investigao?"
"Sim, senhor." Peabody cheirou. "Mas eu apreciaria isto se voc no falaria
o porco bastardo  nome em minha presena sempre novamente."
"Isto  um negcio. Ns estamos indo para do Finch. Uma vez que eu
consigo uma sensao sua, ns veremos se ela pode levantar-se como isco
ou preciso ser removido para custdia protetora. Prxima na lista 
McNamara. Ns o alfinetamos abaixo hoje, em ou fora de planeta. Se
McNab... O porco bastardo," ela corrigiu quando cabea estalada do
Peabody ao redor, "administra para uncloak mais contas de objetivo, ns
partimos eles imediatamente. Os objetivos de civil so prioridade."
"Compreendido, senhor."
"Verifique em com o oficial a trabalho no hospital. Ns somos mais provvel
conseguir palavra de nossa prpria primeira em qualquer mudana na
condio da vtima que ns somos de pessoal mdico."
"Sim, senhor. Eu posso dizer mais uma coisa sobre o porco bastardo?
Absolutamente a ltima coisa eu tenho que dizer sobre o assunto."
"A ltima coisa? Bem ento, eu no posso esperar ouvir isto."
"Eu espero que suas bolas secam em cima gostam acima de-ameixas secas
assadas ento caem em esquims inteis."
"Uma imagem muito agradvel final. Eu aplaudo voc. Agora etiqueta o
guarda."
Pilotos de lanadeira, Vspera decidida, prendeu uma multa, gordura por
annum. O edifcio de apartamentos era ostentao e prata, lana de um
brilhar tocou por deslizamentos que permitiram acesso de exterior de
residentes e convidados privados se eles fossem passado sem tocars.
Como ela j teria sua cota de altura pela prxima pequena enquanto,
Vspera escolheu o acesso interior. A estao de saudao eletrnica
solicitou seus negcios, seu nome, e destino em um tom agradvel e sem
tolices.
"Policie negcios. Dallas, Vspera de Tenente, e ajudante para ver Stefanie
Finch." Ela segurou seu distintivo at a tela de segurana, escutado o
lnguido zumbe como era esquadrinhado e verificado.
"Eu sinto muito, Tenente Dallas, Sra. Finch no est em residncia neste
momento. Voc pode deixar uma mensagem para ela solicitando visita
verbaliza correio."
"Quando ela  esperada de volta?"
"Eu sinto muito, Tenente Dallas, eu no sou autorizado para dar aquelas
informaes sem uma autorizao."
"Eu aposto Roarke possui este lugar," Peabody comentou como ela olhou
em torno do espaoso preto-e-salo de entrada de prata. " seu estilo. Eu
aposto se voc dissesse isto que voc  sua esposa -- "
"No." Irritou seu s para pensar sobre isto. "Eu quero ver o residente ou
residentes em apartamento 3026."
"Prximo-vizinho de porta. Boa pensando."
"Um momento, Tenente Dallas. Sra. Hargrove est em residncia. Eu
submeterei seu pedido para visitao."
"Sim, voc faz isto. Como pessoas permanecem sendo fechadas nestes
lugares?" A vspera perguntou-se. "Como pequenas formigas em uma
colmia."
"Eu penso que  abelhas em uma colmia. As formigas so -- "
"Feche, Peabody."
"Sim, senhor."
"Sra. Hargrove permitir visitao, Tenente Dallas e ajudante. Por favor use
banco de elevador cinco. Aprecie sua visita, e o resto de seu dia."
Alicanne Hargrove girou fora para no estar s disposto mas emocionada na
visita.
"Polcia." Ela tudo menos puxou Vspera em seu apartamento. "To
excitante. Existe um roubo?"
"No, Madame. Eu gostaria de falar com voc relativo a Stefanie Finch."
"Stef?" A animao em bonito enfraquecido de rosto do Alicanne. "Oh meu
Deus. Ela direito de todo, no ? Ela acabou de deixar esta manh para
uma lanadeira corre."
"At onde eu sei que ela seja boa. Voc e Sra. Finch so amigveis?"
"Sim, muito. Oh, eu sinto muito, sente-se."
Ela gesticulou para a rea dolorosamente moderna viva com seu trio de
sofs de gel. Para Vspera, eles pareceram grandes suficiente, squishy
suficiente para tragar qualquer nmero de domsticos acaricia. "Obrigado,
mas isto no tomar muito tempo. Voc pode dizer a mim se voc souber
se Sra. Finch est vendo qualquer um socialmente?"
"Homens? Stef v muitos homens. Ela  um dnamo."
"Qualquer um chamado Wordsworth?"
"Oh, o poeta. Ela tem estado tendo um romance com ele por e-mail. Eu
penso que eles so marcados para se encontrar quando ela conseguir de
volta de sua lanadeira corre. Dia aps amanh. Ela ser baseada em
Londres at ento. Parece mim ela disse que eles fizeram uma data
tentativa por semana que vem. Bebidas no Topo de Nova Iorque. Mas o
modo como Stef prestidigita homens, eu no posso estar certo."
"Se ela entrar tocar, ou volta na frente de horrio, pea a ela para
contactar-me.  urgente. Carto, Peabody."
Peabody cavou fora um de cartes da Vspera, ignorou isto.
"Eu posso dizer a ela sobre o que ?"
"S diga a ela para contactar-me. Imediatamente. Obrigado por seu
tempo."
"Oh, mas no iria voc gostar de algum caf, ou -- " Ela trotou
esperanosamente atrs deles como Vspera andou a passos largos fora.
"Localize ela, Peabody." Sua prprio Communicator buzinou. "Dallas."
"Tenente." O rosto de srio do Trueheart encheu a tela minscula. "Eu
penso algo est continuando. Trs pessoal mdico acabou de entrar no
quarto do assunto, inclusive Dr. Michaels, e ele apareceu a corrida."
"Aguarde, Trueheart. Eu estou a caminho."
-=O=-***-=O=-
Desde a enfermeira de cho tudo menos associou-se se das portas de ICU,
Vspera deu seus sessenta segundos para produzir Dr. Michaels. Ele
whisked fora com um redemoinho de seu casaco branco longo e uma
expresso aborrecida.
"Tenente, isto  um hospital, no uma delegacia de polcia."
"Voc pode considerar isto ambos desde que Moniqua Cline  seu paciente.
O que  sua condio?"
"Ela  consciente, muito desorientou. Seus sinais vitais mostram a melhoria,
mas esto ainda no alcance perigoso. Ela est longe de fora do bosque."
"Eu preciso a questionar. Sua no  a nica vida em jogo."
"Sua  a vida debaixo de meu cuidado."
Porque um caso duro reconheceu outro, Vspera movimentada a cabea.
"Voc no pensa que ela descansaria mais fcil conhecendo a pessoa que
esta para ela tinha sido colocada no lugar? Olhe, eu no a vou interrogar.
Eu no estou indo para browbeat ela. Eu entendo a patologia da vtima."
"Eu aprecio a importao de sua investigao, Tenente, mas esta mulher
no  uma ferramenta."
A vspera manteve sua voz fixa. "Ela no  s uma ferramenta para mim.
Mas para o homem que a pe aqui, ela  menos que isto. Ela  um pedao
de jogo. Bryna Bankhead e Grace Lutz no tiveram uma chance de dizer a
qualquer um o que aconteceu para eles."
Qualquer que ele viu em seu rosto teve ele empurrando abre a porta. "S
voc," ele disse. "E eu estou ficando com ela."
"Aqueles trabalhos para mim. Peabody, aguarde."
Uma enfermeira monitorou as mquinas e falou em uma voz calmante.
Entretanto Moniqua no respondeu, Vspera pensou que ela ouviu algo.
Seus olhos viajados de um lado para outro como se medindo a caixa de
vidro do quarto. Eles sacudiram acima de Vspera, legou, ento demorado
em rosto do Michaels.
"Eu estou to cansado" era tudo que ela disse, e sua voz tremulada, suave
como asas de pssaro.
"Voc precisa descansar." Ele andou para a cama e coberta sua mo com
seu.
Naquele gesto, Confiana da vspera nele solidificado. Moniqua no era s
uma paciente para ele. Ela era uma pessoa.
"Isto  Tenente Dallas. Ela precisa perguntar a voc algumas perguntas."
"Eu no sei ..."
"Eu vou ficar aqui mesmo."
"Sra. Cline." A vspera tomou o outro lado da cama de forma que Moniqua
deita entre ela e o doutor. "Eu sei que voc seja confuso, e voc est
cansado, mas qualquer coisa que voc pode dizer a mim ajudarei."
"Eu no lembro."
"Voc correspondeu, por e-mail, com um individual voc soube como
Byron."
"Sim. Ns nos encontramos em uma conversa. Dcimos nonos-poetas de
sculo."
"Voc concordou em o encontrar ontem  noite, para bebidas no Bar Real
no Hotel de Palcio."
Sua sobrancelha, plido como mrmore, dobrou. "Sim. Em... Nove e trinta.
Isso era ontem  noite? Ns temos conversado on-line por semanas, e ...
eu o encontrei. Eu lembro."
"O que mais voc lembra?"
"Eu -- eu estava um pouco nervoso a princpio. Ns batemos isto fora de
to bem em cyber, mas diferente da vida real. Ainda, era bebidas justo, e
em uma colocao to adorvel. Se ele no descobrisse, qual era o dano?
Mas ele fez. Ele era da mesma maneira que eu esperei que ... Fiz eu ter um
acidente? Eu estou morrendo?"
"Voc est fazendo muito bem," Michaels disse a ela. "Voc  muito forte."
"Voc teve bebidas com ele," Vspera continuou, chamando sua ateno
longe de Michaels novamente. "Sobre o que voc conversou?"
O rosto da Moniqua foi vago novamente. "Sobre converse?"
"Com Byron. Quando voc teve bebidas com ele ontem  noite."
"Oh, ah, poesia. E arte. Viaje. Ns dois gostamos de viajar, entretanto ele
tem sido tantos mais lugares que eu tenho. Ns tivemos champanha, e
caviar. Eu nunca tive caviar antes. Eu no penso que concordou comigo. Eu
devo ter ficado doente."
"Voc estava doente no hotel?"
"No. Eu -- no, eu no penso... Eu devo ter tido demais para beber. Eu
sou normalmente cuidadoso no ter mais de um vidro. Eu lembro, eu
lembro agora. Sentindo muito estranho, mas bom. Feliz. Ele era to
perfeito, to atraente. Eu o beijei. Continuado o beijando. Eu quis chegar
um quarto no hotel. Isto no  como eu." Seus dedos puxados fraco na
folha. "Eu devo ter tido demais para beber."
"Voc sugeriu chegar um quarto no hotel?"
"Sim. Ele riu. No era um risada agradvel, mas eu estava to bebido, eu
no me importei. Por que eu bebi tanto? E ele disse que ... Me leva para
casa com voc, e ns faremos coisas os poetas escreverem de."
Ela fechou seus olhos. "Granulosos. Mas no pareceu granuloso ento. Ele
disse que eu pagasse o cheque. Eu no era ofendido ou surpreendia que ele
quis dizer para mim pagar, embora ele fez a data. Eu entrei refrescar em
cima, e tudo que eu podia pensar estava que eu iria ter sexo surpreendente
com este homem perfeito. E eu dificilmente podia esperar conseguir minhas
mos nele. Ns tomamos um txi. Eu paguei por isto, tambm. E no txi..."
O faintest cor lavada em suas bochechas. "Eu penso que eu devo ter
sonhado tudo isso. Eu devo ter sonhado isto. Ele sussurrou uma sugesto
em minha orelha. O que ele quis que eu fizesse." Ela abriu seus olhos
novamente. "Eu afundei nele, no txi. Eu no podia esperar. Ele um no ser
sonhar, era?"
"No, no era um sonho."
"O que ele deu a mim?" Ela procurou no escuro para a mo da Vspera,
seus dedos tentando apertar, mas s espasmo. "O que naqueles eram
bebidas?"
Sua mo movida, restlessly. Vspera coberta isto. Agarrou isto. "Eu no era
bebido, no ? Era como sendo hipnotizado."
"Voc no era bebido, Moniqua, e voc no  responsvel por qualquer
coisa que voc fez. Ele drogou voc. Diga a mim o que aconteceu quando
voc chegou a seu apartamento."
"Ela precisa descansar agora." Michaels glanced nos monitores, atrs em
Vspera. "Ela  conversada longa suficiente. Voc tem que partir."
"No." Dedos movidos da Moniqua na mo da Vspera. "Ele deu a mim algo
que me fiz aquelas coisas para ele, com ele, fiz-me deixar ele fazer aquelas
coisas para mim? Ele quase me matou, no ?"
"Muito quase," Vspera concordou. "Mas voc  um inferno de muito mais
forte que ele antecipou. Ajude-me o pegar. Diga a mim o que aconteceu em
seu apartamento."
" nebuloso. Eu era atordoado, nauseado. Ele coloca msica, velas
iluminadas. Ele teve velas em sua bolsa, e outra garrafa de champanha. Eu
no quis mais, mas ele quis que eu bebesse. Eu fiz exatamente o que ele
pediu que eu fizesse. Toda vez ele me tocou, eu quis que ele me tocasse
novamente. Ele disse que precisou ser perfeito. Que ele iria preparar ...
fixar a fase. Eu devia esperar. Eu tive nuseas. Eu no quis dizer a ele que
eu tive nuseas porque ele no poderia ficar. Ento quando ele entrou no
quarto, eu entrei no banho e estava doente. Depois, eu me senti um pouco
melhor. Mais fixo. Eu entrei no quarto. Ele teve champanha pela cama, e
dzias de velas iluminadas. Existiam ptalas de rosa por toda parte da
cama. Rosas rosas, como aqueles que ele deve ter mandado mim no
trabalho alguns dias antes. Eu nunca teria algum ir para tal dificuldade."
Lgrimas derramadas abaixo suas bochechas. "Era to adorvel, quase
dolorosamente romntico. Eu realmente o amei, naquele momento quando
eu entrei e o vi, eu era de modo selvagem, indiferentemente apaixonado
por ele. Ele me despiu, disse que eu era bonito. Era todos muito gentil a
princpio, muito doce e ntimo. Uma fantasia, realmente. Depois de uma
enquanto, ele me deu o vidro. Eu disse a ele que eu no quis mais
champanha, mas ele acabou de olhar para mim, disse que eu bebesse isto e
eu fiz. Ento no era gentil. Era ultrajante. Como enlouquecendo. Como
tornando um animal. Eu no podia respirar, no podia pensar. Queimando
do ao avesso, e meu corao batendo muito jejua que ele sentiu como
explodiria. Ele estava assistindo-me. Eu posso ver seus olhos agora,
assistindo-me. Ele disse que eu dissesse seu nome. Mas no era seu nome."
"Que nome era isto?"
"Kevin. Ele disse a mim seu nome era Kevin. Ento era como se coisas
dentro de mim, minha cabea, meu corpo, rasgou. E tudo parou. Eu no
podia mover ou ver ou ouvia. Enterrado vivo." Agora ela lamentou. "Ele me
enterrou vivo."
"No, ele no fez." A vspera debruada acima de na frente de Michaels
poder se mudar. "Voc est aqui e seguro e vivo. Ele nunca vai tocar em
voc novamente. Moniqua, ele nunca vai tocar em voc novamente."
Ela girou seu rosto fraco para o travesseiro como as lgrimas fluram. "Eu o
deixo dentro de mim."
"No, voc no fez. Ele violou voc. Ele forou voc."
"No, eu deixo -- "
"Ele forou voc," Vspera repetida. "Olhe para mim. Escute mim. Ele levou
sua escolha, e ele estuprou voc. Sua arma era uma droga em vez de uma
faca ou seus punhos, mas era ainda uma arma. Pondo ptalas de rosa na
cama no faz o que ele fez qualquer menos criminoso. Mas voc o bate. E
eu vou o colocar no lugar para voc. Eu conheo algum que voc pode
conversar com, que ajudar voc por este."
"Eu nunca disse que ele parasse. Eu no o quis ."
"Voc no  responsvel. Isto no era sobre sexo. Estupre nunca . Isto era
sobre ele controlando voc. Voc no podia o parar ontem  noite, mas
voc pode agora. No deixe ele controlar voc agora."
"Ele me estuprou, e ento ele deixou-me para morrer. Eu quero que ele
pague por fazer-me sentir assim."
"Deixe aquela parte para mim."
A vspera sentiu ligeiramente mal quando ela saiu novamente. Era brutal,
sempre brutal, para ela entrevistar vtimas de estupro. Para olhar para eles
e se vem.
Ela tomou um momento, tonificante uma mo contra as portas exteriores,
esperando povoar novamente.
"Tenente?"
Ela endireitou, girado para Michaels.
"Voc fez muito bem com ela. Eu esperei que voc empurrar para mais
detalhe."
"Eu irei, da prxima vez. Eu preciso cavar fora minha mangueira de
borracha. No pode recordar onde eu deixei isto."
Ele ofereceu um lento, metade sorriso. "Eu no esperei que ela viver.
Medicamente, suas chances eram esbeltas para nenhum. Mas isto  uma
das recompensas de minha profisso. Os milagres pequenos. Ela ainda tem
uma estrada spera adiante, fisicamente e emocionalmente."
"Voc pode contactar Dr. Charlotte Mira."
Impressionou, ele angulado sua cabea. "Dr. Mira?"
"Se ela no pode tratar Moniqua pessoalmente, ela dar o caso para o
melhor terapeuta de estupro disponvel. Voc sujeitos trabalham em dar
suas costas sua sade fsica e sentimental. Eu trabalharei em dar sua
justia."
Ela forou as portas, sinalizado para Peabody, e manteve ida. Ela quis fora
do hospital quase tanto como ela quis respirar.
"Senhor." Peabody jogged para manter passo. "Tudo certo?"
"Ela  viva, ela est conversando, e ela recebe ns a bastarda sou primeiro
nome. Kevin."
"Slido. Mas eu estava conversando sobre voc. Voc olha um pouco
chicoteou."
"Eu sou bom. Eu s odeio fucking hospitais," ela muttered. "Mantenha o
guarda em Moniqua, e os cheques em sua condio. Faa uma nota para
contactar Mira e a pedir para consultar com Michaels acima de sua terapia."
"Eu no pensei que Mira tomou privado consulta."
"S faa uma nota disto, Peabody." Ela manteve ela respirando raso at que
ela empurrou pelas portas do hospital e andou a passos largos do lado de
fora. "Cristo! Como pessoas permanecem estando naqueles lugares? Eu
tenho um telefonema pessoal para fazer. Ande de lado, no ? A condio
da telefonema Moniqua no chefe e diz a ele meu relatrio ser a chegar."
"Sim, senhor. Existe alguns bancos s ali. Por que voc no faz que chama
sentando?" Porque voc  branco como uma folha, ela quis dizer. Mas
soube melhor.
A vspera subjugada para se sentar em um pouco rea de verdes os
planejadores da cidade gostada de chamar micro-parques. O trio de rvores
ans e difunde de flores eram emperradas em uma ilha estreita entre
estacionamento muitos. Mas ela sups estava o pensado que to contado.
Ainda, ela desejou que eles pensassem plantar algo com fragrncia. Ela quis
o fedor do hospital fora de seu sistema.
Ela no estava certa onde para etiqueta Roarke. Ela tentou sua linha
pessoal primeira, era trocada para verbalizar correio assim ela desconectou.
Ela pe o prximo por para seu midtown escritrios e golpe em seu admin.
"Eu preciso o localizar."
"Claro, Tenente. Ele est em um holo-transmisso, se voc no se
importaria de esperar um momento. Como voc est?"
Certo, Pensamento de vspera. Cortesia e conversao, um duo ela
freqentemente abandonada. "Multa, obrigado. Como voc est, Caro?"
"Muito bem. Encantou o chefe volta, entretanto parece que ns estamos
mais ocupados ainda quando ele estiver na cabina do piloto. Eu s buzinarei
em e o deixarei saber que voc estar na linha."
Espera, Vspera tipped seu rosto atrs para o sol. Estava sempre frio nos
hospitais, ela pensou. O tipo de frios aqueles rastejados em seus ossos.
"Tenente." Ela enfocou sua ateno em voz do Roarke, em seu rosto na
tela. "O que est errado?" Ele queried.
"Nada. Precise de um favor."
"Vspera. O que est errado?"
"Nada. Realmente. Moniqua Cline recuperou conscincia. Eu acabei de
terminar interrogatrio ela. Ela est indo para dura este fora, mas ele  a
severo com."
"E em voc."
"Eu sei algum do que est indo por sua cabea. Eu sei algum do que ela vai
sentir no meio da noite." Ela escapou disto. "No  por isso que eu chamei,
e voc est no meio de uma transmisso."
"Pode esperar. Um benefcio de estar em carga. O que eu posso fazer para
voc?"
"Pergunta.  possvel para voc monitorar uma conta normal, monitore
algum e-mail, bloqueie mesmo?"
"Cidados privados que tentam quaisquer dos acima de esto na violao a
e-leis de isolamento e sujeito a multas e/ou encarceramento."
"Que significa que voc pode."
"Oh. Eu assumi a pergunta era retrica." Ele sorriu nela. "Quem voc quer
que eu monitore?"
"Stefanie Finch. Ela  um objetivo potencial. No momento ela  no ar em
algum lugar entre os Estados Unidos e a Inglaterra em lanadeira corre.
Quando ela aterrissar, eu quero dizer a ela que e o que ela tem estado
tocando com em esperanas eu posso alistar ela ajudar a bobinar estes
sujeitos. Mas eu no sei como ela reagir, e ela vai ter tempo demais para
violino ao redor antes de eu a ter sob controle. Eu no posso chance que ela
saindo em um rasgo e tipping seu cyber-camarada."
"Ento voc quer bloquear todas as suas transmisses e cyber-atividades?"
"Isto  o ingresso. Eu no quero nada que ela envia conseguindo por at
que eu esteja certo de sua cooperao e eu tenho uma autorizao para pr
um filtro em suas transmisses. A autorizao no nos vai cobrir at que ela
volte em Nova Iorque."
"Voc sabe como me excita sempre que voc me pede para deslizar por um
dos laos na lei."
"Lembre a mim mais tarde por que eu casei-me com um pervertido."
"Eu terei muito prazer em." Seu sorriso espalha porque cor voltou em seu
rosto.
"Como logo voc pode ter isto feito?"
"Eu tenho algumas coisas para acabar por aqui. Melhor fazer esta pequena
tarefa em casa na no registrada. D-me duas horas. Oh, Tenente? Eu no
suponho este pedao de negcios entram em meu relatrio como consultor
de perito, civil."
"Beije asno."
"Desde que ele  seu, bem."
CAPTULO QUATORZE
Quando Vspera finalmente correu Theodore McNamara moer, ela era
mostrada em seu escritrio por um pssaro de uma mulher que gorjeou
sobre o doutor est exigindo horrio e a necessidade para manter o sumrio
de pblico.
"O doutor realmente no tem nenhum tempo para um compromisso extra
hoje. Como voc sabe, Dr. McNamara acabou de retornar para um muito
importante consulta sesso em Tarus II."
"Ele est para ter um muito importante consulte sesso na Terra de
Planeta," Vspera retornada. Para sua prpria diverso, Vspera prolongou
ela andar a passos largos muito a mulher era forada a trotar continuar
como eles navegaram o pequeno breezeway que conectou escritrio do
McNamara para o edifcio principal em J. Forrester. Fora do vidro um medi-
copter proibiu deixado para aterrissagem no heliport do juntar hospital
instalaes.
Ela viu uma metade dzia que pessoal mdico esperando pelo transporte, e
imaginou o barulho era horrendo. Mas dentro do breezeway o ar era mudo,
fresco, e um pouco floral.
Pareceu Dr. McNamara desconectou ele mesmo das dores e dificuldades
insignificantes daquela sua instalao servida.
O breezeway aberto na rea de escritrio feito em branco totalmente.
Paredes, tapetes, consola, cadeiras, at os uniformes dos zanges que
foram caladamente sobre seus negcios eram branco no aliviado.
Era, Pensamento de vspera, como caminhando dentro de um casca de ovo.
Eles passaram por um conjunto de portas de vidro que whisked abre
caladamente em sua abordagem, e movida abaixo ainda outro corredor. No
fim assomou um conjunto de portas brancas brilhantes. A mulher batida
com uma espcie de reverncia de temeroso.
As portas separadamente deslizaram, mas a mulher permaneceu onde ela
estava. "Tenente Dallas e ajudante, Dr. McNamara."
"Sim, sim. Veja que ns no somos transtornados. Dez minutos. Entre,
Tenente. Meu tempo  muito valioso."
Ele se sentou na frente de uma parede de vidro em uma escrivaninha to
volumosa e branca se assemelhou a um gelo floe. Insistiu em uma
plataforma trs passos acima do resto do escritrio de forma que McNamara
perscrutou abaixo, uma guia em seu poleiro, em menos mortals.
Seu cabelo era branco -- um macio e lustroso, bon de fim cortado que
abraou seu crnio. Ele teve um longo, hollowed rosto dominado por olhos
escuros, impacientes que scowled em baixo dos cumes brancos de suas
sobrancelhas. Seu terno preto era um golpe do poder contra o frgido
branco do quarto.
"Caramba," Peabody disse debaixo de sua respirao, " o grande e
poderoso Oz."
"Estado seus negcios," ele exigiu. "Eu estou um homem ocupado."
E um que gostar de intimidar, Vspera meditada. Eles no eram convidados
para se sentar, mas at permanecendo que ela era forada a olhar at
encontrar seu olhar.
"Voc teria nos salvou ambas as vez se voc retornasse as transmisses
que eu enviei para voc em Tarus II."
"O consultar sesso era minha prioridade. Eu no sou preso como um
consultor mdico para o NYPSD."
"Que faz voc um civil, e d a mim a autoridade para continuar esta
entrevista em Policial Central, que eu obrigarei se necessrio. Agora, ns
podemos continuar este urinando competio ou voc pode concordar em
cooperar."
"Voc est em meu escritrio. Parece que eu estou cooperando."
Aborrecida, Vspera andou a passos largos em cima os passos para a
plataforma. Ela viu fria fria lavar acima de seu rosto como ele era forado
a ponta sua voltar. "Peabody. Silncios."
Entretanto ela soube que era pequeno sua, Peabody apreciou assistir seu
tenente atarraxar em cima a estrutura do poder do quarto. "Sim, senhor."
Ela passou pelas fotografias.
A vspera deitou eles na superfcie prstina da escrivaninha. "Voc
reconhece algumas destas mulheres?"
"Eu no fao."
"Bryna Bankhead, Grace Lutz, Moniqua Cline. Toque alguns sinos?"
"No."
"Engraados como seus nomes e rostos tm estado por toda parte da mdia
os ltimos dias."
Seu olhar fixo nunca oscilou. "Eu tenho sido fora de planeta, como voc
sabe."
"ltimo eu ouvi que eles tiveram transmisses de mdia em Tarus II."
"Eu no tenho tempo para fofoca e mdia blathering. Nem para achar jogos.
Agora, Senhorita Dallas, se voc diria a mim o que  que voc deseja
discutir -- "
"Tenente Dallas. Voc era envolvido em um projeto de pesquisa sido
parceiro por Produtos farmacuticos de J. Forrester e Allegany que
experimentao envolvida com certas substncias controladas."
"Pesquisa em deficincia orgnica e infertilidade sexuais. Pesquisa bem
sucedida," ele adicionou, "isso resultou em dois medicamentos de marco."
"O projeto era abortado devido a custo infesta, processos, e rumores de
abuso de substncia e conduta imprpria sexuais por pessoal de projeto."
"Suas informaes so quebradas. O abuso nunca estava substanciado. O
projeto produziu resultados importantes e simplesmente seguiu seu curso."
"Aparentemente algum est ainda experimentando. Duas mulheres esto
mortas, outro est em condio crtica. Eles recebiam doses fatais das
substncias comumente conhecidas como Prostituta e Coelho Selvagens,
em combinao. Algum tem uma proviso significativa de ambos, ou o
querer para criar eles."
"Drogas costumavam se beneficiar humanidade pode e ser abusadas nas
mos erradas. No  meu trabalho para policiar as massas.  seu."
"Quem em seu antigo time de pesquisa poderia ter aquelas mos erradas?"
"Todos os doutores e tcnicos que eram envolvidos eram completamente
screened e mo selecionada."
"E ainda, existia uso recreativo e criminoso. Isto no  fofoca ou
blathering," ela disse antes dele poder interromper. "Isto  uma
investigao de assassinato. Sexo e poder, isto  uma tentao arrojada."
"Ns ramos cientistas, no sexo mongers."
"Por que todos os registros esto fechados hermeticamente? Por que
existem selos em todos os casos civis trazidos contra o projeto?"
"Nenhum caso civil esteve sempre trazidos para tentativa. Nenhuma carga
de conduta imprpria estava sempre apertada. Ento,  um assunto de
isolamento para lacrar registros de ternos frvolos que encontrados nos
nomes e reputaes daqueles associado com o projeto. De manterem
dignidade."
A vspera empurrou as fotografias mais ntimas. "Algum invadiu seu
isolamento, Doutor. Grande tempo. E no deixou eles com sua dignidade."
"Isso no tem nada a ver comigo."
"O projeto fez muito dinheiro para suas pessoas superiores e seus
investidores iniciais. Leva muito dinheiro para tocar com estes particular
illegals. Eu estou procurando por dois homens, homens com o querer para
comprar ou criar quantidades significativas daqueles illegals. Homens com
conhecimento de perito de qumica e eletrnica. Os homens que consideram
mulheres no s jogo de feira, mas entretenimento disponvel. Predadores
sexuais, Dr. McNamara. Quem trabalhou com voc, quem ajusta aquela
conta?"
"Eu no posso ajudar voc. Seu problema no tem nada a ver com o
projeto, nada a ver comigo. O medicamento de projeto criado que mudou
vidas. Eu no terei que voc mancha meu trabalho ou minha reputao
porque voc  incapaz de fazer seu trabalho."
Ele empurrou os silncios de volta em direo a Vspera. " mais provvel
estas mulheres convidadas, at encorajou o uso das drogas. Qualquer
mulher que concorda em encontrar um homem que ela sabe s por correio
est solicitando um avano sexual."
"Eu acho que ela solicite eles s porque ela nasceu com tits." Vspera
scooped em cima os silncios. "Soa como voc pegou um pouco de
blathering afinal. Eu nunca mencionei como estas mulheres encontradas
seus atacantes."
"Seu tempo est em cima." Ele apertou um boto debaixo da escrivaninha e
as portas abertas. "Se voc desejar falar comigo novamente, voc ter que
contactar meus advogados. Se eu ouvir qualquer meno pblica de meu
nome, esta instalao, ou a projeto com relao a sua investigao, eles
estaro contactando voc."
Ela debateu o arrastando em ento e l, ento esmurrando sua passagem o
alvoroo legal. A mdia iria selvagem, e o caso potencialmente podia ser
danificado pela exposio. "Eu sempre pergunto-me como  alguns
doutores tm tal pouco respeito por vida humana." Ela andou fora da
plataforma, deu os silncios para Peabody. "Ns conversaremos
novamente," ela disse a ele e andou a passos largos fora logo antes das
portas clicaram fecham nela atrs.
"Ele  um rastejar," Peabody disse. "Um misogynist e um demigod."
"E ele sabe algo. Eu quero um perfil baixo neste, ento ns tocamos isto
pelo livro com ele. Contacte seu reps e organize uma entrevista formal em
Central. Ns vamos pr alguma presso quebrar aqueles registros fechados
hermeticamente. Consiga voc mesmo de volta para Central e comece a
papelada."
"Ele lutar isto."
"Sim, mas ele perder. Eventualmente. Eu estou trabalhando de casa. Eu
legarei por dados como eu pego isto."
-=O=-***-=O=-
Roarke j estava l quando ela chegou, mas ela deixou a porta entre seu
fim de escritrios. Ela se sentou em sua escrivaninha e comeou a gerar
uma srie de relatrios. Ela conheceu suficiente sobre a poltica e demigods
para estar certo ela teria que cobrir seu asno at onde McNamara estava
preocupado. Os homens gostam dele no acabou de no chamar
advogados. Ela no teve nenhuma dvida do seu chefe, o do chefe, o do
prefeito, at as orelhas do governador estariam tocando com seu nome em
ordem muito pequena.
Ela podia lidar com o calor, mas ela no quis o fogo tomado fora do caso
enquanto estava abrasando seu asno.
Quando ela era satisfeito que ela transmitiu cpias todas as festas para
apropriadas. Prximas veio o lanar para quebrar arquivos fechados
hermeticamente para investigatory usa em homicdios mltiplos. Era uns
negcios enganadores, e ainda que o pedido foi aprovado, levaria dias
preciosos.
Existia um modo mais rpido. Ela glanced na porta que juntou-se seu
workspace com do Roarke. Mais rpido, mais liso, e virtualmente
undetectable se ela desse a ele o trabalho.
Ela cruzou aquela linha na frente de e iria novamente se ela tivesse para.
Mas no momento, ela tentaria o sistema.
"Computador." Absently ela esfregou atrs de seu pescoo. "Todos os dados
disponveis em McNamara, Dr. Theodore, exiba em tela de parede."
Dados de trabalho exibidos.
Ela rosa, resolver a tenso de seus ombros como ela l as informaes. O
homem era oitenta e seis, e obviamente compensaram uso de seu rosto e
escultores de corpo. Sua educao e trabalha registros eram
impressionantes. Ele teve um casamento, e uma criana disto -- uma filha.
Vspera pursed seu lips e especulado.
Quando ela ouviu a porta atrs de sua aberta, ela falou sem girar. "Voc
tem um homem que no particularmente gosta de mulheres como uma
espcie, considera eles inferior. Bem, ser justo, considere todo mundo
inferior, mas eu consegui um definidas vibe mulheres eram mais baixas em
sua cadeia de alimentao. Chamou-me 'faltar,'" ela murmurou.
"E vivido?" Roarke andou atrs dela e comeou roadura seus ombros.
Passou brevemente por ela se importa que ele teve um pouco de tipo de
habilidade psquica misteriosa de bater apenas do direito localizar.
"Eu teria o batido ao redor para isto, mas ele  quase noventa. De qualquer
maneira, um sujeito gosta deste tem uma criana e aquela criana gira fora
para estar uma fmea. Isso seria uma decepo, no iria isto?"
"Eu suponho iria, se ele for um asshole."
"Sim, ele  um asshole. Ento, por que ele no tentou novamente, at que
ele conseguiu isto direito? Se a esposa era o problema, fertilidade ou caso
contrrio, existem bastante modos ao redor isto. At quarenta, cinqenta
anos atrs, existiam modos ao redor isto. Mas talvez ele no teve suficiente
soldados para fazer o trabalho. Que pisser."
"Falando como um homem, eu posso dizer que achando a si mesmo incapaz
de criar uma criana seria difcil de aceitar." Ele escovou seu lips acima de
seu cabelo. "E se uma criana era desejada, eu faria qualquer podia ser
feito para consertar o problema."
"Testes de fertilidade ... eles devem ser realmente pessoais,
envergonhando. Especialmente para um sujeito com um ego realmente
gritante." Ela glanced acima de seu ombro.
"Voc est perguntando a minha opinio como voc assume que eu tenho
um ego realmente gritante?"
"Ns podamos encher Madison Square com seu ego, camarada. S corre
diferente que este do puxo. Talvez ele explica por que ele engatou
marchas de prtica privada em pesquisa -- deficincia orgnica e pesquisa
de fertilidade sexual. Vamos tomar um olhar para a filha. Computador,
fundo normal corre em Dunwood, Sarah. Nee McNamara."
Trabalhando ...
"Mostrar o quo agradvel eu sou," Roarke comeou, "eu ignorarei aquele
insulto e direi a voc que eu acabei de terminar minha tarefa. As
transmisses so bloqueadas, e sero desviadas para uma conta que eu
tenho s criado para voc."
"Eu no perguntei a voc para desviar eles."
"Dois servios para o preo de um." Ele chicoteou seu ao redor e esmagou
sua boca para sua. Suas mos agarradas seu alvo, apertou, e moldou seu
corpo contra seu. "L. Isso devia cobrir isto."
"Pare de tentar nublar meu crebro. Eu estou no relgio."
Exibio de dados ou udio acessados?
"Exibio," Vspera disse at como Roarke ordenou udio.
Comando contraditrio. Holding ...
"Corte isto," Vspera ordenou como ele arrastou sua camisa de seu cs. "O
que est errado com voc?"
"Aparentemente no uma coisa." Mas ele riu e deixou seu msculo longe.
"Exiba dados."
"Ela tem cinqenta e trs anos," Vspera disse. "Seguidos em passos do
Papai completamente a linha. Mesmas escolas, mesmo treinamento, mesma
residncia do hospital. E diretamente em pesquisa. Um casamento. Uma
criana. Cpia em carbono. Exceto ela conseguiu o menino. E olhe para seu
DOB. S um ano depois do comeo do projeto. Ela j seria casada oito
anos. No surpreenderia-me se ela no s trabalhasse no projeto, mas era
parte do estudo."
Ela estourou uma respirao. "E que diabo que tenha que fazer com
assassinato? Existe um conectar. Eu sei que existe um conectar. Seu marido
era parte do time, tambm. Mas ele  muito velho para estes bate. E o
muito jovem do filho. O que ele tem vinte e um anos, vinte e dois? Ele era
uma criana durante o auge do projeto. Ainda... Computador, acesse todos
os dados disponveis, Dunwood, Lucias. Exiba em tela de parede."
Trabalhando ...
-=O=-***-=O=-
Enquanto seus dados estavam sendo acessados alguns quarteires longe,
Lucias passeou na sala de estar formal de seu townhouse. Seu av
raramente pagou telefonemas pessoais, e certamente nunca espora-das-
visitas de momento.
Se o rei visitado, existia uma razo. Especulando em que poderia ser
palmas do tido Lucias indo mido. Ele enxugou eles distractedly em sua
cala comprida antes dele entrar no quarto, alisou eles acima de seus
cachos vermelhos apertados, ento fixa uma expresso contente e de boas-
vindas em seu rosto.
"Av, que surpresa maravilhosa. Eu no percebi que voc voltava."
"Eu cheguei ontem  noite. Onde est Kevin?"
"Oh, em seus computadores, onde outro? Eu devo organizar para bebidas?
Eu tenho um sulco muito bom. Eu penso que voc aprovar disto."
"Isto no  um telefonema social, Lucias. Eu quero falar com Kevin
tambm."
"Claro." O suor que amorteceu suas palmas correram em uma linha magra,
srdidas abaixo suas costas. Ele gesticulou casualmente para o servidor de
espera droid. "Diga a Sr. Morano que meu av est aqui e deseja o ver."
"Imediatamente," McNamara adicionou.
"Claro. E como sua viagem era?" Lucias foi para o gabinete antigo que
segurou a bebida alcolica. Seu av no poderia querer um bebida, mas ele
precisou de um.
"Produtiva. Uma palavra voc ficou pouco conhecido com desde que voc se
formou academia."
"Com honras," Lucias assinalou e despejou corta limpo em cristal pesado.
"S tomando um sabtico depois de anos de estudo. E realmente, eu tenho
feito algum trabalho em meu lab. Projeto de um acariciar. Voc sabe tudo
sobre acaricia projetos, afinal."
McNamara brevemente se virou. O menino era uma decepo para ele. Uma
decepo severo. Ele ajudou o criar, mo-escolhendo o homem que ele
julgou melhor vestido de sua filha. Um homem muito como ele mesmo --
inteligente, dirigido, forte. Ambicioso.
Sua inabilidade para conceber uma criana tinha sido uma frustrao
monumental para ele, mas ajudou que ele lanasse o projeto. O projeto que
avanou sua carreira, criado seu neto. E muito quase arruinou tudo.
Ainda, ele subiu acima disto. Seu nome nunca tinha sido arruinado. E nunca
seria.
E ele no nutriu a criana? Educou ele, moldou ele, dada ele toda
oportunidade para refinar e desenvolver o superior se importar com que ele
foi nascido?
Ao invs, o menino tinha sido deteriorado. Sua me est fazendo,
McNamara severamente pensou. Debilidade da mulher. Ela amimalhou e o
mimou. Arruinou ele.
Agora, ele estava muito com medo aquela criana ps seu nome, sua
carreira, sua reputao no maior jeopardy.
"O que voc fez, Lucias?"
Lucias abaixou o sulco, despejou mais. "Eu no sou preparado para
conversar sobre a experincia, entretanto ele est vindo junto bastante
bem, eu acredito. E como ser Av?"
"Como sempre." Ele tomou o vidro que Lucias ofereceu, rosto estudado do
seu neto. E viu o que ele sempre viu. Uma parede em branco. "Ela falta
voc. Parece que voc no teve nenhum tempo para a visitar, ou
telefonema, enquanto eu estava fora."
"Bem, eu tenho estado uma ocupada pequena abelha." O usque ajudado,
consideravelmente. "Eu no deixe de fazer tempo para ela muito logo. Ah,
aqui vem para Kevin."
Ele voltou para despejar um bebida para seu amigo, e ainda outro por ele
mesmo.
"Dr. McNamara, que surpresa deliciosa."
"Ento eu acabei de dizer eu mesmo." Lucias deu Kevin o vidro. "No 
freqentemente que ns somos to privilegiados. Isso ser todo," ele disse
para o droid, ento solta em uma cadeira. "Agora, sobre o que ns devemos
conversar?"
"Eu quero ver seu lab," McNamara exigiu.
"Eu tenho medo que no." Lucias sipped sulco. "Voc conhece como ns
cientistas loucos so sobre nossas experincias. Silencie-silencie. Segredo
superior. Afinal, eu aprendi tudo sobre o sacrosanct de voc, no ?"
"Voc tem usado illegals novamente."
"No, eu no tenho. Eu aprendi minha lio. No , Kevin? Ns duas
aprendidas nossas lies bem quando voc nos teve dobrado quietamente
longe em rehab em Delta no ano passado. Silencie-silencie," ele disse
novamente e quase dado uma risadinha. "Segredo superior."
"Voc  um mentiroso." McNamara explodiu, andando a passos largos para
seu neto, batendo o vidro pesado de sua mo. "Voc pensa que eu no
posso reconhecer os sinais? Voc est usando novamente. Voc dois.
Destruindo suas mentes, seu futures para uma debilidade, uma indulgncia
temporria."
"Aquele vidro era um heirloom." As mos do Lucias quiseram agitar, mas
com raiva tanto, como o medo inato, o osso-fundo abominando seu av
sempre trouxe para ele. "Voc devia ter mais respeito por famlia, Av."
"Voc fala comigo de respeito? A polcia veio para meu escritrio hoje. Eles
me questionaram. Eu fui ordenado em Entrevistei amanh, e existe um
pedido estando processada para abrir os arquivos fechados hermeticamente
no projeto."
"Oh-oh." Olhos azuis claro centelhado do Lucias, um menino danoso pego
em uma brincadeira, como ele olhou para Kevin. "Agora que seria bastante
o escndalo. O que voc pensa, Kevin, sobre ter todos aqueles segredos, as
paixes principais que nos conceberam ambos, revelou?"
"Eu penso que estaria envergonhando, em alguns quartos."
"Sim, realmente. Pares, bem, juno, debaixo do escrutnio feroz do
exaltado Dr. Theodore McNamara. Nenhuma luz de vela e msica para
romantizar o exerccio. No realmente. Nenhum muss, nenhum rebulio. S
um processo clnico exagerado por drogas de encarecimento sexuais com
um propsito. EUA."
Ele riu agora e swilled atrs sulco. "E um sucesso despertador era."
"Avano mdico. Procriao da espcie." Voz tremida do McNamara com ira.
"Eu assumi, incorretamente parece, que voc dois era maduro suficiente
para entender que o mbito do que voc era parte."
"Entretanto ns no ramos realmente parte disto, ns ramos?" Lucias
countered. "Ns ramos simplesmente parte dos resultados. Eu no
acredito em que ns recebamos uma escolha no assunto. Eu no acredito
em vrios os participantes eram, qualquer um. Aquilo no  o que ns
descobrimos, Kev, quando ns lemos pelos arquivos?"
"Aqueles arquivos esto fechados hermeticamente," McNamara disse.
"Selos eram feitos para ser quebrados." Lucias continuou. "S goste de
regras. Voc quebrou vrias regras, Av, no nome de cincia. Por que no
devia Kevin e eu fazemos o mesmo, no nome de... Entretenimento?"
"O que voc fez?" McNamara exigiu.
"Nada para concernir voc."
"Me concerne quando eu for ordenado em Entrevista. E ele melhor
preocupao voc tambm, como perguntas sero perguntadas sobre
mulheres assassinadas que principal para voc."
"Para ns?" Kevin anotar seu bebida. "Mas isto no  possvel. Como podia
eles saber -- "
"Feche." Lucias pulou para seus ps. "O que eles disseram sobre ns? O que
voc disse a eles?"
"Eu no quis acreditar nisto." McNamara braceou uma mo atrs de uma
cadeira, forou ele mesmo para permanecer quando ele quis afundar. "Voc
assassinou aquelas mulheres."
"No seja ridiculous. Assassinato? Voc perdeu sua mente. Se voc estiver
em um pouco de tipo de dificuldade com a polcia -- " Tirada do Lucias era
encurtado como McNamara slapped ele.
"Voc me repugna. Todas as minhas esperanas para voc, meus sonhos, e
olhe para voc. Voc  desprezvel, voc e seu amigo patticos. Todo o seu
talento, perdido, perdidos em jogos, drogas, e sua perseguio egosta de
prazer."
"Voc criado me." Lgrimas, quente com humilhao do bofeto, olhos do
Lucias. "Voc me fez."
"Eu dei a vocs tudo que estava em meu poder para dar. Toda vantagem. E
nunca era suficiente."
"Voc deu a mim ordens! Expectativas. Eu detestei vocs todas minha vida.
Eu vivo como eu escolho viver agora, e no existe nada que voc pode
fazer."
"Voc  certo. Com razo. E nada que eu farei. Eu no limparei sua baguna
este tempo. Eu no pagarei ter voc protegeu, nem eu sacrificar eu
mesmo para proteger voc. Quando eles acharem voc, e eles acharo
voc, eu no erguerei uma mo."
"Voc no deixar eles me levar. Eu sou tudo que voc tem."
"Ento Deus nos ajuda ambos."
Mudando tachas, Lucias agarrou brao do McNamara, ponha um apelo em
sua voz. "Av, ns no devemos discutir como isto. Eu me desculpo. Eu era
exausto. Kevin e eu temos trabalhado muito duro."
"Trabalhando?" McNamara repetiu. "Como voc veio para ser monstros?
Com tantas em suas pontas do dedo."
"Ns somos cientistas, Dr. McNamara." Kevin ele mesmo ao lado de Lucias.
"Isto  todo um engano. Isto  todo. S um engano. Existia um acidente."
"Sim, um acidente." Lucias tentou cutucar seu av em uma cadeira. "E
talvez ns conseguimos um pouco levamos para longe. Mas estas coisas
acontecem quando voc tentar... Expanda a caixa. Voc entende isto. Eles
eram s mulheres. Teste assuntos."
"Tome seu tire as mos me. Voc enfrentar este, voc dois. Voc pagar o
preo para suas aes. Se voc quiser minha ajuda, voc vir comigo para
a polcia amanh. Eu organizarei para um time legal, e um estudo
psiquitrico."
"Ns no somos loucos! Voc deixou eles me fechar em cima? Sua prpria
carne e sangue." Ele saltou, atropelando uma mesa como ele atacou topo
de seu av. A luminria inestimvel que insistiu nisto colidiu e choveu vidro.
Enfurecido, McNamara empurrou Lucias de lado e tentou recuperar seus
ps.
"Por anos eu tentei para no ver o que voc era. Permitiu que eu mesmo
visse voc -- voc dois -- como o que eu soube que voc podia ser." Ele
conseguiu ajoelhar, braceou uma mo no brao da cadeira.
"O que ns fizemos no est nenhum diferentes de que voc fez uma
gerao atrs." Lucias bateu um trmulo dar sua boca. "Voc dosou
assuntos de teste, algum com seu conhecimento, algum sem, com a
finalidade de copulao e concepo. Voc fez isto para procriao, ento
voc diz. Ns estamos fazendo isto por diverso. E com mais estilo."
"Voc matou."
"Um lab rato  um lab rato e um sacrifcio aceitvel."
Era horror agora aquele embreado em garganta do McNamara. "Voc
destruiu vocs mesmos. Eu estou indo para a polcia. O dois de voc  nada
alm de uma experincia dado errada."
Com um grito de fria, Lucias pegou em cima a bsica da luminria, usou
isto gostar de um clube.
"Ns somos homens! Homens!" Sangue pulverizado acima da cadeira, o
tapete como McNamara afundou ao lado, batido fora para tentar defender
ele mesmo. "Eles mandaro a ns para a priso. Para a priso. Estpida
velha bastarda!" Ele cambaleou para seus ps, gritando como ele bateu seu
av para o cho. "Eu no entrarei uma gaiola porque voc no tem
nenhuma vista."
A respirao levantando, Lucias andou de volta, lanou a luminria
sangrada de lado.
"Meu Deus." A voz do Kevin era suave, quase reverente. "Ele est morto?"
O rosto do McNamara era sangrento, sua boca boquiaberta. Ainda
arquejando, Lucias abaixou abaixo e verificado para uma pulsao. "No,
no ainda." Ento ele se sentou de volta em suas coxas e forou ele mesmo
para pensar. "Mas ele ser. Ele tem que ser. Ele daria a ns acima da
polcia, d a ns acima de como ns no ramos nada."
Entretanto sua respirao era rasa, Kevin movimentou a cabea. "Ns no
podemos deixar que acontecemos."
"Ns terminaremos isto." Lucias conseguiu cuidadosamente para seus ps.
"Mas no aqui. Ns temos que o levar longe da casa, fazemos isto parecer
que um roubo."
"Voc ... eu nunca vi qualquer coisa ..."
"Eu nos fiz ambos um favor." Olhando fixamente abaixo em seu av, Lucias
bateu levemente brao do Kevin. Ele estava em controle novamente.
Talvez, ele percebeu, completamente em controle pela primeira vez que em
sua vida. "Ele  sobrevivido sua utilidade. E ele est um perigo para ns.
Ento, ns o tiramos da equao."
"Tem que ser feito. Mas, meu Deus, eu nunca vi tanto sangue."
"Se voc vai estar doente, recupera- isto."
"No, eu no vou estar doente." Ele no podia olhar. "Tanto sangue.  ...
fascinante. Os outros, as mulheres, era quase gentil, realmente. Mas isto..."
Ele umedeceu seu lips e seu rosto era plido e brilhando como ele olhou
para seu amigo. "Como ele sentiu? Quando voc o atingiu? Como ele
sentiu?"
Lucias teve que parar e considerar. Suas mos, liso com sangue, eram fixas
agora. Sua mente j passando sem tocar. "Poderoso," ele decidiu.
"Extremamente. Energizando."
"Eu quero tentar isto."
"Ns o terminaremos fora de junto ento. Mas no aqui." Lucias verificou
sua unidade de pulso. "Ns temos que trabalhar depressa. Eu tenho uma
data hoje  noite."
-=O=-***-=O=-
No levou muito tempo, todas as coisas consideradas.
Era um assunto de puxar carro do seu av na garagem. Como um ponto de
orgulho e controle, Dr. McNamara fez um hbito de dirigir ele mesmo quase
em todos lugares. Ele no iria, Lucias pensou, dirige ele mesmo para seu
destino final. Com ajuda do Kevin, ele embrulhou corpo desnudo do seu av
em plstico e dobrou isto no tronco.
"Ele poderia ter dito algum que ele estava vindo aqui," Kevin assinalou.
"Probabilidade baixa. Ele repugnou compartilhar negcios pessoais."
"Sua av?"
"Seu menos de todo." Lucias lanou a bolsa de roupas e valuables no
tronco. "No teria acontecido para ele aborrecer, nem iria isto acontecer
para ela perguntar se ele tivesse quaisquer planos. Agora." Ele slammed o
fim de tronco, escovadas suas mos juntas. "Voc reprogramou o droid?"
"Cheque. No existir nenhum registro que ns tivemos qualquer
companhia."
"Excelentes. Ns temos o local para disposio seu computador esquadrinha
indicou eram o melhor para nossos propsitos. Voc segue em seu carro,
ns terminamos isto, ento o esvazie e a goodie bolsa. Voc pesou isto
abaixo suficiente, no ?"
"Absolutamente. Afundar para a parte inferior do rio."
"E ele no ir. Perfeito. Ns tocha o carro, repila para casa. E eu tenho
bastante tempo para vestido para minha noite fora."
"Voc  um fresco um, Lucias. Eu sempre admirei aquele sobre voc."
"Obrigado. Bem, ns iria melhor ser fora de. Sabe, isto ser um registro.
Dois crimes perfeitos em uma noite. Eu terei que reivindicar a maior parte
de pontos para os primeiros, entretanto."
"Eu no posso discutir sobre isto." Kevin deu a ele uma beijoca amigvel no
ombro.
-=O=-***-=O=-
"Limpe como um apito," Vspera disse como ela estudou dados do Lucias.
Aquele ou o fazer um droid ou um ... o que isto  termo que Mavis usa?
Dweebazoid. Nenhuma infraes da escola, nenhuma violaes de trfico.
Seguinte sem parar com a tradio de famlia, tambm."
" por isso que eles so chamados tradies de famlia," Roarke assinalou.
"O que nosso ser, eu pergunto-me? Crime, claro, mas que lado do
espectro?"
Ela o lutou um olhar. "Ele pegou sua prpria residncia aqui na cidade. Eu
vou fazer tempo para conversar com ele. Ele  chegar dinheiro, ento ele 
um golpe l. Ele pegou conhecimento de qumica."
"Homem jovem atraente," Roarke comentou, movimentando a cabea em
direo ao retrato ao lado dos dados escritos. "Ser jovem a palavra de
operao. Ele apenas estado fora da universidade um ano cheio."
"Eu estou o verificando fora. E eu usarei o verificando fora para ver se fizer
seu av um pouco mais a chegar."
"Ele urinou voc."
"Isto  afirmativo. E eu vou o urinar fora de direito atrs quando eu
conseguir autoridade para abrir o ."
"Eu posso conseguir aqueles dados para voc."
"Eu j tive que voc faz um quarteiro de computador sem autorizao e
ilegal. Vamos deixar nossas marcas pretas para um mnimo."
"O quarteiro pode salvar uma vida. Isto no  nenhum negro marcar. E eu
posso conseguir voc que alguns daqueles dados fechados hermeticamente
por perfeitamente legais querer dizer. Um telefonema de vnculo nico para
uma fonte em Allegany que trabalhou no projeto. Se voc quiser nomes
correr, eu conseguirei que voc nomeia."
"S um telefonema?"
"Muito simples."
"Ento faa isto."
"Certo, mas ele custar voc."
Porque ela reconheceu o cintilar em seu olho, ela estreitou sua prprio.
"Saia. Eu no estou pagando por informaes com sexo."
"Considere isto levando um para o time," ele sugeriu, e a caiu na cadeira de
sono.
Quando ela saldou, suas orelhas estavam tocando e toda ona de tenso
derreteu fora de seu corpo. Pareceu seus ossos derreteram junto com ele
como ela descobriu quando ela tentou permanecer.
Ela vestiu s suas botas e o pendente de diamante ele uma vez daria a ela.
"Voc sabe se voc no se tornasse um policial, voc poderia ter tido um
futuro em porn vids. E eu quero dizer aquele no melhor modo possvel.
Cristo, Vspera, voc  um retrato."
"At no pense sobre tentar para uma segunda rodada. Eu quero aqueles
dados, camarada."
"Um negcio  um negcio." Ele rosa, fluidly, vestindo nada alm de seu
sorriso. "Por que voc no nos ordena em cima uma refeio de um pouco
de tipo," ele sugeriu como ele comeou para seu escritrio. "Eu estou
sofrendo fome."
Ela assistiu ele ir. Converse sobre retratos, ela pensou. Se ela no se
considerasse a trabalho, ela teria sido tentada para correr depois dele,
agarre ele, e afunde seus dentes em seu asno realmente superior.
Ao invs ela conformar-se um hambrguer de AutoChef.
Ela se debruou abaixo, scooped em cima suas roupas.
"Pegue!"
Ela endireitou e, como seus braos estavam cheios, tomou a bata que ele a
lanou no rosto.
"Poderia tambm ser confortvel," ele disse. "E oh, bem? Eu podia usar
uma taa de vinho."
CAPTULO QUINZE
Um cheeseburger no teria sido sua primeira escolha, particularmente com
o Savignon Blanc '55. Mas era show da Vspera.
"Por que voc no disse a mim sobre este sujeito antes?"
Ele assistiu Vspera agitar um temporal de sal acima de suas sextas-feiras,
e estremeceram. "Sua presso sangnea ultimamente verificou?"
"S responda a pergunta."
"Voc teve muitos ferros no fogo, ento eu tomei este aqui. As escadas
estavam destinadas a ser mais cooperativas comigo que com voc. Como
ilustrado pelo fato que depois de s mnimo lamentando, ele est cavando
por seus arquivos e sua memria. Voc ter seus dados quando ns
terminamos isto encantadamente comida adolescente. Mais anis de
cebola?"
"Voc o confia?"
"Eu fao, sim. As escadas faz uma carreira fora de ser irritvel, mas debaixo
do exterior spero  um igualmente spero mas interior honrado. Voc
gostaria dele."
Era Roarke claro fez, e ela confiou seus instintos. "O que eu preciso ser
pessoal de projeto que conseguiu um pouco muito envolvido com a
experimentao. As pessoas que poderiam ter levado para casa ele com
eles. Sua famlia, amigos, associados."
"E ento eu expliquei. Relaxe, Tenente, ou voc dar voc mesmo
indigesto." Ele assistiu seu cachecol em cima anis de cebola. "Entretanto
isto est quase um cedido qualquer caso."
"Voc est s amuando porque eu no escolhi prateleira de cordeiro ou
algo. Os assassinatos so conectados ao projeto. S segue lgica. Voc tem
que figurar proviso e intento. Voc no levanta estes particular illegals na
rua. Derivados, clones diludos, mas no os bens puros."
Ela ergueu seu wineglass, estudou o lquido de ouro plido. "S como este
material. Voc no pode caminhar na loja de bebida alcolica de canto, um
vinte e quatro-sete e policial uma garrafa deste. Voc pode ficar substitutos
baratos, inferiores, o que fazem que voc chama eles, etiquetas, mas para
o material esnobe voc precisa de um alto-fim provedor e a possibilidade."
"Ou seu prprio vinhedo."
"Ou seu prprio vinhedo," ela concordou. "Voc conseguiu isto, voc pode
beber gostar da gua. Ele no conformar-se substitutos. Ele  melhor que
isto, merece o muito melhor. O melhor illegals, os melhores vinhos, as
melhores roupas. E as mulheres de sua escolha. S outro artigo."
"Ele tem o querer para favorecer ele mesmo, em todo vcio. No  provvel
que ele  trabalhado seu caminho para esta ltima indulgncia?"
"Sim, se voc for por porcentagens, probabilidades de perfilar. Mas existe
mais para isto, porque existem dois deles. Trabalho de equipe, competio,
dependncia mtua. O primeiro fucked em cima. Ele no ficou exaltado seu
caminho para matana ainda, ento ele apavorou. Mas isso ergueu as
estacas. Segundo sujeito no pode deixar seu camarada o ultrapassa. Ele
pegou mais violncia nele, e no tem medo de ver aquela parte dele
mesmo. Ele aprecia isto. Ento voc salta de volta para o primeiro jogador,
e ele estragares novamente. Ele deixa seu vivo. Ele est perdendo o jogo."
"Voc est despedindo personalidades mltiplas?"
"Ainda que seu MPS, ns estamos lidando com dois. Mas eu sou mais
propenso em direo  rota simples. Dois estilos, dois assassinos. Eu
pergunto-me se qualquer um na lista de projeto teve dois filhos. Irmos
talvez. Faria sentido se... Ou amigos de infncia." Ela trocou sua ateno
atrs para Roarke. "Os sujeitos que cresceram junto. Isto  como
fraternidade, no ?"
Ele pensou sobre Mick. ". Mais muito de um modo como voc no tem a
dinmica de famlia, os antagonismos, entrando o modo. Com Mick e Brian
e o resto de ns, ns ramos uma famlia ns criados em lugar de um ns
fomos nascidos em.  um lao poderoso."
"Certo, diga a mim este -- de uma espcie que faz a maioria de sua
pensando com seu pnis -- "
"Eu me ressinto disto. Eu no penso com meu pnis mais de vinte e cinco
por cento do tempo."
"Diga aquele para algum que voc no acabou de no pregar na cadeira de
sono."
"E eu posso dizer a voc que levou muito pequeno pensamento. Mas sua
pergunta  "Yeah, that's how he gets them. Molding himself into their
fantasy. But I'm betting the women he selects are looking for the type he is,
or appears to be on the surface. He doesn't have to change much. Why
should he? It's his game. I'm going to run some probabilities."
"Sujeitos batero qualquer coisa se eles conseguirem a chance."
"Sim, e ns orgulhamos-nos disto."
"Nenhuma ofensa. Isto  apenas do modo que os trabalhos de mquina.
Mas quando eles tiverem uma escolha, uma seleo, at uma fantasia, eles
tendem em direo a um certo tipo. Mais comumente aquela fantasia ou
tipo  baseado em uma figura que era ou  importante o homem. Ou o tipo
se assemelha a aquela figura em um pouco de modo ou ope isto."
"Desde que eu assumo neste caso que voc est eliminando qumica bsica,
emoo, e relao, eu no discordarei. A mquina corre quase o mesmo
modo."
"Sim, isto  como ele consegue eles. Moldando ele mesmo em sua fantasia.
Mas eu estou apostando as mulheres que ele seleciona estar procurando
pelo tipo que ele , ou parece estar na superfcie. Ele no tem que mudar
muito. Por que devia ele?  seu jogo. Eu vou correr algumas
probabilidades."
Roarke ouviu o sinal de seu escritrio para dados entrantes. "As escadas
foram bem sucedidas. Eu transferirei aquele acima de voc."
"Obrigado." Ela glanced em sua unidade de pulso. "Nove e quinze," ela
anunciou. "Quase tempo de data."
-=O=-***-=O=-
Seu nome era Melissa Kotter, e ela era de Nebraska. Uma menina de
fazenda genuna que fugiu o Fields para as luzes brilhante da grande
cidade. Ela teve esperou, como fez milhares de outras mulheres jovens que
fluram em Nova Iorque, de serem uma atriz. Uma atriz sria, claro -- uma
que permaneceria verdadeiro para sua arte, infundindo nova vida nos
papis clssicos protagonizada por todo o greats que andaria a diretoria
antes de seu.
Enquanto ela estava esperando iluminar Broadway, ela esperou mesas, foi
para audies, e tomaram qualquer trabalho veio para seu modo. Era, em
sua opinio, o modo todos os grandes artistas comearam a suas carreiras.
s vinte e um, ela estava cheia de otimismo e inocncia. E sonhe. Ela
esperou mesas com alegria incansvel, e seus olhares de fazenda frescos
ganharam suas tantas pontas como seu servio veloz.
Ela era blonde, de olhos azuis, e delicado de construo.
Uma criatura socivel, Melissa fez vrios amigos. Ela era sempre vida para
amizades, conversao, experincias.
Ela adorou Nova Iorque com a paixo de um novo amante, e nos seis
meses ela viveu na cidade, seu afeto no escureceu por um watt.
Ela disse a ela atravs-do-vizinho de corredor, Wanda, sobre sua data que
noite. E desprezou preocupaes do seu amigo. Os relatrios de mdia sobre
as mulheres assassinadas no se aplicaram a ela. Sebastian no educou
eles ele mesmo, ele no disse que ele entenderia completamente se ela se
sentisse confortvel no sentiu confortvel o encontrando hoje  noite?
Como ela disse a Wanda, ele teria dificilmente trazido o assunto em cima se
ele fosse um perigoso individual.
Ele era um homem maravilhoso, inteligente, erudito, excitando. E ento
muito diferente de toda os meninos atrs casa. A maior parte deles no
conheceram Chaucer de Chesterfield. Mas Sebastian soube tudo sobre
poesia e tocou. Ele viajou no mundo inteiro, freqentou apresentaes em
todos os grandes teatros.
Ela leu do incio ao fim seus e-mails at que ela podia recitar eles de cor.
Ningum que podia escrever tais coisas adorveis podiam ser qualquer
coisa exceto maravilhosas.
E ele estava a encontrando em do Jean-Luc, um dos clubes mais exclusiva
na cidade.
Ela fez o vestido se, tamborilando isto depois de um vestido vestido pela
atriz Helena Cinzenta quando ela aceitou seu Tony o ano prvio. A meia-
noite fundo material azul era sinttico em lugar de seda, mas ele teve uma
cortina adorvel. Com ele ela vestiu os brincos de prola que sua av deu a
ela em seu vinte-primeiro aniversrio em novembro. Eles pareceram quase
reais gotejando de seus lbulos.
Os sapatos e a bolsa tinha sido impedido em venda em do Macy.
Ela fez um rpido, rindo molinete. "Como eu pareo?"
"Voc olha mag, Mel, mas eu desejo que voc no fosse."
"Parada sendo tal worrywart, Wanda. Nada vai acontecer para mim."
Wanda mordeu seu lbio. Ela olhou para Melissa e viu cordeiro um pouco de
l que iria ora alegremente como ela era levada a matana. "Talvez eu
chamarei em doente, ronde aqui em seu lugar at que voc chegue em
casa."
"No seja tolo. Voc precisa do dinheiro. Continue, v preparar-se para
trabalha." Melissa drapejou ombros da brao ao redor Wanda e a caminhou
para a porta. "Se ele fizer que voc se sente melhor eu chamar voc
quando eu voltar."
"Prometa."
"Honra do explorador. Eu penso que eu vou ordenar um martini. Eu sempre
quis tentar um. Qual voc pensa estar mais sofisticado? Gim ou vodca?
Vodca," ela decidiu na frente de Wanda poder pesar em. "Um martini de
vodca, muito seca, com uma toro."
"Voc me chama, o minuto voc volta. E voc no o educa aqui, no
importa o que."
"Eu no irei." Melissa se girou para os degraus. "Deseje-me sorte."
"Eu fao. Ser cuidadoso."
Melissa dashed abaixo todos os trs vos, sentindo muito fascinador. Ela
gritou saudaes para vizinhos, atingiu um posar no apito de lobo entregue
por Sr. Novidades em 102. Quando ela apressou fora na calada, suas
bochechas eram esvaziadas e rosadas.
Ela pensou sobre tomar um txi, mas desde que ela teve mais tempo que
dinheiro achou isto melhor para tomar o bairro residencial de metr.
Ela juntou-se as hordas na plataforma subterrnea, zumbindo para ela
mesma como ela antecipou a noite. Ela apertou no trem e permanecido,
sustentado por corpos.
As multides no a aborreceram; Ela prosperou neles. Se ela no tivesse
estado escrita to ocupada a escritura para sua reunio com Sebastian, ela
teria executou qualquer nmero de conversaes com seus passageiros das
mesmas categoria.
Era s com encontros individuais com homens que ela se achou tmido e
lngua-amarrada. Mas ela estava certa, ela era positiva, ela seria nem com
Sebastian.
Era como se eles fossem favorecidos um ao outro.
Quando o trem empurrado para uma parada abrupta, e as luzes
escurecidas, ela era lanada unceremoniously contra o homem preto forte
wedged em ao lado dela.
"Com licena."
"Isto  fresco, irm. No est suficiente para voc pr um entalhe."
"Eu pergunto-me o que estou errado." Ela tentou ver pelas pessoas, acima
deles na lavagem esverdeada de iluminao de emergncia.
"Sempre alguma baguna com este trem de bairro residencial. No saiba
por que eles no consertam o sumbitch." Ele leu rapidamente seu olhar
abaixo ela e em cima novamente. "Voc conseguiu para voc um pouco de
data, doncha?"
"Sim. Eu espero que ns no estejamos atrasados longos ou eu ficarei
atrasado. Eu odeio estar tarde."
"Parea com voc, sujeito no  ir se importar uma espera." Seu rosto
amigvel foi duro e frio, e enviou corao da Melissa saltando para sua
garganta. "Irmo, voc quer tomar seus dedos fora desta bolsa da senhora,
ou eu sou ir quebrar eles em pequenos pedaos."
Melissa sacudiu, pega sua bolsa ao redor para apertar isto para sua barriga.
Ela glanced atrs e pegou um vislumbre do homem pequeno em um casaco
de trincheira escura como ele escorregou de volta nos corpos emperrados.
"Oh. Obrigado! s vezes eu esqueo de ser cuidadoso."
"No pague esquecer. Voc mantm aquela bolsa fechar."
"Sim, eu irei. Obrigado novamente. Eu sou Melissa. Melissa Kotter."
"Bruno Biggs. Eles s me chamam que Biggs ... 'causa que eu sou."
Durante a demora de dez minutos, ela conversou com ele. Ela aprendeu
que ele trabalhou em construo, teve uma esposa chamado Ritz e um
menino de beb eles chamaram B.J. Para Bruno, Jnior. Quando eles
alcanaram ela parar, ela deu a ele o nome do restaurante onde ela
trabalhou e convidou ele para trazer para dentro sua famlia para jantar.
Como as pessoas esguichadas fora do trem, ela acenou e deixou se ser
varrido junto pelo atual.
Bruno viu ela tentando se apressar junto, sua bolsa uma vez mais
arrastando atrs dela.
Ele agitou sua cabea e muscled seu modo fora de logo antes do fim de
portas.
Melissa quebrou livre da multido e feita correr em cima os degraus. Ela ir
estar atrasada a menos que ela corra os ltimos trs quarteires. Ela correu
para o canto. Algo a bate por detrs, baixo atrs, e mandou a ela lanando
adiante. A correia de sua bolsa estalou limpo. Ela administrou um grito
pequeno como ela caiu fora do meio-fio. Existiam gritando freios, gritos,
ento uns brilhantes, cegando dor como ela bate a rua.
Ela ouviu qualquer outra coisa estalo.
"Sra. Kotter? Melissa." Bruno curvou acima dela. "Todo-poderoso de deus,
irm, eu pensei que voc conseguiria voc mesmo atropelar. Conseguido
este atrs para voc." Ele agitou sua bolsa.
"Eu -- eu esqueci de ser cuidadoso."
"Certo agora, certo. Voc precisa do MTs? O quo ruim voc machuca?"
"Eu no sei ... meu brao."
Ela quebrou o brao. E economizada sua vida.
-=O=-***-=O=-
"Oitocentos e sessenta e oito nomes." A vspera apertou a ponte de seu
nariz. "No acabava de no poder ser simples."
"Isso no inclui construir manuteno, ou diretamente clerical."
"Este far no momento. Ns enfocaremos em aquelas suas listas de fonte
como sendo repreendida para uso recreativo, e aqueles ele lembra de ser
chamado em quaisquer processos. Mas ns precisamos trabalhar com todos
eles. Eu preciso separar eles --mdicos, administrao, e-zanges, lab
techs. Divida eles por grupos de idades. Aquelas com famlias, e a idade de
suas crianas. Outra lista de qualquer que era terminada durante o projeto
corre."
Ela olhou nele, a mais leve reflita em seu olho.
"Eu acabei de ser degradado e-para zango?"
"Voc podia fazer isto mais rpido."
"Indiscutivelmente, mas -- "
"Sim, sim, me custar. Pervertido." Ela considerou, clareou. "Diga a voc o
que. Ns faremos um comrcio. Voc d a mim uma mo com este, e eu
consultarei com voc em qualquer assunto negocia que voc  atualmente
wheeling."
Ele empalideceu um pouco. "Bem, isto  to doce de voc. Eu
possivelmente no podia infringir em seu tempo valioso."
"Covarde."
"Voc aposta."
"Vamos, d-me um tiro. O que voc tem arte culinria?"
"Eu tenho vrias panelas chiando agora mesmo." Ele imergiu seu entrega
seus bolsos e tentaram pensar que projeto ou negociao atualmente em
diante seu prato ela podia cutucar em com o dano menos possvel.
Seu vnculo de escrivaninha buzinado.
"Economizado, por assim dizer, pelo sino."
"Ns voltaremos para este," ela o advertiu.
"Eu no sinceramente espero."
"Dallas."
"Tenente Dallas? Stefanie Finch. Voc tem tentado me alcanar?"
"Est certo. Onde voc  localizado?"
"Acabou de voltar para Nova Iorque. Teve o ltimo par corre cancelado. O
que eu posso fazer para voc?"
"Ns precisamos ter uma conversao, Sra. Finch. Pessoalmente. Eu posso
estar l em vinte minutos."
"Eh, escute. Eu acabei de entrar a porta. Por que voc no diz a mim sobre
o que isto ?"
"Vinte minutos," Vspera repetida. "Fique disponvel."
Ela corta Stefanie fora em um juramento, impedido seu equipamento de
arma. "Voc acontece possuir Ar Inter-comutador?"
Ele estava esquadrinhando os dados na tela e no examinaram. "No. Velho
do seu equipamento e custa dez a quinze cem milhes para substituir e/ou
conserto. Eles esto operando nos vermelhos, e tem sido pelos ltimos trs
anos. O registro de atendimento ao consumidor pobre que  rumo a um
pesadelo de Relaes Pblicas. Eles estaro acabados em um ano, dezoito
meses no lado de fora." Ele glanced ao longo de agora. "Ento eu comprarei
eles."
"Voc espera at eles rolam acima de morto." Ela pursed seu lips. "Bom
plano, mas ele nadas a idia de tomar voc junto assim voc pode pr o
cotovelo em um empregado. Eu lego etiqueta Peabody. O uniforme 
sempre um toque bom."
"Concordou, e ento seja aquela bata. Mas voc poderia querer colocar suas
botas atrs."
Ela carranca abaixo nela mesma. "Cague." Ela agarrou as botas e
mostradas. "At mais."
-=O=-***-=O=-
Stefanie no fingiu estar contente. Ela abriu a porta e levada com uma
carranca. "ID," ela estalou.
A vspera sacudiu abre seu distintivo, segurando isto fora enquanto
Stefanie tomou um bem, olhar longo. "Eu ouvi sobre voc. O policial que
Roarke enganchado. Trabalho bom."
"Nossa, obrigado. Eu o deixarei saber que voc disse isso."
Stefanie meramente empurrou um dedo polegar em direo a Peabody. "O
que com seja o uniforme?"
"Meu ajudante. Ns entramos, Stefanie, ou ns discutimos este no
corredor?"
Stefanie andou de volta, fechou a porta atrs deles. "Eu acabei de ter duas
corridas lucrativas canceladas, minha unio rep est conversando greve,
que vai me pr em uma fita. A lanadeira eles me pegaram com deveram
ter estados no fucking monte de sucata, e meu intestino est dizendo a
mim que eu podia estar fora de um trabalho dentro do ano."
"Ele nunca sente falta," Vspera muttered.
"Eu tenho um policial me perseguindo para a Europa e atrs, ento eu estou
em um pisser de um humor, Tenente. Se isto  sobre meu bastardo ex, eu
tenho uma coisa para dizer: Ele no  meu problema."
"Eu no estou aqui sobre seu bastardo ex. Voc tem correspondido, via e-
mail, com um individual que chama ele mesmo Wordsworth."
"Como voc sabe? Privado do e-mail."
"O individual que chama ele mesmo que Wordsworth  um suspeito em dois
assassinatos e se tentou o assassinato. Agora, voc quer fazer uma dana
sobre a violao a cyber-isolamento?"
"Voc precisa estar me brincando."
"Peabody, olhe para meu rosto. Isto  meu jokey rosto?"
"No, senhor, Tenente."
"Agora que ns passamos sem tocar aquele em cima, por que ns no nos
sentamos?"
"Eu tenho uma data com ele amanh  tarde," Stefanie disse, e abraou
seus braos como se gelados. "Quando minhas corridas eram canceladas,
eu fiz um pouco de e-mail do piloto  vadiar em Heathrow. Ele sugeriu que
ns reunamos-nos amanh para um piquenique em Greenpeace Estaciona."
"Que hora?"
"Uma horas."
Ele  quebrar padro, Pensamento de vspera. Erguendo as estacas
novamente. "Sente-se, Stefanie."
"Voc est certo sobre este." Stefanie se sentou, olhada fixamente em
Vspera. "Sim, voc est certo. Eu aposto isto  seu morto-certo rosto.
Bem, eu estou envergonhado e eu sinto como o maior idiota do mundo."
"E voc  vivo," Vspera disse a ela. "Eu vou manter voc aquele modo.
Descreva Wordsworth para mim."
"Fisicamente, eu no tenho uma pista. Ele  um negociante de arte.
Internacional. pera de escavaes, bal, poesia. Eu estava procurando por
um pouco de classe. Meu ex era uma ameba. Se ele no fosse Bola de
Arena que no valia a pena conversar sobre. Eu sustentei os desprezveis
bastardos os ltimos seis meses que ns ramos juntos. Bailed ele fora
duas vezes em bebido e disorderlies, ento ele ..."
Ela diminuiu. "Aparentemente, eu ainda tenho assuntos. O ponto , eu
estava procurando por seu oposto. Algum com alguns polem que podiam
fazer mais que grunhem quando ele quis outra cerveja. Eu acho que eu
estava procurando por um pouco romance."
"E ele disse todas as coisas certas."
"Bingo. Se ele for muito bom para ser verdade,  provavelmente um
grande, mentira gorda. Parea com que eu esqueci aquele lema. Mas um
piquenique no parque, meio do dia de maldio, voc pensaria que seria
seguro. Eu posso lidar com mesmo," ela adicionou. "Eu banco-aperta um
vinte. Eu sou um quinto faixa preta de grau. Eu no sou vtima de ningum.
Nenhum modo ele me tiraria."
A vspera de tamanha ela em cima e concordou. Debaixo da maioria de
condies, a mulher podia provavelmente se lidar com multa justa. "Ele
planeja drogar voc, com um muito potente sexual ilegal. Voc o devolveria
aqui porque voc pensaria que  seu telefonema. Ele iluminaria velas,
coloque msica, d que voc mais atou vinho. Ele borrifaria ptalas de
rosas rosa na cama."
"Bullshit." Mas ela foi branca. "Isto  bullshit."
"Voc no pensaria sobre ele como estupro enquanto aconteceu. Voc faria
tudo que ele disse que voc fizesse. Quando ele deu a voc a segunda
droga, voc iria colo ele direito em cima para ele. Enquanto seu sistema
sobrecarregado, seu corao acabaria; Voc at no saberia que voc
esteja morto."
"Voc quer me assustar?" Stefanie chegou a seus ps, compassou. "Voc
est fazendo uma maldio bom trabalho."
"Est certo. Eu quero assustar voc.  disso que ele planeja,  disso que
poderia ter acontecido amanh  tarde. Mas no vai acontecer porque voc
vai fazer exatamente o que eu digo a voc."
Stefanie abaixou em uma cadeira novamente. "Ele no sabe onde eu vivo.
Diga a mim que ele no sabe onde eu vivo."
"Ele provavelmente faz. Ele  gasto algum tempo assistindo voc. Consiga
algum ultimamente floresce?"
"Oh Jesus. Rosas rosas. O filho de uma cadela mandou a mim rosas rosas
ontem. Em meus quartos em Londres. Eu arrastei eles casa comigo. Eles
esto no quarto."
"Voc gostaria eu de dar fim a eles para voc, Pilote Finch?" Peabody
perguntou.
"Esvazie eles no recycler?" Stefanie esfregou ela d seu rosto. "Eu estou
agitando. Eu pilotei aquela armadilha da morte atravs do Atlntico, e eu
estou sentando aqui agitando. Eu estava me parecendo bonito pumped
sobre o encontrar. Imaginou que eu comearia isto realmente bom,
satisfazendo relao. A bastarda ex est parecendo melhor o tempo todo."
"Voc no vai falar ou contacta ningum sobre este. At onde Wordsworth
est preocupado, voc est o encontrando amanh. Existiam alguns planos
para confirmar a data?"
"S para cancelar. Eu era para deixar ele saber por meio-dia se eu tivesse
que cancelar."
"Levante-se um minuto."
Quando Stefanie obedeceu, Rosa de vspera tambm, circulada ela,
construo julgada, altura. "Sim, duas pode tocar o jogo de disfarce.
Quando ns somos feitos aqui, voc pode tocar isto dois modos. Voc pode
lotar o que voc precisa e eu organizarei ter voc pr em uma casa segura
hoje  noite. Ou se voc quiser ficar aqui, eu terei um cops ficar acima de
com voc. De qualquer modo, voc dormir melhor."
"Oh sim, eu dormirei gosto de um beb hoje  noite."
-=O=-***-=O=-
A vspera no era a nica pondo em sero. McNab estava em uma misso
de sua prpria. Ele abasteceu ele mesmo em cima para ele com duas
garrafas de bebida fermentada de casa, que atualmente estava queimando
em seu forro de estmago. Ele no era bebido. Ele parou com falta de
embriagar-se. Porque ele quis ser clearheaded quando ele chutou pansy
asno do Charles Monroe.
Desavisado ele se tornou o objetivo de um ciumento e ligeiramente
nauseado e-detetive, Charles mordiscou em dedos da Louise. Eles estavam
compartilhando uma final da ceia em seu apartamento.
"Eu aprecio voc concordando em comear a noite to tarde."
"Ns dois temos horrios estranhos.  vinho maravilhoso." Ela sipped.
"Comida maravilhosa. E eu gosto de sua casa muito. Mais que um
restaurante."
"Eu quis voc para eu mesmo. Eu quis voc para eu mesmo o dia todo."
"Eu disse a voc que eu no tive muita sorte com relaes, Charles." Ela
rosa para vagar para as janelas. "Eu sou nico-importado, dirigido, e no
dei a qualquer relao que eu tenho estado na ateno ele necessidades.
Merea."
"Eu penso que sua sorte estar para mudar." Ele girou ela para o enfrentar.
"Eu sei que meu tenho. Louise." Ele abaixou sua cabea, lido rapidamente
seu lips ligeiramente acima de sua, uma vez, ento duas vezes, desenhando
ela. Ele a circulou em uma dana, afundando o beijo quando seus braos
vieram o a si. Trazendo seu mais ntimo quando ela tremeu.
"Venha para a cama comigo," ele sussurrou. "Deixe-me tocar em voc."
Sua cabea retirou-se como sua boca arrastada junto sua garganta.
"Espere. Somente... Espere. Charles." Ela aliviou de volta. "Eu pensei sobre
este. Eu gastei tempo completamente demais pensando sobre este hoje, e
ontem  noite. Desde que eu primeiro vi voc. A parte de meu problema 
acima de-pensar coisas."
Ela andou longe, precisando um pouco distncia. "Existe tal um puxar. Eu
no senti um puxar como isto ... sempre," ela administrou. "Mas eu no
estou indo para a cama com voc. Eu no posso."
Ele manteve seus olhos em sua, movimentou a cabea devagar. "Eu
entendo.  difcil para voc aceitar a idia de ser ntimo comigo."
"Difcil," ela disse com um metade risada. "No, eu no diria difcil."
"Voc no precisa explicar. Eu sei o que eu sou."
Ela agitou sua cabea. "O que voc  It stopped her short, stole her breath,
just the quiet way he said it. "I know. Oh God, I know. Me, too. It scares
me a little."
"Companheiros licenciados no geralmente tm muita sorte com relaes
pessoais qualquer um. No real em todo caso."
"Eu sinto muito." Ela levantou uma mo. "Voc pensa que eu no farei sexo
com voc porque voc  um profissional? Charles, aqueles insultos ns
dois."
Ele caminhou de volta para a mesa, levantado seu wineglass. "Eu sou
confuso."
"Eu no quero dormir com voc agora porque estou acontecendo muito
rpido. Porque eu penso o que eu estou sentindo pena de que voc vai mais
fundo que isto, e eu gostaria de uma chance de descobrir antes... Eu s
gostaria de diminuir a velocidade um pouco. Eu gostaria de gastar mais
tempo chegando a conhecer um ao outro. Eu no estaria aqui agora se o
que voc fez para viver ser um problema para mim. E se voc pensar que
eu sou to insignificante e tacanho que eu iria -- "
"Eu podia apaixonar-se por voc."
Parou seu pequeno, roubou sua respirao, apenas do modo que quieto ele
disse isto. "Eu sei. Oh Deus, eu sei. Me, tambm. Me assusta um pouco."
"Bom, porque ele me assusta muito." Ele cruzou de volta para ela, erguida
sua mo. "Ns diminuir a velocidade." Beijou isto. Ento seu pulso.
Desenhando ela em novamente, ele escovou seu lips acima de seu templo,
suas bochechas.
Ela pulsa eriado. "Isto est diminuindo a velocidade?"
"Ns no iremos qualquer mais rpido que voc quer." Ele tipped seu rosto
atrs e sorriu. "Confie-me, eu sou um profissional."
E enquanto ela riu, a cigarra soada.
"D-me dez segundos para livrar-se de quem isto . E lembre de meu
lugar."
Quando ele abriu a porta, McNab o empurrou de volta um passo. "Certo,
voc filho de uma cadela. Ns estamos indo uns redondos."
"Detetive -- "
"Quem o inferno voc pensa que voc ?" McNab o empurrou novamente.
"Voc pensa que voc pode tratar seu aquele modo? Esfregue seu prximo
direito de saia em seu rosto?"
"Detetive, voc no quer deitar mos em mim novamente."
"Oh sim?" Talvez a segunda garrafa no tinha sido uma idia to boa, ele
vagamente pensou, mas gamely ergueu seus punhos. "Vamos tentar estes
ao invs."
"Detetive McNab." Calmamente, Louise andou entre eles. "Voc est
obviamente chateado. Talvez voc devia se sentar."
"Dr. Dimatto," Agitou, McNab abaixou seus punhos. "Eu no vi voc ali."
"Charles, por que voc no faz algum caf. Ian ... ele  Ian, no ? Vamos
sentar."
"Implore seu perdo, mas eu no quero qualquer goddamn caf e eu no
querer me sentar. Eu vim para chutar seu asno." Ele picou um dedo em
Charles acima de seu ombro. "Eu sinto muito que voc est no meio. Voc 
uma mulher agradvel. Mas eu tenho negcios com este filho de uma
cadela."
"Eu estou assumindo este tem que fazer com Delia."
Como Charles andou longe de Louise, McNab o atacou. "Condene direito.
Voc pensa porque voc a leva para o fucking pera e imagina restaurantes
que voc tem um direito de a lanar acima de quando algo mais
interessante vem junto?"
"No, eu no fao. Delia quer dizer um grande negcio para mim."
Literalmente vendo vermelho, McNab balanou fora. Seu soco achou seu
objetivo, cabea do tido Charles estalando de volta. Ele seguido por com um
pequeno-armado pica para a barriga na frente de Charles recuperar
suficiente para lutar de volta.
Enquanto eles circularam um ao outro, ramming punhos, derramando
sangue, Louise fugiu o quarto. Eles eram vir logo o cho, em um suado,
grunhindo monto quando ela voltou. E lanou uma balde cheia da gua de
gelo acima deles.
"Isto  quase suficiente." Ela slammed a balde abaixo, slapped suas mos
em seus quadris como eles dois bocejados nela. "Voc devia ter vergonha.
Voc dois. Lutando acima de uma mulher como ela era um pedao
suculento de carne. Se qualquer um de vocs pensa que Peabody apreciaria
isto, voc  muito confundido. Agora, em seus ps."
"Ele no pegou nenhum direito para a machucar," McNab comeou.
"Eu no machucaria Delia para qualquer coisa no mundo. E se eu tiver, eu
farei tudo que eu posso compor isto para ela." Charles scooped atrs seu
gotejando cabelo. Ele estava conseguindo o retrato agora. "Para causa do
Cristo, voc moron, voc disse a ela que voc  apaixonado por ela?"
"Quem disse que eu era Seu rosto contundido foi branco de folha. "Eu estou
s tomando cuidado com ... fechar. Ela quer rolar com voc quando voc
estiver trabalhando outras saias, isto  seus negcios. Mas ela no  um
trabalho." Ele apontou em Louise.
"Est certo. Ela no ."
"E ningum prestidigita Peabody que modo."
"Olhe, obviamente voc est debaixo da impresso que Delia e eu temos
sido -- "
"Acabou de acontecer, Ian." Louise interrompeu depressa, Charles Atirado
uma advertncia olha. "No era planejado. Eu sinto muito se eu for
responsvel por este."
"Eu no estou culpando voc."
"Eu sou tanto para culpar. Charles e I... Ns queremos que uma chance de
fazer algo juntos. Voc pode entender?"
"Ento Peabody est s fora do retrato."
"Eu sinto muito." Como a luz amanheceu, Charles chegou a seus ps. "Eu
espero que ela entender. Eu espero que ns possamos ainda ser amigos.
Ela  uma mulher maravilhosa. Mais que eu mereo."
"Voc conseguiu aquele direito de parte, camarada."
Encharcou, doa, e mais que um pouco doente, McNab conseguiu levantar.
"Seria melhor voc achar um caminho para fazer isto direito com ela."
"Eu irei. Voc tem minha palavra. Deixe-me conseguir voc uma toalha."
"Eu no preciso de uma toalha de maldio."
"Ento tente um pedao de conselho ao invs. Voc tem um caminho claro.
Tente no tropear fora disto."
"Sim, certo." Ele andou a passos largos fora, sua sada embaraada um
pouco gritando airboots.
"Bem." Charles estourou uma respirao. "Isso estava entretendo."
"Segure quieto," Louise ordenou. "Seu lbio est sangrando."
Como ela tocou de leve nele com um guardanapo, Charles angulado sua
cabea. "Eu sou soaking molhado, tambm."
"Sim, voc ."
"Eu penso que ele contundiu minhas costelas."
"Eu darei uma olhada. Vamos. Vamos conseguir voc fora daquelas roupas
molhadas e remendar voc. Este tempo," ela disse, "eu sou o profissional."
"Eu amo tocar doutor. Louise." Ele a parou, feita sua virada e olhou para
ele. "Delia e eu -- Ela  realmente muito especial para mim. Mas ns nunca
ramos amantes."
"Sim, eu figurei aquele." Ela bateu levemente seus dedos suavemente em
sua bochecha contundida. "Eu no posso acreditar em que voc estava para
dizer a Ian."
"Podia ser meu crebro estava ainda rattled de ter seu nu-submetido punho
slammed em meu rosto. Ns somos amigos," ele adicionou. "Delia  o
melhor amigo que eu j tive."
"E voc acabou de fazer seu um favor adorvel. Aparea agora, venha com
Dr. Louise." Ela deslizou um brao ao redor sua cintura. " doce, no  isto,
o modo que ele saltou a defender."
"Doce." Charles meneou sua mandbula, e viu algumas estrelas. "Ele pensa
que eu estou dormindo com ela, e isso o urina fora de. Ento ele pensa que
eu parei dormente com ela, e ele o urina fora de at mais, ento ele vem
aqui e me esmurro no rosto. Sim, muito doce."
" todo ponto de vista. Agora, tire suas roupas. Primeiro livre do telefonema
da casa."
CAPTULO DEZESSEIS
A vspera insistiu na calada fora de edifcio de apartamentos do Stefanie
Finch, tomou um momento para classificar por seus pensamentos. O vero
estava vindo. Ela podia sentir o peso disto no ar. "Sente como chove para
voc, Peabody?"
Peabody tomou um cheirar. "No, senhor. A umidade est entrando. 
provvel ser quente e pesado amanh."
"Em mais modos que um. Mas eu no quero uma tempestade para coisas
de sujeira em cima."
"Dallas, se ns formos o morar com amanh sem usar isca, ns no
podemos estar certos de o conseguir em qualquer coisa exceto illegals
possesso, e isto  se ele estiver levando."
"Ele estar levando. E ns temos isca."
Peabody glanced atrs no edifcio. "Voc no disse nada para ela sobre
manter a data."
"Ela no estar mantendo isto. Eu irei."
"Voc?" Com uma sacudida de sua cabea, Peabody deu olhar de um medir
de Vspera. "Se ele estiver pegando para padro ns temos que figurar ele
sabe o que ela parece com. E voc no parece com ela. Voc  perto da
mesma altura, mas diferente da colorao, caractersticas so diferentes. E
ela , bem, bustier. Nenhuma ofensa."
"Por um amanh, eu olharei suficiente como seu para passar. Eu estou
chamando Mavis."
"Oh." Peabody clareou. "Oh, isto  gelado."
"Fcil para voc dizer. Voc no ter que escutar conferncias dela e Trina
em por que eu no tive minhas sobrancelhas formadas ultimamente, ou por
que eu no usei a nata de alvo ou qualquer. E eu provavelmente terei que
concordar em um tratamento cheio depois do op." Isto era dito com
amargura indisfarada. "Eu sei como eles trabalham."
"Voc  um soldado verdadeiro, senhor, sacrificando voc mesmo para a
causa."
"Enxugue aquele sorriso fora de seu rosto, Oficial."
"Enxugando, senhor."
"Ns temos. .." Ela girou seu pulso para verificar o tempo. "Quatorze horas
para pr isto junto. V para casa, tenha algum sono. Eu quero voc em
meu escritrio de casa em oh seiscentos. Vista roupas suaves. Contacte
Feeney e McNab, eduque eles. Eu terei que etiqueta o chefe em casa." Ela
estourou uma respirao. "Eu aposto sua esposa responde."
A vspera deslizou atrs da roda de seu veculo, ligou o autopilot e deixou
isto para casa. O motor despedido, e morreu.
Ela se sentou de volta, glared no consolar. "Isto s no  direito. Eu estou
um oficial classificado." Ela pontuou isto por smacking a coliso com o salto
de sapato de sua mo. "Eu mereo um goddamn passeio confivel.
Computador, corra o feder diagnstico em autopilot."
O uso sem autorizao deste veculo  um ato ilcito castigvel por at um
encarceramento de cinco anos e uma multa monetria de cinco e mil USD.
Se voc no for autorizado para usar este veculo, por favor saia
imediatamente mesmo. Se voc tiver autorizao, identifique voc mesmo.
O fracasso fazer muito automaticamente fechar todos existe e notifica o
veculo de patrulha mais prxima.
Uma nvoa vermelha movida acima de sua vista. "Voc quer que eu
identifique eu mesmo? Eu identificarei eu mesmo, voc demnio de inferno.
Dallas, Vspera de Tenente. Cdigo de autorizao de veculo Zero e cinco-
Zero e seis-De um Charlie. Eu sou armado e eu sou perigoso, e em
aproximadamente cinco segundos eu vou desenhar minha arma e frito
todos de seus circuitos."
Qualquer tentativa em vandalismo neste veculo resultar em --
"Feche, feche, feche, e correu o fucking ID."
O processo ... Sua identificao e cdigos so corretos, Dallas, Vspera de
Lientenant
"Dndi agudo, agora corra o diagnstico de maldio."
A navegao de auto de trabalho neste veculo est experimentando
problemas sistmicos. Voc deseja notificar Manuteno neste momento?
"Eu desejo soprar Manuteno e todo mundo nele para inferno santo. E no
diga a mim isso resultarei em multa e/ou encarceramento porque valeria a
pena isto. Se re-empenhe manual."
O motor rumbled em, e o condicionamento areo girado, enchendo a cabina
do piloto com ar frgido. "Desimpea controle de clima."
O controle de clima de trabalho est experimentando problemas sistmicos.
Voc deseja notificar Manuteno neste momento?
"Oh, fuck voc," Vspera disse e abriu todas as janelas.
Ela comeou o meio-fio, e pouco disposto a confiar o em-vnculo de coliso,
retirado-se sua prpria.
Sra. Whitney respondeu, olhando perfeitamente groomed e muito
aborrecido.
"Eu sinto muito perturbar voc em casa, Sra. Whitney, mas eu preciso falar
com o chefe."
" depois de onze horas, Tenente. Isto no pode esperar at manh?"
"No, Madame, no pode."
"Um momento," ela estalou, e trocou Vspera para esperar modo, complete
com msica enlatada. A vspera escutada violinos e flautas que ela dirigiu
maneta por um grunhido de trfico.
"Whitney."
"Eu sinto muito chamar voc em casa, Chefe, mas existe sido uma fratura
na investigao."
"Eu estou sempre pronto para ouvir boas notcias."
"Eu acabei de vir de interrogatrio Stefanie Finch. Ela tem uma data com o
suspeito amanh s treze cem, Greenpeace Estaciona."
"Ele  movido para dias?"
"Ajusta o perfil, senhor. Erguendo o risco. Finch est cooperando. Ela 
concordada em permanecer dentro de sua residncia. Eu tenho dois
uniformes com ela, redondo o relgio. A menos que o suspeito ouve sobre
ela por meio-dia amanh, ele manter a data. Eu estou fazendo acordos
entrar seu lugar."
"Existe uma semelhana fsica?"
"Ns somos aproximar-se de altura e construmos. Eu estou fazendo
acordos cuidar do resto. Eu tenho mais dados para estudar, mas eu posso
manter a cobertura at que ele d a mim a droga. Ele pe isto em minha
mo, Chefe, e ns o costuramos em cima."
"O que voc precisa?"
"Eu gostaria de seis cops, roupas suaves, alm de meu time, stationed em
reas estratgicas. Eu examinarei cuidadosamente diagramas hoje  noite e
determinam colocao. Eu entrarei telegrafado. Eu precisarei de Feeney e o
e-homem de sua escolha em um veculo de vigilncia. Adicional veicular e
auxlio de ar  aconselhvel, no caso dele ficar passado me. Eu gostaria de
selecionar o resto do time e sumrio eles de meu escritrio de casa por oh
oitocentas horas. Eu quero todo mundo em lugar por onze."
"Voc  passado sem tocar. Escolha seus homens, e me mantenham
atualizado. Que diabo  aquele barulho?"
"Ah, encantador do meu controle de clima, senhor."
"Bem, notifique Manuteno."
Ela ouviu suas prprios dentes moerem. "Sim, senhor."
-=O=-***-=O=-
Quando ela chegou em casa, ela marchou por seu escritrio e em do
Roarke.
"Voc pode conseguir suas mos em alguns explosivos?"
Ele glanced em cima de seu trabalho, levantou o conhaque snifter que
sentado em seu cotovelo. "Provavelmente. O que voc gostaria de?"
"Qualquer coisa isso soprar que insulto, aquela abominao estacionada
fora frente em um milho de minsculos pequenos pedaos que nunca pode
ser posta de volta junta novamente."
"Ah." Ele rodou conhaque, sipped. "Dificuldades veiculares novamente,
Tenente?"
"Isto  um sorriso?" A nvoa vermelha estava juntando novamente. "Isto 
um sorriso em seu rosto? Porque se for ..." Ela empurrou em cima suas
mangas.
"Mmm, violncia. Voc sabe como isso me desperta."
Ela administrou um grito pequeno e arrancado em sua prprio cabelo.
"Bem Vspera, por que voc no deixa um pouco de minha mecnica lida
com isto? Ou melhor ainda, tire qualquer ternos suas necessidades da
garagem."
"Porque isto  como desistindo. Aqueles bastards em Manuteno no me
vai bater." Ela xingou fora uma respirao. "De qualquer maneira. Mavis e
Trina esto vindo depois de. Provavelmente Leonardo, tambm. Eles esto
gastando a noite."
"Ns estamos tendo um pajama festa? Existir travesseiro luta?"
"Voc  s um risada um minuto. Voc quer uma atualizao ou voc
querer fantasiar sobre mulheres escassamente vestidas batendo um ao
outro com travesseiros?"
Seu sorriso era rpido e mau. "Ache."
Ela soltou em uma cadeira e o preencheu.
Ele levantou o gato  medida que ela falou, sentado stroking Galahad,
assistindo ela. Ele soube que ela estava fazendo mais que educando ele
para acelerar. Ela estava refinando, verificando para buracos, firmando em
cima a operao como ela conversou isto. Eles dois no souberam no
importam como meticulosamente planejaram a operao, s levou uma
varivel para chatear o equilbrio.
"Alguns homens," ele disse quando ela terminou, "homens menos, poderia
objeto a ter sua esposa fazer piquenique no parque com outro homem."
"Eu devolverei voc um pouco de salada de batata."
"Isto  minha menina. Voc disse que Feeney escolher seu homem dentro
do veculo de vigilncia. Eu acredito em que ele podia ser persuadido para
selecionar um consultor de perito, civil."
O crculo ela se importa de esteve tomando veio para uma parada abrupta,
ento regressou. "Isto  um NYPSD op, e no h necessidade para voc
estar l. Voc tem seu prprio trabalho."
"Eu fao, sim, mas eu muito aprecio assistir voc fazer seu." Ele deu as
orelhas do gato um arranho com aqueles dedos longos, inteligentes que
tiveram Galahad que ronrona em prazer. "Por que ns no deixamos
Feeney decidir?"
"Nenhum suborno."
Suas sobrancelhas crescidas rapidamente em assombro. "Realmente,
Tenente, voc me feriu. Se eu estivesse facilmente ofendido, eu no poderia
dizer a voc que eu separei, cruz-arquivada, e indexou seus dados."
"Sim? Voc  bonito  mo para ter ao redor. Vamos dar uma olhada." Ela
levantou caminhar ao redor para seu lado do consolar. Ele bateu uma chave
nica, ento anotar o gato, arrastada ela sobre seu colo.
"Nenhum material engraado," ela ordenou.
"Quem estar rindo?" Ele beliscou seu lbulo da orelha. "Voc v na tela trs
daqueles pessoal de projeto com crianas que agora estariam entre as
idades de vinte e trinta e cinco. Isso d a voc vinte e oito bate.
Adicionando irmos e netos, dependentes secundrios naquele mesmo
parntese de idade armazena outro quinze."
"De forma que seja, o que, quarenta e trs possibles. Isto  executvel."
"Porm ..." Ele beijou a nuca de seu pescoo. "Refinando e recalculando
usando aqueles pessoal que era repreendido, citou, terminado ou chamado
em ternos civis, ns diminumos aqueles possibles para dezoito. Eu assumi
que voc quereria comear com eles. Tela quatro."
"Mantenha este, o chefe vai oferecer a voc uma posio permanente na
fora."
"Agora voc est tentando me assustar, mas eu sou muito forte isto."
"Nocauteie os acima de-anos trinta. Eu estou apostando que ele  mais
jovem que isto."
Ele aninhou seu pescoo e fez isto manualmente. "At oito."
"Sim. Ns comeamos com eles. Computador, cheque de fundo de corrida,
todos os dados, em indivduos listados em tela quatro."
Trabalhando ...
"Levar um minuto," Roarke disse a ela e trabalhou seu modo de pescoo
at mandbula.
"Voc no  autorizado para tentar seduzir o investigador primrio neste
momento."
"Eu tenho experincia vasta em quebrar a lei." Ele achou sua boca, afundou
em.
"Uau. Eles sempre parecem to quentes"
Mavis Freestone permaneceu na entrada em botas de plataforma de quatro
polegadas que montaram at sua forquilha em brilhante, olho-regando rosa.
Seu cabelo, tinted combinar, pareceu desatar a de sua cabea em um
topete explosivo. Com isto, ela vestiu uma espumadeira em atordoar
redemoinhos de rosas e azuis aquele tremulado at encontrar o topo das
botas.
Ela irradiou sorrisos partir por cravos de rosto cintilantes fixos para os
cantos de sua boca.
Ao lado de sua Trina, sua prprio cabelo em um p-bano montanha alta,
bufou. "Se isto  parte da franja bennies em policial trabalha, eu quero um
distintivo."
Dedos cavado reflexively da vspera em brao do Roarke. "No deixe-me,"
ela sussurrou. "Qualquer que voc faz, no deixe-me."
"Seja forte. Boa noite, senhoras."
"Bopping do Leonardo acima de mais tarde. Ele teve material. Summerset
disse vir para direito." Mavis danou no quarto. "Ns desistimos dedos
polegares- para lanches. Ns temos todos os tipos de guloseimas para
experimentar em voc, Dallas. Isto  to extremista mag."
Estmago girado da vspera. "Whoopee."
"Onde voc quer que eu instale?" Trina perguntou e j estava estudando
Vspera de um modo que fiz o pontap-asno policial querer choramingar
gosta de um beb.
"Em meu escritrio. Isto  um oficial consultar, nem um tratamento
pessoal."
"Qualquer." Trina soprou uma bolha purprea enorme, estalou a gengiva de
volta. "Mostre a mim o que voc quer parecer com, e eu farei acontecer."
Em seu escritrio, Vspera pe oficial do Stefanie Finch ID fotografia na tela
e conseguiu no ganir quando Trina tomou seu rosto em suas mos. Mos
com polegada-longas unhas de safira.
"Mm-hmm. Sabe, tintura de lbio no  um crime neste estado. Voc devia
tentar isto."
"Eu tenho sido um tanto quanto ocupado."
"Voc  sempre um tanto quanto ocupado. Voc no est usando o gel de
olho eu dei a voc. Voc no pode achar um minuto duas vezes por dia para
gel de olho? Voc quer bolsas e rugas? Voc conseguiu o pedao mais bom
de homem-adoa de tempo em tempo planeta, e voc quer que ele olhando
para seu rosto com bolsas e rugas? O que voc vai fazer quando ele esvazia
voc para uma mulher que leva tempo manter seu rosto?"
"Mate ele."
Isso fez Trina rir e enviou a pequena safira que ela concentrou-se em seu
deixado eyeteeth piscando. "Mais fcil usar o gel. Eu preciso de uma
fotografia de voc, pe isto dividir tela com a imagem que voc quer. Eu
preciso correr um pouco de morph programas antes de ns comear a
tocarmos com seu rosto."
"Certo." Agarrando a moratria, Vspera foi para seu computador.
"Almndegas de coquetel! Frgido!" Mavis impediu uma da bandeja que
Summerset levou em. "Summerset, voc  o pice."
Seu rosto transformado. Sempre surpreendeu Vspera que ele podia sorrir
e sua rachadura de no rosto para pedaos. "Aprecie. Se voc gostaria de
qualquer outra coisa, s deixe-me conhecer. E o AutoChef tem estado
completamente reabastecido."
"Voc devia ficar e relgio." Mavis lanceou uma segunda almndega. "Ns
vamos fazer Dallas em outra pessoa."
"Isto," Summerset disse com seu sorriso indo magro e azedo como uma
fatia de limo quando ele glanced em direo a Vspera, " a resposta para
uma orao. E enquanto tentadora, eu deixarei voc para seu trabalho."
"Ele  tal kidder," Mavis disse quando ele saiu.
"Oh sim, ele realmente rachaduras mim em cima. Existe sua imagem,"
Vspera disse a Trina. "Eu preciso verificar alguns dados no outro quarto.
S deixe-me saber quando voc estiver pronto para mim."
Ela voltou em Roarke e estava encontrada com uma xcara de caf.
"Entretanto eu imagino que voc podia usar um bebida duro, eu assumi que
voc optaria para caf."
"Obrigado. Ela pegou trs casos, trs, cheios com seus dispositivos
horrorosos de tortura." Ela tomou um trago tonificante de caf. "Eu devia
concorrer a encargo aduaneiro arriscado pagar por este." Ela girou em
direo  tela de parede. "Vamos ver que ns temos."
Ela se debruou de volta em escrivaninha do Roarke e estudou as imagens
e dados, um por um.
Doutores, advogados, alunos, engenheiros, ela meditou. Ela assinalou um
no atualmente empregada com um secundria illegals ofensa em seu
registro.
"Ele no  um zango," ela disse, metade para ela mesma. "No algum
que est puxando um turno de oito horas. Ele precisa de tempo para seu
passatempo e ele pegou dinheiro. Ele  um profissional ou ele est s
vivendo de sua carteira. Whoa, espere. Computador, aumente imagem
fotogrfica atual."
Ela andou mais ntimo para a tela como o rosto encheu isto. E olhados
fixamente em olhos do Kevin Morano. "Este aqui anis comigo. Sim, eu sei
aqueles olhos. Kevin. Sim, voc est a, Kevin. Vamos ver ... To Mame
trabalhada no projeto. Nenhum pai listado. Ela era uma Relaes Pblicas
exec. Possua sua prpria firma agora. Londres baseado, com escritrios em
Nova Iorque, Paris, e Milan. Ele  uma s criana, e nasceu treze meses
depois que o projeto saiu de do cho. Interessante. Realmente interessante
como uma Relaes Pblicas exec arquiva um terno de molestamento
sexual, gotas ele novamente dentro seis semanas, concorda em ter os
registros fechados hermeticamente. E v embora com uma criana e
suficiente dinheiro para comear uma firma internacional."
Ela glanced atrs em Roarke. "A mulher que corre sua prpria firma de
relaes pblicas com aquele mbito, ela provavelmente precisaria de uma
imagem lisa bonita. Polida, sofisticado."
"Segue."
"Mulher tem uma criana, ento depois de um pouco escndalo no local de
trabalho vai aqui e l se estabelecendo uma companhia internacional."
"O payoff de McNamara e companhia devem ter sido considerveis."
Vspera movimentada a cabea. "Mas por que ela iria por com a gravidez?
Por que tenha a criana?"
"Talvez ela quis uma criana."
"Para que? Olhe para sua instruo. Ela o comeou de tempo integral s
trs. Todas as instalaes privadas. Internatos. E voc pode apostar seu
asno que outra pessoa estava fazendo a coisa de beb para os primeiros
trs anos. Ela no achou aquela companhia enquanto ela foi fraldas
variveis e carting uma criana ao redor."
"Alguns pais foram sabidos para," Roarke assinalou.
"Batidas mim como. Mas se ela fosse na coisa de me, ela no o teria
transportado fora de quando ele estava ainda chupando seu dedo polegar."
"Eu tendo a concordar com voc, entretanto nossa experincia nesta
limitada da rea particular. Se eu fosse especular, eu perguntaria-me se o
payoff no era ligado para ela indo por com a gravidez."
"Compre ela, compre a criana," Vspera imaginada. " uma continuao do
projeto de um modo. Resultados a longo prazo. Eu vou ter uma conversa
realmente fascinante com McNamara amanh. Olhe para mbito
educacional do Morano. Muito pesados no computador tech estudos. Monta.
Ele  nosso compu-geek. Eu preciso da imagem dos discos de segurana,
Arquivo do Moniqua Cline."
Atrs dela, Roarke fez a transferncia e exibio, tela de diviso.
"Voc conseguiu um morph programa em l?"
"Sim. Eu sei o que voc quer -- um minuto." Antecipando ela, Roarke se
sentou novamente, foi trabalhar. Ele comeou com o cabelo, copiando a
juba de bronze do assassino sobre moderado marrom do Kevin. Ele alterou
a forma do rosto, definindo mas do rosto, prolongando a mandbula.
Ento afundou o tom de pele para um sol-lavado bronze.
"Mgica," Vspera notou como as duas imagens refletidas um ao outro.
"No levantar no tribunal. Os advogados rasgaro morph ID para
fragmentos. At com Moniqua que testemunha sobre o nome, eles podem
menear. Ela estava seriamente drogada no momento e assim por diante.
Mas ele  ele. Os olhos so os mesmos. Ele mudou a cor, mas ele no podia
mudar o que est neles. Porque o que est neles no  nada. Nada. Copie e
salve imagem. Morano, Kevin, dados atrs na tela. Quem voc , Kevin?"
Morano, Kevin, 4 de abril de DOB, 2037. Cabelo marrom. Olhos azuis.
Altura cinco p onze polegadas. Peso cem cinqenta. Residncias atuais:
Cidade de Nova Iorque, Londres, Inglaterra. Emprego: Programador de
computador autnomo. Educao: Eastbridge Primeira Infncia
Preparatria. Mansville Preparatrio. Educao avanada: Tecnologia de
Harvard. Graduado, summa cum laude, 2058. Nenhum irmos. Condio
matrimonial: nica. Nenhum antecedente penal.
"Ele tem vinte e dois anos," ela declarou. "Ele  s vinte e dois. E ento 
neto do McNamara, que tambm foi para Eastbridge, Mansville Prep, ento
em diante para Harvard Mdico. Graduado summa cum laude em 2058.
Nenhum irmos," ela adicionou. "Mas eu aposto debaixo da pele, Kevin 
seu irmo. D-me seus dados, com imagem."
"Dallas?" Mavis espiou na entrada. "Ns somos aparecidos aqui."
"Segure isto." A vspera levantou uma mo como dados rolados do Lucias
na tela. "Quase a mesma altura e peso, tambm. D-me a imagem de do
Grace Lutz -- "
"Eu estou  frente de voc," Roarke disse a ela.
"Ele  melhor nisto," ela disse como as imagens correram lado a lado.
"Melhor em o que  atrs de seus olhos. Morph ele. No mostra nele o
mesmo modo. Ele  mais esperto, mais controlou, mais certo dele mesmo.
Ele seria o dominante."
Quando Trina veio para a porta. Mavis shushed ela. "Ela est trabalhando.
Frgido assistir."
"Eu posso girar Kevin. Oh sim, eu concha ele em cima amanh, feche ele
em Entrevista, aperte suas bolas at que eles viram purpreo. Ele vir logo
seu amigo."
Ela compassou de volta, estudou os rostos, considerou. "Talvez eu posso
rpido-conversa meu modo em uma procura e ocupo hoje  noite, leve eles
ambos, leve eles por surpresa. Mas se eles no tiverem o lab em premissas,
se eles no fizerem algum de seu trabalho interno, eles podiam livrar-se de
muita evidncia antes de eu perseguir isto."
"Voc tem DNA de duas das vtimas," Roarke lembrou a ela.
"No pode forar eles a dar a DNA prova a menos que eu carregue eles, no
pode carregar eles com que eu tenho. Se eu deslizar debaixo de e consigo
impresses ou DNA sem autorizao, eu perco eles no tribunal. Eu no
estou perdendo eles. Ns esperamos at amanh," ela decidiu. "Ento ns
fechamos eles."
"Ela no  o ult?" Mavis pediu a Trina.
"Sim, e seria melhor ela conseguir seu ltimo alvo na cadeira."
Vspera girada, e os olhos que tinha sido planos e esfriava mostrou a
sugestes de medo. "Isto somente , sabe, prtica. E ele  todos
temporrio. Voc no faz nada permanente para mim."
"Certo. Desnude-se fora da camisa. Voc precisa de maior tits."
"Oh Deus."
-=O=-***-=O=-
Enquanto Vspera estava conseguindo um encarecimento de peito
temporrio, Peabody era descer com uma tigela de sobremesa de no
leiteria congelada um pouco de marketing zumbe teve chamado Encanto
Gelado. Encharcado em chocolate-substitui xarope, no era metade ruim.
Ou ento Peabody decidiu como ela desprezou a parte inferior da tigela.
Ela lavou a tigela de forma que no estaria sentando l de manh para
lembrar a ela que ela teve absolutamente nenhuma fora de vontade.
Quando ela ouviu o golpe em sua porta que ela estava para desligar a tela
de entretenimento e cabea para a cama.
Se ele fosse um de seus vizinhos novamente, com uma reclamao sobre
barulho de outro apartamento, ela estava dizendo a eles para chamar um
policial. Ela estava de folga, condena isto, e precisou das seis horas sono
que ela teve vinda.
Uma olhada na tela de segurana fez sua boqueada em surpresa. Ela
destrancou a porta, abriu isto, e olhado fixamente para McNab. Seu lbio
era inchado, seu olho certo ostentou um impressionante mais tmido. E ele
estava molhado.
"Que diabo aconteceu para voc?"
"Eu tive um incidente," ele estalou. "Eu quero entrar."
"Eu tentei alcanar voc. Voc tem seus 'vnculos em mensagem somente."
"Eu estava ocupado. Eu estava de folga. Goddamn isto."
"Certa, certa." Ela andou de volta antes dele poder arado nela. "Ns
estamos em oh seiscentos. Ns pegamos uma fratura mais cedo hoje 
noite. Ns temos um op indo amanh. Dallas -- "
"Eu no quero ouvir sobre isto agora, certo? Eu posso ouvir sobre a
maldio op amanh."
"Adapte voc mesmo." Um pouco miffed, ela fecha a porta. "Suas botas
esto gritando."
"O que, eu no tenho orelhas? Eu no posso ouvir eles gritando?"
"O que rastejou em cima seu asno e nested?" Ela cheirou o ar. "Voc emitir
cheiro forte. O que voc tem bebido?"
"Qualquer que eu quero. Voc sairia de de minhas costas?"
"Olhe, voc  a pessoa que veio para minha porta bunged em cima,
molhado, e cheirando como o cho de um bar. Eu estava a caminho da
cama. Eu preciso ter algum sono."
"Multa, v para a cama. Eu no sei por que eu vim aqui de qualquer
maneira." Ele stalked para a porta, abriu isto. Slammed ele fecha
novamente. "Eu fui por do Monroe. Ns entramos nisto."
"O que faz que voc quer dizer voc ..." ela gaguejou. "Voc uma tido briga
com Charles? Voc  louco?"
"Talvez voc no pensa que ns temos qualquer coisa continuando, mas
voc est errado. Isto  isto, voc est errado. E eu vejo ele empurrando
Dr. Blonde em seu rosto, me urina fora de. Melhor coisa podia acontecer
para voc, em minha opinio, mas eu no gostei do modo que ele virou
voc."
"Virou-me," ela repetiu, confundiu.
"Voc termina com algum, voc faz isto praa. Ele se vai desculpar."
"Ele se vai desculpar?"
"O que so voc, um eco?"
Ela teve que se sentar. "Charles enegreceu seu olho e dividiu seu lbio?"
"Ele entrou um par de tiros." No mencionar que o intestino esmurrar que
teve ele levantando em cima a caseira bebida fermentada no canal gosta de
uma cabea de bebida fermentada comum. "Seu rosto no  to perfeito
hoje  noite qualquer um."
"Por que vocs todos esto molhados?"
"Dishy Dimatto era com ele. Ela esvaziou uma balde da gua em ns." Ele
empurrou seu entrega seus bolsos midos e pisados em torno do quarto em
suas botas rechinantes. "Eu teria o levado se ela no quebrasse isto. Ele
no devia ter tratado voc aquele modo."
Peabody abriu sua boca para explicar ela no tinha sido maltratada, ento
sabiamente fechou isto novamente. Sua me no levantou uma filha tola.
"No importa." Ela desanimar seus olhos em um desfalecimento doloroso
para esconder o profano cintilar neles.
McNab e Charles, lutando acima dela. Era muito mag para palavras.
"Inferno ele no faz. Se ele ajudar algum, eu penso que ele realmente
sentia muito."
"Ele  um sujeito agradvel, McNab. No o tipo que machuca ningum de
propsito."
"No muda a picadura." Ele ajoelhou abaixo na frente dela. "Olhe, eu quero
que ns voltemos junto."
"Ns reunimos-nos satisfatrio ontem  noite."
"Eu no quero dizer s nas folhas. Eu quero que ns levantemos o modo
que ns estvamos indo. Mas diferente."
Cautelosa agora, ela aliviou de volta. "Diferente como?"
"Exclusivo este tempo. E ns podemos, sabe, saia para alguns imaginam
lugares. Ele no  o nico que pode ser arrumado-se e tomou voc para ...
onde quer que. Eu no quero sair com qualquer outro, e eu no quero que
voc saindo com qualquer outro qualquer um."
Sua garganta conferida, mas ela tinha medo de tragar. "Ento, o que, voc
est me pedindo para ir fixo?"
Seu rosto foi quente, seus dentes trancados, e ele empurrou para seus ps.
"No importa. Derrube isto para demais beber." Ele balanou em direo 
porta novamente, quase chegou l.
"Sim." Ela levantou. Ela desejou que seus joelhos no estivessem batendo,
mas ela levantou.
Ele voltou, lentamente. "Sim o que?"
"Eu podia dar isto um tentar. Veja onde vai."
Ele aceitou em devoluo um passo. "Exclusivo?"
"Sim."
E outro. "Como um par."
"Certo."
Quando ela sorriu, ele se debruou em e a beijou. "Oh, cague!" Ento
sacudida atrs quando dor explodida em seu lbio. Ele blotted nele com a
parte de trs de sua mo, viu sangue fresco. "Conseguido qualquer coisa
para este?"
"Certo." Ela quis acariciar e abraar ele gostar de um filhote de cachorro.
"Deixe-me conseguir o kit de primeiros socorros."
Quando ela voltou em com isto, o anncio de boletim na tela pegou sua
ateno.
O corpo desnudo de um homem que flutua no Rio do Leste era descoberto
hoje  noite por trabalhadores de doca. Entretanto oficiais de polcia no
lanaram causa da morte, a vtima foi identificada como Dr. Theodore
McNamara.
"Inferno santo." Peabody soltou o kit com um rudo e feito correr para seu
'vnculo.
CAPTULO DEZESSETE
O corpo tinha sido transportado para o morgue e a cena de crime cordoned
fora de quando Vspera chegou. Os armazns afluram uma tira suja de
tijolo e concreto ao longo da fatia agitada entre acessaram estrada e rio.
E todo teve o claro desbotado, falsa da polcia ilumina.
A mdia emperrada em torno das barricadas e sensores como sbado 
noite hopefuls vying para ganhar admisso para um clube exclusivo. E
existia da mesma maneira que muito tagarela deles na forma de gritou
perguntas, demandas, e apelos.
Oficiais de Uniformed permanecido em como seguranas. A maioria de era
esperto suficiente para ignorar os apelos, promessas, e subornos para
informaes. Mas, Vspera soube, existiria um que debilitaria e pularia o
primeiro vazamento na represa de dados.
Aceitando isto como a relao natural entre cops e mdia, ela enganchada
seu distintivo em sua jaqueta e comeou muscling sua passagem.
"Dallas, eh, Dallas!" Nadine Furst beliscou seu cotovelo. "O que  o
negcio? Por que voc era chamado em? O que  sua conexo para
Theodore McNamara?"
"Eu sou um policial. Ele est morto."
"Vamos, Dallas." At na luz severo, Nadine conseguiu parecer vvido e
mquina fotogrfica-pronta. "Eles no mostrar voc para todo assassinato
na cidade."
Ela relampejou um bravo olha para Nadine. "Ningum me mostra. Agora
ande de volta, Nadine, voc est em meu modo."
"Certo, certa. Mas a palavra  isto parece que um robbery/murder. Isto 
seu toma?"
"Eu no sei nada ainda. Agora amigo ou no, voc move ou eu busto voc
para obstruo."
Nadine trocou de lado. "Algo est em cima," ela sussurrou para seu
operador de mquina fotogrfica. "Algo grande. Preste ateno. Eu vou
chamar meu contato no morgue, veja o que eu posso lisonjear fora. Assista
Dallas," ela adicionou. "Se ela estiver aqui, ela  o centro."
A vspera empurrou seus reprteres de passagem e gawkers. Ela pegou
uma brisa do rio agora, uma sujeira azeda no ar. O time da cena de crime
estava no trabalho, o fluorescente amarelo initials nas partes de trs de
suas jaquetas que chamuscam pelas luzes brancas duras. A viga do
poderoso portables derramado fora sobre o lanar-superfcie preta do rio de
forma que cintilou gosta de leo.
Ao ar livre, assassinato de noite, Pensamento de vspera, era preto e
branco.
Ela sinalizou para um uniforme. "Quem  primrio?"
"Detetive Renfrew. Sujeito pequeno, cabelo escuro, terno e gravata
marrons," ela adicionou com s uma sugesto de um zombar em sua voz.
"Isto o . De p com suas mos em seus quadris olhando para a gua gosta
do perp vai nadar fazendo o nado de costas."
A vspera estudou suas costas. "Certas. Desenhe-me um retrato aqui."
"Par das mos de doca manchada o floater. Disse que eles estiveram
tomando sua unio-sancionados fratura, e voc tem que figurar eles
estiveram usando o rio para um banheiro. Chamou isto s vinte e dois
trinta. Nove e onze visitante IDed ele mesmo como Deke Jones. O corpo
no tinha estado em longo ou ento o peixe no estava muito interessado.
Cabea severo e ferimentos faciais. Nenhuma roupas, nenhum jewelry, no
nada. IDed ele por suas impresses. Levou ele fora no vago morto mais ou
menos quinze minutos atrs."
"Este seu Oficial de rea de patrulha Lewis?"
"Sim, senhor. Meu companheiro e eu respondemos para os nove e onze.
Ns estvamos na cena dentro trs minutos. Os trabalhadores de doca
eram juntados ao redor gostam de um torro de sujeira, mas ningum
tocou o corpo. E, Tenente? Eu mencionei este para o detetive, mas ele no
pareceu interessado. Existe um relatrio de um fogo de carro sobre uma
metade milha daqui. Final de modelo lux sedan, nenhum passageiro. O
modo esta corridas atuais, podia estar o esvaziar ponto."
"Certo, obrigado. Renfrew vai dar a mim pesar, no ?"
"Sim, senhor." Lewis concordou. "Ele seguramente ."
A vspera no estava parecendo paciente, ela no estava se parecendo
diplomtica, mas ela disse a se que ela teria que ser ambas.
Renfrew girou nela aborda. Seu olhe lido rapidamente acima de seu rosto,
imerso brevemente at seu distintivo.
"Ningum chamou Policial Central neste." Seus ombros subiram e atrs,
como um pugilista tonificante para a primeira rodada.
Ela teve uma boa polegada nele em altura, e assistiu como ele dobrou seu
corpo adiante em seus dedes do p para compensar.
Oh sim, ela pensou, notando sua posio combativa, ele iria dar seu pesar.
"Eu no consegui a etiqueta de Central. Eu no estou contando com violar
sua relva, Detetive Renfrew. Conectada da sua vtima a um de meus casos.
Eu penso que ns poderamos ser capazes de ajudar um ao outro."
"Eu no preciso de sua ajuda, e eu no estou interessado em conseguir a
evasiva rpido de Central em meu caso."
"Certo, voc pode me ajudar."
"Voc est em minha cena de crime, e isso faz um de sobra distintivos ao
redor aqui. Eu tenho trabalhar fazer."
"Detetive, eu preciso saber o que voc tem neste momento."
"Voc pensa que voc pode puxar grau em mim?" Ele balanou mais alto
em seus dedes do p, picou um dedo nela. "Valse aqui e assuma o
comando de um assassinato de perfil alto assim voc pode conseguir seu
rosto espirrou por toda parte da tela novamente? Esquea isto. Eu sou
primrio aqui."
A vspera imaginada agarrar o dedo ele teve em seu rosto, curvando isto
atrs at o osso estalado. Mas ela manteve ela verbalizar nvel. "Eu no
estou interessado em tempo de tela, em puxar grau, ou em assumir o
comando de seu caso, Renfrew. Eu estou interessado em descobrir por que
um homem eu programei para entrevista formal amanh acabar morto no
rio. Eu estou perguntando a voc para alcanar com alguma cortesia e
cooperao."
"Cortesia e cooperao. Fuck isto. Quanta cortesia e cooperao voc
mostrou quando voc criticou severamente os-oito uns meses do par atrs?
Eu no alcano para cops que liga cops."
"Soe como voc tem assuntos, Renfrew. O-oito era uma baguna, e um
policial foi matana cops."
Ele bufou por seu nariz. "Ento voc diz."
"Ento eu digo. E agora mesmo mulheres de matana de algum que
pensam que eles esto saindo para uma noite agradvel. Seus vnculos de
caso para meu, ento ns podemos estar aqui e urinar em um ao outro ou
ns podemos compartilhar informaes que podiam fechar ambos os casos
depressa,"
"Isto  minha cena de crime." Ele picou um dedo nela novamente. "Eu digo
que apareo isto e que no faz. E eu quero voc. Remova voc mesmo ou
eu terei que voc removeu."
A vspera pegou ela entrega seus bolsos antes dela poder ceder o desejo e
o esmurrava. "Tenha-me removido, Renfrew." Ela cavou fora seu
registrador, assistido seu rosto vai vermelho e apertado que ela consertou
isto para sua jaqueta. "Oficialmente e em registro me tem removido de uma
cena de crime que est potencialmente ligado para uma investigao de
homicdio contnuo do qual eu sou primrio. Tenha-me removido depois que
eu perguntei a voc pela cooperao e cortesia para trocar informaes que
podem ajudar em ambas as investigaes."
Ela olhou o fixamente abaixo, esperados cinco zumbindo segundos. Ao
redor eles, cena de crime techs parou seu trabalho para assistir. "Tenha-me
removido," ela disse novamente, "mas antes de voc tomar aquele passo,
seria melhor voc pensar cuidadosamente sobre como tal ao assistir o
registro oficial, como ele vai tocar na mdia que esto de p nas
extremidades de sua cena, e como voc vai justificar tal um agir para seus
superiores."
"Desligue aquele goddamn registrador."
"Fica em. Ns somos passados fazendo este o modo fcil. Eu sou
identificado como Dallas, Vspera de Tenente, e pedido de voc, Renfrew
.." Ela soltou ela olhar para seu distintivo. "... Detetive Matthew, um
relatrio em sua investigao na morte de Theodore McNamara como esta
mesma individual era uma testemunha potencial, um suspeito potencial em
uma srie de homicdios do qual eu sou investigador primrio."
"Voc pode ler meu relatrio quando eu arquivar isto. Isto  tudo que eu
sou exigido para dar a voc, Tenente. Eu no tenho nada para dizer para
voc neste momento."
Quando ele stalked fora de, Vspera silvada fora uma respirao. Ela girou
para uma da cena de crime techs. "O que voc tem?"
"Ns no temos nada aqui. O corpo conseguiu tangled em algumas linhas,
caso contrrio continuaria continuar. Renfrew, ele  um dick. Ele devia ter
uma unidade que olha em cima-atual para o esvaziar local."
"Tempo da morte?"
"Dezessete e quarenta."
"Obrigado."
"Me, eu sou carregado com cooperao e cortesia."
Ela Peabody manchado e encabeado acima de. "Comigo." Ela foi embora
da multido, passou pela barricada em seu ponto mais magro. "Eu quero
que voc verifique em um automotiva torching, final de veculo de luxo de
modelo. Sobre uma metade milha daqui. Descubra quem que  registrado."
"Sim, senhor."
A vspera retirou-se sua prprio 'vnculo, ento viu McNab. "O que
aconteceu para voc?"
"Uma altercao leve." Ele tocou dedos cuidadosamente para seu olho
contundido.
"Peabody, voc estalou McNab?"
"No, senhor."
"Desde que voc est aqui e no esto no meio de uma altercao com meu
ajudante, voc verifica no torching. Peabody, confortveis em cima com
alguns dos uniformes, primeira na cena era Lewis e seu companheiro. Veja
o que mais voc pode conseguir deles. Evite o primrio. Isto  Detetive
Renfrew, o inflamado asshole."
"Voc estalou o inflamado asshole, senhor?"
"No, mas ele foi um telefonema de fim." Ela se virou e usou seu 'vnculo.
Quando o MIM respondido, sua voz era inarticulada com sono.
"Nossa, Morris, eu despertei voc?"
"O que  isto, voc nunca dorme muito ningum mais tem permisso para
?Que diabo tempo  isto?"
"Tempo para fazer um amigo um favor." Quando ele se sentou em cima,
trocou, Vspera estremeceu. "Homem, ou bloquear vdeo ou assistir as
folhas, no ?"
"Apesar de propaganda, eu oficialmente posso atestar que uma bolas do
homem so quase a mesma coisa como outro ." Mas ele twitched as folhas
atrs at sua cintura. "Mas quando voc fantasiar sobre mim mais tarde, e
voc ir, faz isto bom. Agora, o que voc precisa?"
"Voc tem uma vtima que verifica no morgue. McNamara, Theodore."
"Dr. Theodore McNamara?"
"Isto  aquele."
Morris assobiou. "Desde que eu estou conversando com voc, eu tenho que
assumir o doutor famoso no comprou isto de causas naturais."
"Ele recentemente sido arrancado fora do Rio do Leste, e ele no parece
que ele decidiu tomar um pouco nade."
"Se voc estiver chamando me perguntar para bandeira ele prioridade, voc
est desperdiando um favor. Nome de perfil alto, tratamento de perfil
alto."
"Isto no  o favor. Eu no sou primrio em este aqui, mas conectado do
McNamara a meus homicdios sexuais. Eu tive uma conversa com ele esta
tarde, e o teve registrado para formal amanh. Eu preciso de uma cabea
est-em cima na autpsia. Todos os dados do corpo e do primrio 
interao com o patologista atribudo."
"Por que o primrio no copia voc?"
"Ele no gosta de eu. Eu preciso dizer voc, meu so real machuca acima
disto."
"Quem  primrio?"
"Renfrew, Detetive Matthew."
"Ah." Morris plumped os travesseiros atrs dele, deitou de volta. "Territorial
pequeno bastardo, habilidades sociais pobres, e uma propenso para
recusar alargar seu enfoque."
"Em outras palavras, um inflamado asshole."
"Em outras palavras. Eu penso que eu entrarei e tomarei um olhar para o
recentemente passado eu mesmo. Eu voltarei para voc."
"Obrigado, Morris. Eu devo voc um."
"Sim, eu assim parte."
"Morris? O que  a tatuagem?"
Grinning, Morris bateu um dedo na ilustrao s debaixo de seu mamilo
deixado. "O Ceifeiro Horrendo. Um empregador de oportunidade igual."
"Voc est um homem doente, Morris." Ela clicou fora de. "Um homem
doente."
Ela manteve suas costas para os reprteres  medida que ela conversou, e
seu radar em cima. A maior parte deles, com nada alimentar em, estavam
escapando fazer rpido ao vivo-remotes.
McNab jogged at ela.
"Passeio e conversa," ela ordenou. "Eu quero manter claro da mdia. Uma
vez que eles fazem uma conexo, ns perdemos qualquer vantagem que
ns temos."
"Era sedan do McNamara. Bom e torched. NYFD est dizendo que existia um
qumico accelerant. RD-52.  um um tanto quanto cido inflamvel. Voc
consegue um flash, fogo estoura, e ele come direito pelo metal enquanto
queima. Realmente completo. A testemunha viu o flash, foi dar uma olhada-
v, e teve a presena de se importou de notar veculo abaixo ID antes de
evaporar. Cinco, mais dez minutos, ns no teramos tido nada."
"Espertos, mas no espertos suficiente. Eles deviam ter blasted fora do ID
antes deles torched isto. Pequenos enganos." Ela olhou de volta em direo
ao rio. "Roubo, meu asno. Quem rola um sujeito, at toma suas roupas,
ento desperdia um sedan de luxo? O que voc aposta McNamara pagou a
seu assassino uma visita depois que eu conversei com ele?"
"Eu pus o banco isto."
"Se Renfrew fosse menos de um moron, ns podamos embrulhar isto hoje
 noite." Olhando fixamente em distncia mediana, ela prestidigitou
possibilidades. "Dunwood no sabe que Renfrew  um moron. Renfrew
notificar prximo de famlia, mas isto  a esposa. Nenhuma razo para o
neto entrar em jogo l. E nenhuma razo para mim no pagar a ele uma
visita para expressar minha condolncia para sua perda e o questiona.
Lucias Dunwood. Consiga seu endereo. Vamos mexer ele."
"Voc conseguiu isto."
Eles separaram, e Vspera fez outro telefonema. Esta aqui para casa. "Oi."
Ela tentou um sorriso quando Roarke apareceu. "Eu acho que eles estejam
ainda l, huh?"
Como existia msica arranhada e o som de riso meio bbedo rolando acima
disto, Roarke acabou de encolher os ombros.
"Olhe, eu sinto muito que eu esvaziei isto em voc. Talvez voc devia
fechar voc mesmo em um dos quartos. Eles nunca acharo voc naquele
lugar."
"Eu estou considerando isto. Eu tomo isto que voc chamou deixar-me
saber que voc ser algum tempo ainda."
"Eu no sei quanto tempo. Muito continuando. Se eu no posso fechar isto
hoje  noite, eu necessidade quieta Mavis e Trina amanh. Talvez voc
devia fechar eles em um quarto."
"No se preocupar. Eu suspeito que eles desmaiaro logo o bastante."
"Existe isto. Espere." Ela girou para McNab. "O que?"
"Conseguiu um endereo, mas  falso."
"O que voc quer dizer, falso?"
"Eu quero dizer o endereo listado para Lucias Dunwood  a Casa Divertida,
Praa de Tempos. Eu sei porque eu gasto muito tempo l.  um grande e-
centro de diverso. Nenhuma residncia em premissas."
"Ele gosta de tocar jogos," ela respondeu. "D-me um pouco de quarto
aqui." Ela andou longe at que ela estava fora de earshot. "Escute -- "
"Voc gostaria eu de achar endereo real do Dunwood."
"McNamara teria tido isto. Eu no vou poder acessar seus arquivos daqui
porque os primrios nisto est tocando grande cachorro de cravo com a
investigao."
"Entendo." Roarke j era mudar-se da msica.
"Eu podia chamar Whitney e consigo liberao, mas isto  sujo. Mais, faz-
me sentir como um linguarudo ou algo."
"Mm-hmm."
"Eu podia etiqueta Feeney, e ele arranjaria autorizao por EDD, mas eu j
consegui uma pessoa fora da cama hoje  noite." Ela glanced atrs em
McNab. "Talvez mais."
"E eu j estou em cima."
"Sim. Tecnicamente ... bem, s lendo rapidamente os detalhes tcnicos, eu
sou autorizado para acessar alguns dados porque ele  um suspeito. Se
este dados inclui seus arquivos de endereo ou dados pessoais  discutvel,
mas eu teria liberao para ele de manh de qualquer maneira muito ..."
"Por que espere? Voc assim endereo agora, ou voc gostaria de continuar
racionalizando um pouco mais longo?"
Ela estourou uma respirao, notando que ele subiu para seu escritrio
enquanto ela tem conversado. "Eu s tomarei o endereo."
Ele deu isto para ela. "Oh, Tenente? Desde isto  s alguns quarteires
daqui, talvez voc far isto casa enquanto eu ainda tenho minha sanidade."
"Eu farei meu melhor. Ache que eu deva voc um, tambm."
"Esteja certo que eu colecionarei."
Ela quebrou transmisso, McNab Sinalizado. "Consiga Peabody. Ns
estamos movendo."
Ela estava quase para seu veculo quando ela viu Nadine, apoiando-se no
capuz e examinando suas unhas.
"Isto  propriedade da cidade que voc est descansando seu asno."
"Por que eles saem de seu caminho para fazer veculos oficiais to feios?"
"Eu no sei, mas eu estou comeando a estudar isto com meu Congressista
primeira chance eu consigo."
"Rumor  voc e Detetive Renfrew entrou em um pouco luta do poder."
"Rumores so seu departamento."
"Ento voc no ficaria interessado aquele rumor continua que ele  um
puxo e voc o corta abaixo bloodlessly." Nadine lanou seu listrado blonde
cabelo. "Mas voc pode ficar interessado em uma deduo, desde dedues
so seu departamento. Eu deduzo aquele Dr. Theodore McNamara toca nos
homicdios sexuais que voc est investigando, aquele roubo no teve nada
a ver com seu acabar no rio, e que voc tem uma idia muito boa que o
bateu sobre a cabea e rosto mais cedo hoje  noite. E quem que podem
ser ter um papel estrelando em seus homicdios."
"Isto est muito deduzir, Nadine."
"Voc confirmar?"
A vspera meramente entortou um dedo, foi embora. Quando o operador de
mquina fotogrfica caiu em passo atrs de Nadine, Vspera a parou com
um olhar fixo de ao.
"Espere por mim," Nadine disse a ela. "Ela est s fazendo seu trabalho,
Dallas."
"Ns somos todos s fazendo nossos trabalhos. Desligue o registrador."
"Registrador?"
"No desperdice meu tempo. Ns samos registro, ou voc no consegue
nada."
Nadine suspirou, fortemente e estritamente para forma, ento
desconectado o registrador trabalhado em seu alfinete de lapela de ouro.
"Fora de registro."
"Voc no vai no ar com qualquer coisa at que eu diga a voc."
"Eu consigo um um-em-um?"
"Nadine, eu no tenho tempo para negociar com voc. Para tudo que eu
conheo existe outro morto de mulher hoje  noite e achada de ningum ela
ainda. Voc vai em ar com suas dedues e pode existir um outro morto
amanh."
"Certo. Fica em segurar at que voc diga."
"Conectado do McNamara. Eu conversei com ele esta tarde. Ele no era
cooperativo. Eu acredito em que ele conheceu ou suspeitou a identidade do
assassino. Eu acredito em que ele confrontou aquele individual depois de
nossa conversao, e como resultado acabou um floater."
"Que s confirme minhas dedues."
"Eu no estou acabado. Eu acredito que a raiz destes assassinatos voltam
para um projeto sido parceiro por Produtos farmacuticos de J. Forrester e
Allegany quase vinte e cinco anos atrs. Sexo, escndalos, illegals abuso,
payoffs, e encobrimentos. Cave l para seu fundo e voc ser vrios passos
 frente das outras redes."
"McNamara era diretamente envolvido nas matanas?"
"Anos atrs ele gastou muito tempo, energia, e dinheiro tendo certeza
aqueles fatos, aes, e atividades criminosos que deviam ter sido parte do
registro pblico estava fechado hermeticamente. Ele recusou cooperar por
volunteering informaes pertinentes para a investigao do assassinato de
duas mulheres e o ataque em outros, ao invs optando reter aquelas
informaes. Ele matou eles? No. Ele  responsvel? Isto  um telefonema
de moral. Isto no  meu departamento qualquer um."
Nadine tocou em seu brao como Vspera virada. "Eu tenho um contato no
morgue. McNamara era atingia vrios sopros na cabea e enfrentava quase
uma hora antes dele morrer. Um ferimento defensivo, pulso certo.
Enquanto os danos iniciais vieram de um instrumento cego mais ou menos
oito polegadas largas, o sopro mortal era entregue por uma arma diferente.
Um objeto de metal longo, esbelto como uma alavanca ou ferro de pneu
que poderiam ser achados no kit de ferramenta de um carro."
Ela pausou. "Eu acredito na cortesia e cooperao de informaes
compartilhadas."
"Eu realmente odeio saber aquela frase vai seguir-me ao redor pelas
prximas seis semanas."
Vspera caminhado atrs para o carro. "Backseat, McNab."
"Como venho para que eu no posso me sentar na frente? Eu excedo a em
importncia. E minhas pernas so mais longas."
"Ela  meu ajudante, voc  lastro." Ela subiu em, e no falou novamente
at McNab parou de murmurar e organizou ele mesmo no backseat. "Ns
vamos pagar uma visita para Lucias Dunwood."
"Como voc conseguiria o endereo?"
Ela glanced em McNab no rearview espelho. "Eu tenho meus modos de
averiguar dados. Peabody, voc entrar comigo. McNab, voc ficar no
veculo."
"Mas -- "
"Eu entro com um uniforme, no um uniforme e um detetive. E no um
detetive que parece com que ele gastou sua noite que briga nas ruas. Voc
ficar para trs, com seu Communicator abre como meu ser. Se ns
chocarmos-nos com qualquer dificuldade, voc pede auxlio, ento, usando
seu julgamento, decida se voc espera por aquele auxlio ou entra e ajuda.
Agora eu quero que voc consiga me para outro endereo. Kevin Morano."
Fazendo o melhor de coisas ele retirou-se seu PPC e esticou seu
comprimento no backseat. "Eh, existe um bar de doce batido para a parte
de trs da cadeira do passageiro."
At como Peabody rodou ao redor para tentar olhar, Vspera trancou seus
dentes. "Primeiro que toca isto consegue seus dedos arrancados e obstruiu
seu nariz."
Peabody pulou de volta em posio. "Voc est acumulando doce."
"No  um monte.  uma emergncia fornece, que o ladro de doce furtivo
que continua invadindo meu escritrio no achou ainda. E se ele ou ela
achar isto, eu saberei por que." Ela significativamente pausou. "E voc
pagar."
"Eu sou de regime de qualquer maneira."
"Voc no precisa para dieta, Ela-Corpo. Voc  uma fmea certa justa."
"McNab?" A vspera disse.
"Sim, senhor."
"Feche."
"Est tudo bem, Dallas. Ns somos um par."
"Um par do que? No, no diga a mim. No converse comigo. No converse
um com o outro. Deixe existir silncio atravs da terra."
Peabody conseguiu amortizar um riso silencioso, ento tentado ajustar o
clima controlar manualmente.
" busted. Feche."
Declarao nada, Peabody abriu sua janela.
McNab trocou atrs. "A permisso falar em negcios oficiais, senhor?"
"O que?"
"Endereo do Kevin Morano. Estdio de Yankee. Voc quer que eu contacte
Roarke e ele ... eu ter querer dizer," ele emendou quando ela glared no
rearview, "voc quer implementar seus modos de averiguar dados?"
"No. Eu sei onde ele vive."
Quando ela parou na frente do principal velho brownstone, era depois de
uma da manh A casa era escura mas para o vermelho pinprick de leve no
sistema de segurana armada.
"Voc  armado, McNab?"
"Meu de folga stunner."
"Mantenha isto fixar em baixo, mantenha seu Communicator aberto. No
aborde a casa a menos que eu sinal voc para fazer isso. Vamos, Peabody,
vamos ir despertar esta picada."
Ela cruzou a calada. Quando ela andou sobre o primeiro degrau de pedra,
o sistema de segurana entrou em uma advertncia zumbir. Ela apertou o
sino. Imediatamente luz lavada abaixo de despesa e o sistema de
segurana continuaram primeiro alerta.
Voc est atualmente debaixo de vigilncia. Por favor declare seu nome e
seus negcios. Qualquer tentativa para entrar nas premissas ou dano de
causa para mesma, e este sistema imediatamente notificar a polcia e o
relgio de bairro.
"Tenente Dallas, NYPSD." Ela segurou seu distintivo at a tela de viso. "Eu
preciso falar com Lucias Dunwood relativo a uma polcia importa."
Um momento, por favor, enquanto sua identificao est processada e
verificada... Por favor espere enquanto Sr. Dunwood  informado de seu
pedido...
"Tenente, faz que voc pensa -- "
A vspera trocou seu corpo sutilmente, e andado em p do Peabody
debaixo de alcance de mquina fotogrfica. "Eu penso que  difcil tendo
que despertar Sr. Dunwood dizer a ele sobre a morte do seu av. Mas
existe nunca um bom tempo para notcia dura, e nenhum ponto em esperar
pela manh dar isto."
"No, senhor." Peabody passou sem tocar sua garganta, fixa uma expresso
sbria em seu rosto como ela percebeu que ela estava sendo informado que
eles estavam provvel debaixo de udio como tambm vigilncia de vdeo.
Levou vrios minutos antes da luz nas janelas de andar trreo relampejou
em. Ela no ouviu fechaduras sendo desembaraada, que disse a ela a
porta era completamente soundproofed. Caladamente Abriu, e ela
conseguiu seu primeiro olhar para Lucias.
Seu cabelo vermelho claro era desordenado. Ele vestiu uma longo branco
noite-bata belted livremente na cintura. E deu a todo aparecimento de um
homem jovem s despertado fora de sono, e perplexo sobre a razo por
que.
"Eu sinto muito." Ele piscou owlishly. "Voc  a polcia?"
"Sim." Ela ofereceu a seu distintivo novamente. "Voc  Lucias Dunwood?"
"Est certo. Sobre o que isto ? Existe alguma dificuldade no bairro?"
"No que eu estou ciente. Ns podemos entrar e falar com voc, Sr.
Dunwood?"
"Certo. Desculpe, eu estou um pouco punchy." Ele andou de volta,
gesticulou eles em um foyer largo com chos de mrmore que arde debaixo
das luzes de um trs-lustre de prata amarrada. "Eu tenho estado na cama
umas horas. Eu no estou acostumado a ter a polcia vir para minha porta."
"Eu sinto muito perturbar voc to tarde. Eu tenho algumas notcias difceis.
Poderia ser melhor se ns nos sentssemos."
"Que tipo de notcias? O que est errado?"
"Sr. Dunwood, eu sinto muito dizer a voc que seu av est morto."
"Meu av?"
A vspera assistida com admirao relutante  medida que ele empalideceu,
ergueu uma mo que tremido muito ligeiramente para seu lips. "Morto?
Morto do meu av? Existia um acidente?"
"No, ele era assassinado."
"Assassinou? Oh Deus, oh meu Deus. Eu preciso me sentar." Ele fez isto at
onde um banco de prata longa no foyer, ento desmoronado nisto. "Eu no
posso acreditar nisto.  como eu estou sonhando. O que aconteceu? O que
aconteceu para ele?"
"Seu av era achado no Rio do Leste mais cedo hoje  noite. A investigao
em sua morte  em andamento. Eu sinto muito para sua perda, Sr.
Dunwood, mas nos ajudaria se voc responderia algumas perguntas."
"Claro. Claro que eu irei."
"Voc est aqui s?"
"S?" Sua cabea surgiu e ela viu suspeita passar depressa acima de seu
rosto antes dele abaixar isto novamente.
"Se voc estiver s, talvez existe algum que voc gostaria de meu
ajudante para chamar. Para ficar com voc."
"No. No, eu estou certo. Eu estarei certo."
"Quando seja a ltima vez que voc viu seu av?"
"Ele tem estado fora, alguns consultam negcios fora de planeta. Eu
suponho tem sido vrias semanas."
"Ele fez naquele tempo expressa para voc algumas preocupaes, alguns
medos para sua segurana?"
"Por que no." Lucias olhou em cima novamente. "Eu no entendo."
"Existe uma possibilidade que seu av foi morto por algum que ele soube.
Um indicador de carro em seu nome era fixado queimando s horas antes
de seu corpo ser achado. O carro era estacionado prximos aos modos-
caminhos de lanadeira fora do Leste Um e quarenta-trs. Voc est ciente
de alguns negcios que o levariam para aquela rea?"
"Nenhum qualquer. Seu carro era fixado queimando? Isso soa como --
como um pouco de tipo de vendetta. Mas Av era, ele era um humanitrio,
um grande homem que dedicada sua vida para medicina e pesquisa. Este
tem que ser algum engano terrvel."
"Voc est estudar ser um doutor?"
"Eu estou tomando uma licena de instruo agora mesmo." Ele apertou
seus dedos para seu templo, cobrindo a maior parte de seu rosto. E Vspera
estudou a cabea esculpida do drago na safira no anel de ouro misturado
em sua mo direita.
"Eu quis que tempo para pensar, explorar, decidir o que rea de medicina
me adaptaria melhor. Meu av ..." Sua voz sem dinheiro, ele olhou. "Ele sai
grandes pegadas para encher. Ele era meu mentor, minha inspirao."
"Eu estou certo que ele estava muito orgulhoso de voc. Voc foi fechou
ento?"
"Eu acho. Ele era maior que vida, um homem que dirigiu ele mesmo para
superar. Eu espero ser merecedor de sua memria. Para fim como isto,
associou-se o rio como ... esgoto. Meu Deus, ter sido desnudado-se de sua
dignidade no fim de sua vida. Como ele odiaria isto. Voc tem que achar
que fez este para ele, Tenente. Eles tm que pagar por que eles fizeram."
"Ns acharemos eles, e eles pagaro. Eu sinto muito, mas eu tenho que
perguntar,  procedimento de padro. Voc pode responder por seu
paradeiro hoje  noite, entre as horas de sete e meia-noite?"
"Meu ... Cristo. Eu no pensei... Eu seria uma espcie de suspeito. Eu
estava em casa aqui at mais ou menos oito e trinta. Ento eu sa para um
clube. Eu no realmente conversei com ningum. No viu ningum muito
interessante. Eu tenho pulado ... Certo, eu confesso. Eu pensei que eu
poderia levantar uma menina pela noite, mas ele no descobriu. Eu voltei
para casa cedo. Dez e trinta, eu diria. Meu sistema de segurana verificaria
isto."
"Ento voc estava s, essencialmente?"
"Eu tenho uma casa droid." Ele chegou a seus ps. "Eu posso pegar isto.
Voc pode questionar isto sobre quando eu parti, quando eu voltei. Oh, e eu
tenho um recibo de dinheiro para bebidas. Eu estou certo que eles so
tempo e estamparam. Isso ajudar?"
"Muito. Ns s passaremos sem tocar este em cima assim ns podemos
partir na investigao."
"Qualquer coisa que eu posso fazer. Qualquer coisa ajudar. Eu conseguirei o
droid. E enquanto voc est fazendo o interrogatrio, eu conseguirei o
recibo. Eu estou certo que eu peguei isto em meu bolso."
"Aprecie isto. Oh, eu devia dizer a voc seu endereo  mis-listado nos
arquivos da cidade."
"Com licena?"
"Seu endereo, existe um erro. Eu consegui seu local correto de arquivos do
seu av. Voc poderia querer ver para aquele, quando voc conseguir a
chance."
"Que estranho. Sim, eu cuidarei disto. Com licena s um minuto."
Ele conseguiu o droid, no tendo nenhuma re-programao cuidadosa do
dvida Kevin e falsificou entrada seguraria. Mas seus punhos eram clenched
quando ele andou a passos largos em seu quarto. Kevin apressou em atrs
dele.
"Voc disse que eles nunca identificariam o carro."
"Bem, eles fizeram," Lucias atirou de volta. "Mas ele no importa. Tudo
multa. Parea com  da mesma maneira que bem aquela cadela estpida
no apareceu a Jean-Luc hoje  noite. Eu no teria isto." Ele arrastou o
recibo fora de seu trouser bolso. "Alibied ao redor, e tocando o chocado e
lamentando neto."
"Que tal me?"
"Eles no sabem sobre voc, e no existe nenhuma razo que eles deviam.
No existe nenhuma conexo entre este e o projeto at onde o cops esto
preocupados. E nenhuma conexo que pode ser provada entre mim e morte
do meu av. S fique acordado aqui e ficar quieto. Eu sou manipulao
este."
Ele se apressou abaixo novamente. "Tenente, em meu bolso, da mesma
maneira que eu pensei." Ele deu Vspera o recibo.
"Multa. Eu gostaria de meu ajudante para fazer uma cpia deste para os
arquivos."
"Claro."
Ele esperou enquanto Peabody esquadrinhou o recibo. "Existe qualquer
outra coisa que eu posso fazer? Qualquer coisa mesmo?"
"No neste momento. Ns estaremos em toque."
"Voc me deixar saber se voc -- quando voc achar que fez isto."
"Voc ser o primeiro," Vspera prometida.
Ela caminhou de volta para o carro, deslizou atrs da roda. "Filho de sangue
frio de uma cadela. Ele estava apreciando isto."
"Droid podia ter sido reprogramado," McNab disse do backseat. "Mesma
para a segurana. O sujeito que tem estado fazendo o e-trabalho podia ter
feito ambos. Seria bolo."
"Ainda, ns no tivemos muito fora dele," Peabody reclamou.
"No ?" A vspera bateu seus dedos na roda. "Eu nunca disse nome do seu
av e ele nunca perguntou. Ele tem os requeridos dois, ambos os residentes
da Cidade de Nova Iorque. Mas ele nunca perguntou qual estava morto.
No teve que perguntar. E aquele pedao sobre ser desnudado-se de sua
dignidade no fim de sua vida. Isto  s o que ele fez. O que ele com
inteno de fazer. E ele fora-achado ele mesmo por no s dizendo seu
camarada e housemate Kevin era com ele parte da noite. No quis
compartilhar o refletor."
"Eu acho que ns conseguimos mais fora dele que eu pensei."
"Est certo. Pequenos enganos."
CAPTULO DEZOITO
Roarke encontrou eles na porta. S levou olha se para rosto da Vspera
para confirmar sua suspeita que ela estava correndo em fumo. Naquele
momento, ele teria preferido fechar a porta em rostos do Peabody e McNab,
scooping sua esposa em cima, e a despejando na cama.
Porque ela l algo de seus pensamentos, Vspera cutucou todo mundo do
lado de dentro. "Era mais rpido para trazer eles aqui."
"Ns podemos pegar um o centro da cidade de txi," Peabody disse,
sacrificando os encantos de se refestelar em um dos magnficos camas por
algumas horas.
"No seja tolo." Roarke leu rapidamente cabelo da Vspera de um dar, um
gesto sutil de certeza. "Ns temos bastante quarto. Cujo punho voc
chocou-se com, Ian?"
"Do Monroe." Ele smirked e enviou seu lbio dolorido pulsando. "Ns
chocamos-nos com um ao outro ."
"No  nada para alardear sobre." Vspera desnudada-se fora de sua
jaqueta. "Impacto aqui. A instruo especfica est em oh seiscentos de
qualquer maneira. Escolha uns quartos nos lados opostos da casa."
"Aw" era todo Peabody disse.
Rindo, Roarke bateu levemente seu brao. "Ela no quer dizer isto."
"Faa, tambm," Vspera respondida. "Mavis e Trina?"
"No charco, junto com Leonardo, que chegou mais ou menos duas horas
atrs. que eu retirei-me calmamente quando eles decidiram estava na hora
de para corridas de revezamento desnudas."
"Eles so desnudos?" McNab recuperou direito. "Molhado e desnudo? Sabe,
um rpido nade seria bom. S um pensamento de transcurso," ele
murmurou quando Peabody enrolou seu lbio.
"Terminado do Playtime. Cama." Vspera apontada em cima os degraus.
"Ns temos um importante op amanh, e eu quero voc dois fresco. Onde
esto as sereias e amigo bunking?"
"Oh, aqui e l," Roarke disse facilmente. "Por que voc no sobe? Eu
povoarei nossa companhia."
"Bom. Eu tenho algum remanescer de coisas para correr antes de eu girar
em." Ela recomeou atividades os degraus. "E eu no quero ouvir o batedor
de pequenos ps que me movem furtivamente em torno dos corredores."
"Ela  to rgida," Peabody disse debaixo de sua respirao.
"Cansada e cruz  o que ela . Agora, por que ns no tomamos o
elevador." Roarke gesticulou. "Eu penso que voc gostar das acomodaes
que eu tenho em mente. Bastante quarto para dois."
A vspera foi para seu escritrio primeiro, educou um diagrama de
Greenpeace Estaciona. Depois de destaque o local de piquenique, ela deixa
o computador selecionar os locais mais estratgico para seus homens. Ela
veria se ela concordasse -- depois de algumas horas de sono.
Ela listou os homens que ela quis para a operao, transmitiu a ordem, e
copiou Whitney.
Um chuveiro, ela decidiu quando sua vista borrada. Talvez um chuveiro
lavaria alguma da nvoa fora de seu crebro assim ela podia pr outra
hora.
Ela estava cambaleando no quarto quando seu bolso-vnculo buzinado.
"Dallas."
"Figurou que eu iria etiqueta voc no porttil." Morris imensamente
bocejou. "Nosso convidado hoje  noite passado este avio de existncia s
sete e quarenta. Previamente, ele teve uma altercao desagradvel com
um objeto cego. Esta altercao teria resultado na morte dentro de uma
hora, talvez um Tad menos. O termo mdico estaria tendo se  crebros
batidos."
"Conseguiu isto." Muito cansado para permanecer, ela se sentou no brao
do sof no sentar rea. "Eu odeio ser o quebrar este para voc, Morris, mas
eu j consegui os dados de uma fonte de mdia. Voc tem uma fofoca em
sua casa."
"No! Por que, eu estou chocado e pasmo. Um oficial da cidade vazando
informaes para a mdia. O que o mundo est vindo ?"
"Voc  um fucking alma jovial."
"Ame seu trabalho, ame o mundo. Eu no imagino seu contato de mdia
teve bastante tudo, como eu acabei de conseguir o tox resultados."
Ela agitou sua cabea clara como Roarke entrou no quarto. "Ele era
drogado?"
"Entre os insultos iniciais e a golpe sbito de graa, o doutor recebia um
estimulante."
"Eles tentaram o reavivar?" Seus pensamentos confundidos, ento passado
sem tocar na frente de Morris poder responder. "No, isso no faz sentido.
Eles quiseram o manter vivo um pouco mais longo."
"D  senhora uma panda cheia. A substncia usou estimula o corao, e
est depressa absorvido. Se ns o consegussemos aqui vinte, trinta
minutos mais tarde, ns no teramos achado um rastro disto."
"Eles o mantiveram vivo assim eles podiam o conseguir para local de um
esvaziar e o matarem l. Ele teria morto de qualquer maneira, certo, da
batida inicial?"
"Sem a ateno mdica imediata, sim. E at ento suas chances eram
mnimas. Ele certamente teria afogado sem aquele sopro final."
"Ento eles quiseram dar a ele aquele ltimo tiro. Quando ele era
inconsciente, impotente. Desnudada-se de sua dignidade."
"Voc tem voc mesmo clientes srdidos poderosos, Dallas. Eu estou
enviando os dados para nosso amigo mtuo Renfrew. Sua teoria de roubo
no corta a mostarda."
"Obrigado. Eu aprecio voc manipulao esta voc mesmo."
"Parte justa de nosso pacote de luxo. Tenha algum sono, para causa do
Cristo doce, Dallas. Eu tenho clientes aqui que parecem mais espertos que
voc."
"Sim, eu farei isto." Ela quebrou transmisso, ento se acabou de sentar,
olhando fixamente abaixo em seu 'vnculo. Ela piscou de volta quando
Roarke lanou seu equipamento de arma. "Voc pe eles em um quarto
junto, no ?"
"Voc no tem mais para se preocupar sobre que as atividades sexuais de
seus subordinados?"
"Meus subordinados vm para arrastando seus asnos na instruo especfica
porque eles gastaram o que  remanescentes da noite tocando esconde o
salame... O que voc est fazendo?"
"Tirando suas botas. Voc est indo para a cama."
Ela olhou fixamente abaixo no topo de sua cabea. Jesus, o homem teve o
cabelo mais incrvel ... Todo preto e silky, ela pensou como sua vantagem
para se refestelar. Ento voc acabou de querer enterrar seu entrega isto.
Seu rosto nele e ...
Ela estalou de volta. "Eu vou agarrar um chuveiro e consigo outra hora."
"No, Vspera, voc no ." O temperamento chiado em sua voz como ele
lanou suas botas de lado com s suficiente fora para ter eles salto e
skitter. "Eu no estou de p aqui assistindo enquanto voc fica doente. Voc
vai para a cama por conta prpria, ou eu bato voc fora e ponho voc l."
Ela carranca nele. No era freqentemente a ira mostrou, aquela violncia
quente e borbulhantes eles dois souberam vivido dentro dele. Vendo isto
pulo, ela soube que ela deva olhar todo pedao to roto quanto Morris
indicou.
"Eu vi seu rosto. Eu olhei em seu rosto." Ela quietamente falou. "Eu no
posso dormir, Roarke, porque eu verei isto." Ela apertou seus dedos para
seus olhos, ento rosa. "Eu olhei para ele, e se eu no soubesse o que ele
era, eu no teria visto isto."
Ela foi embora, arrastado abre uma janela. Respirou. "Ele  jovem. Seu
rosto est ainda um pouco suave em torno das extremidades. Seu cabelo
est todo vermelho e ondulado como, eu no sei, boneca da bonita criana
ou algo. Ele matou hoje  noite, tomada uma vida -- uma vida conectada a
ele por sangue -- com deliberao e premeditao e violncia de extremo. E
ele se sentou l conversando comigo. Teary. Arrependido. Ele tocou isto
perfeitamente, e eu no teria visto isto. Eu no teria visto o que estou
nele."
Ele odiou ouvir a fadiga em sua voz, e mais o desnimo que ghosted por
isto. "Por que devia voc?"
"Porque eu estava assistindo para isto, e no estava l." Ela girou de volta.
"Ele apreciou isto. Eu sei isto, em meu intestino, mas eu no vi isto em seu
rosto, no viu isto em seus olhos. Ele era ... entretido. Eu ergui as estacas
para ele novamente. Mesmo jogo, novo nvel.
"Eu quis o machucar," ela continuou. "Pessoalmente. Eu quis carneiro meu
punho em seu rosto at que eu apaguei isto. Apagou ele."
"Ao invs voc foi embora." Ele cruzou para ela, certa ela era desavisada
que suas bochechas estavam molhadas. "Porque voc o apagar o parando,
pondo ele em uma gaiola para o resto de sua vida. Vspera." Ele emoldurou
seu rosto em suas mos, escovados nos midos com seus dedos polegares.
"Bem Vspera, voc  esvaziado, completamente para o osso. Se voc
descansar no faz, quem suportar aquelas mulheres?"
Ela ergueu suas mos para seus pulsos. "O sonho eu tive, o ltimo, com
meu pai de p l sangrando de dzias de buracos eu pus nele. Ele disse que
eu nunca seria libertado dele. Ele era certo. Voc leva um abaixo e um
outro est a mesmo. A mesmo esperando. Eu no posso dormir, porque eu
verei eles."
"No hoje  noite." Ele a desenhou em. "Ns no deixaremos eles entrar
hoje  noite. Se voc no dormir ..." Ele escovou seu lips acima de seu
templo. "... Voc descansar."
Ele a escolheu em cima, levadas suas costas para o sof.
"O que ns estamos fazendo?"
"Ns assistiremos um filme," ele disse a ela.
"Um filme. Roarke -- "
" algo que voc no faz suficiente de." Ele a deitou abaixo, selecionou um
disco de filme. "V do lado de fora voc mesmo e em fictcio. Dramas ou
comdias, joys e duelos que puxam voc longe de seu prprio para um
pouco de tempo."
Ele voltou, deslizou atrs dela, e dobrou sua cabea em seu ombro. "Eu
disse a voc sobre este aqui, Pista de Magda. Me tirou de minhas prprias
misrias uma vez."
Pareceu to bom para estar com ele, ter seu brao enganchada cozily ao
redor sua cintura. A msica de abertura varrida no quarto, cor e fantasia
rodadas na tela. "Quantas vezes voc viu isto?" Ela perguntou a ele.
"Oh, dzias, eu suponho. Shh. Voc faltar as linhas de abertura."
Ela assistiu, e quando suas tampas inclinadas, ela escutou. Ento ela
dormiu.
-=O=-***-=O=-
Quando ela despertou, estava quieto, e era escuro, e seu brao estava
ainda ao redor ela. A fadiga quis arrastar suas costas, mas ela legou isto
atrs e aumentou seu pulso para verificar o tempo.
J depois de cinco, ela pensou. Ela teve umas slido trs horas sono, e teria
que ser suficiente. Mas quando ela comeou a mover, Brao apertado do
Roarke.
"Tome alguns minutos mais."
"No pode. Vai levar uma metade hora no chuveiro para bater meu crebro
atrs em formar. Eu pergunto-me se eu posso tomar banho anunciando."
" chamado um banho."
"No o mesmo."
"Por que voc est sussurrando?"
"Eu no estou sussurrando." Ela passou sem tocar sua garganta. E sentiu
como se ela tragasse lascas de vidro. "S um pouco rouco."
"Luzes em, dez por cento." No brilho escuro ele a cutucou sobre ela atrs.
"Plido como um fantasma, tambm," ele disse e deitou uma mo em sua
sobrancelha. Algo como pnico atropelou seu rosto. "Eu penso que voc
est correndo uma febre."
"Eu no sou." Se ele pudesse sentir pnico no pensamento de enfermidade,
ela podia sentir medo. "Eu no estou doente. Eu no fico doente."
"Voc no dorme mais que um punhado de horas em uma semana e vive de
caf, voc fica doente. Condene isto, Vspera, voc sabotou seu sistema
imunolgico uma vez muito freqentemente."
"Eu no tenho." Ela comeou a se sentar em cima, ento estatelado atrs
quando o quarto girado. "Eu estou s conseguindo meus portes."
"Eu devia amarrar com correia voc na cama pela no prximo ms. Voc
precisa de um guardio sangrento." Ele rolou fora do sof, andou a passos
largos para o vnculo da casa.
"Eu no sei o que voc est to urinado fora sobre." Sua voz foi perilously
perto de um lamento, e a intimidou. "Eu sou s um pouco mormacento
ainda."
"Voc fixa um dedo do p nico fora daquele sof, e eu estou arrastando
voc para o doutor."
"Voc s tenta isto, camarada, e ns veremos que precisa de ateno
mdica." Desde a ameaa terminou em um ofegar, no era particularmente
efetivo.
Roarke simplesmente glared nela, e estalada no 'vnculo. "Summerset.
Doente da vspera. Eu preciso de voc em cima aqui."
"O que? O que voc est fazendo?" Ela se empurrou em cima, quase ganhos
seus ps na frente de Roarke stalked atrs e a segurou abaixo. "Ele no
est me tocando. Ele deita uma mo em mim e eu estou batendo voc dois
sangrento. Onde  minha arma?"
" ele ou o centro mdico."
Ela chupou em ar. "Voc no  o chefe aqui."
"Prove isto," ele desafiou. "Tire-me."
Ela empurrou em cima, ele a empurrou de volta. Ela criou novamente, e
este tempo pumped seu punho em sua barriga.
"Est satisfazendo ver voc ter algum remanescer de fora, ainda que isso
era uma menina esmurra."
O insulto quase prestou seu mudo. "A primeira chance, a primeira chance
eu consigo, eu sou tying seu dick em um lao."
"Isso no ser divertido?" Ele examinou como Summerset entrou. "Ela est
correndo uma febre."
"Eu no sou. Voc no me toca. No deite uma mo -- " Ela amaldioou,
lutou, quando Roarke a escarranchou e alfinetou seus braos,
"Tal infantilidade." Summerset cacarejou sua lngua, deitou uma mo em
sua sobrancelha. "Ligeiramente elevado da temperatura." Ele danou seus
dedos longos debaixo de sua mandbula, ao longo de sua garganta. "Estique
sua lngua."
"Vspera." A palavra nica do Roarke era encharcada em advertncia como
ela apertou seu lips firmemente junto. Ela esticou sua lngua.
"Voc tem alguma dor?" Summerset perguntou a ela.
"Sim, em meu asno. Eu chamo isto Summerset."
"Eu vejo sua genialidade divertida no sofreu. S um pouco de um
percevejo," ele disse para Roarke. "Devido, eu imagino, para esgotamento,
tenso, e hbitos juvenil de comer. Ns podemos repelir isto, e trate os
sintomas. Eu irei conseguir o que ela precisa. Ela far melhor com um dia
ou duas na cama."
"Saia de de-me," ela disse em uma voz baixa, clara quando Summerset
saiu. "Agora mesmo."
"No." Seus braos estavam tremendo debaixo de seu aperto, e ele no
pensou que era todo de temperamento. "No at que ns lidamos com este.
Voc est frio?"
"No." Ela estava congelando. E a luta lamentvel ela ps em cima acordou
dores em todos lugares.
"Ento por que voc  shivering?" Ele mordeu fora de um juramento,
impediu um arremesso da parte de trs do sof e teve isto Lanado acima
dela antes dela poder empurrar a ordem de crebro at corpo para mover.
"Condene isto, Roarke, ele vai voltar e cutuca em mim, e tente me fazer
bebida uma de suas bebidas fermentadas misteriosas. Eu necessidade justa
um chuveiro quente. Deixe-me. Tenha um corao."
"Eu fao, e ele  seu." Ele abaixou sua sobrancelha para sua. "Isto  o
problema."
"Eu estou me sentindo melhor. Realmente." Era uma mentira, mal
executada como sua voz estava comeando a tremer. "E quando eu fechar
este caso, eu tomarei um dia. Eu dormirei por vinte horas. Eu comerei
legumes."
Ele teve que sorrir. "Eu amo voc, Vspera."
"Ento no o admita de volta aqui." Seus olhos que tem rodas como ela
ouviu as portas de elevador aberto. "Ele est vindo," ela sussurrou. "No
nome de tudo santo, salve-me."
"Ela precisa se sentar em cima." Summerset fixa uma bandeja na mesa.
Nele era um vidro de lquido lcteo, um trio de tabletes brancos, e uma
seringa de presso.
A vspera deixa se ir mancar, e quando Roarke aliviou de volta, ela pulou.
Era uma batalha suada, mas uma pequena. Sem rebater uma pestana,
Summerset andou acima de, belisco seu fim de nariz, soltou os tabletes
em sua boca, e perseguiu eles abaixo sua garganta com o lquido.
Ele sorriu em Roarke enquanto ela estalou. "Eu recordo tendo que fazer
aquele para voc um tempo ou dois."
"Isto  onde eu aprendi isto."
"Consiga sua camisa. O reforo de vitamina trabalhar mais rpido deste
modo."
Para salvar tempo, e sua prprios pele, Roarke simplesmente arrancou sua
manga. "Como  isto?"
"Bom o suficiente."
Ela foi raiva passada em chor, humilhando se. Tudo machuca -- cabea,
corpo, orgulho. Quando a seringa apertada contra seu brao, ela apenas
sentiu isto.
"Shh, beb. Shh." Agitado, Roarke stroked seu cabelo e a balanou. "Est
por toda parte agora. No chore."
"V embora," ela disse at como ela agarrou para ele. "S v embora."
"Deixe-me s com ela." Summerset tocou ombro do Roarke, sentiu um
pang quando ele viu a emoo desnuda em seu rosto. "D a ns alguns
minutos."
"Certo." Roarke segurou seu apertado outro minuto. "Eu estarei no ginsio."
Quando ele a deixar de lado, ela enrolou em uma bola. Summerset se
sentou ao lado dela, no dizendo nada at que ela se cheirou em silncio.
"O que ele sente pena de que voc o subjuga," Summerset comeou.
"Existia nunca qualquer outro. As mulheres que vieram e foram antes de
voc ser diverses, interesses temporrios. Ele poderia se importar, porque
apesar de tudo que era feito para ele, ele  um homem com uma
capacidade grande para atenciosa. E ainda, existia ningum antes de voc.
Voc no v como ele se preocupa?"
Ela uncurled se, esfregada ela d seu rosto molhado como se ela podia
esfregar longe o embarao das lgrimas. "Ele no devia se preocupar."
"Ele faz e ele ir. Voc precisa de resto, Tenente, e alguns dias sem o
trabalho e preocupao. E ento faa ele. Ento muito faa ele. Ele no
tomar seu sem voc."
"Eu no posso. No agora."
"No queira."
Ela fechou seus olhos. "Suba para meu escritrio, olhe para os rostos da
morta alfinetada para minha tbua. Ento diga a eu para andar longe."
"Ele no iria no ? Mas fazer o que voc precisa fazer, voc exige sua
fora, energias, e genialidade." Ele se debruou acima de, levantou o vidro.
"Termine isto."
Ela carranca no vidro. Ela odiou admitir qualquer que ele deu a ela j estava
trabalhando. Ento ela no iria. " provavelmente veneno."
"Veneno," ele disse, divertiu. "Por que eu no pensei sobre isto? Talvez da
prxima vez."
"Har-har." Ela tomou o vidro, abaixou o contedo restante. "Deve haver um
caminho para fazer este gosto menos gosta de esgoto."
"Certamente." Ele custar o vidro na bandeja, ento chegou a seus ps. "Mas
eu sou intitulado para meus prazeres pequenos. Eu poderia sugerir que
voc tentar algum exerccio moderado agora."
Ela no teve tempo, mas ela tomou isto de qualquer maneira e afundou
para o ginsio. Ele no esteve usando as mquinas, ele raramente fez, mas
continuamente era, sweatily, trabalhando suas imprensas de banco de
passagem. Ele teve a tela, com o conjunto de udio para vomitar fora a
vrias linhagem reporta.
Ela achou que ela no entendeu as palavras mais que ela fez os smbolos.
Ela foi para ele, ajoelhada por sua cabea. "Eu sinto muito."
Ele continuou a erguer, fixe, mais baixo. "Sentindo melhor?"
"Sim. Roarke, eu sinto muito. Eu era um idiota. No esteja louco em mim.
Eu no penso que eu podia lidar com isto agora mesmo."
"Eu no estou louco em voc." Ele ergueu o bar na segurana, ento
deslizou fora de debaixo de. "A situao ocasionalmente rasgos minha
garganta fora."
"Eu no posso fazer qualquer outra coisa. Eu no posso ser qualquer outra
coisa."
Ele passou para sua toalha, esfregou isto acima de seu rosto. "Eu no
quereria que voc fizesse ou sou qualquer outra coisa.  alm de minhas
capacidades no reagir como eu fao quando voc correr voc mesmo no
cho."
"Voc normalmente me prolonga de volta antes do cho fechar acima de
minha cabea."
Ele olhou para seu rosto. Ainda muito plido, ele pensou. Quase
transparente. "No parece que eu era bastante rpido suficiente este
tempo."
"Vamos ir para o Mxico."
"Com licena?"
"A casa no Mxico." Ela figurou se ela pudesse o surpreender, ela estava
ainda em forma razovel. "Tem sido um enquanto. Por que ns no
tomamos um fim de semana longo uma vez que isto est terminado?"
Considerando ela, ele desenhou a toalha entre suas mos, ento
engancharam isto atrs de sua cabea para trazer seu mais ntimo. "Quem
est arrastando quem de volta fora agora?"
"Vamos arrastar um ao outro. D-me tempo para fechar isto, e voc faz
qualquer que  que voc faz para passar sem tocar alguns dias. Ento ns
iremos embora. Ns estaremos na praia, ns embriagaremos-nos e teremos
sexo de macaco. Ns assistiremos discos de filme at que nossos olhos
briguem."
"Volte para o sexo de macaco."
Ela deitou suas mos em suas bochechas. "Eu preciso preparar-se para a
instruo especfica. Ns temos um negcio, certos?"
"Sim." Ele apertou seu lips para sua fronte, aliviada achar esfriar
novamente. "Ns definitivamente temos um negcio."
Ela levantou, mas quando ela alcanou a porta, voltada olhar para ele. Ele
ainda se sentou no banco, magro e suado em uma camisa de msculo
preto. Ele amarrou seu cabelo atrs e teve ainda para aborrecer com
sapatos.
E ele assistiu ela por olhos muito brilhantemente azuis, pareceu que ela
podia mergulhar por eles, e nele.
"Existia nunca qualquer um antes de voc," ela disse. "Eu acabei de querer
dizer isto. E quando eu fiz o que eu fao, e ele abriu uma rachadura em
mim como isto ontem  noite, no existia ningum l para esperar por mim.
Eu no quis ningum esperar por mim. At que voc. E eu consegui por e
eu consegui por, e era certo. Mas eu penso, talvez, se eu s continuaria
conseguindo por e conseguindo por, eu teria vindo para um ponto onde eu
no podia fazer isto mais. E se eu no pudesse fazer isto mais, seria o fim
de mim, Roarke."
Ela tomou respirao de um afianar. "Ento quando voc esperar por mim,
voc est ajudando-me levantar-se, mais um tempo. E os mortos, voc 
suportar eles, tambm. Eu acabei de querer dizer isto."
Ela saiu depressa, e deixou ele olhando fixamente depois dela.
-=O=-***-=O=-
Quando ela andou a passos largos em seu escritrio s seis minutos depois
de seis, ela era pesada-de olhos, plido, mas claro-encabeado. Ela achou
McNab e Peabody j invadiram o AutoChef. E Feeney, acabou de chegar,
estava ajudando ele mesmo a expanso partir atravs de sua escrivaninha.
"Que diabo voc pensa que isto , o Celeiro do Caf da manh?"
"Precise ter combustvel." Feeney mastigou em uma tira de toucinho. "Me
Mary,  carne de porco. Saiba quanto tempo que tem sido desde que eu
tive uma fatia de porco real?"
Ela beliscou isto fora de seus dedos, comeu isto ela mesma. "Ento consiga
um prato de maldio. Voc pode comer enquanto eu educo voc para
acelerar. Peabody, parece no existir nenhuma xcara de caf em minha
mo. Eu posso s assumir eu de alguma maneira andei em um universo
alternado."
Peabody tragou um heaping forkful de presunto e ovos. "Talvez em este
aqui que eu sou o tenente, e voc  ..." Ela drogada, propulsada por
Vspera est assustando olhar. "Deixe-me conseguir voc uma xcara de
caf, Tenente. Senhor."
"Voc faz isto. O resto do time so esperados aqui por oh oitocentos. Eu j
tenho o diagrama da rea de objetivo na tela, com computador-geradas
selees para colocao de pessoal. Ns consideraremos aqueles e
ajustaremos se autorizado. Feeney, eu sugeriria que voc tome McNab no
veculo de vigilncia."
"Eu preferiria um lugar no parque, senhor, e uma chance de estar em o
takedown."
A vspera angulada sua cabea em McNab e copped outra fatia de toucinho
do prato Feeney acabou de consertar. "Voc devia ter pensado sobre aquele
antes de voc escolher uma briga e conseguiu seu bonito rosto todo batido.
Que s desenhar ateno para voc em um lugar onde o jogo de crianas
e pssaros cantam merrily nas rvores."
"Gotcha l," Feeney disse para McNab. "Voc  comigo."
"Voc querer outro e-homem como ponto," Vspera continuou. "Voc sabe
seus homens melhores que eu fao, ento eu deixo isto para voc."
"Bom, porque eu j o escolhi. Roarke," ele disse, e sacudiu um dedo na
entrada como o homem em questo andou a passos largos em.
"Bom dia." Ele estava ainda em preto, e entretanto a camisa e cala
comprida eram elegante, ele conseguiu olhar todo pedao to magro e
perigoso quanto ele teve na camisa de msculo. "Desculpe. Eu estou
atrasado?"
"Voc pensa que voc  furtivo, no ?"
Ele pegou a Vspera de toucinho pegou fora de sua mo. "No por isso,
Tenente. Eu sei que eu seja. Que  por que eu estou muito vestido deste
op."
"Voc quer em,  at ele." Ela empurrou um dedo polegar em Feeney. "Mas
lembre, isto  meu op."
Ele mordeu no toucinho, deu isto atrs para ela. "Como eu podia esquecer?"
Por oito e trinta, o time cheio era informado. Ela comeou a atribuir papis
e posies.
"Eh, eh." O detetive Baxter acenou uma mo. "Como vem para que eu
tenho que ser um dormente de calada?"
"Porque voc faz tal bom," Vspera disse a ele. "E voc parece to sensual
com licena do mendigo ao redor seu pescoo."
"Trueheart devia ser o dormente," Baxter insistiu. "Ele  o nefito."
"Eu no me importo, Tenente."
Vspera glanced em Trueheart. "Voc  muito jovem, muito saudveis.
Pegas do Baxter algumas milhas nele. Peabody, voc e Roarke faro o
passeio do par por esta rea." A vspera usou seu ponteiro de laser para
destacar o diagrama na tela. Trueheart, voc  estacionar pessoal de
manuteno, e voc cobrir este setor."
"Eu tenho o melhor gig," Peabody disse a McNab.
"Ningum aborda o suspeito," Vspera continuou. "Aquele tempo da tarde,
pule dia, o parque vai ter muito trfico. As pessoas tomando seu almoo ao
ar livre, crianas correndo ao redor. O aberto de parque diariamente para
clubes de botnica, pssaro-assistindo clubes, viagens de campo da escola.
A rea o suspeito selecionou ser bastante retirado, mas existir civis. As
armas so no ser desenhadas sem necessidade de extremo. Eu no quero
ver pequeno Johnny atordoado fora do balano fixa porque algum ficou
nervoso."
Ela se sentou na extremidade de sua escrivaninha. "Voc tambm estar na
vigia para o segundo suspeito. Ns temos nenhum modo de saber se eles
trabalharem em tandem durante sua fase de instalao. Se voc o localizar,
se voc pensar que voc tem manchado ele, voc revezamento que dados
para Feeney. Voc no faz, repita, no faa, parta ele. Se ele mostrar, ele 
para ser mantido debaixo de vigilncia."
Ela esquadrinhou o quarto. "Para fechar esta gaiola apertada, eu tenho que
esperar por este asshole para espiga o bebida e oferecer isto para mim.
Quando isso acontecer, ns o levamos -- possivelmente eles dois -- rpidos,
quietos, limpos. Perguntas?"
CAPTULO DEZENOVE
A ltima pergunta era perguntada e respondida, e as tropas dispersadas. A
vigilncia e colocao no parque comeariam s onze cem horas.
"O inteiro op ser registrado. Todo homem ser telegrafado, udio e vdeo.
Ns teremos todos os ngulos." Ainda ela compassou seu escritrio,
procurando por quaisquer buracos em seu plano.
"Voc o ter em entregar um assunto de horas," Roarke disse a ela.
"Sim, eu o terei." Ela parou, perscrutada fora a janela. Era um dia bonito,
cheias de flores e calor e nuvens inchadas brancas. Estao da primavera
em Nova Iorque. Termine e toque.
O parque estaria cheio das pessoas.  disso que ele procurado, ela pensou.
Ele gostou de multides. Eles adicionaram a excitao, o risco, a satisfao.
Mate em viso clara.
"Eu o terei," ela repetiu. "Mas eu quero isto rpido e limpo. Levando o
illegals no  suficiente. Misturando isto com um bebida no  suficiente.
Mas uma vez que ele d isto para mim, ele fez."
Ela girou, olhou para a diretoria. Olhou para os rostos.
"Sobre Finch faz algumas transmisses que eu devia saber?"
"Nenhum qualquer."
"Bom. Eu pensei que ela era esperto suficiente para ser assustada."
O outros, ela perguntou-se, eles tinham sido assustados? Existiu um
momento, um momento quando eles entenderam suficiente para ter o
medo que salta em suas gargantas, arranhando em direo a um grito?
"Voc a salvou, Vspera. Mas para voc, seu rosto estaria naquela tbua."
"No sente como suficiente." Peabody disse isto, Vspera lembrada, direito
no princpio. "Eu tenho muitas perguntas para Kevin Morano."
" improvvel as respostas satisfaro voc."
"Tendo eles  s vezes a nica satisfao que voc consegue." E ela teria
que fazer isto suficiente. "Eu no quero que voc tomando uma arma," ela
disse como ela girou para Roarke.
"Uma arma?" Ele perguntou por ingenuidade. "Por que, Tenente, um
consultor de perito, civil, no  emitido uma arma."
"Emitiu, meu asno. Voc tem um fucking arsenal em seu museu de cima.
Deixe eles l."
"Claro. Eu dou a voc minha palavra que eu no tomarei nada fora de meu
completamente registrado e coleo legal."
"Roarke -- eu estou advertindo voc ..."
"Soa como seus outros consultores esto a caminho." Risadinhas saltadas
no quarto. "No deixe de lembrar a eles sobre a poltica de arma."
"Voc me quer que voc procurou antes do op?"
"S se voc fizer isto, bem." Sua voz era oh-to-morna, e muito irlandesa.
"Eu sou tmido."
Sua resposta expressiva era suprimida como Mavis e companhia piled no
quarto.
"Eh, Dallas, voc faltou a festa."
"Ento eu ouo."
"Ns deveramos ter uma sesso de prtica," Trina lembrou a ela.
"Eu era, sabe, unavoidably detido." Ela teve que ordenar se para
permanecer seu cho quando Trina surgiu para olhar fixamente para seu
rosto. "O que?"
"Voc olha crappy."
"Obrigado. Isto  apenas do olhar que eu estava indo."
"Quando isto est terminado, voc est em para um tratamento cheio,
inclusive terapia de relaxamento."
"Realmente," Vspera disse, "eu estou indo em viagem logo depois de -- "
"Voc pode ir onde quer que o inferno voc gosta depois do tratamento.
Como eu deveria usar voc para convocar novos clientes quando voc vai
ao redor parecendo com que voc gastou uma semana em uma caverna?
Voc tentando arruinar minha reputao?"
"Sim. Realmente que tem sido minha meta central desde que ns nos
encontramos."
"Engraado. Vamos iniciar."
"Eu s deixarei voc para isto," Roarke disse.
"Onde voc est indo?" A vspera fez um agarrar para ele, muito gosta de
homem de um afogar agarraria-se a corda de um oscilar.
Ele evadiu sua mo. "Eu tenho trabalho." E ele girou suas costas para o
amor de sua vida, deserting ela sem um olhar subdesenvolvido.
"Agora, voc  meu." Trina sorriu com lips tingiu uma grama do vero
verde. "Tira."
-=O=-***-=O=-
"Leonardo est preparando rapidamente um equipamento para voc," Mavis
disse algum dia mais tarde. "Ele disse que voc no tem nada em seu
guarda-roupa que adapta este olhar."
"S melhora e melhor." A vspera continuada lembrando a se que ela jurou
proteger e servir qualquer que seja o custo. Ainda que isso fazia noventa
minutos de permitir a uma mulher louca para lisa, lote, e Deus de dobra
soube o que por toda parte seu rosto e corpo.
"Vindo junto." Com seu verde skinsuit coberto com um avental rosa claro,
Trina alisou na massa de vidraceiro de rosto que ela costumava a queixo da
redefine Vspera. "Como voc levantando?"
"Simplrios parecem engraados. Pesado."
"Isto  porque voc tem algum agora. Eu conheo um sujeito que pode
fazer aquele permanente para voc -- em custo."
"Eu manterei meu prprio, obrigado apenas do mesmo."
"At voc. Segure quieto. Esta necessidades um minuto para fixar."
"Por que ele est tomando to longo? Eu no posso acreditar naquelas
assholes horas gastas um dia prepping para estas datas."
"Provavelmente no. Mude seu aparecimento que entrada debaixo de uma
hora se voc souber o que voc est fazendo. Mas ns no estamos s
mudando seu. Ns estamos reproduzindo como fechamos como ns
enlatamos imagem de outra pessoa." Trina estalou a gengiva com aroma de
kiwi que ela estava mastigando. " muitos mais enganador."
"Est realmente trabalhando, tambm." Em um avental de atordoar
redemoinhos de neon de azul e amarelo. Mavis permaneceu em como
primeiro assistente. "A forma inteira de seu rosto  diferente, Dallas. Voc
perdeu o entalhe de queixo, a extremidade de suas mas do rosto. Voc
parece mais suave. Queira ver?"
"No. No at  feito. Quanto mais longo? Eu preciso entrar o campo."
"Turno final est surgindo. Eu tenho preciso misturar esta cor, faa os
encarecimentos de superfcie." Trina esfregou um pouco de cor atrs da
mo da Vspera, pursed seu lips, estudou a imagem de computador de
Stefanie Finch. "O que voc pensa?" Ela pediu a Mavis.
"Precise para rosa ele em cima s um pouco."
"Sim." Ela adicionou uma pincelada para uma tigela de prova, misturada.
"Sim, sim, isto  isto. Eu sou um fucking gnio. Mav, melhor chamar
Leonardo e dizer a ele para apressar isto com o equipamento. Eu preciso
saber quanta dela cobrir com este."
"To pequena quanto possvel." Vspera implorada.
"Relaxe seu rosto. Eu vou comear l. Isto  um rosto bom," ela adicionou
como ela foi trabalhar. "Bonito e todo. Seu  realmente o mais
interessantes dos dois, entretanto."
"Caramba, Trina, eu sou todo atingle."
"Se voc tomasse bsico ao cuidado disto, duraria voc outros cinqenta e
sessenta anos sem srios esculpindo. 'Porque voc ficou bons ossos."
Atravs do quarto, Mavis estava arrulhando no vnculo da casa. Pareceu
vspera ela e Leonardo no podiam ter uma conversao um com o outro
sem arrulhar.
"Branco skinsuit, vermelho assobie," Mavis anunciou. "Acotovele mangas,
scooped pescoo para simplrios meios. Ele ter isto abaixo em cinco."
"Que diabo o um ser assobie?" A vspera quis conhecer.
"No conversando at eu termino a rea de lbio. Muito sensual," Trina
disse para Mavis. "Boa escolha com esta colorao. Voc pode fazer as
extremidades?"
"Frgido! Eu s amo tocar com o goop. Eu tenho que tomar seu anel de
casamento, Dallas. Eu darei isto para Roarke."
Instintivamente, Vspera enrolou seus dedos em protesto, um gesto que fez
suspiro de corao romntico do Mavis. "No se preocupe." Ela deu mo da
Vspera uma parte. "Eu lembro quando ele puser este voc a primeira vez.
Quase um ano atrs. Era o melhor casamento."
Vspera relaxada novamente, escutado Mavis  tagarelar com metade de
uma orelha.
Ela conheceu que Leonardo entrou por Mavis  ronronar de saudao. Ento
existia arrulhando e kissy sons.
"Trabalho maravilhoso, Trina." Sua voz rica soada muito perto de cabea da
Vspera, que disse a ela que ele curvou at estudar o trabalho. "Eu no a
teria reconhecido. Voc decidiu-se pelo silitrex ou o plastisinal bsico?"
"Silitrex. Mais flexvel, e ela no precisa dele para durar to longo."
A vspera abriu um olho quando um dedo cutucado em sua bochecha. E viu
largo do Leonardo, rosto dourado assomando na frente de sua. "Eu sou feito
j?" Ela perguntou a ele.
Ele sorriu, aquecimento de olhos, dentes relampejando branco e ouro.
"Quase. Voc vai estar contente. Que tal os olhos?" Ele pediu a Trina.
"Gis de temporrio. Ns conseguiremos eles fecharem. Ela vestir um
pouco de guarda-sis de mbar, tambm." Ela perscrutou em algo acima de
ombro da Vspera. "Grande equipamento. Eu tenho uma tintura de lbio
que combina to vermelho, e ns usaremos encaracolado afina nas
bochechas e olhos. Voc pode sujeitos lidar fazendo suas unhas?"
"Eu no preciso de minhas unhas feitas."
"Mulher faz uma data quente, ela faz suas unhas. Dedos e dedes do p,"
Trina adicionou. "Mais quinze minutos," ela prometeu.
Levou quase duas vezes isto, e Vspera estavam considerando fazer uma
fratura para isto. Mas desde que ela era cercada, ela ficou pe e quase
lamentado com alvio quando Trina fixa na peruca ela tingiu e styled a noite
antes.
A vspera se sentou enquanto seus trs guardies aceitaram em devoluo
vrios passos e a estudaram.
"Eu tenho uma coisa para dizer," Trina comeou. "Eu sou bom." Ela estalou
um dedo. "Guarda-roupa e acessrios."
-=O=-***-=O=-
Duas horas depois que a transformao comeou, Vspera esteve na frente
do espelho que Leonardo arrastou em. Depois do primeiro sacuda, ela
acomodou-se para estudar e crtica.
Ela soube o que um assobiar era agora. Era exatamente isto -- um assobiar
de material aquela rodada abaixo em uma espcie de aberta-fronted saia.
Este aqui era assassino vermelho e caiu para meio-bezerro. No Fez nada,
at onde ela podia ver, fazer o skinsuit mais modesto. Nada podia. Eles
eram chamados skinsuits por uma razo, a mesma razo ela nunca vestiu
as coisas de maldio.
Poderia tambm caminhar ao redor desnudo.
O corpo ela estava caminhando ao redor em era curvier que sua prprio.
Apesar do fato os peitos no eram suas, ela se sentiu desconfortvel tendo
eles muito proeminentemente exibidos. Outra polegada de carne, e ela teria
tido que se citar para exposio indecente.
Seu cabelo era mais leve, mais longo. Tipo de um sutil blonde que scooped
em pontos em seu queixo. Um arredondado, undented queixo, com suave e
arredondou bochechas. Sua boca no pareceu isso mesmo larga com
aquelas bochechas, aquele queixo. Ainda, com a tintura vermelha rica,
praticamente estalou fora do rosto.
Seus olhos eram castanhos com sugestes de verdes. Mas a expresso
neles eram toda Vspera.
"Certa." Ela movimentou a cabea, rosto do Stefanie assistido movimenta a
cabea de volta nela. "Voc  bom. Mas vamos dar isto o grande teste."
Ela cruzou o quarto, caminhado em escritrio do Roarke.
Ele estava no 'vnculo, teve um fac-smile de laser entrando e uma holo-
fotocpia azul de um edifcio que paira acima de sua escrivaninha. "Eu
aprovarei as mudanas para o primeiro nvel. Sim. Mas eu precisarei ver..."
Ele diminuiu, olhados fixamente para uns cheios cinco segundos. "Desculpe,
Jansen, eu terei que voltar para voc." Ele concluiu transmisso, batida algo
que teve o holo evaporando.
Ele rosa, caminhada para ela, ao redor ela. "Surpreendente.
Verdadeiramente. Voc est l?" Ele murmurou ento examinados seus
olhos. "Ah sim. Voc est a."
"Que pontas isto?"
"Trina pode ser um trabalhador de milagre, mas ela no pode fazer
qualquer coisa sobre aqueles olhos do policial." Quando ela carranca,
Roarke ergueu seu queixo com sua mo. "Sinta muito natural," ele
adicionou com um gentil esfrega de seu dedo polegar.
"Verifique os simplrios," Trina convidou por detrs Vspera. "Eles so os
temporrios mais recente. No pode dizer a eles de Feitos por deus. V em
frente. Tome um apertar."
"Bem, se voc insistir." Ignorando grunhido da Vspera de advertncia, ele
em forma de xcara os peitos. "Voc se sente muito ... saudvel."
"Eles ocorrem para o minuto que eu o tiro. Ento no consiga quaisquer
idias doentes."
"Eles saboreiam reais, tambm," Trina segura ele.
Sobrancelha curvada do Roarke. "Realmente?"
"At no pense sobre isto." Ela slapped suas mos longe. "D-me o
veredicto. Ele comprar isto?"
"Gancho e linha, Tenente. Voc poderia querer ajustar seu andadura um
pouco. Passeie em lugar de ande a passos largos."
"Passeie. Cheque."
"E tente para no olhar para ele como se voc j o teve em Entrevista. Voc
est indo para um piquenique no parque. Tente lembrar o que isso ."
"Eu nunca tive um piquenique no parque."
Ele leu rapidamente um dedo abaixo seu queixo, s onde o entalhe estaria.
"Ns teremos que consertar isto. Logo."
-=O=-***-=O=-
Ela montou para o norte termina do parque no veculo de vigilncia,
debruando acima de ombro do Feeney como ele fez os cheques.
"Correndo varra. Baxter."
As primeiras de telas do Feeney mostraram a um manancial alimentado por
golfinho de um saltar. Ela podia ouvir o tinido da gua contra gua,
agarramentos de conversaes como as pessoas passeadas, whiny apelo do
e Baxter para contribuies. A tela saltou ligeiramente  medida que ele
circulou.
"Fazendo seu gimp rotina, Baxter?" Vspera exigida.
"Roger isto," ele respondeu.
"S lembre, qualquer que voc assiste das ventosas entram o Greenpeace
financiar."
Como Feeney moveu de homem at homem, ela mediu a situao. Como
ela predisse, o parque era um lugar popular em um junho brilhante  tarde.
Ela assistiu um trio de professores pastoreando um grupo da escola como
ovelha de l pelos jardins botnicos.
"Vista possvel." A voz do Peabody veio depois dos locutores. "Macho,
Caucasiano, ombro-comprimento cabelo preto, vestindo cala comprida de
bronzeado, camisa azul claro. Levando cesta de piquenique de vime e bolsa
de couro preto. Indo para o leste em caminho, Seo de espcie Arriscada."
"Eu o vejo." A vspera estudou o homem na tela. Agora que estava
passeando, ela decidiu, assistindo o modo que ele balanou a cesta
suavemente em seu lado. E em sua mo era um bicolored ouro anel fixar
com um rubi. "Entre no anel," ela disse a Feeney.
Ele bloqueou, aumentou. E ela viu a cabea esculpida do drago na pedra.
"Isto  um positivo ID. Ns conseguimos nosso homem. Mantenha ele em
vista. Baxter, ele estar movendo em seu setor."
"Copie isto. Eu estou nele."
"Peabody, voc e Roarke mantm sua distncia. Ele est trinta minutos
cedo," ela disse. "Tempo de necessidades para ser instalado. Vamos dar isto
para ele."
"Trueheart pegou um visual," McNab disse de seu banco de telas. "O
suspeito possvel movendo sul agora. Ele est encabeando em direo 
rea organizada. Parea com que ns o temos."
"Mantenha distncia," Vspera advertida. "Trueheart, angular um pouco
para sua esquerda. Perfeita. Vamos assistir o show."
Ele moveu fora do caminho sobre a rea gramnea designada para
piqueniques. Dois outros pares estavam l antes dele, como tambm um
trio de mulheres, obviamente tomando uma fratura de almoo longo do
trabalho. Um solitrio macho deita apartamento em suas costas, tomando
banho de sol. Em ordem da Vspera, ele rolou lazily para seu lado, escorou
um e-livro por seu cotovelo e deu seu um novo ngulo em Kevin Morano.
Kevin pausou, girando seu cabea para o direito e partiu como ele estudou
a rea. Ele optou para sombra, girando para a maior rvore onde o sol
manchado suavemente na grama. L ele anotar cesta e bolsa.
"Eu quero todos os olhos disponveis nele," Vspera anunciada. Ento ela
silvou como ela viu o visual de registrador do Peabody. "Peabody, Roarke,
no muito feche."
"Lugar adorvel para um piquenique." A voz do Roarke era morna e alegre.
"S deixe-me espalhar este cobertor, bem. Eu no quereria que voc
conseguisse manchas da grama naquele equipamento adorvel."
"Cobertor? Eu no passei sem tocar isto," Vspera comeou.
"Isto certamente est uma surpresa." Peabody deu o que Vspera
reconheceu como um risada intranqilo. "Eu no estava esperando um
piquenique."
"Que vida est sem um pouco de surpresa?"
Ela viu rosto do Roarke e o divertido assistiu isto como ele espalha um
cobertor no cho.
Vrios ps longe, Kevin refletiu o movimento.
"Um lugar to bonito," Roarke continuou, ento abaixada sua voz como ele
se sentou "Ns podemos apreciar a viso sem entrar modo de ningum."
"Eu no quero nenhuma interferncia de qualquer local. Ningum, repita
ningum, movimentos em sem meu sinal."
"Naturalmente. Champanha, amado?"
"Peabody, voc leva um gole e voc ser busted para traficar."
At como ela falou, ela assistiu Kevin. Ele abriu a cesta, removidas trs
rosas rosas, e deitaram eles no cobertor. Ele ergueu wineglasses, segurou
eles para a luz solar para assistir eles claro. Ele abriu uma garrafa de
branco. Despejou um vidro.
"Certo, certo, adicione o caador, voc filho de uma cadela."
Mas ao invs ele levantou o vidro em uma espcie de brinde prprio e
sipped.
Ento ele girou seu pulso, verificou o tempo. Tirando seu bolso-vnculo, ele
deu um telefonema.
"Em cima seu udio, Peabody," Vspera ordenada. "Vamos ver se ns
podemos conseguir uma orelha nele."
Ela ouviu pssaros, conversaes, risadinhas, aro de guerra da criana.
Antes dela poder exigir isto, Feeney estava filtrando.
A voz do Kevin claramente veio. "No podia ser melhor. Dez pessoas na
rea imediata, de forma que  um ponto para jurisdio pblica. Eu
suspeito que ns teremos que legar por um pouco de polcia de parque fora,
gratificao aponta l." Ele pausou, riu. Um muito jovem, som muito feliz.
"Sim, tendo ela faz aquele para mim em pleno dia em um parque pblico
certamente me atiraria no principal. Eu informarei.''
Ele guardou o 'vnculo, ento se sentou um momento, respirando fundo,
admirando a viso.
"S um jogo," Vspera murmurada. "Vai ser um prazer tirando estes
bastards."
Ele continuou suas preparaes, movendo um pouco mais rpido agora,
tirando um resfriado lota, abrindo ele para uma apresentao de caviar. Ele
partir pontos de brinde e os acompanhamentos. Foie gras, lagosta fria,
bagas frescas.
"Precise admitir, o sujeito sabe como partir uma expanso."
"Feche, McNab," Vspera muttered.
Ele provou uma baga, ento outro. Como ele mordiscou, ela viu sua
mudana de olhos. L, ela pensou. Ele estava a. O frescor, o clculo.
Permaneceu afiana como ele despejou a segunda taa de vinho.
Ele assistiu e assistiu cuidadosamente como ele abriu a bolsa preta. Ele
alcanou em, destacada sua mo novamente com a palma enfrentando seu
corpo. E casualmente, ele segurou seu dar o segundo vidro, tipped.
Ela viu, em registrador do Roarke, uma gota magra de lquido.
"Bingo. Ele est pronto para ela. Eu estou entrando. Leve terceiras posies
de fase. Relatrio quaisquer vistas possveis de objetivo alternado."
Ela moveu para as portas traseiras. "Eu estou debaixo de."
"Tire ele, criana," Feeney disse e manteve seus olhos colados para as
telas.
Ela saiu no sol e calor. Quando ela pegou se andando a passos largos, ela
fez seu melhor para passear. Ela era apenas no parque quando uma hora
de almoo jogger trotado at ela.
"Eh, bonita. Que tal um pouco corrida?"
"Que tal voc atrs fora de antes de eu bater voc em seu pudgy asno?"
"Isto  meu policial," Roarke disse suavemente em sua orelha como ela
manteve caminhada.
Ela Baxter manchada debaixo de um enredo pegajoso de cabelo de sujeira
colorida, uma Camiseta rasgada, e inclinando cala comprida que era
ambos os smeared com que pareceu com substituto de ovo e catchup.
A maioria de protetores de parque estavam dando a ele uma cabina larga.
Como ela neared ele, ela pegou a brisa de suor velho e bebida fermentada
passada misturada com urina.
O homem realmente entrou em carter, ela pensou.
Quando ela o passou por que ela conseguiu um apito de lobo ofegante.
"Morda-me."
"Eu sonho com isto," ele disse atrs de sua mo. "Noite e dia."
Nos cinco minutos a levou para mover pelo parque, ela era abordada com
proposies quatro vezes.
"Voc poderia querer tomar o eu legar-pontap-seu-asno-ento-come-isto
olhar fora de seu rosto, Tenente," McNab sugeriu. "A maioria de sujeitos
estariam um pouco adiariam por isto."
"Eu nunca tenho sido," Roarke comentou. "Caviar?" Ele disse para Peabody.
"Bem... Eu acho."
A vspera fixa o que ela esperou era uma expresso agradvel em seu
rosto, e pensou sobre a agradvel pequena conversa que ela estaria tendo
com seu pessoal, inclusive seu consultor de perito, civil.
Ento a viso aberta; Ela viu Kevin. Tudo outro era economizado.
Ele a viu tambm. Um sorriso lento, juvenil cruzou seu rosto, s um pouco
tmidas nas extremidades. Ele chegou a seus ps, hesitou, ento caminhada
para ela.
"Faa meus sonhos realizarem-se e dizerem a mim que voc  Stefanie."
"Eu sou Stefanie. E voc  ..."
"Wordsworth." Ele tomou sua mo, ergueu isto para seu lips. "Voc  muito
mais adorvel que eu imaginei. Que eu esperei."
"E voc  tudo que eu pensei que voc seria." Ela deixou ela entregar seu.
Datando nunca tinha sido um de seus ternos fortes, mas ela planejou
cuidadosamente como ela se comportaria, o que ela diria. "Eu espero que
eu no esteja atrasado."
"No por isso. Eu estava cedo. Eu procurado ..." Ele gesticulou em direo
ao piquenique. "Eu quis tudo ser perfeito."
"Oh. Parece maravilhoso. Voc foi tanto aborrecer."
"Eu esperei ansiosamente este por muito tempo." Ele a levou ao cobertor.
Ela passou dentro de um p de Roarke. "Caviar!" Ela disse como ela se
sentou "Voc certamente sabe como lanar um piquenique."
Ela se debruou acima de, girou a garrafa de vinho ao redor assim ela podia
ver a etiqueta. O mesmo ele usou com Bryna Bankhead. "Meu favorito." Ela
fez sua curva de lips. " como se voc podia ler minha mente."
"Eu senti aquele modo, desde ento ns primeiro correspondido. Chegando
a saber voc on-line, eu senti como se eu soubesse voc. Sempre conhecido
voc. Estava de alguma maneira significado."
"Este sujeito  bom," McNab respirou em sua orelha.
"Eu senti a conexo, tambm," Vspera disse, usando palavras do Stefanie
para ela como um guia. "As cartas, a poesia ns compartilhados. Todas as
histrias fabulosas sobre suas viagens."
"Eu penso que ...  destino. ' ele aquele saith no Kismet.'"
Oh, cague, Pensamento de vspera. Se importe de subir, ela abriu sua
boca. E Roarke sussurrou o resto da citao em sua orelha. " ' ele quem
no sabe que destino,'" que ela repetiu. "O que voc pensa que destino tem
em estoque para ns, Wordsworth?"
"Quem pode dizer? Mas eu no posso esperar descobrir."
D-me o vinho de maldio, seu desprezvel, assassinando bastardo. Mas ao
invs, ele a deu as rosas.
"Eles so adorveis." Ela fez se cheirar eles.
"De alguma maneira eu soube que eles adaptariam voc melhor. Rosa
rosebuds. Suave, morno. Romntico." Ele ergueu seu prprio vidro, toyed
com o talo. "Eu esperei ansiosamente dar a eles para voc, a ter este
tempo com voc. Ns devemos ter um brinde?"
"Sim." Ela continuou a examinar seus olhos, enquanto ela legou ele para
levantar o vidro, pr isto em sua mo. Tentando para coquete, ela escovou
o rosebuds contra sua bochecha.
E ele levantou o vidro. Ele pe isto em sua mo.
"Para incios fatais."
"E muito melhor," ela disse, "destinar finais." Ela trouxe o vidro para seu
lips, viu seu olhar sofregadamente segue isto. E a sombra de irritao fuma
acima deles como ela abaixou isto novamente sem beber.
"Oh, s uma segunda." Ela alarga um risada rpido, economize o vinho, e
abriu sua bolsa. "Existe s uma coisa que eu quero fazer primeiro."
Com sua mo livre, ela tomou seu, ento retirando-se as restries, estalou
eles. "Kevin Morano, voc est debaixo de priso -- "
"O que? Que diabo  isto?" Quando ele tentou arrancar longe ela teve o
prazer de o bater apartamento, rolando ele, e com seu joelho nas pequenas
de suas costas, assegurando as restries.
"Para o assassinato de Bryna Bankhead, o assassinato tentado de Moniqua
Cline, e acessrio no assassinato de Grace Lutz."
"Sobre Que diabo voc est conversando? O que voc est fazendo?"
Quando ele tentou resistir ela simplesmente segurou sua arma para sua
cabea. "Quem o inferno voc ?"
"Eu sou Vspera de Tenente Dallas. Lembre disto. Eu sou seu goddamn
destino. Meu nome  Dallas, Vspera de Tenente," ela repetiu porque seu
desfiladeiro quis subir em sua garganta. "E eu parei voc."
Ento o que? Uma voz sussurrou em sua orelha. Voz do seu pai. Outro est
vindo. Outro sempre .
Para um momento, s um momento, seu dedo twitched em sua arma.
Tentou.
Ela ouviu as vozes atrs de e acima dela -- o zumbido alarmado de civis, as
ordens cortadas de seu time. E ela sentiu Roarke l, s l em seu lado.
Subindo, ela arrastou Kevin. "Parea com isto no era tal fucking
piquenique afinal. Voc tem o direito de permanecer mudo," ela comeou.
-=O=-***-=O=-
Ela escoltou ele para se transportar. Ela precisou para. Ele no estava
permanecendo mudo. Ao invs ele murmurou sobre identidade confundida,
erros judiciais, e sua famlia influente.
Ele no estava ainda murmurando para seu advogado, mas ele iria. A
vspera estava certa disto. Ela seria sortuda para ter quinze minutos em
Entrevista com ele antes de seu terror e choca povoado de volta em clculo.
"Eu preciso entrar, inicie nele imediatamente."
"Vspera -- "
Ela agitou sua cabea em Roarke. "Eu estou certo. Eu sou certo." Mas ela
no era. Existiam bateria que bate dentro de seu crnio. Em defesa ela
arrastou fora da peruca, scooped sua mo por seu cabelo. "Eu preciso
conseguir este defecar fora de mim. Eles deviam estar registro acabado ele
quando eu volto para normal."
"Trina vai encontrar voc em Central, d a voc uma mo com isto."
"Bom. Eu acho. Eu verei voc em casa."
"Eu estou entrando com voc."
"No existe nenhum ponto -- "
"Em discutir isto," ele terminou. Nem em dizer a ela ele iria administrar o
prximo redondo de meds que Summerset deu a ele. "Por que eu no dirijo
voc? Ns chegaremos l mais rpido."
-=O=-***-=O=-
Levou quarenta minutos para voltar em sua prpria pele. A vspera podia
s pensar que Roarke disse algo para Trina. A mulher no articulou uma
reclamao nica sobre desmantelar sua obra-prima muito logo, nem fez
ela lanar em uma conferncia em rosto e manuteno de corpo.
Quando Vspera estava com felicidade enxaguando seu rosto na gua fria,
Trina embaralhou seus ps. "Eu ajudei algo realmente importante, certo?"
O rosto gotejando, Vspera girou sua cabea. "Sim, voc fez. Ns no
podamos ter diminudo este hoje sem voc."
"D a mim uma pressa." Ela blushed. "A suposio voc consegue isto
muito. Voc indo ir aperta suas bolas agora?"
"Sim, eu vou ir apertar suas bolas."
"D a eles uma toro extra para mim." Ela abriu a porta, surpreendida em
ver Roarke caminhar no banheiro. Trina bateu o sinal na porta. "Voc
definitivamente no no  nenhuma mulher, pes doces." Com uma
piscada, ela encabeou fora.
"Ela  certa, voc definitivamente no no  nenhuma mulher. At em
Central, ns temos certos padres de comportamento, e sujeitos no
entram nas instalaes de banheiro das mulheres."
"Eu pensei que voc preferiria um pouco isolamento para este." Ele tomou
um pacote, plulas, e a seringa de presso temida fora da bolsa pequena ele
levou.
"O que?" Ela voltou em cima. "Ausente-se de mim, voc sdico."
"Vspera, voc precisa de sua prxima dose."
"Eu no fao."
"Diga a mim -- olhe para mim -- diga a mim que voc no tem uma
enxaqueca volumosa, alm de dores de corpo, e que seus prprios pes
doces no esto comeando a arrastar. Mentindo para mim," ele continuou
antes dela poder falar, "s vai me urinar fora de suficiente assim eu ganho
prazer tranado em forar o meds em voc. Que ns dois sabemos de
experincia que eu posso fazer."
Ela mediu a distncia para a porta. Ela nunca faria isto. "Eu no quero o
tiro."
"Bem, isto  uma pena, como voc est pegando isto. No ponha ns por
outros redondos como esta manh. Ser um valente pequeno soldado agora,
e fechar sua manga."
"Eu odeio voc."
"Sim, eu sei. Ns adicionamos um pouco de condimento para o pacote
lquido. Framboesa."
"Nossa. Minha boca est s regando."
CAPTULO VINTE
Ela era fechar sua outra manga como ela caminhou em direo a Quarto de
Entrevista A. Aparentemente, no era s seu carro que estava tendo uma
rebelio eletrnica. O controle de clima estava no fritz nesta seo, e o ar
era quente, sufocante, e violentamente cheiroso com caf ruim.
Peabody estava esperando do lado de fora da porta, suando ligeiramente
por completo uniforme.
"Ele lamentando para um advogado j?"
"No ainda. Pegando para a histria de identidade confundida."
"Bonito. Ele vai ser um idiota."
"Senhor, em minha opinio, ele pensa que ns somos os idiotas."
"Melhor e melhor. Vamos, vamos fazer isto." A vspera empurrou abre a
porta. Kevin se sentou na mesa nica  uma das duas cadeiras. Ele estava
suando tambm, e no muito delicadamente. Ele examinou como Vspera
entrou, e seu lips tremido.
"Agradea Deus. Eu tinha medo que eu s seria deixado aqui e esquecido.
Existe sido algum engano horrvel, Madame. Eu estava tendo um
piquenique com uma mulher eu encontrei on-line, uma mulher eu soube s
como Stefanie. De repente, ela foi louca. Ela disse que ela era a polcia, e
ento eu fui trazido aqui."
Ele espalha sua mo, um gesto de razo e puzzlement. "Eu no sei o que
estou continuando."
"Eu s educarei voc para acelerar." Ela tirou uma cadeira, escarranchou
isto. "Mas me chamando louco no vai encarecer voc para mim, Kevin."
Ele olhou fixamente. "Eu sinto muito? Eu at no conheo voc."
"Agora, Kevin, que coisa para dizer depois que voc deu a mim aquelas
bonitas flores e citou poesia para mim. Homens, Peabody, o que voc vai
fazer?"
"No pode viver com eles, no pode bater eles com uma vara."
Olhos arremessados do Kevin de um rosto at o outro. "Voc? Ele voc
estava no parque? Eu no entendo."
"Eu disse que voc lembrasse de meu nome. Se empenhe registrador," ela
disse. "Entreviste com suspeito Kevin Morano, relativo a cargas de
assassinato no primeiro no caso de Bryna Bankhead, acessrio assassinar
no caso de Grace Lutz, assassinato tentado nos casos de Moniqua Cline e
Stefanie Finch. As cargas adicionais de sexuais assaltam, estupro, illegals
possesso, administrando illegals para pessoas sem consentimento,
tambm arquivou. Entrevista conduzida por Dallas, Vspera de Tenente.
Tambm apresente, Peabody, Oficial Delia. Sr. Morano foi informado de seu
direitos. No  isto muito, Kevin?"
"Eu no fao -- "
"Voc recebeu o Miranda Revisado advertindo, Kevin?"
"Sim, mas -- "
"Voc entende seu direitos e obrigaes que contida naquela advertncia?"
"Claro, mas -- "
Ela fez um ligeiramente som impaciente, levantou um dedo. "No esteja em
tal pressa." Ela olhou fixamente para ele, foi muda. Quando ele lambeu seu
lips, abriu eles, ela sacudiu um dedo nele novamente. E assistiu uma linha
nica de goteira de suor abaixo seu templo. "Quente aqui," ela disse
conversationally. "Eles esto trabalhando no controle de clima. Deve ser
bonito miservel debaixo daquela peruca e massa de vidraceiro de rosto.
Voc quer fosso eles?"
"Eu no sei o que voc -- "
Ela meramente alcanou acima de, deu a peruca um puxo rpido, ento
lanou isto para Peabody. "Eu aposto que sinto refrigerador."
"No  um crime para vestir alternativas de cabelo." Ele ajuntou dedos
instveis por seu pequeno-semeado cabelo.
"Voc vestiu uma diferente a noite que voc matou Bryna Bankhead. Outra
quieta a noite voc tentou matar Moniqua Cline."
Ele olhou morto de Vspera nos olhos. "Eu no sei aquelas mulheres."
"No, voc no soube eles. Eles no estavam nada para voc. Brinquedos
justo. Divertiu voc para seduzir eles com poesia e flores, com luz de vela e
vinho, Kevin? Fez que voc se sente sensual? Varonil? Talvez voc no pode
pegar isto em cima a menos que o drogado e impotente da mulher. Voc
no pode conseguir um boner a menos que seja estupro."
"Isto  ridiculous." Uma ondulao de raiva ignorou seu rosto. "Insultante."
"Bem, perdoe o inferno fora de mim. Mas quando um sujeito tiver que
estuprar uma mulher para sair de, diz a mim que ele no pode fazer o
trabalho caso contrrio."
Seu queixo ergueu uma frao. "Eu nunca estuprei uma mulher em minha
vida."
"Eu aposto que voc acredita nisto. Eles quiseram isto, no ? Uma vez que
voc deslizou um pouco Prostituta em seu vinho, eles eram praticamente
mendicncia voc para isto. Mas voc s fez ele para soltar eles." Rosa de
vspera, caminhada em torno da mesa. "S inquirindo a bomba. O sujeito
como voc no tem que estuprar mulheres. Voc  jovem, bonito, rico,
sofisticado. Educou."
Ela se debruou acima de por detrs ele, ponha sua boca perto de sua
orelha. "Mas  chato, no ? Intitulado do sujeito para fecho um pouco
extra. E mulheres? Inferno, eles so todas as prostitutas debaixo da pele.
Como sua me, por exemplo."
Ele bajulou longe dela. "Sobre o que voc est conversando? Minha me 
um altamente considerada e mulher de negcios altamente bem sucedida."
"Que foi acordado em um lab. Ela at conheceu seu pai, eu pergunto-me?
Importou para sua uma vez que ela era acelerada para ir? Quanto eles
pagaram a ela para soltar o terno e completar a gravidez? Ela j diz a
voc?"
"Voc no tem nenhum direito para falar comigo deste modo." Sua voz era
espessa com lgrimas.
"Voc estava procurando por Mame naquelas mulheres, Kevin? Voc quis
fuck ela, castigue ela, ou ambos?"
"Isto est repugnando."
"L, eu soube que ns batemos um ponto de acordo. No fim ela se vendeu,
no ? Nenhuma diferena, realmente, entre ela e aquelas outras mulheres.
E tudo que voc foi destacar suas naturezas verdadeiras. Eles estavam
cruzando para ele na web. Conseguidos o que eles pediram. E ento algum.
 disso que voc e Lucias figuraram?"
Ele empurrou, e sua respirao engatada. "Eu no sei o que voc est
conversando sobre. Eu no vou escutar mais deste. Eu quero ver seu
superior."
"Cuja idia foi para matar eles? Era seu, no era? Voc no  um homem
violento, no ? Bryna, isso era um acidente, no era? M sorte justa. Isso
poderia ajudar voc algum, Kevin. Poderia ajudar voc fora um pouco com
Bryna sendo acidental. Mas voc ter que trabalhar comigo nisto."
"Eu disse a voc. Eu no sei qualquer Bryna."
Ela girou at que seu rosto era empurrado em seu. "Suas calas esto
queimando, asshole. Olhe para mim. Ns temos voc frio. Todas as
guloseimas em sua pequena bolsa preta, a substncia ilegal voc deslizou
no vinho. Ns tivemos voc debaixo de vigilncia, completamente registrou
do tempo que voc andou no parque. Ouviu que voc conversando com seu
camarada sobre os pontos voc estava indo para prateleira em cima. E voc
 real fotognico, Kevin. Eu aposto o jri acha, tambm, quando eles virem
o disco de que voc deslizando o ilegal no vinho. Eu aposto que eles sero
to goddamn impressionou que eles daro a voc, oh, eu diria trs
sentenas de priso perptua -- nenhuma possibilidade de liberte sob
palavras -- em uma fora de colnia de planeta penal. Uma gaiola concreta
boa para chamar seu prprio."
Ela martelou isto nele enquanto ele olhou fixamente para ela com horror
que rasteja acima de seu rosto. "Trs praas por dia. Oh no as praas voc
est acostumado a," ela adicionou, digitao o material de sua camisa. "Mas
eles mantero voc vivo. Um tempo longo, longo. E voc sabe o que
acontece para rapists na priso? Especialmente bonita. Eles todos
experimentaro voc, ento eles lutaro acima de voc e experimentaro
voc um pouco mais. Eles legam fuck voc metade para a morte, Kevin. E
quanto mais voc implora que eles pare, quanto mais voc pleiteia, os mais
duros eles legam carneiro em voc."
Ela endireitou, olhado fixamente no vidro de dois modos, no pesadelo que
viveu em suas prprios olhos. Isto, rastejada em sua prpria barriga.
"Se voc for sortudo," ela disse, "algum chamado Grande Willy far voc
sua cadela e manter o outros fora de voc. Sentindo sortudo, Kevin?"
"Isto  molestamento. Isto  intimidao."
"Isto  realidade," ela estalou. "Isto  destino, isto  destino. Isto  seu
goddamn kismet, camarada. Voc cantarolou para mulheres em conversas
on-line. Conversas de poesia. Isto  onde voc achou Bryna Bankhead.
Voc desenvolveu uma relao com ela enquanto usando o nome Dante. E
trabalhando com seu amigo e da mesma categoria rastejar, Lucias
Dunwood, voc organizou a encontrar."
Ela pausou, deixa isto pia. "Voc enviou suas flores, rosas rosas, no
trabalho. Voc gastou algum tempo assistindo ela em seu dia fora de. Voc
usou uma unidade no cyber-articulao do outro lado da rua. Ns
conseguimos que voc pregou l. Sabe, ns temos um inteira frigging
diviso de cyber-geeks na folha de pagamento, Kev. Eu direi a voc um
pouco segredo."
Ela aliviou em novamente, solta ela verbaliza para sussurro do conspirador.
"Voc no  to bom quanto voc pensa que voc . No l, no na
articulao em Quinta qualquer um. Voc deixou impresses."
Ela assistiu seu lips tremer gosta de uma criana sobre chorar. "De qualquer
maneira," ela disse, "atrs para Bryna Bankhead. Voc a encontrou no
Quarto de Arco-ris. Voltando para voc j, Kevin? Ela era uma bonita
mulher. Voc teve bebidas. Ou voc fez, e ela teve Prostituta que voc se
misturou com seu vinho. Quando ela era inquirida com isto, voc voltou
para seu lugar. Deu seu um pouco mais, por via das dvidas."
Ela slapped suas mos na mesa, debruada em. "Voc ligou msica, voc
iluminou as velas, voc lanou fucking ptalas de rosas rosas na cama. E
voc a estuprou. Para dar a isso tudo um pouco mais de pontap, voc
alimentou seu algum Coelho Selvagem. Seu sistema no podia suportar
isso, e ela morreu. Morta a mesmo na cama de rosas. Assustado voc, no
fez isto? Urinou voc. Que diabo ela quis dizer morrendo e messing em cima
seus planos? Voc a lanou fora do terrao, lanou ela fora na rua como ela
era lixo."
"No."
"Voc assistiu ela cair, Kevin? Eu no acho. Voc era feito com ela. Tido que
cobrir seu asno, no ? A corrida casa para Lucias e pergunta a ele o que
fazer."
Ela endireitou, se virou, passeado acima de e se conseguiu uma xcara da
gua. "Ele corre voc, no ? Voc no tem a espinha para correr voc
mesmo."
"Ningum me corre. No Lucias, no voc, no ningum. Eu sou um
homem. Meu prprio homem."
"Ento era sua idia."
"No, era -- eu no tenho nada para dizer. Eu quero meu advogado."
"Boa." Ela aliviou um quadril abaixo na mesa. "Eu estava pulando que voc
diria aquele porque uma vez que voc traz para dentro os advogados, eu
no tenho que trabalhar com voc em direo a qualquer tipo de negcio.
Eu preciso dizer a voc, Kevin, apenas da idia de fazer um lidar com voc
estava me fazendo doente para meu estmago. E eu tenho um estmago
realmente forte, certo, Peabody?"
"Ao de titnio, senhor."
"Yep, isto me ." A vspera deu seu estmago um pouco bate levemente.
"Mas voc conseguiu bater isto. Agora eu sou todos fixo novamente
picturing que voc gastando o resto de sua vida lamentvel em uma gaiola,
sem seus bonitos ternos, todo aconchegado em cima com Grande Willy." Ela
partiu a mesa. "Quando eu tiver Lucias sentando onde voc est sentando
agora, eu conseguirei um pouco doente novamente, trabalhando com ele.
Porque ele vai ir para um negcio e direito de pozinho acima de em voc.
O que so as chances atuais naquele no charco, Peabody?"
"Trs a cinco, em Dunwood, senhor."
"Eu lugar melhor meu apostado. Vamos conseguir voc aquele advogado,
Kevin. Quebre em Entrevista, devido a pedido do suspeito para
representao." Ela girou para a porta.
"Espere."
Seus olhos, Gelo de janeiro, do Peabody encontrado. "Algo em sua mente,
Kevin?"
"Eu acabei de perguntar-se ... estritamente fora de curiosity, o que voc
quer dizer por um negcio."
"Desculpe, eu no posso entrar naquele como voc pediu seu advogado."
"O advogado pode esperar."
Gotcha, Pensamento de vspera, e voltada. "Registre em. Continuao de
Entrevista, mesmos assuntos. Por favor repita isto, Kevin, para o registro."
"O advogado pode esperar. Eu gostaria de saber o que voc quer dizer por
um negcio."
"Eu vou precisar de uma plula de basca.",. Ela suspirou, se sentou
novamente. "Certo. Voc sabe o que voc precisa fazer, Kevin? Voc precisa
vir para limpo, diga a mim como isso tudo aconteceu. Eu preciso de captulo
e verso. E voc vai ter que me mostrar a alguma boa f e algum remorso
sincero. Voc tira isto, e eu irei morcego para voc. Recomende que voc
receba instalaes melhores, separada da populao geral de alvo-fuckers."
"Eu no entendo? Que tipo de negcio  isto? Voc pensa que eu vou ir para
priso?"
"Oh, Kevin, Kevin." Ela suspirou. "Eu sei que voc esteja examinando
cuidadosamente. O que acontece para voc depois de que voc ser existir
at voc."
"Eu quero imunidade."
"E eu quero cantar mostro a melodias na Broadway. Nem um de ns temos
uma chance em inferno de perceber aqueles sonhos preciosos. Ns
conseguimos seu DNA, voc estpido putz. Voc no adaptou em cima para
suas festas. Ns conseguimos seu suco, suas impresses. E voc sabe
aquela pequena amostra que eles tiraram de voc em Registro? Eles esto
correndo isto agora mesmo. Vai combinar, Kevin, ns dois sabemos que vai
combinar o que voc deixou atrs de em Bryna e Moniqua. Uma vez que ele
faz, uma vez que eu tenho a partida de DNA em minha quente pequena
mo, terminado de recreio. Eu derrubarei que voc gosta de um cachorro
doente, e todos os advogados em toda a terra no podero ajudar voc."
"Voc tem que dar a mim algo. Uma pechincha de apelo, uma sada. Eu
tenho dinheiro -- "
Sua mo arrancada, pego seu shirtfront. "Isso era um suborno, Kevin? Eu
estou adicionando subornando um policial para sua lista de crditos?"
"No, no, eu somente... Eu preciso de alguma ajuda aqui." Ele tentou
tranqilo ele mesmo, soar razovel, cooperativo. "Eu no posso ir para a
priso. Eu no perteno na priso. Era s um jogo. Uma competio. Era
toda idia do Lucias. Era um acidente."
"Um jogo, uma competio, outra pessoa idia, um acidente." Ela agitou
sua cabea. "Isto  escolha mltipla?"
"Ns estvamos chateados, isto  todo. Ns estvamos chateados e
precisvamos de algo para fazer! Ns estvamos s tendo um pouco
diverso, uma espcie de re-representao de grande experincia do seu
av bastardo. Ento ele deu errado. Era um acidente. Ela no deveria
morrer."
"Quem no deveria morrer, Kevin?"
"Que primeira mulher. Bryna. Eu no a matei. Acabou de acontecer."
Ela se debruou de volta agora. "Diga a mim como aconteceu, Kevin. Diga a
mim como acabou de aconteceu."
-=O=-***-=O=-
Uma hora mais tarde, Vspera sada de Entrevista. "Uma miservel, pusboil
no asno de humanidade."
"Sim, senhor, ele . Voc o embrulhou em cima apertado," Peabody
adicionou. "Um peloto de advogados no poder cutucar tanto como um
pinhole naquela confisso. Ele foi."
"Sim. A outra fervura no quebrar to fcil. Alerta o time, Peabody. Mesmo
pessoal que o parque. Eu estou conseguindo uma autorizao para
Dunwood. Eles merecem estar em ato dois."
"Voc conseguiu isto. Dallas?"
"O que?"
"Voc realmente quer cantar mostra a melodias na Broadway?"
"Todo mundo no faz?" Ela retirou-se seu Communicator, se preparou para
solicitar ela autorizar. Buzinou em sua mo. "Dallas."
"Meu escritrio," Whitney ordenou. "Agora."
"Sim, senhor. O que  ele, psquico? Reunir a tripulao, Peabody. Eu quero
partir Dunwood dentro da hora."
Com a entrevista em sua mente e a antecipao de conseguir suas mos
em Lucias quente em seu sangue, ela caminhou em escritrio do Whitney.
Ela se foi preparada para dar a ele seu relatrio oralmente. Seus planos
mudaram quando ela viu Renfrew e outro homem em escritrio do Whitney.
Enfrente impassvel, Whitney permaneceu atrs de sua escrivaninha.
"Tenente, Fenos de Capito. Eu acredito em voc e Detetive Renfrew j
encontrou."
"Sim, senhor."
"Detetive Renfrew est aqui com seu capito. Ele est considerando
arquivar uma reclamao formal r sua conduta na investigao de
Theodore McNamara, do qual ele  primrio de registro. Em esperanas
para evitar qualquer ao, eu perguntei a voc para vir aqui de forma que o
assunto pode ser discutido."
Existia um rugido enfadonho dentro de sua cabea, uma queimadura baixa
funda em seu intestino. "Deixe ele arquivo."
"Tenente, nem eu nem este departamento tem um desejo para vadear pela
baguna de uma reclamao se pode ser evitado."
"Eu no dou uma maldio o que voc ou o departamento quer." Seu
pedao de tom e teve algo no identificvel relampejando em olhos do
Whitney. "Voc arquiva sua reclamao, Renfrew. Arquive isto, e eu
terminarei voc."
"Eu disse a voc como era." Renfrew trancou seus dentes. "Conseguido
nenhum respeito para o distintivo, nenhum respeito para oficiais das
mesmas categoria. Ela vem sobre minha cena de crime lanando seu peso
ao redor, puxando grau, solapante minha investigao. Questionou minha
unidade da cena de crime depois que eu solicitei que ela se removesse
antes dela contaminar a cena. V atrs de minhas costas para o MIM
conseguindo dados em um corpo que no  sua."
Whitney levantou uma mo para deter tirada do Renfrew. "Sua resposta
para este, Tenente?"
"Voc quer minha resposta para este? Eu darei isto para voc." Funous, ela
arrancou um disco fora de seu bolso, slapped ele sobre a escrivaninha.
"Existe minha resposta para este. Em registro. Voc idiota," ela disse para
Renfrew. "Eu iria deixar isto deslizamento. Isso era meu engano. Ningum
devia deixar cops como voc desliza. Voc pensa que o distintivo um pouco
de tipo de proteo  para voc? Um pouco de tipo de martelo voc pode
lanar ao redor?  seu fucking responsabilidade, seu goddamn encargo
aduaneiro, no sua almofada e no sua arma."
Os fenos fizeram um movimento para falar. Whitney o silenciou erguendo
um dedo nico.
"Voc no diz a mim sobre encargo aduaneiro." Renfrew braceou suas mos
em suas coxas, debruado seu corpo adiante. "Todo mundo sabe que voc
esteja fora para outro cops, Dallas. Voc est em bolso do IAB. A menina de
cartaz da esquadra de rato."
"Eu no tenho que justificar o que eu fiz sobre o-oito para voc. Parece que
voc esqueceu cops esteve morrendo. Queira seus nomes, porque eu tenho
eles em minha cabea. Eu permaneci acima deles, Renfrew, voc no fez.
Voc quer um pedao de mim acima disto, voc devia ter levado ele fora do
departamento, fora de uma investigao de homicdio. Voc quer que um
disparar contra mim, voc no toma isto acima do morto ns deveramos
levantar-se. Eu perguntei a voc para alcanar, eu perguntei a voc para
compartilhar informaes vitais para ambas nossas investigaes assim ns
podamos fazer o trabalho de maldio."
"Meu homicdio de roubo no foi conectado a seus golpes de sexo. E voc
no tem nenhum negcios em minha cena sem autoridade. Voc no tem
nenhuma gravao de direito naquela cena, e qualquer coisa em tal
gravao  falsa."
"Seu pomposo, egotistical, ignorante fuckhead. Voc no tem um homicdio
de roubo. Eu tenho um metade de seu time de assassinato no tanque. Eu
tenho uma confisso cheia, em registro, isso inclui o assassinato de
Theodore McNamara."
Renfrew chamou ateno de sua cadeira. "Voc vai ao redor mim para
trazer meu suspeito em entrevista?"
"Meu suspeito, trouxe para dentro para interrogatrio r minha
investigao, que como eu disse a voc, asshole,  conectado com seu. Se
voc no tivesse estado tomada to ocupada o modo fcil, to apertado-
assed sobre cooperar, voc teria sido parte do op que trouxe o para dentro.
Saia de meu rosto, e saia disto agora, ou eu tomarei aquele distintivo que
voc no merece e faz que voc come isto."
"Isto  suficiente, Tenente."
"No  suficiente." Ela girou de volta para Whitney. "No  suficiente. Eu
acabei de escutar um menino de vinte e dois anos de idade diz a mim como
ele e seu amigo doentes estavam chateados e compuseram um jogo. Um
dlar um ponto, um goddamn dlar um ponto para a pessoa que ensacou as
mais mulheres nos modos mais inventivos. Eles drogaram eles, estuprou
eles, matou eles, para a satisfao de ser o cravo superior. E quando
McNamara percebeu o que seu neto e seu playmate estavam fazendo,
quando ele confrontou eles, eles bateram seus crebros, manteve ele vivo
com um estimulante, desnudou-se ele desnudo, bateu ele novamente, e o
lanou no rio onde ele teve a m sorte para ser atribudo para esta
vergonha.
"Trs pessoas esto mortas, e se est no hospital lutando voltar. Porque um
policial decide tomar uma antipatia pessoal para outro, l poderia ter sido
mais. Ento no  suficiente. Nunca vai ser suficiente."
"Voc pensa que voc pode pendurar seu screwups em mim," Renfrew
comeou.
"Permanea abaixo, Detetive." Fenos conseguidos lentamente para seus
ps.
"Capito -- "
"Eu disse tribuna. Agora. No existir nenhuma reclamao arquivada de
minha casa. Se Tenente Dallas deseja arquivar -- "
"Eu no tenho nenhum desejo para arquivar."
Fenos propensos sua cabea. "Ento voc  um homem melhor que I. eu
gostaria de solicitar uma cpia daquele disco, Chefe."
"Solicite concedido."
"Eu considerarei o contedo da gravao e tomarei tais aes como so
julgadas apropriadas. Abra sua boca, Renfrew, e eu estarei arquivando eu
mesmo. Eu quero que voc ande do lado de fora. Isto  uma ordem."
O insulto foi fundo suficiente para ter ele vibrando. "Sim, senhor, mas
debaixo de protesto."
"Ento notou." Fenos esperados at a porta slammed. "Minhas desculpas,
Chefe Whitney, para trazerem esta baguna para sua porta, e para o
comportamento imprprio de meu oficial."
"Sua disciplina de necessidades de oficial, Capito."
"Ele precisa de um contribuir o asno, senhor, e eu posso prometer que voc
que ele conseguir um. Minhas desculpas para voc tambm, Tenente."
"Desnecessrio, Capito."
"Isto  a primeira coisa que voc disse com que eu discordo que voc
entrou. Renfrew  uma criana de problema, mas ele , para o momento,
minha criana de problema. Eu corro uma casa limpa, Tenente, e tome
responsabilidade para qualquer desordem que trabalha sua entrada.
Obrigado por seu tempo, Chefe."
Ele comeou para a porta, pausou, e girado. "Tenente, Sargento Clooney e
eu trapaceamos junto. Eu fui o ver depois dos eventos de ltimo maio veio
para iluminar. Ele disse que voc era um distintivo no embaado e ele era
agradecido que voc era o para trazer o para dentro. Eu no sei se isso faz
qualquer diferena para voc, mas ele fez para ele."
Ele movimentou a cabea novamente, saiu, e fechou a porta quietamente
em suas costas.
Quando eles estavam s, Whitney subiu e caminhado para seu AutoChef.
"Caf, Tenente?"
"No, senhor. Obrigado."
"Sente-se, Dallas."
"Chefe, eu me desculpo por meu desrespeito e insubordinao. Meu
comportamento era -- "
"Impressionante," Whitney interrompeu. "No deteriore isto lembrando de
que est em carga neste quarto agora."
Ela estremeceu e procurou por algo para dizer. "Eu no tenho nenhuma
desculpa."
"Eu no pedi um." Ele devolveu seu caf para sua escrivaninha. "Mas se eu
exigisse um que eu poderia comear perguntando quanto durmo que voc
conseguiu ontem  noite."
"Eu no fao -- "
"Responda a pergunta."
"Um par."
"E a noite antes?"
"Eu no fao... Eu no posso dizer."
"Eu disse que voc se sentasse," ele lembrou a ela. "Eu devo fazer isto uma
ordem?"
Ela se sentou
"Eu nunca tenho sido uma testemunha para que voc vestindo abaixo um
oficial -- rumores ouvidos," ele adicionou. "Agora eu seguramente posso
dizer que voc ganhou seu rep. Voc fez o que teve que ser feito com
Clooney e o-oito. Isso no significa que voc no tomar flak para isto."
"Compreendido, senhor."
Ele estudou seu rosto, e porque ele podia ver sugestes de fadiga, pesar,
raiva, soube que ela estava correndo magra. "O distintivo no faz o homem,
Vspera, est ao contrrio."
Ela piscou, fora de equilbrio por seu uso de seu primeiro nome. "Sim,
senhor. Eu sei."
"Voc  perfil alto, profissionalmente e pessoalmente. Aquele tipo de
exposio e brilha causa cime e ressentimento em certos tipos. Renfrew 
um exemplo principal."
"Ele no me concerne, pessoalmente, Chefe."
"Contente por ouvir isto. Voc tem confisso do Kevin Morano."
"Sim, senhor." Ela comeou a subir, dar seu oral, mas Whitney gesticulou
suas costas.
"Eu no exijo um relatrio formal neste momento. Eu consegui a essncia
de seu delrio. A autorizao tem para Lucias Dunwood sido emitido?"
"Solicitou. Devia estar esperando por mim em meu escritrio."
"Ento v o conseguir, Tenente." Whitney sipped seu caf como ela chegou
a seus ps. "Contacte-me quando voc o embrulhou. Ns precisaremos
programar uma conferncia de imprensa depois de que voc ser ordenado
para ir para casa e usar qualquer mtodo que voc escolhe garantir voc
oito sono de horas cheio."
Quando ela partiu, Whitney levantou o disco, girou isto em sua mo. Luz
refletida disto.
Um distintivo no embaado, ele pensou. Era uma boa descrio sua.
Assistindo a luz toca, ele contactou Tibble Principal para fazer seu prprio
relatrio.
-=O=-***-=O=-
Estava tentando soprar as portas no brownstone e exploso em com uma
esquadra cheia de cops armado com armas de fogo de revolta e armadura
de corpo. As circunstncias do caso e o peso das cargas deram sua a opo
para fazer s isto.
Faria um salpico, uma declarao devastadora.
E seria completamente auto-indulgente.
A vspera deixa a fantasia voar longe, e com s Peabody ao lado dela,
abordou a porta.
"Todas as estaes tripuladas e prontas?"
"Isto  afirmativo," Feeney disse por seu receptor do telefone. "Ele tenta
coelho e fica passado voc, ns legamos concha ele."
"Copie isto." Ela glanced em Peabody. "Ele no est ficando passado ns."
"No nesta vida."
A vspera apertou o sino, segundos enumerados como ela balanou nas
bolas de seus ps. Ela alcanou dez quando a casa droid abriu a porta.
"Lembre de-me?" Ela deu a ele um sorriso dentudo. "Eu preciso falar com
Sr. Dunwood."
"Sim, Tenente. Por favor entre. Eu direi a Sr. Dunwood que voc est aqui.
Eu posso oferecer a voc um pouco de refresco enquanto voc espera?"
"No, ns somos fixados, obrigado."
"Muito bem. Por favor fique confortvel."
Ele foi embora, duro e formal em seu uniforme preto clssico.
"Agora se Roarke iria fosso Summerset e consegue um droid, eu podia ser
educadamente tratado assim todo dia."
"Sim." Peabody grinned. "Voc realmente odiaria isto."
"Quem diz?"
"Aqueles quem sabem voc melhor, senhor."
"Eu penso que eu me sei melhor," ela countered. "O que faz que voc diz .
. ala to pensada," ela disse quando ela viu Lucias se transformar no
foyer. "Sr. Dunwood."
"Tenente." Ele vestiu de preto tambm, usou s uma sugesto de
maquilagem para dar seu um lamentar de rosto pallor. Trabalhou
maravilhas em sua me que manh, e ele no teve nenhuma dvida que
fixaria apenas do tom certo com o cops. "Voc algumas notcias tm sobre
meu av? Eu gastei a manh com minha me, e ela ..."
Ele diminuiu, olhado como se compondo ele mesmo. "Ns dois seramos
agradecidos para quaisquer notcias. Qualquer coisa em todos ajudar ns
fazer um pouco de sensao fora de nossa perda."
"Eu penso que eu posso ajudar voc com isto. Ns j temos algum em
custdia."
Ele olhou de volta nela, um momento de surpresa antes de ser mascarado.
"Eu no posso dizer a voc o que este significa para ns. Para ter seu
assassino trazido para justia depressa."
"Clareie meu dia, tambm." Indulgente, ela disse a se. Ela estava sendo
indulgente afinal. Mas que diabo. "Realmente, existiam duas pessoas
responsveis. Foi se carregado, e uma priso da segunda  iminente."
"Dois? Dois contra um homem velho impotente." Ele trabalhou ira em sua
voz. "Eu quero que eles sofram. Eu quero que eles paguem."
"Ns estamos montando a mesma onda naquele. Ento vamos iniciar.
Lucias Dunwood, voc est debaixo de priso."
Ela arrancou sua arma quando ele aceitou em devoluo um passo rpido.
"Oh, por favor," ela convidou. "Mantenha ida. Eu no tive a oportunidade
para usar este em seu camarada, Kevin, e  me feito twitchy."
"Voc cadela estpida."
"Eu tomarei a cadela, mas eh, qual de ns est entrando em uma gaiola?
Estpida  como estpido faz. Mos ao alto e atrs de sua cabea. Agora."
Ele levantou suas mos, e quando ela girou ele para enfrentar a parede, fez
ele movimento.
Talvez ela o deixa. A vspera no iria mentir acordado de noite debatendo o
ponto. Mas quando ele empurrou, ela deixa seu corpo fluir de volta, deu a
ele quarto para balanar. E ducking debaixo do arco de seu punho, rammed
sua prprio, duas vezes, em seu intestino.
"Resistindo priso," ela disse quando ele caiu para suas mos e joelhos,
nsia de vmito. "Outra marca em seu registro permanente." Ela o cutucou
apartamento com seu p, ento ponha sua bota ligeiramente atrs de seu
pescoo. "Eu no adicionarei assaltando um oficial porque voc sentiu falta.
Contenha este palhao, Peabody, enquanto eu termino de declarar as
cargas contra ele e o ler seu direitos."
Ele estava exigindo um advogado antes dela terminar.
CAPTULO VINTE E UM
O cu estava ainda azul, uma noite funda, sonhadora azul, quando ela subiu
para os passos para sua prpria porta da frente. Pela primeira vez que em
dias ela se importa de era clara suficiente para deixar o som de birdsong e
o vento suave de registro de flores.
Ela considerou s se sentar nos passos e o desenhando em, todos aqueles
prazeres doces e simples o mundo podiam oferecer. Lembrando, tomando o
tempo para lembrar de existia mais que morte, mais que sangue e aqueles
que derramaram isto com o egosmo de deterioraram crianas fizeram a
diferena entre viver e afundar.
Ao invs ela comprimida fora de um galho da flor purprea derramando fora
de uma urna e foi do lado de dentro. Existia algo que ela quis mais que ar
fresco.
Summerset levou olha se para a flor em sua mo e scowled. "Tenente, os
acordos nas urnas no so flores cortantes."
"Eu no cortei isto. Eu estalei isto. Ele est em casa?"
"Em seu escritrio. Se voc quiser uma exibio de verbena, voc pode
ordenar uma de uma das estufas."
"Blah, blah, blah," ela disse como ela subiu para os degraus. "Iaque, iaque,
iaque."
Summerset movimentou a cabea com aprovao. Pareceu os
medicamentos puseram suas costas para normais.
Roarke estava na janela, segurando uma conversao em seu headset.
Pareceu ser algo sobre uma reviso para o prottipo de algum novo
communication/data sistema, mas existia demais e-jargo para ela decifrar.
Ento ela afinou fora as palavras eles mesmos, e s escutado o fluxo de sua
voz.
Os irlandeses em ocasionalmente deram sua uma excitao estranha, junto
com imagens nubladas de guerreiros e fragrantes despediu. E poesia, ela
suposta. Talvez a fmea da espcie era justa hardwired para reagir para
certos estmulos.
Talvez em dez ou vinte anos, ela se realmente acostumaria a isto. Para ele.
O sol, afundando no cu, derramada na janela e o encharcou em vislumbrar
ouro. Ele amarrou de volta seu cabelo, que fez ela pensa que ele tem
estado em algo que exigiu suas mos e nenhuma distrao.
A luz fez um halo ao redor que ele eles dois souberam que ele no mereceu,
mas isso olhou incrivelmente direito.
Ele teve a tela, e um relatrio de notcias estava zumbindo. Seu vnculo de
escrivaninha buzinou e era ignorado.
Existia um odor para o quarto que era dinheiro, isso era poder. Isso era
Roarke. Dentro de sua subiu uma necessidade bsica como respirao.
E ele girou para ela.
Com seus olhos bloqueados em seus ela cruzou o quarto, empurrou ele
para ela por seu shirtfront, e capturou sua boca com sua.
No headset uma voz continuada a zumbir em sua orelha, escurea debaixo
do ativo de seu prprio sangue. Ele pegou seus quadris, calor apertado
contra calor.
"Mais tarde," ele muttered no headset, ento tirou isto, lanou isto de lado.
"Bem-vinda casa, Tenente, e parabns." Ele ergueu uma mo para o
escovar acima de seu cabelo. "Eu peguei sua conferncia de imprensa em
Setenta e cinco."
"Ento voc sabe que est terminado." Ela ofereceu a verbena. "Obrigado
por sua ajuda."
"Voc  bem-vindo." Ele cheirou a flor. "Qualquer outra coisa que eu posso
fazer para voc?"
"De fato." Ela arrastou a faixa fora de seu cabelo. "Eu tenho outra tarefa
para voc."
"Realmente? Um pouco apertado do meu horrio agora mesmo, mas eu
quero fazer meu encargo aduaneiro cvico." Ele dobrou a pequena flor atrs
de sua orelha. "Que tipo de tarefa  isto? E seja especfico."
"Voc quer que eu seja especfico?"
"Eu fao, sim. Muito ... muito especfico."
Com um risada, ela se impulsionou em cima assim ela podia embrulhar suas
pernas ao redor sua cintura. "Eu quero que voc fique desnudo."
"Ah, uma tarefa encoberta." Tonificantes seus quadris, ele comeou em
direo a seu elevador de escritrio. " perigoso?"
" mortal. Nenhum de ns podemos fazer isto fora vivos."
Dentro do elevador, ele apertou suas costas contra a parede. Sentiu a fora
sua -- e o render. "Domine quarto," ele ordenou, ento saqueada sua boca.
"Eu vivo para perigo. Diga a mim mais."
"Envolve muito esforo fsico. Contagem de tempo ..." Sua respirao
entupiu quando seus dentes achados sua garganta. "Ritmo, coordenao
tem que ser perfeita."
"Trabalhando nisto," ele administrou e a balanou fora do elevador no
quarto.
O gato, estirada atravs da cama gosta de uma gordura, trapo peludo,
saltada em cima com reclamao de um silvar quando eles soltaram sobre o
colcho ao lado dele. Roarke alcanou, deu a ele um empurro leve que
mandou a ele saltando abaixo com uma pancada.
"Isto no  nenhum lugar para civis."
Com um bufar de riso, Vspera bloqueada seus braos apertada ao redor
ele. "Desnudo." Ela fez correr beijos acima de seu rosto. "Fique desnudo. Eu
quero afundar meus dentes em voc."
Arrastando em roupas, eles rolaram acima da cama. Sua camisa tangled em
seu equipamento de arma, fazendo sua maldio breathlessly como ela
lutou livres de ambos. Suas bocas encontradas novamente, umas frenticas
acasalando de lips, dentes, lnguas que tiveram o sangue apressando
quente por suas veias e seu corpo que mergulha debaixo de seu.
Ela arrastou em sua camisa, arrancando isto abaixo de seus ombros assim
ela podia cavar seus dedos naquela ondulao dura de msculo e testava
fora para fora.
Mas ele pegou ela entrega seu, desenhou seus braos acima de sua cabea.
Olhada fixamente abaixo nela com aqueles depthless olhos azuis at que
suas prprios msculos comearam a tremer.
"Eu amo voc. Bem Vspera. Meu." Ele abaixou sua boca para sua em um
beijo suave, suave que girou aqueles msculos trmulos para regar.
Sua boca deixou sua para ler rapidamente junto sua mandbula, coluna
abaixo de sua garganta. Ele saberia, ela pensou como seu corao
estremeceu. Ele saberia que ela precisou mais que o flash e o fogo. Ela
precisou da doura e a simples.
Ela relaxou e desenhou isto.
Ele sentiu seu aberto, renda se. Existia, para ele, seduo no mais
poderosa que o render dela para ele, e para ela mesma. Quando ela aceitou
a ternura dentro dele, ele achou que ele mesmo encheu com Wells sem
fundo disto.
Suavemente, seu lips deslizou acima de sua pele, saboreando o sabor.
Suavemente, suas mos tocadas acima de seu corpo, apreciando a forma.
Sua batida de corao espessa debaixo do deslizamento de sua lngua. E ela
passou embalar sua cabea contra ela quando ele aninhou lazily em seu
peito.
Ela cheirou de seu chuveiro em Central, do sabo prtico disponvel para ela
l. Fez ele querer a amimalhar, alisar longe a aspereza que ela estava muito
acostumada a. Ento seu lips era como um blsamo acima de sua carne,
arreliando fora o calor antes do calor.
Ela moveu em uma almofada de sensao, corredio em prazer to sutil,
to suave, embrulhou ao redor ela gosta de nvoas. Seus dedos threaded
por seu cabelo como as nvoas se tornaram um rio, e o rio um mar quieto
de felicidade. Com um suspiro, ela se deixa pia nisto.
Ela ouviu ele murmurar como ele moveu abaixo seu corpo, o Gaelic ele usou
quando ele estava mais mexido. Soou como msica, ambos exticos e
romnticos.
"O que ele quer dizer?" Sua voz era sonolenta.
"Meu corao. Voc  meu corao."
Ele localizou uma linha de beijos abaixo seu torso fascinado, sempre
fascinada pela linha longa, magra sua. Tanta fora e coragem viveram
dentro daquele corpo de chicote apertado. No corao, ele pensou como
suas mos sussurradas acima de seus peitos. No intestino. Ele esfregou seu
lips acima de sua barriga.
Os msculos quivered, e ele ouviu a primeira captura instvel de sua
respirao.
Ainda ele tomou seu tempo, seu lento e torturous tempo at que aquela
captura de respirao se tornou um gemido, at que to duro, afinou corpo
tremido.
Quando ele a levou, ele sentiu ela lanar derramamento por ela, e nele.
E o mar onde ela estava movendo virada inquieta. A felicidade se tornou um
almejar e prazer, um fundo e pulsando dor que pulsada por ela gosta de
uma fome. Ela arqueou contra sua boca ocupada, clamando como seu
sistema estourou.
Desesperado agora, ele trabalhou seu modo em cima seu corpo, incitando
uma dzia de despedir, uma revolta das pulsaes. Enlouquecendo ele
mesmo at como ele a enlouqueceu. "Suba. Suba." A respirao
levantando, ele dirigiu seus dedos nela, no calor encharcado. "Eu quero
assistir voc. Novamente."
"Deus!" Seus olhos foram largos e cegos que o orgasmo rasgado por ela.
Como ela estremeceu acima da crista, ele fechou sua boca acima de sua,
danada sua lngua acima de sua at que sua respirao, sua respirao
diminuda a velocidade. Espessou. Deslizou devagar, lentamente dentro
dela.
Seus olhos passados sem tocar, afundaram, seguro seus. Amor, como
prateado aveludado, vislumbrada acima da nvoa vermelha de paixo. Ela
ergueu uma mo para sua bochecha como eles moveram junto. A subida e
queda de amantes que amaram. A doura e a simples.
Quando seu prazer emaciado este tempo, era como graa. Ele abaixou sua
cabea, beijou longe a lgrima que derramada abaixo sua bochecha.
"Meu corao," ele disse novamente, ento apertado seu rosto em seu
cabelo e despejou ele mesmo nela.
-=O=-***-=O=-
Ela deita com seu corpo enrolado contra seu lado. A luz estava indo. O fim
de um dia longo. "Roarke."
"Hmm? Voc devia dormir para um pouco."
"Eu no tenho as palavras o modo que voc faz. Eu nunca posso parecer
achar eles quando eles mais importarem."
"Eu sei o que eles so." Ele toyed com os fins de seu cabelo. "Gire sua
mente, Vspera, e descanse um enquanto."
Ela agitou sua cabea, empurrada em cima assim ela podia olhar abaixo
nele. Como ele podia ser to perfeito, ela pensou, e ainda  sua?
"Diga o que voc disse na frente de novamente. A coisa irlandesa. Eu quero
dizer isto atrs para voc."
Ele sorriu. Tomou sua mo. "Voc nunca pronunciar isto."
"Sim, eu irei."
Ainda sorridente, ele disse isto lentamente, esperada por ela apalpar por.
Mas seus olhos ficados afianam e srio que ela trouxe sua mo para seu
corao, deitado sua em seu, e repetiu as palavras.
Ela viu movimento de emoo acima de seu rosto. Seu corao saltou duro
contra sua mo. "Voc me desfaz, Vspera."
Ele se sentou em cima, solta sua sobrancelha contra sua. "Agradea Deus
para voc," ele murmurou em uma voz ido crua. "Agradea Deus para
voc."
-=O=-***-=O=-
Ela recusou dormir, ento ele a conversou em compartilhar uma refeio na
cama. Ela se sentou cruz-provida de pernas nas folhas, plowing sua
passagem um prato de espaguete e almndegas.
A combinao de sexo, comida, e um chuveiro devastador fez o trabalho.
"Morano quebrou em entrevista," ela comeou.
"Eu pus isto que voc o quebrou," Roarke corrigiu. "Eu assisti voc." E viu o
modo que ela olhou fixamente no vidro. Nela mesma. "Ele no teria sabido
o quo difcil era para voc."
"No to difcil, porque eu soube que eu o quebraria. Eu no soube que
voc estava l."
"Eu era parte do time operacional." Ele girou um pouco de seu macarro
sobre seu garfo. "E eu aprecio assistir voc trabalhar."
"Era uma competio para eles, e os pedaos de jogo de mulheres. Tudo
que eu tive que fazer estava caixa Morano em um canto, e jogo acima de. O
modo que ele v isto, era culpa do Dunwood, e ele estava s tentando
continuar. Bankhead era um acidente, Cline no morreu, e McNamara, bem
que era, em sua viso, uma espcie de autodefesa. Eu olhei para ele, e eu
no vi nada calculando ou particularmente maligno. Ele est s vazio, fraco
e vazio. Uma espcie de -- ele sons hokey -- sem do mal."
"Ele sons precisos. Dunwood  uma chaleira diferente, no ?"
"E ento algum." Ela levantou seu wineglass, sipped, ento debruado
acima de provar algum do linguini do Roarke com molho de molusco. "Meu
 melhor," ela decidiu, contente. "Depois da sesso com Renfrew em
escritrio do Whitney -- "
"Que sesso?" *
"Esqueceu. Eu no disse a voc."
Ento, entre bocados de espaguete e o herbed po ele ofereceu, ela fez.
"Eu no posso acreditar em que eu praticamente disse que Whitney
fechasse. Ele devia ter slapped mim abaixo para isto."
"Ele  um homem esperto. E um bom policial. Renfrew agora, ele  apenas
do tipo de policial que fez coisas relativamente fceis para mim. Durante
um perodo passado, e lamentvel de minha vida," ele adicionou
sobriamente quando ela carranca nele. "Mais ambicioso que inteligente,
estreita de viso e enfoque. Preguioso."
Ele scooped em cima outro forkful de seu macarro. Ela era certa; Sua era
melhor. "E," ele continuou, "ele compendia minha viso prvia da espcie. A
viso eu segurei de distintivos antes de eu precisar saber mais um
intimamente."
"Seu tipo me urina fora de, mas seu capito ... Ele  slido. Ele lidar com
isto. De qualquer maneira. De qualquer maneira." Ela alarga uma
respirao longa. Ela era cheia, mas quieta querida mais. "Eu tomei o time,
menos nosso consultor de civil, para seu lugar para trazer o para dentro.
Ele lawyered imediatamente, e manteve sua boca fechada. Ele no 
estpido, e ele no  fraco. Seu engano est acreditando em todo mundo
outro .  disso que o levar debaixo de."
"No, voc  o que o levar debaixo de."
Sua confiana absoluta em sua guerreada tanta como quaisquer palavras de
amor. "Realmente preso em mim, no ?"
"Aparentemente. Que tal me deixar o que  remanescente daquela
almndega?"
Ela cutucou o prato em sua direo. "Dunwood teve trs advogados em
reboque antes de ns terminar de o registrar. Ele reivindica no para saber
nada sobre nada, exceto ele notou seu bom amigo e companheiro Kevin
tem estado agindo um pouco estranho, entrando em horas estranhas,
vestindo-se bem em arranjos estranhos sair."
"Amizade  uma coisa bonita."
"Voc aposta. Ns no temos nenhum DNA nele, e ele sabe isto. Ele est
tocando a vtima inocente, o outraged cidado, e deixando seu reps faz todo
o conversar. Ele at no piscou quando ns educamos o de casa lab, e as
amostras ns somos prova disto. At no conseguiu um encolher os ombros
fora dele quando eu assinalei que ns achamos a peruca e o terno vestidos
no disco de segurana de Lutz em seu armrio do quarto. Que sua vaidade
de banheiro conteve a marca de massa de vidraceiro de rosto e
encarecimentos achados em seu corpo e suas folhas. Sua histria  Kevin
usou eles, plantou eles. Mesma coisa com o Carlo considera," ela adicionou.
"O illegals operao. Ele no sabe uma coisa. Deve ter sido Kevin."
"Onde voc vai daqui?"
"Feeney est fazendo sua e-coisa com todos os 'vnculos e computadores
ns confiscamos do townhouse. Ele achar algo. Dunwood estava
encontrando algum na noite ele matou seu av, e meu toma  que ela no
mostrou. Ns a achamos, verifique a correspondncia e a reunio marcada
aquela noite para o clube onde ele comprou bebidas, e ns adicionamos
mais camadas. As amostras do lab vo testar fora para Prostituta e Coelho.
Seus advogados podem tentar danar ao redor que experimentar no 
ilegais, e ns temos que provar uso e/ou distribuio  venda. Mas ele
adiciona a prxima fileira. Ns cavamos at que ns o conectemos a
distribuio daqueles illegals como Carlo, por cliente do Charles Monroe.
Fluoroscoping da Cena de crime a casa, e eles acharo sangue. Ns temos
ponto do Morano-por-confisso de ponto. Ns temos bastante para uma
acusao. Quando ns adicionarmos em cima tudo que ns trancaremos ao
longo dos prximos dias do par, ns o embrulharemos nisto."
Mais devido a uma necessidade para mover ao redor que uma sensao de
meticulosidade, ela passou sem tocar os pratos fora da cama. "Eu lego
assim Mira nele," ela adicionou. "Mas at ela vai ter um cavaco de tempo
duro naquela concha. No fim, ns esvaziaremos toda a evidncia -- fsica,
circunstancial, forense, o intimidar psicologicamente perfis, as declaraes -
- em uma caixa e embrulhe isto para os advogados. Ele no ir embora."
"No ? No ?"
"Se voc perguntasse a mim que vinte e quatro horas atrs, eu teria dito
no. A menos que eu minta." Ela girou ao redor para o enfrentar. "Mas sim,
depois de eu terminar de pr o caso junto, tome um par mais tiros nele em
Entrevista, eu passarei por isto para o PA. E eu irei embora. Existe sempre
outro, Roarke, e se eu no for embora, eu no posso enfrentar o prximo."
"Eu preciso de tempo com voc, Vspera. S, longe. Nenhum fantasma,
nenhuma obrigao, nenhum pesar."
"Ns estamos indo para o Mxico, certos?"
"Comear, de qualquer maneira. Eu quero duas semanas."
Ela abriu sua boca, razes de uma dzia de por que ela no podia tomar
tanto tempo pronto para tropear fora de sua lngua. E olhando para ele
achou a razo, o que importou, por que ela iria. "Quando voc quer partir?"
"Assim que voc pode. Eu lidei com meu horrio."
"D-me uns dias do par para amarrar os fins juntos. Enquanto isso, eu
tenho uma ordem direta de meu chefe que eu tenho que seguir. Eu sou
ordenado para usar qualquer mtodo me garante oito horas sono."
"E voc escolheu seu mtodo, bem Vspera?"
"Sim, e  simples." Ela mergulhou sobre ele.
Ela teve sua bata fora de e seu total das mos quando o enterrar-casa
'vnculo buzinado.
"Que diabo ele quer?" Ela exigiu. "Ele no sabe que ns estejamos
ocupados?"
"No esquea seu lugar." Roarke bloqueou vdeo, respondeu. "Summerset,
a menos que a casa est queimando ou debaixo de ataque de inimigo
volumoso, eu no quero ouvir sobre voc at manh."
"Eu sinto muito perturbar voc, mas o chefe do tenente  aqui a ver. Eu
devo dizer a ele que ela  indisponvel?"
"No. Cague." Ela j estava subindo em cima. "Eu serei completamente."
"Tenha Chefe Whitney esperar na sala de estar principal," Roarke disse.
"Ns juntaremos-nos ele em um momento."
"Isto no  bom, isto no pode ser bom." Ela arrancou abre uma gaveta e
agarrou os primeiros artigos que vieram  mo. "Whitney no solta em para
bebidas e uma depois do trabalho conversa. Goddamn isto."
Sem aborrecer com roupa ntima, ela puxou em cala jeans antiga, arrastou
uma Camiseta de enfraquecido NYPSD com as mangas arrancadas acima de
sua cabea. Ainda amaldioando, ela pulou em suas botas.
Na mesma quantia de tempo Roarke conseguiu vestir de cala comprida
preta pregueada e uma Camiseta preta prstina. Ele deslizou em vadios
enquanto ela pegou sua respirao.
"Sabe, se eu no estivesse em uma pressa de real, isso me faria doente."
"O que isso seria?"
"Como voc pode pr voc mesmo junto como algum prato de moda em
abaixo de dois minutos," ela reclamou e se apressou fora do quarto.
Na sala de estar principal, no meio do cintilar madeira e refletindo vidro,
Whitney e Galahad estudaram um ao outro com respeito cauteloso e mtuo.
Quando Vspera andou a passos largos em, Whitney pareceu aliviado.
"Tenente, Roarke, eu sinto muito intrometer em sua noite."
"No  um problema, Chefe," Vspera disse depressa. "Algo est errado?"
"Eu quis dizer a voc pessoalmente, e cara a cara em lugar de ter que voc
ouve isto usado. O advogado do perguntado do Lucias Dunwood e recebeu
uma audio de lao imediato."
A vspera l os resultados dele em seu rosto. "Eles o deixam fora," ela disse
de modo plano. "Que tipo de juiz fixa fiana para um homem carregado com
mltiplos primeiros-graus?"
"Um juiz que, como um amigo das famlias de Dunwood e McNamara,
deviam ter desculpado ele mesmo da audio. Era discutido que no existe
nenhuma evidncia fsica contra Dunwood."
"Existir em um assunto de horas," Vspera comeou.
"E adicional discutido," Whitney continuou, "que o peso mais pesado nas
cargas origina-se da confisso de Kevin Morano, que implica Dunwood. Que
Dunwood no tem nenhum prior,  um membro de uma famlia respeitada,
um homem que s ontem  noite era informado da morte trgica do seu
av."
"Assassinato," Vspera estalada fora. "Um ele cometeu."
"Sua me freqentou a audio. Fez um apelo pessoal que fiana ser
concedida de forma que seu s filho podia a ajudar em comemorar e e seu
pai. A fiana era fixados s cinco milhes, pagou, e Dunwood era lanado
em custdia da sua me."
"Pense." Roarke deitou uma mo em ombro da Vspera antes dela poder
falar. "Ele correr?"
Ela se desenhou em, forou se a ver pela ira. "No.  ainda uma
competio. S um jogo diferente. Ele pretende ganhar. Mas ele  urinado
porque eu mudei a diretoria nele, ento ele est provvel fazer algo
erupo cutnea. Ele  deteriorado, e ele est bravo. Ns precisamos pr
uma bandeira no lab trabalha. Ns precisamos de identificao positiva das
amostras qumicas tirados do townhouse."
"J feito," Whitney disse a ela. "Eu falei com Dickhead -- Berenski," ele
corrigiu, "a caminho aqui. Voc tem uma partida positiva para o illegals
achado nas vtimas. Usando aquela evidncia e a relao do juiz para o
acusado, o PA arquivou para revogao imediata de lao."
"Ele pegar isto?"
"Ns saberemos dentro da hora. Pesarosamente, eu vou ter que contra-
ordem minha ordem para voc conseguir oito horas sono, Tenente. Seu dia
no est acabado. Nem  meu," ele adicionou. "Eu voltarei para Central e
aguardarei. Com qualquer sorte, voc estar levantando Dunwood de volta
hoje  noite. Eu pretendo ir com voc."
"Comigo? Mas..." Ela se pegou a tempo, tragou as palavras de volta. "Sim,
senhor."
"Eu ponho meu tempo em as ruas, Tenente. Eu posso assegurar voc,
jquei de escrivaninha ou no, eu no estou peso morto."
"No, senhor. Nenhum desrespeito pretendido. Com sua permisso, Chefe,
eu lego etiqueta Feeney, tenha ele agarramento em cima McNab assim eles
podem pr a tempo hoje  noite na eletrnica que ns temos em
Evidncia."
"Permanece seu caso. Tampe os buracos. Eu contactarei voc assim que eu
tenho palavra do promotor."
"Chefe." Roarke manteve sua mo em ombro da Vspera. Ele podia sentir
ela vibrando debaixo disto -- acelerando agir, fazer. "Voc jantou?"
"No ainda. Eu pegarei algo em minha escrivaninha."
Levou dois aperta da mo do Roarke em seu ombro para Vspera para pista
em. "Um. Por que voc no tem algo aqui, Chefe? Salve voc mesmo algum
tempo de viagem."
"Eu no quero apagar voc."
"No  nenhuma dificuldade mesmo," Roarke seguro ele. "Eu manterei voc
companhia enquanto Vspera faz seus telefonemas." Ele gesticulou para a
entrada. "Bem da sua famlia, eu espero."
A vspera respirou fundo e assistiu eles deixarem o quarto. Ela no estava
certa que era mais misteriosa -- seu chefe acomodar-se para jantar em sua
casa ou ele acomodar-se para ter aquela comida na companhia de um
homem que gastou a maioria de sua vida com sucesso quebrar toda lei nos
livros. E algum que at no tinha sido escrito.
"Ao redor de misteriosa," ela disse para Galahad. E deixando o socializar
para Roarke, ela encabeou at seu escritrio para voltar trabalhar.
CAPTULO VINTE E DOIS
Porque ela entendeu seu exatamente -- e seu modo com palavras quando
aborreceram eram at mais inventivas que ela era -- Vspera deixa delrio
de Feeney, delire, e vomite.
E no mencionou o fato que ele respondeu o 'pijama de vnculo cansativo
com coraes vermelhos pequenos neles e que a msica no fundo era
algum cantor sonoro grave sussurrando sobre fazer amor doce para sua
mulher.
Pareceu que ela no era a nica que teve seduo nos planos pela noite.
"Ns o conseguiremos de volta," ela disse quando Feeney parou de estalou.
"Eu vou ordenar vigilncia no lugar da me e seu townhouse. Eu no penso
que ele lega coelho, mas eu no quero arriscar isto. Consiga-me algo
naquela eletrnica, Feeney. Ache-me algo para adicionar a pilha."
"Juiz oughta  desnudado-se, arrastadas pelas ruas, com um grande sinal
que diz que CREBRO-MORTO que FUCKFACE amarrou a seu dick."
"Sim, bem, isto  um agradvel e satisfazendo imagem, mas eu conformar-
me um rpido destruir na fiana. Voc lega etiqueta McNab."
"Provavelmente saltando em Peabody," Feeney latiu. "Converse sobre
rabbits."
A vspera decidiu mostrou a grande restrio e carter esterlino para seu
no mencionar o pijama de corao em uma abertura to principal. "Se ele
for, eu no quero saber sobre isto, mas voc pode dizer que Peabody
aguarde para dados. Voc puxa qualquer coisa, ela pode seguir isto."
"Voc no a quer com que voc no tirar-?"
"No, eu tenho outro policial vindo junto. Whitney."
"Jack?" Feeney est inclinando rosto clareou gosta de do menino. "No
caga?"
"No cague. O que eu fao com ele, Feeney? Se ns chocarmos-nos com
qualquer coisa hinky, eu deveria dar ele ordens?"
"Voc  primrio."
"Sim, sim." Ela beliscou a ponte de seu nariz. "Eu tocarei isto por orelha.
Consiga-me algo. Oh, e Feeney? Ame o pjs."
Ela quebrou transmisso. Certa, talvez ela no teve um carter to
esterlino.
Ela chamou em, vigilncia solicitada nos dois locais, ento levantaram
compassar fora do tempo.
Qual estar tomando o PA to longo? Ela devia provavelmente ir no andar de
baixo. E toque anfitri. Ela era melhor nele que ela tem sido um ano atrs.
No bom nisto, mas melhor. Ainda, ela normalmente fez aquele encargo
aduaneiro quando existiam grupos, jantares de negcios, ou festas onde
existiam tantas pessoas, dando a ningum muita ateno pessoal no era
necessria.
A conversao e conversa ftil casuais eram foras do Roarke no sua. Ela
tomou o modo e protelado do covarde voltando para o quarto para seu
equipamento de arma.
O minuto ela amarrou com correia isto, ela sentiu mais em controle.
-=O=-***-=O=-
Lucias pareceu o mesmo modo. Em controle. A ira, o insulto, era um negro,
borbulhando bebida fermentada em baixo do gelo. E se de vez em quando
queimou um buraco, ele estava ainda em controle.
Ele conheceu sua me lamentaria e imploraria e lamentaria para ele. Ela era
to previsvel. As mulheres eram, para seu modo de pensar. Eles eram, por
natureza, fracos e submissos. Eles exigiram direo e uma mo firme. Seu
av, ento seu pai, sempre deu a sua me uma mo firme.
Ele estava simplesmente continuando a tradio de McNamara-Dunwood.
Os homens de Dunwood correram o show. Os homens de Dunwood eram
vencedores.
Respeito de homens de Dunwood merecido, obedincia, e lealdade
inquestionvel. Eles eram no ser tratados como comum criminals, ser
empurrado ao redor, bloqueada em uma gaiola, questionou.
E eles nunca eram, nunca para ser trados.
Naturalmente eles deixaram ele ir. Ele nunca duvidaria que ele seria
lanado. Ele nunca iria para a priso, nunca permite que ele mesmo seja
bloqueado longe como um animal.
Ele iria, de uma forma ou de outra, termine deste o vencedor.
Mas isso no comps para a humilhao de ser arrastado atrs de bares,
tomada em uma sala de tribunal. Destitudo de seu direitos.
Ele lidaria com Vspera Dallas. Debaixo de isso tudo que ela era s uma
mulher. Deus soube que mulheres nunca deviam ser postas em posies de
autoridade ou poder. Isto, pelo menos, tinha sido algo ele e seu final de
unlamented neto concordaram em.
Ele esperaria seu tempo com ela, planeje cuidadosamente. Escolha seu
tempo e lugar. Quando ele estava pronto que ele pagaria a suas costas para
deitar mos nele, para deteriorar o jogo. Para o embarao pblico ela o
causou.
Um lugar quieto, um interldio privado. Oh sim, ele com inteno de ter
uma data muito quente com Tenente Dallas. Este tempo ela seria as em
restries. Quando ela era carregada com Prostituta, mendicncia para
mulheres de aquela coisa verdadeiramente querida, ele no iria nem fuck
ela.
Ele a machucou. Oh sim, ele daria sua dor -- dor de primoroso -- mas ele
negaria seu to final, glorioso lance.
Ela morreria desesperado, s outra cadela em calor.
A idia o fez dura, e o endurecer s provou que ele era um homem.
Mas Dallas e seu castigo esperariam. Existia, ele soube, uma ordem natural
para coisas.
E primeiro existia Kevin.
Toda vida amizade no era nenhum pra-choque contra o pecado de
infidelidade. Kevin teve que pagar, e em pagar iria essencialmente
assegurar prpria vindicao do Lucias.
Ele tem groomed ele mesmo cuidadosamente para esta tarefa particular.
Seu cabelo estava cobre de um cintilar, vestido como um capacete aquecido
acima de seu crnio. Seu leite de aparncia-branco. Seu nome era Terrance
Blackburn, como sua identificao verificaria. E ele era advogado do Kevin
Morano de registro.
Existiam falhas. Lucias podia admitir existiam falhas no disfarce. Mas a
necessidade para se apressar excedeu em valor a necessidade para polir
todo detalhe pequeno.
Em todo caso, ele conheceu que pessoas geralmente viram o que eles
esperaram ver. Ele olhou um grande negcio como Blackburn, identificaria
ele mesmo como tal. Ele vestiu o terno afiado, conservador de um
advogado criminoso bem sucedido. Levou a pasta de couro caro. Fixa a
expresso sbria e indiferente em seu rosto.
Ele passou pelos nveis de segurana em Central sem dificuldade. Quando
ele exigiu uma consulta com seu cliente, ele produziu aborrecimento mais
que interesse do policial de encargo aduaneiro.
Ele submeteu friamente para o superficial bate levemente-abaixo, a ter o
contedo de sua pasta x-raiada uma vez mais. E quando ele era mostrado
em um quarto de consulta, ele se sentou, dobradas suas mos, e esperadas
por seu cliente.
Vendo Kevin escoltou em vestir um folgado fluorescente laranja jumpsuit,
ponha um bom, frio scrim acima de bolha do Lucias de ira. O rosto do seu
amigo pareceu cinza e desenhadas acima das roupas da priso horrorosa.
Mas ele pareceu momentaneamente esperanado quando ele Lucias
manchado.
"Sr. Blackburn, eu no estava esperando que voc voltar hoje  noite. Voc
disse que voc estava organizando para mim entrar em Prova amanh,
mostrar a minha dependncia sentimental e mental. Existe algo novo, algo
melhor?"
"Ns discutiremos isto." Quando Kevin se sentou, Lucias acenou o guarda
longe com um gesto ausente e abriu a pasta. A porta entrou em luta com
um satisfazer snick. "Como voc est sentindo?"
"Terrvel." Ele ligou e unlinked seus dedos. "Eu estou em uma cela s.
Tenente Dallas, ela manteve sua palavra nisto. Mas  escuro, e isto -- ele
cheiros. E no existe nenhum isolamento, nenhum mesmo. Eu realmente
no penso que eu posso ir para a priso, Sr. Blackburn. S no  possvel.
Deve haver um caminho para organizar Prova de forma que termina em
meu favor. Eu podia gastar algum tempo em uma instalao de reabilitao
privada, ou -- ou aceite em-encarceramento de casa. Mas eu no posso ir
possivelmente para a priso."
"Ns s teremos que achar um caminho para evitar isto."
"Realmente?" Aliviou, Kevin se debruou adiante. "Mas antes de voc dizer
.. bem, no importa. Obrigado. Obrigado. Eu me sinto tanto melhor saber
que voc far alguns acordos."
"Eu precisarei mais dinheiro. Para alisar o caminho."
"Qualquer coisa. Qualquer coisa que voc precisa." Kevin enterrou seu rosto
em suas mos. "Eu no posso ficar neste lugar. Eu no sei como eu farei
isto por at uma noite."
"Voc precisa ficar tranqilo. Deixe-me conseguir voc alguma gua." Ele
rosa, cruzado acima do refrigerador da gua no canto. E como ele encheu
uma xcara, adicionou o contedo do frasco que ele passou lentamente uma
cadeia debaixo de sua camisa.
"Sua confisso," Lucias adicionou como ele devolveu a xcara, "claramente
estados que Lucias Dunwood era para culpar. Era seu jogo, e um ele era
premiado."
"Eu me sinto terrvel sobre isto. O que mais eu podia fazer? As coisas Dallas
disse que aconteceria para mim." Ele tragou na gua. "E no  minha culpa.
Algum pode ver no  minha culpa. Eu nunca teria ido at agora sem
Lucias egging mim em."
"Ele  mais esperto que voc. Mais forte."
"No. No, ele no . Ele somente ... Lucias. Ele  competilive. Inventivo.
Eu no posso ajudar isto se veio at ele ou me. De qualquer maneira..."
Kevin trabalhou um sorriso fraco. "Eu acho, neste momento, eu ganhei o
jogo."
"Voc acha? Voc no podia estar mais errado."
"Eu no sei o que voc ..." Sua vista nadou, foi cinza nas extremidades. "Eu
no me sinto muito bem."
"Voc desmaiar por primeiro," Lucias suavemente disse. "S deslize
debaixo de. Voc estar morto antes deles conseguir voc para a
enfermaria. Voc devia ter sido leal, Kev."
"Lucias?" Apavorou, ele tentou subir, mas suas pernas afiveladas. "Ajude-
me. Algum me ajuda."
" muito muito tarde." Lucias chegou a seus ps, deslizou a cadeia de ao
redor seu pescoo e laou isto do ao redor Kevin. Dobrou isto nitidamente
debaixo do jumpsuit.
"Voc no pode querer fazer isto." Kevin agarrou brao fraco do Lucias.
"Lucias, voc no pode querer me matar."
"Eu matei voc. Mas painlessly, Kev, para causa de tempos velhos. Eles
pensaro trmino prprio a princpio. Levar eles uns enquanto
compreender sua visita no era Blackburn. E desde que eu estou em casa
com Me, no podia ter me sido. Uma consolao," ele adicionou como
Kevin desintegrou para o cho, "voc no ir para a priso."
Ele alcanou acima de, fechou a pasta, escovada em sua jaqueta de terno.
"Terminado do nosso jogo," ele murmurou. "Eu ganho." Ele bate o boto de
pnico debaixo da mesa, ento abaixada abaixo, comeou bochechas do
vazamento Kevin com sua mo.
"Ele desmaiou," ele disse o guarda. "Entrou em um delrio sobre no poder
permanecer o pensamento da priso, ento desmoronou. Ele precisa de
ateno mdica."
E enquanto seu amigo agonizante estava sendo levado para mdico, Lucias
Dunwood caminhou vivamente fora de Policial Central.
-=O=-***-=O=-
Whitney e Roarke estavam compartilhando depois de-caf de jantar e
charutos quando Vspera entrada. Ela realmente ouviu Whitney rir -- no o
baixo rumbling ri que ela ocasionalmente ouviria fora dele -- mas um risada
de barriga grande, alegre que a parou em seus caminhos.
Ele estava ainda grinning dele quando ela conseguiu decolar seus ps e
continuar no jantar.
"Eu no sei como o par de voc fica to ajuste com o menu para escolher
de neste lugar."
A diverso deslizou astutamente acima de rosto do Roarke como ele ergueu
sua xcara. "Ns .. . descobrimos muito. Aquilo no  direito, bem?"
"Sim, exerccio  a chave para boa sade. Eu estou contente que voc
apreciou sua comida, senhor. Feeney est na eletrnica. Eu organizei para
vigilncia em townhouse do Dunwood e casa da sua me. Peabody 
aguardar correr quaisquer novos dados  medida que entra. Eu goosed
CSU, e eles reportam que eles acharam sangue no cho de sala de estar e
tapete que combina tipo do McNamara. O Neg. Dunwood tambm O Neg,
mas com alguma presso no tech a trabalho no lab eu tive ele correr o DNA
cheio. Primeiras indicaes so  do McNamara, senhor. Ns confirmaremos
aquela antes da manh."
Whitney soprado no charuto, um luxo pequeno sua esposa o negou. "Voc
j descer, Dallas?" Em seu olhar em branco, ele agitou sua cabea. "Sente-
se. Tenha algum caf. Tudo est sendo feito isto pode ser feito. Ns no
podemos mover at o PA reporte em."
"Ela no discutir se for uma ordem," Roarke assinalou.
"Eu odeio, em sua prpria casa. Por favor." Whitney apontou para uma
cadeira. "Roarke diz a mim que voc  fora para o Mxico por duas
semanas. Voc concorreu ao tempo?"
"No, senhor." Inquieto e relutante, ela se sentou "eu cuidarei disto de
manh."
"Considere isto cuidar de. Voc  um policial excepcional, Tenente.
Excepcional cops queima mais rpido que medocre. Umas boas ajudas de
casamento. Eu posso atestar para aquele. Crianas," ele adicionou, ento
rida de sua expresso de horror empinado. "Quando o tempo vier.
Amizades. Famlia. Em outras palavras, uma vida. Fora do trabalho. Sem
isto, voc pode esquecer por que voc faz o que voc faz. Por que importa
que toda vez voc fecha um caso e pe um, existe um menos."
"Sim, senhor."
"Eu penso desde que eu me sentei aqui comendo sua comida, fumando
charuto muito excelente do seu homem, voc podia me chamar Jack."
Ela pensou sobre ele para mais ou menos trs segundos. "No, senhor. Eu
sinto muito. Eu no posso."
Ele se debruou de volta, soprou um anel de fumaa preguiosa. "Ah bem,"
ele disse, e seu Communicator buzinou.
Ele foi de relaxado comandar em uma batida do corao nica. "Whitney."
"Fiana est por este meio revocada," o PA anunciou. "Lucias Dunwood 
para ser recolocado em custdia, todos carrega propriedade,
imediatamente. As cpias da ordem de revogao e nova autorizao
transmitindo agora."
Whitney esperou enquanto eles cospem fora dos dados encaixam. "Bom
trabalho." Ele empurrou o Communicator longe. "Tenente. Vamos ir fazer o
trabalho."
Quando Roarke subiu tambm, Whitney propenso sua cabea. "O consultor
de civil neste caso solicitou permisso para nos acompanhar, e aquele
pedido foi concedido." Ele a deu a papelada. "Faa que voc tem um
problema com isto. Tenente? To primrio."
Ela chupou em uma respirao como Roarke deu seu um sorriso fcil.
"Muito bom me faria, ento no, senhor, eu no tenho nenhum problema
com isto."
-=O=-***-=O=-
Sarah Dunwood viveu em um apartamento de dois nveis em um edifcio
quieto s bloqueia de seu filho. Segurana urinada ao redor com a habitual
"aposentada pela noite," "no recebendo visitas," at Vspera perfurada
pela sujeira com distintivo, autorize, e ameaas amargas.
"Impressionante" Whitney comentou como eles andaram no elevador. "Mas
diga a mim,  tecnologicamente possvel rasgar fora uma me embarca e
enche isto em cima asno do computador?"
"Eu nunca tive que completar, senhor. A normalmente suficiente da
ameaa. Dunwood provvel para resistir," ela continuou. "Ele no gostar
de ser contrariado deste modo, e seu instinto ser para atacar antes de seu
controle estalar de volta." Ela hesitou. "Chefe, eu gostaria de armar o
consultor. Para sua prpria proteo."
"Isto  seu telefonema, Tenente."
Movimentando a cabea, ela curvou abaixo, lanado seu pedao de
embreagem de seu aperto de tornozelo. "Est em baixo aturde, e ele fica l.
No entra em sua mo, no  desdobrado a menos que voc esteja em
imediato fsico jeopardy. Claro?"
"Cristal, Tenente." Roarke deslizou a arma em seu bolso como eles saram
no cho do bosque Pardo.
"Eu estou em ponto," ela continuou. "Ns fazemos isto rpido. Entre,
localize, e contenha. Eu quero que voc passe sem tocar qualquer e todos
os civis fora da rea."
Ela zumbiu, e o momento a porta aberta, empurrada do lado de dentro.
"Polcia. A fiana para Lucias Dunwood foi revocada. Ele  ordenado para
virar ele mesmo para minha autoridade imediatamente."
"Voc no pode entrar deste modo! Senhorita Sarah! Senhorita Sarah!"
Roarke desenhou o gritar empregada de lado, passando sem tocar caminho
da Vspera. "Voc querer se sentar agora, antes de voc ser machucado."
Esquadrinhando entradas e sadas, Vspera andou a passos largos na rea
viva. Seus dedos twitched em direo a sua arma, ento longe novamente
como uma mulher veio para apressando degraus abaixo.
"O que  isto? O que  o assunto? Quem voc ?"
Ela era uma pequena, mulher de ferrovia magra com um cintilar de cabelo
vermelho ondulado, disordered agora, e um ligeiramente rosto bonito
deteriorado contundindo debaixo de seu olho deixado e ao longo da curva
suave de sua mandbula.
"Sra. Dunwood?"
"Sim, eu sou Sra. Dunwood. Voc  a polcia. Voc  a mulher que prendeu
meu filho."
"Eu sou Tenente Dallas, NYPSD." Ela ofereceu a seu distintivo, mas seu
rasto de olhos para qualquer movimento e suas orelhas eram picados para
qualquer som. "A fiana do Lucias Dunwood foi revocada. Eu estou aqui o
levar em custdia."
"Voc no pode. Eu paguei. O juiz -- "
"Eu tenho a ordem de revogao e a autorizao. Sra. Dunwood, seu filho 
de cima?"
"Ele no est aqui. Voc no pode o ter."
"Ele fez aquele para seu rosto?" ,,
Existia terror agora no lanar dela verbaliza. "Eu ca. Por que voc no o
deixar s?" Ela comeou a chorar. "Ele  s um menino."
"Aquele menino matou seu pai."
"Isto no  verdade. Isso no pode ser verdade." Ela coberta seu rosto com
suas mos e arrombou soluos selvagens.
"Chefe?"
"V. Sra. Dunwood, voc precisa se sentar."
Deixando os homens para lidar com a histeria, Vspera deitou sua mo em
sua arma e comeou sua procura. Ela foi de cima primeiro, confiando Lucias
podia ser lidado com se ele fizesse qualquer partir o nvel mais baixo. Ela
varreu cada quarto, entrou, procurou. Quando ela veio para uma porta
bloqueada, ela tirou seu mestre, ultrapassou as fechaduras.
Ele manteve um quarto aqui, ela notou como ela andou do lado de dentro.
Um amimalhado, total de quarto do menino favorecido de altos-classe
brinquedos. A unidade de entretenimento estende acima de uma parede
inteira -- vdeo, udio, tela, componentes de jogo. Os dados e centro de
comunicao comearam a estudar a maior parte de um L-contador
formado. As prateleiras eram providas apertadas com discos, livros,
mementos.
Existia um mini-lab, completamente equipou, instale no juntar quarto.
Em ambas as reas, as cortinas eram desenhadas apertadas acima das
janelas, as portas bloqueadas para os fora de corredores. Estava um pouco
mundo de segredos, ela pensou.
Ela procurou os armrios primeiros, achou mais perucas armazenadas em
caixas claras junto com que ela assumiu que ele considerou seu guarda-
roupa secundrio.
No banho ela achou rastros de massa de vidraceiro de rosto e rosto funda
no contador.
No, ele no estava aqui, ela pensou. E ele no saiu como ele mesmo.
Holstering sua arma, ela caminhou de volta para o centro de dados.
"Computador, exiba ltimo arquivo aberto, imagem ou dados."
No pode concordar sem contra-senha ...
"Ns trataremos disto." Ela se apressou fora, foi para o topo dos degraus.
"Roarke, eu preciso de voc um minuto."
Ela caminhou de volta pelo quarto no lab e se ajudou a uma lata de Selo-
Isto.
"A empregada reivindica Dunwood e sua me tiveram uma partida de
grito," Roarke disse a ela  medida que ele entrou. "Ou bastante, Dunwood
fez o grito. Ela ouviu sua me chorando, ouviu o som de sopros. Isto 
quando ela correu fora da rea da cozinha. Ela o ouviu estrondo, e achou
Sra. Dunwood no cho. Aparentemente, no  a primeira vez que ele 
usado seus punhos nela. Como seu av e pai antes dele. O pai est em
Seattle a negcios. Ele no gasta muito tempo aqui."
"Famlia grande, feliz. Eu quero qualquer que voc pode me conseguir fora
deste, ltimo trabalho primeiro.  passcoded. Se voc tiver que tocar em
qualquer coisa, use isto."
Ela o lanou o sealant. "Eu voltarei em um minuto."
Ela o deixou para isto, foi no andar de baixo. "Ele no est nas premissas,"
ela disse o chefe. "Sra. Dunwood, onde Lucias foi?"
"Para um passeio. Ele acabou de sair para um passeio. Seu se importa de 
problemtico."
Eu direi, Pensamento de vspera, mas abaixada abaixo. "Sra. Dunwood,
voc no est o ajudando. Voc no est ajudando voc mesmo. O mais
longo leva para o achar, o mais duro vai o continuar. Diga a mim onde ele
est."
"Eu no sei. Ele estava chateado e bravo."
"Como ele era vestido quando ele partiu?"
"Eu no sei o que voc quer dizer."
"Sim, voc faz. Ele disfarou ele mesmo novamente. E voc soube quando
voc o viu aquele modo, voc soube em um pouco de parte de voc mesmo
que ele fez tudo que ele tem sido acusado."
"Eu no fao. Eu no acredito nisto."
A vspera se virou quando seu Communicator sinalizou. Ela andou a passos
largos fora de earshot, escutou. Ento ela deu a ordem para um APB.
"Morto do Kevin Morano." Ela disse isto de modo plano, rosto do choque e
plido de horror assistido Sra. Dunwood.
"Kevin? No. No."
"Ele era envenenado. Ele teve uma visita hoje  noite em um quarto de
consulta. Voc sabe o que aquela visita parecida com, no , Sra.
Dunwood? Seu filho foi visitar seu amigo, e ele o matou. Ento ele foi
embora."
"Como o inferno ele conseguiu por segurana?" Whitney exigiu conhecer.
"Parecendo com isto." Roarke voltou em, resistiu uma cpia dura de uma
imagem. "Este dados era o ltimo trabalho em seu computador."
"Blackburn," Vspera disse, sem olhar para a impresso. "Advogado do
Morano de registro. Eles teriam o passado por com cheques mnimos. Ele 
um advogado de conhecido criminoso."
"Existe qualquer outra coisa." Roarke ofereceu a ela outra impresso. "As
regras do jogo."
SEDUZA E CONQUISTE, Vspera l, uma competio de faanhas
romnticas e sexuais entre Lucias Dunwood e Kevin Morano.
E esquadrinhou o resto.
Estava todos l, meticulosamente organizado e detalhado. A instalao, as
regras, o payoff sistema, as metas.
O desgosto apertou sua barriga como ela girou de volta. "Olhe para isto,"
ela ordenou Sarah Dunwood. "Leia isto. Isto  o que ele fez. Isto  o que ele
." Ela empurrou a folha debaixo de rosto do Sra. Dunwood.
"Voc quer me deixar com nada?" As lgrimas derramadas abaixo suas
bochechas como ela olhou fixamente para Vspera em lugar da impresso.
"Eu o levei em meu corpo. Depois de meses de testes e tratamentos, de
pesar e esperem, eu o fiz dentro de mim. Voc me deixar com nada?"
"Eu no sou o deixando voc com nada, Sra. Dunwood. Ele  cuidar de que
ele mesmo." Ela se virou novamente, e ordenou dois uniformes at o
apartamento.
"Ele precisa de um lugar para remover o disfarce," ela disse como eles
deixaram o apartamento. "Ele voltar aqui eventualmente, mas ele no tem
todas as suas coisas aqui. Ele querer mais de seus brinquedos. Roupas."
Ela tentou se pr em sua cabea. "Tenha fosso o disfarce primeiro. Ele
saber que ns viremos a si para ele com a morte do Morano. Ele no tem
condies de deixar qualquer rastro de que ao redor. Mas ele pensa que ns
somos lentos e estpidos. Ele  tanto mais esperto. Ele se apressar, mas
ele no apressar. Ele ir para casa, tome fora do rosto e cabelo. Limpe.
Gaste algum tempo regozijando, parando de trabalhar algumas coisas,
destruindo qualquer coisa que ele pensa que poderia estar incriminando."
"Voc pe homens na casa," Whitney lembrou a ela. "Eles o localizaro."
"Talvez, talvez no. Porque ele esperar que eles estar l. Voc dirigir,
senhor?" Ela perguntou como eles andaram do lado de fora. "Eu preciso do
civil para me desenhar um retrato."
Ele dirigiu rpido, e sem sirenas. Sobrancelhas erguidas do Whitney, mas
ele no disse nada quando em Vspera ser pedido que Roarke depressa
telefonou fotocpias azuis do townhouse em seu PPC.
"Voc conseguiu holo-caractersticas em l?"
"Naturalmente. Exiba dados holographically." A imagem derramada fora em
colo da Vspera.
Ela estudou isto. E planejado. "Ns moveremos o time de vigilncia para a
traseira. Um homem em, um homem fora. Os homens adicionais entrando
aqui, e aqui. Ns entramos a frente. Roarke, voc ir partiu, e em cima os
degraus. O direito de chefe de varrer o nvel principal. Eu tomarei o descer.
Ele pegou segurana cheia, com vdeo, ento se ele estiver prestando
ateno, e ele presta ateno, ele saber que ns estejamos vindo. Assista
um ao outro  costas porque no caroo, ele  um covarde."
Enquanto ela cometeu o holo para memria, ela pediu auxlio adicional.
Quando eles pararam atrs do veculo de vigilncia, ela pulou fora, condio
exigida. Ela detalhou a situao, deu a ela ordena depressa.
"Selo no foi quebrado," Whitney comentou como eles abordaram a frente.
"Ele no usaria a porta principal. Existem trs outras entradas, doze
primeiras-janelas de histria." Ela detoured em uma corrida ao lado do mais
da casa longe da vigilncia. "Vidro quebrado," ela reportou. "Ele est l."
Ambas ela e Whitney retiraram-se mestres. "Eu imploro seu perdo,
senhor."
"No. Esqueceu eu mesmo. V." Ele substituiu o mestre com sua arma.
Ela uncoded o selo. "Em trs."
"Ela gosta de entrar baixo," Roarke disse a Whitney, e em conta da Vspera
entrou a porta com ela, alta.
Eles lancearam fora de, trs setas. A vspera gritou a advertncia exigida
como ela tomou os degraus para o nvel mais baixo com suas costas para a
parede.
O droid a encontrou na parte inferior.
"Eu sou programado para inclinar, contenha, ou impea qualquer e todos os
intrusos sem autorizaes nestas premissas. Se voc tentar vir para
qualquer mais distante, eu serei forado a causar voc dano fsico."
"Atrs fora de. Ns somos a polcia, completamente autorizada e autorizou
entrar nestas premissas e recolocar Lucias Dunwood em custdia."
"Eu sou programado para inclinar, contenha, ou impea," ele comeou,
movendo em direo a ela.
"Fuck este," ela muttered, e blasted ele.
Enquanto ele faiscou e estremeceu, ela o chutou de lado. "Luzes em," ela
ordenou, e no aborreceu jurar quando sua ordem era ignorada. Ela moveu
na escurido, levando com sua arma todo tempo ela abordou uma entrada.
No som suave de passos atrs dela, ela girou, espasmo de dedo. "Goddamn
isto, Roarke."
"Voc tem dois homens cobrindo o primeiro nvel. Auxlio adicional a
caminho. Este ir mais rpido com dois de ns abaixo aqui. E," ele
continuou, subindo a guardar de volta, "abaixo aqui  onde ele est."
Seus instintos ditos ela a mesma. Que era por que ela tomou a rea
pessoalmente.
"Lab vai ser para trs," ela quietamente disse, entretanto ela j levantaria
as mquinas fotogrficas de segurana dobrada nos cantos do teto. "Ele 
encaixotado, mas ele est pronto para ns."
A porta era bloqueada.
"Eu vou ultrapassar," ela sussurrou em orelha do Roarke. "Ele esperar que
ns apressar.  disso que ele est pronto. No v pela porta at que eu d
o sinal."
Ela deslizou as fechaduras, chutou a porta, ento girado longe.
O movimento economizado ela. Algo colididos nos escuros prximos aos
dedes do p de suas botas. Ela viu a fumaa, ouviu o silvar, e era forado
a evitar antes do cido comer no cho bate couro.
Existia um flash de do lado de dentro. Ela sentiu uma brilhante, chocando
dor em seu ombro esquerdo. "Cague!"
"Voc  batido." Roarke mergulhou atravs da entrada aberta, bloqueado
seu corpo com seu como outra srie de tiro de exploses por gosta de
parafusos de raio.
"Justo glanced me." Seu brao era entorpecido agora, ombro para ponta do
dedo. "Consiga meu Communicator fora de meu bolso. Morta da minha mo
esquerda."
Ele puxou isto. "Nvel mais baixo, leste termina," ele disse nisto. "Armado
do Dunwood. O tenente tem sido batido."
"Dano mnimo," ela estalou, irritada. "Eu no deso. Repita, eu no deso.
O painel de segurana est ali." Ela empurrou sua cabea. "Ultrapasse a
maldio verbalizar comando e consegue as luzes. Dunwood!" Ela gritou,
pato-caminhada para a entrada com seu enforcamento de brao deixado
intil e sua arma em sua mo direita. "Est terminado. A casa  cercada.
Voc no chegou nenhum lugar para ir. Expulse sua arma, e termine com
seu mos ao alto."
"No  acima de at que eu diga que est terminado! Eu no estou
acabado." Ele despediu novamente. "Faa que voc pensa que eu estou
perdendo para uma mulher!"
As luzes continuaram, e deram seu um bem olhar para o buraco enegrecido
no cho s polegadas de seus ps. "Seduza e conquiste. Ns acessamos seu
jogo, Lucias. No muito esperto de voc escrever isso tudo abaixo to bom
e limpos para ns. Ns conhecemos que voc fez Kevin. Isso era liso, mas
voc no sabe tanta sobre lei como voc faz sobre qumica. Sua confisso
permanece. E voc era estpido suficiente para deixar rastros de massa de
vidraceiro e fundar em seu banheiro. Pontos realmente perdedores rpidos."
Vidro colidido dentro do quarto, e sua voz raged como temperamento dado
coices. " meu jogo, voc cadela. Minhas regras."
Ela levantou sua mo de arma de fogo, sinalizando os homens de volta
como ela ouviu eles apressando degraus abaixo.
"Novo jogo, novas regras, e voc nunca me bater, Lucias. Eu sou melhor
que voc . Expulse a arma e termine ou eu vou machucar voc."
"Voc no ganhar." Ele estava lamentando agora, um menino deteriorado
sufocado por um acesso de raiva. "Ningum compassos me. Eu sou
undefeated. Eu sou um Dunwood."
"Cubra-me." Ela retraiu uma respirao, dobrada e rolada no quarto. O
stunner exploses sacudidas acima de sua cabea, atirado ao longo do cho
por seu quadril como ela mergulhou para cobertura.
"No esperto, Lucias." Ela apertou suas costas em um armrio largo. "Nope,
no to esperto. Voc continua perdido. Apontando selvagem. Voc compra
aquela fora da rua? Eles disseram a voc que estava completamente
carregado? Eles mentem. Eu aposto se voc verificar a taxa de descarga,
voc  mais de metade fora j. Eu tenho um total carregar. E eu no sinto
falta. Eu ganhei o jogo. E meu prmio est fechando voc em uma gaiola
para o resto de sua vida. Uma mulher vai fechar voc longe, Lucias."
Ela angulada se, sinalizado para Roarke anunciar fogo para seu direito. Na
exploso, ela saltou em cima. Ela jurou, despediu um aturdir atirado. Mas j
era muito tarde.
O frasco ele segurou deslizou fora de sua mo como ele estremeceu e
desmoronou.
"Pea MTs," ela gritou, e saltado acima do vidro quebrado. Ela chutou sua
arma longe, abaixou. "O que voc tomou?"
"O que eu dei a Kevin." Ele sorriu, coldly. "Dobre a dose para velocidade.
Nenhuma mulher est me fechando longe. Eu fim o jogo meu modo, ento
eu ganho. Eu sempre ganho. Voc perde, cadela."
Ela assistiu ele morrer, e no sentiu nada. "No. Todo mundo ganha."
EPLOGO
Ela esteve do lado de fora, respirando no ar da noite, embalando seu agora
formigando deixou brao na palma de sua mo direita.
Sarah Dunwood estaria enterrando ambos seu pai e seu filho. Filha e me,
presos em amores e lealdades que no fez nenhuma sensao.
Talvez eles no eram significados.
"Voc quer ateno mdica, Tenente?"
Ela glanced acima de em Whitney. "No, senhor." Dobrados seus dedos.
"Est voltando."
"Voc o tocou como tambm algum podia." Junto, eles assistiram a bolsa
preta que segurou Lucias Dunwood, vinte e dois, gnio de menino, filho e
predador amado, sendo executada da casa. "Voc no podia achar que ele
auto-terminaria em lugar de renderia para voc."
Mas ela teve, Pensamento de vspera. Uma parte de sua soube exatamente
o que ela estava fazendo -- e fez isto, aferroou ele para isto, com clculo
frio.
Eles levaram seu pai fora dto gelado, quarto imundo em uma bolsa preta?
Ento ela fechou seus olhos porque ela era um policial -- e o distintivo
suportou ... Tudo. "Eu soube que era um risco, Chefe. Eu empurrei seus
botes completamente cientes existia uma probabilidade que ele tiraria ele
mesmo em lugar de perder quando ns o tivemos encurralado. Eu podia ter
ordenado o quarto apressado. Potencialmente ele estaria a caminho de
lockup em vez do morgue."
"Ele era armado, perigoso, e j despediu em voc com uma arma de
mercado negro fixa em cheio. Os homens poderiam ter sido perdidos,
certamente machucados, que esto indo para casa para suas famlias hoje 
noite. Voc o tocou como tambm algum podia," ele repetiu. "Arquive seu
relatrio, ento v ter algum sono."
"Sim, senhor. Obrigado."
Rodante seu ombro de despertar, ela cruzou a rua para onde o Roarke
esperou. "Eu tenho que entrar, escreva e arquive meu relatrio."
"Como do seu brao?"
"Sente como existem mais ou menos seis milhes de agulhas quentes
pegando nisto." Ela meneou seus dedos novamente. "Devia voltar para
normais em umas horas do par, que  sobre que levar para fazer a
papelada."
Porque ele a soube, e o que ela estava pensando que ele disse, "O em
melhor situao do mundo com ele fora disto, Vspera."
"Talvez, mas isso no era minha deciso para fazer."
"Voc no fez isto. Ele fez. Ele teve s para desistir. Voc teria o levado em,
tornou ele no sistema, e sido satisfeito."
"Sim." Porque ele era verdade, ela povoou novamente. "Eu estou enviando
um conselheiro de polcia para sua me. Ela no precisa ouvir sobre este de
mim, e ela precisar de algum que tem as palavras certas."
"Mais tarde, quando to cru do seu pesar, ns poderamos enviar algum do
abrigo de abuso para conversar com ela." Ele tomou seu bom entregar seu.
"V embora, Vspera."
Ela movimentou a cabea. "Vamos ir hoje  noite," ela disse como eles
caminharam para o carro.
"V?"
"Sim, para o Mxico. Assim que eu fechei isto, deixa  cabea justa, leve
um daqueles mordaz transpos seu e consegue o inferno em viagem."
Ele beijou seus dedos antes de abrir a porta para ela. "Eu farei os acordos."
